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Descendo na Banguela

Este artigo é sobre um HIT!

É uma música chata, repetitiva e seu vizinho adora. SOLTE O SOM!

Music madonna.jpg
Essa foi a única imagem decente que eu achei jogando "descendo na banguela" no Google.

Descendo na Banguela é uma música do Raimundos que cumpre a cota de pornofonografia do álbum de retorno do coma profundo da banda, o Cantigas de Roda.

ComposiçãoEditar

Assim como várias outras canções do álbum, Descendo na Banguela foi creditada apenas como "Raimundos" porque ninguém em particular quis ser responsabilizado pela composição dessas bostas caso o disco fosse um fracasso, o que não aconteceu, pois este acabou fazendo sucesso a rodo nos 4shared e sites de torrent da vida, novamente não gerando 1 centavo de retorno para a banda, que não reclamou pois já tinha enchido o rabo de dinheiro com o tal do crowdfunding lançado para a produção do álbum e a compra de cestas básicas para Digão, Canisso e suas famílias. Enfim, porém, todos sabemos que foi Digão o compositor dessa música, devido a sua notória obsessão em transar mulheres desfavorecidas esteticamente, obsessão essa já vista em músicas como Cintura Fina, Pequena Raimunda (Ramona) e Boca de Lata.

Devido ao constante uso de maria-tonteira durante as gravações, do nada a letra muda de assunto e agora visualizamos Digão montando num jipe velho com seus amigos e meia dúzia de fãs, talvez a caminho de um puteiro em João Pessoa ou outro lugar assim. Mas como Digão é um azarado de merda eles acabam se perdendo no caminho e sem nada pra fazer ele resolve acabar de vez com o estoque de mato de fumo, e em meio a esse frenesi do capeta acaba tendo uma bad trip e sonhando com as duas coisas que ele mais gosta (ao mesmo tempo): bunda e comidas gordurosas, nesse caso a linguiça.

LetraEditar

 
Ou essa também.

Vieram os doido gritando "Larga essa muquiça"
É tão feia que parece até um cão com lombriga
Olha direito que dá medo, vem com nós enquanto é cedo
Eu sei que essa é daquela que curuba os dedo

A gente sabe onde chegar... No Jerivá

O dia tá só começando, mato véio fumegando
Senta o pé nessa jipeira que o mar não tá chegando
O ar ta todo enfumaçado no coro desenfreado
Os pneus assoviando é os malucos do cerrado

Se o jipe veio aguentar... Vamos chegar

Vai, vai, vai! O cheiro de rabo que a maresia traz
Uma bundinha a milanesa é o que nos satisfaz
E a Lingüiça com pimenta na entrada que ela aguenta
Esfomeada, sedenta querendo mais

Tão indecente a minha veia tão saliente... Gol!

Se perdemos no caminho, a chuva forte veio vindo
Com a capota arregaçada o que sobrou num faz um fino
O tempo ruim foi melhorando, os peixe-bunda mergulhando
E os doido na areia quente, correndo, gritando

Fico aqui não vou voltar
O que um green desse não faz
Na banguela eu desço mais
Fico aqui não vou voltar

Vai, vai, vai! O cheiro de rabo que a maresia traz
Uma bundinha a milanesa é o que nos satisfaz
E a Lingüiça com pimenta na entrada que ela aguenta
Esfomeada, sedenta querendo
Mais, mais, mais! O cheiro de rabo que a maresia traz
Uma bundinha a milanesa é o que nos satisfaz
Linguiça com pimenta na entrada que ela aguenta
Esfomeada, sedenta querendo mais

Tão indecente, querendo mais
Tão saliente, querendo mais