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De Corpo e Alma

O corpo transpassando a alma, ou seria o inverso?

Cquote1.png Prevejo processo! Cquote2.png
Leitor desse artigo sobre o autor do mesmo... é melhor eu já ir me preparando mesmo...
Cquote1.png Mais do mesmo... opa, na verdade essa foi a primeirona do gênero dessa autora! Cquote2.png
Noveleiro sobre mais uma da Glória Perez

De Corpo e Alma foi uma novela muito enjoada criada pela Globo entre 3 de agosto de 1992 a 6 de março de 1993. Foi a única novela da história em que tiveram que LITERALMENTE matar uma personagem e desaparecer completamente com outro para que a mesma fizesse sucesso, senão hoje em dia ninguém daria a menor bola para essa novela, e nem ninguém teria medo de tomar um processo da autora por qualquer merda que falar sobre esse assunto. Foi escrita por Glória Perez e dirigida por Fábio Sabag, Ivan Zettel e Roberto Talma (também o diretor geral), mas quem liga pra esses últimos três? Todos só se lembram mesmo da moça de sorriso contagiante e rosto de beleza similar a do Roy Hess da Família Dinossauro que escreveu essa joça.

Índice

SinopseEditar

Diogo (Tarcísio Meira), um juiz íntegro (AHAM!), sente o seu casamento com Antônia (Betty Não Faria) ir pro buraco (mais uma trama de putaria) ao se apaixonar perdidamente por Betina (Bruna Lombardi), que morre num acidente de carro, logo após ser abandonada pelo magistrado (trairagem só dá nisso). Seu coração é transplantado em Paloma (Juma Marruá), uma jovem casada com um stripper, Juca (VICTOR, FAZ ANOS QUE NÃO TE VEJO!), que trabalha no Clube das Mulheres (O QUÊ?).

Diogo (que tem com Antônia um filho, Filipe - Ou Felipe, sei lá) (Maurício Branco - quem?), sentindo-se culpado, aproxima-se dela imaginando estar ao lado de Betina. Paloma, porém, apaixona-se por ele sem saber do seu envolvimento com a doadora do coração (daí vão dizer que, óbvio, o coração do apaixonado que fez isso; melodrama mexicano wins!). Enquanto isso, Juca torna-se o "protegido" do misterioso Vidal (Carlos Vereza) e faz sucesso no Clube das Mulheres, acabando por querer dar o golpe do baú virando amante de Stella (Odete Roitman), uma rica senhora.

Ainda teve outros atores, como O comedor-mor, Bino, Cheira Assunção, Angélica às Avessas, Falecida do Nepotismo e seu marido Raul Gayzolla, além do seu suposto amante e pseudoator Boca Censurada e mais uma paulada de atores trouxas.

Viagens do roteiro e doideras afinsEditar

 
Medo... muito medo!
  • A novela, como todas de Glória, mostra dois temas totalmente tudo a ver com o outro: transplante de órgãos e homens e mulheres trocando de papéis, como no filme Se Eu Fodesse Você (mulheres donas de empresa e homens tirando a roupitcha pra elas enquanto elas enfiam notas de dólares no cu deles).
  • Colocaram Eri Johnson (aquele da pintinha na cara) pra viver um gótico trevoso chamado Reginaldo, uma coisa tudo a ver com ele. Legal é que esqueceram de avisar a ele que ser gótico não necessariamente é agir como um autista, mesmo que a grande maioria pareça mesmo com um.
  • Único caso de novela em que a esposa traída nunca armou um escândalo, levava galha e nem cuém.
  • Só ficou mesmo famosa depois que o Bira (Guilherme de Pala) deu 16, 18, sei lá quantas, facadas, tesouradas, sei lá o quê, na Yasmim Bianchi (Daniella Perdes). Só que ele se esqueceu de usar o chroma key e os efeitos especiais e decidiu mandar ver na tora mesmo na atriz, e se esqueceu que também não tava sendo filmado na hora. Ainda assim, a culpa foi dela.
  • Depois da morte da Daniella, Glória deu uma viajada por dias para tentar tirar o trauma do que o vagaba do pseudoator fez com sua filha. Assim, no dia seguinte à morte dela, fizeram homenagens pra mesma e disseram que a sua personagem Yasmin foi viajar (uma desculpa genial para atores quando morrem durante uma novela). Já o Bira... que Bira?
  • Nos bastidores, ninguém comentava, mas todo o elenco já pedia a Deus para que a autora Glória Perez pusesse logo um fim definitivo na trama e no sofrimento dos atores, pois depois da morte de sua filha, continuar o trabalho ficou totalmente sem sentido (totalmente copiado da Wikipédia porque eu achei engraçado isso).
  • Último trabalho do ator e dançarino Paulette. Mas quem se importa com isso?

Trilha sonora da novelaEditar

Lançada nos formatos CD, LP e K7 nos últimos meses de 1992, a trilha sonora da novela conta com dois álbuns, segregados em nacional e internacional, obtendo grande sucesso de vendas, apesar da polêmica envolvendo a morte de Daniella.

  • O álbum nacional tem 14 canções, incluindo grandes nomes da música brasileira. A faixa Sonho Triste, versão em português de "Uno" do cantor espanhol Julio Iglesias, viria a servir de tema musical de Aquele Beijo, em 2012. Outro gringo que aparece cantando em português é o portorriquenho Juan Luis Guerra, com Romance Rosa (Bachata Rosa), Fora da Ordem com Caetano Veloso e Bebel Gilberto, tema de Reginaldo, Elis Regina cantando Francis Hime em Atrás da Porta e Simone com Raio de Luz, o tema de abertura. O produtor musical, André Sperling, compôs dois temas musicais especialmente para a trama, Betina, tema da personagem homônima, interpretada por Bruna Lombardi, e Sofrendo Por Amor, tema de Bia (Maria Zilda Bethlem).
  • O disco internacional tem vários sucessos da época, como The One, de Elton John (de longe a melhor das 15 faixas), Rhythm is a Dancer, dos alemães do Snap! e Sexual com Goddess (ambas tema do Clube das Mulheres — aliás, o primeiro título pensado para a história), além de Wishing on a Star (The Cover Girls), que ficou famosa por se tornar tema de Yasmin, Under the Bridge (Red Hot Chili Peppers), entre outras.

NacionalEditar

Capa: Maria Zilda Bethlem como Bia (esposa de Caíque, José Mayer, com quem vivia um casamento turbulento, entre tapas e beijos).

  1. Contrato Assinado - Sandra de Sá
  2. Minha Tentação - Wando
  3. Sonho Triste (Uno) - Julio Iglesias
  4. Bate Coração - José Augusto
  5. Alguém no Céu - Trem da Alegria
  6. Betina - André Sperling
  7. Teu Olhar - Hay Kay
  8. Romance Rosa (Bachata Rosa) - Juan Luis Guerra
  9. Fora da Ordem - Caetano Veloso e Bebel Gilberto — não creditada no disco
  10. Atrás da Porta - Elis Regina
  11. Por Escrito - Pery Ribeiro
  12. Homem de Rua - Erasmo Carlos
  13. Raio de Luz - Simone
  14. Sofrendo Por Amor - André Sperling

InternacionalEditar

Capa: Eri Johnson como o gótico Reginaldo.

  1. Rhythm is a Dancer - Snap!
  2. The One - Elton John
  3. Mama's Always on Stage - Arrested Development
  4. Under the Bridge - Red Hot Chili Peppers
  5. Am I The Same Girl - Swing Out Sister
  6. Crucify - Tori Amos
  7. Sexual - Goddess
  8. Caruso - Lucio Dalla
  9. For Your Babies - Simply Red
  10. Rock me Baby - Babyroots
  11. Wishing on a Star - The Cover Girls
  12. Sweet Ragga Music - Nabby Clifford feat. Alex Lucas & Julio C.
  13. Hazard - Richard Marx
  14. Command - Traffic Lights
  15. Você Tá Muito Boa - Clericó Con Cola (ótima para fechar o disco, aliás)

Letra do tema de aberturaEditar

Você chegou
Iluminou o meu olhar
Teus olhos nus, raios de luz
No azul do mar
Meu coração que sempre quis acreditar
Bateu feliz, foi só você chegar

Sei que a paixão apaga a chama
Raia o ar
Sei e não sei
Negar, querer
Fugir, ficar
Mas não fui eu quem quis assim
Aconteceu você pra mim
E eu não vou negar
O que o acaso quis prá nós dois

A chama desse amor
Me faz sorrir, cantar
Te quero mais
Te chamo só pra repetir
Te amo…