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Desciclopédia β

Não confunda com Dianética, seu mané!

Cquote1.png O que? Cquote2.png
Você sobre Dialética
Cquote1.png Isso é aquilo contra a ideia, e a ideia forma outra... Cquote2.png
Hegel sobre Dialética
Cquote1.png Não! TRABALHADORES DE TODOS OS PAÍSES, UNÍ-VOS! Cquote2.png
Marx sobre Dialética. Ou não

A dialética é talvez a dicção de uma ideia que, unida a sua oposta ao vértice, forma outra. Tese + antítese = síntese. Por que talvez? Porque alguém pode agora chegar e colocar uma antítese contrariando que dialética não é nada disso e não passa de um bocado de merda feita por filósofos só pra nos ferrar nas provas do vestibular. Só não imaginei ainda a síntese de tudo isso...

Um exemplo de Dialética:um girino persiguindo o outro

Cquote1.png Eu já: a descarga de banheiro! Cquote2.png
Oscar Wilde

Índice

FormulaçãoEditar

Heráclito foi o primeiro idiota humano a perceber que as águas do rio nunca passam mais de uma vez (como o povo daquela época era inteligente!!!!) Como um bom grego, ele pesquisou como isso poderia influir em alguma ideia. De repente percebeu outra coisa: que toda ação tem uma reação, e que o impacto das duas forma o universo, fazendo Issac Newton comer pó séculos antes. Assim surgiu a dialética.

HegelEditar

Hegel a única coisa que fez foi tentar colocar uma função pra essa idiotice: todos os que queriam entrar na Universidade da Prússia tinham que explicar uma dialética só acabando quando tivesse chegado a definitiva síntese de tudo. Claro que a universidade faliu, pois ninguém jamais conseguiu tal feito.

MarxEditar

Barbarizou de vez a Dialética, dizendo que através dela poder-se-ia dominar o mundo, fazendo as pessoas dizerem não ao capitalismo, com sua antítese, o comunismo. O problema é que a síntese não foi das melhores...


A arte de argumentarEditar

Para exemplificar um pouco sobre a dialética, sobrepomos uma teoria a outra para que, em uma discussão, se chegue a uma conclusão mais perto da verdade. Esse exemplo é uma discussão completamente trivial e comum, para que sua cabeça minúscula possa acompanhar.
Pessoa 1: Por que as flores não juntam pó?
Sócrates: Mas hen?
Pessoa 1: Eu estava vendo essas flores de plástico aqui... Elas estão cheias de pó.
Sócrates: Você tem um sonridor aí?
Pessoa 1: Porém, flores de verdade, num vaso, não juntam pó nunca. É só observar.
Sócrates: E você acha que essas flores são reais?
Pessoa 1: São de plástico.
Sócrates: Então discussão encerrada. Cadê o sonridor?
Pessoa 1: Mas porque as reais não juntam pó?
Sócrates: Onde tem uma flor real aqui?
Pessoa 1: Não tem, mas todo mundo sabe que não junta.
Sócrates: Ok. Imagine que você está numa caverna...
Pessoa 1: Não me venha com caverna outra vez!
Sócrates: Ok, ok... hm... elas não juntam pó chove o tempo todo, lavando-as.
Pessoa 1: Mas aí nem as de plástico juntariam, porque chove o tempo todo nelas também, porém ainda assim juntam pó.
Sócrates: E essas estão empoeiradas?
Pessoa 1: Sim.
Sócrates: Provavelmente seja o pó da caverna em que...
Pessoa 1: Chega de caverna!!
Sócrates: TÁ BOM! am... então é porque bate o vento nelas o tempo todo...
Pessoa 1: Mas aí nas de plástico também não haveria pó.
Sócrates: E nas reais não junta pó?
Pessoa 1: Não.
Sócrates: Graças a Deus... Uma coisa a menos pra eu limpar.
Pessoa 1: Será que é porque elas tem uma aura de vida que impede o pó de se juntar? Nos humanos também não junta pó
nunca...
Sócrates: Ou a chuva. Humanos também tomam chuva.
Pessoa 1: Mas que isso tem a...
Sócrates: A não ser que estejamos numa caverna isolada de toda a realid...
Pessoa 1: Mas todos nós estamos nessa maldita caverna. Então estaríamos todos empoeirados!
Sócrates: ...

A pessoa 1 jamais pôde ser identificada pois a dialética de Sócrates estourou os miolos dela.

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