Dieta do Supremo Tribunal Federal

Dinheiro-kledir 1.jpg Gostou? Comprei no Egito...

Este artigo é rico e seu autor só compra coisa chic. Seus advogados estão de olho em você, então não vandalize! Pobre? Tenho nojo de pobre, tudo o que tem é feito de prástico...

Vamos, meu bem, ou atrasarei pra minha yoga.

Gilmar Mendes louco para comer os quitutes aqui descritos.

A Dieta do Supremo Tribunal Federal é uma leve e barata compensação, pois custa apenas alguns milhões de reais por ano, aos juízes do STF, que apesar de poderem usufruir de nepotismo, picaretagem, penduricalhos e ainda poderem fazer o que estudantes de doutorado são proibidos de fazer, que é ter um salário pela hora extra (ou semana extra) trabalhada, ainda sofrem com os males da depressão pós-chifre e do medo de usar transporte público.

O negócio é tão abominável e morfético que até a Bia Kicis achou ruim, sendo criticar o cardápio e mandá-lo pra puta que pariu a única coisa boa que ela fez em toda sua trajetória como... ser vivo.

BelisquetesEditar

 
Um pequeno, aliás, enorme exemplo de entrada do menu.

Como não é sempre que ministros passam fome, senão teriam que ir a um restaurante por quilo, algo que seus filhos sequer conhecem, eles podem degustar alguns singelos canapés, como:

EntradasEditar

Aqui as mousses, queijos e camarões voltam, uma delas de abacate, além de saladas de frutas que normalmente pessoas sãs da cabeça não comem, tipo figos, e outras coisas que pobre não põe na boca porque é cru e com certeza vai matar o organismo ferrado do trabalhador, como carpaccio e ceviche. Até mesmo o lazarento do surubim retorna, na forma de panquecas. Tem também uma terrine de legumes como opção vegana, coisa que certamente nenhum ministro é, e medalhões de lagosta porque são animais maiores que camarões, e estes já apareceram nos belisquetes.

Pratos principaisEditar

 
Até a feijoada do STF tem camarão!

Aqui está a prova de que nenhum dos ministros abdica que comer uma carninha, exceto carne de buceta. TODOS os pratos aqui são de carne(sssss). Que tipo de carnes seriam, carne de burro? Carne de sol? Carne Humana? Claro que não! Que tipo de carne alguém com medo de transporte público e salário de juiz procura comer para se sentir superior aos meros mortais que trabalham? Camarão, obviamente! E em várias iguarias, acompanhado de mais frutos do mar:

  • Bobó de camarão. Com um nome desses, que remete a papinha de bebê, parece comida de pobre, mas tem camarão, então o ministro do STF acha que pobre não come;
  • Camarão à baiana, já que falar assassinado com doses letais de pimenta, frito em napalm e temperado com leite de coco e coentro seria assustador demais para seres tão fragilizados psicologicamente;
  • Medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada. Note que a entrada de lagosta não levou manteiga, pois manteiga é coisa de pobre, mesmo custando 10 reais um potinho menor que o seu cérebro, então ela deve ser trabalhada (vulgo: totalmente destruída) no sabor;
  • Bacalhau à Gomes de Sá, já que salgar camarão e lagosta é um cu, então é melhor comer o sal todo num alimento que fica mais caro na sexta-feira da paixão;
  • Frigideira de siri. Parte do dinheiro é usado pra pagar um artista plástico para fazer esculturas de panela com carne de siri frita para servir de prato comestível a essas pragas;
  • Moqueca, tanto capixaba, quanto baiana, para deixar as duplas personalidades dos ministros satisfeitas.
 
O STF abusa dos frutos do mar...

Além disso, patos, codornas, carneiros, porcos, bezerros desmamados e até galinhas d'Angola são sacrificados, assados e transformados em carrés, medalhões, escondidinhos (que não deixa de ser comida de pobre porque tem recheio de camarão) e xotas, digo, rosbifes. Como a quantidade de gordura no pato é maior que o salário deles, uma parte dela é usada no arroz, importado da Itália. Gilmar Mendes ainda queria que tivesse golfinho assado, medalhão de javali, escondidinho de rena e lombo de alce assado, mas essas iguarias foram vetadas por Carmen Lúcia e Luiz Fux para que não pudessem cometer canibalismo.

BebidasEditar

Essa é definitivamente a pior parte. Não bastando a falta de respeito com os ribeirinhos e pescadores de qualquer clichê de cabaré que o Oswaldo Montenegro tanto cantava, ao enfiar camarão até no cu das codornas e lubrificar com manteira queimada porque a rosca já estava, agora o STF mostra a falta de respeito com apreciadores de bebidas e enólogos (tá certo que estes merecem levar uma coça, mesmo) ao exigir, abre aspas tu leu na voz do Peter que eu sei

  Espumante brut, produzido pelo método champenoise e que tenha ganhado ao menos 4 (quatro) premiações internacionais. O espumante deve ter amadurecido, em contato com leveduras, por período mínimo de 12 meses. A safra ou vindima do espumante deve ser posterior a 2013.  
Corno do Dias Toffoli fazendo as exigências.

 
Um dos vinhos escolhidos para ser degustado com a mousse de queijo.

Não bastando o espumante brut ser envelhecido por ano inteiro, o extra brut deve ter maturação de 30 meses. São... TRINTA meses do extra brut! A desculpa alegada é que   ...as bebidas deverão ser perfeitamente harmonizadas com os alimentos...   e até que faz sentido, um extra brut maturado por 30 meses combina com lombo de porco e se tivesse filé de golfinho junto ia ser um puta fenômeno, mas a única bebida a combinar com tanto camarão é cachaça Pitú com caranguejo.

Falando em cachaça, ela deve ser envelhecida por 3 anos em madeira nobre, muito provavelmente mogno, só pra fazer caipirinha, com solzinho de limão (e golfinho de banana na do Gilmar). Envelhecer em Pau-Brasil ninguém quer, né...

Os vinhos juntam o que há de pior nas duas exigências, isto é, ter vencido 4 prêmios intergaláticos e envelhecimento em barris feitos com madeira da Yggdrasil, com a putice pretensiosa de especificar os tipos de uva, e eles escolheram SEIS: Avengers Assemblage, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Sauvignon Blanc e Thanos Tannat. A cereja do bolo é o fato de que são barris virgens, pra combinar com o molho de suco de laranja do pato assado, fodendo com a produção do bourbon americano e com o meio ambiente ao promover o desmatamento.

Pra arrematar, infelizmente não os ministros, vem os uísques, que devem ser puro malte. As madeiras nobres da cachaça, tão virgens quanto as dos vinhos, também devem ter sido usadas para envelhecê-los. Tendo em vista que uísque puro malte é extremamente caro e complicado de fazer, arrumar, usar como combustível e trocar pela glicose pra trollar o amigo que deu PT (agora sabemos quem propôs), eles vão consumir metade do uísque puro malte do planeta.

v d e h
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