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Draft (NFL)

Este artigo é um esboço.
Na União Soviética, o esboço edita VOCÊ!!

Cquote1.png E com a escolha X da rodada Y, seu time escolhe... Um monte de bosta Cquote2.png
Roger Goodell

Cquote1.png Insira nome do jogador aqui é uma escolha que certamente estará entre os melhores da NFL daqui a cinco anos Cquote2.png
Jornalista pago ou mal-informado sobre qualquer jogador do Draft

Cquote1.png Um jogador de seis pés e nove polegadas com trezentas e cinquenta libras que corre 40 jardas em cinco segundos, com potencial assustador apesar de ser extremamente cru Cquote2.png
Jornalista sobre Cara totalmente aleatório que aprendeu a jogar no Madden NFL e passou cinco anos no banco do time de uma faculdade amadora

Cquote1.png Running back A quebrou um mol de recordes e ganhou uma caralhada de prêmios e títulos em seus anos na faculdade, porém running back B parece ser uma escolha mais segura porque passou três anos sem tocar na bola Cquote2.png
Jornalista sobre coerência nas análises

O recrutamento de jogadores da NFL, conhecido nos EUA como draft, é o modo mais tradicional pelo qual os jogadores amadores chegam ao profissionalismo. Na época do draft acontece o fenômeno de migração de uma espécie de humanoide denominada analista de draft para o continente americano, tendo esta época começo logo após o Super Bowl e terminando após o draft, tendo esta espécie comportamento similar aos políticos brasileiros, que só aparecem nos anos pares.


Índice

O (interminável) ritual pré-draftEditar

O ritual pré-draft geralmente começa logo após o término da temporada regular, quando surgem os primeiros mock drafts, em que os gurus da imprensa especializada tentam adivinhar onde os jogadores vão cair. Mais mock drafts são feitos conforme a temporada do futebol americano universitário se desenrola, jogadores se estouram e isso vai até o fim da temporada dos Bowls, com o Senior Bowl, com jogadores no último ano de faculdade. 75% das posições finais do draft já estão praticamente definidas até o Super Bowl. Após isto, os jogadores definem se vão ou não ficar o ano Senior em seus times, o que acaba mudando os mock drafts outra vez. Após todo este processo, o combine, em que os jogadores demonstram suas habilidades físicas em testes de velocidade, força e agilidade, é realizado, mudando mais uma vez os mock drafts. Isso sem contar a abertura do período de free agency, em que jogadores sem contrato podem assinar com os times que quiserem, e combines particulares em certos times e universidades.

É estimado que cada jornalista faça (em uma contagem extremamente pessimista) de 50 a 100 mock drafts a cada processo pré-draft, que dura aproximadamente quatro meses.

O CombineEditar

O ritual se torna mais intenso conforme se aproxima o famigerado Combine. Neste festival que celebra o fato de que todo mundo só vai ver futebol americano daqui a quatro meses, os novatos são expostos a provas de extrema importância para determinar sua posição futura, apesar de que estas provas sejam realizadas sem nenhum equipamento:

  • Tiro de 40 jardas: Exatamente o que está escrito no título. Uma corrida simples que, por alguma razão, tem peso extremo na avaliação final do jogador.
  • Supino: O jogador tem que mostrar seu lado BARIBILDER PORRA! levantando um peso de cem quilos. O objetivo é levantar este peso o maior número de vezes em um minuto, para que pareça com um vídeo de uma pessoa normal com o triplo da velocidade.
  • Salto em distância: Ao contrário do salto em distância do atletismo, este é realizado com o jogador parado, tendo que realizar impulso com uma posição extremamente comprometedora com potencial altíssimo de tombos e cenas lamentáveis.
  • Salto em altura: Para cortar custos, em vez de contar com uma vara e um colchão, os jogadores têm que apenas tocar o máximo de trecos que estão colocados num lugar alto pra caralho.
  • Três cones: O jogador tem que correr para o primeiro cone, tocá-lo, voltar pra tocar o cone do início, e contornar o segundo cone, voltando para o início. 4% dos jogadores não conseguem completar esta atividade porque ficam confusos.
  • 20-yard shuttle: O jogador tem que correr cinco jardas, voltar, correr dez, voltar, correr cinco de novo e voltar. Se você acha isso confuso, veja abaixo.
  • 60 yard shuttle: Aqui o jogador corre cinco e volta, corre dez e volta, corre quinze e volta. Isso quando não acha que tem que fazer isso até a outra endzone.
  • Atividades específicas para posições: Coisas normais como passar, receber e fazer alguma coisa com a bola.
  • Entrevistas: Cada time tem direito a entrevistar 60 jogadores por 15 minutos. Nestes 15 minutos é permitido perguntar por coisas banais como jogador favorito ou testes sobre o conhecimento tático do jogador sobre o esporte, até coisas como cor favorita para cueca, animal no qual ele gostaria de reencarnar, arma favorita no Counter Strike, se ele comeria a irmã se ela não fosse sua irmã ou se ele acha a própria mãe gostosa, ou qual seria a reação dele caso a Tati Zaqui aparecesse pelada de tênis vermelhos fazendo o tiro de 40 jardas enquanto assovia o tema de Green Hill Zone no momento da entrevista.
  • Medidas físicas: Aqui os jogadores são pesados (não neste sentido) e medidos em altura, tamanho dos braços, mãos, pau, bunda, coxas, quadris, abdômen e mais 56 medidas diferentes, às quais supostamente fariam diferença no jogo.
  • Avaliação de lesões: Em um esporte com tanta probabilidade de lesões presentes ou futuras quanto tentar fazer a barba com uma serra elétrica, chegar minimamente saudável faz o jogador subir no mínimo 250 posições no draft.
  • Teste antidoping: O tradicional teste pra ver quem é chegado num ganja, está em abstinência ou pagou pra alguém mijar no seu lugar. Aqui fazem exame de urina, sangue, sêmen, saliva e até de DNA para evitar aspirantes a Mr. Catra.
  • Teste Cybex: Aqui o jogador é preso em uma daquelas máquinas de tortura medievais e suas juntas são "avaliadas", ou seja, quebradas para conserto posterior pelo coitado do time que o draftar.
  • Wonderlic: Um teste que supostamente testa a inteligência do jogador, com perguntas de lógica como "como desmafagafar um ninho de mafagafos", "qual a capital do Sacro Império Romano durante o reinado de Carlos Magno", "encontre o erro na árvore genealógica da atual rainha da Holanda" ou "cite a linha cronológica de todos os presidentes da Bolívia desde sua independência" ou até mesmo citar todos os elementos da tabela periódica em ordem de massa ou a ordem cronológica dos álbuns de Elvis Presley, quem matou quem com que golpe nas sagas de Dragon Ball Z, perguntas lógicas com partituras de solos do Megadeth, que jogador de que universidade foi para qual time em que escolha do draft de qual ano e outras perguntas de dificuldade ridícula.

Mas pra que serve tudo isso?Editar

Para exatamente o que você pensou: porra nenhuma. No entanto, segundo os especialistas, atividades em que o jogador veste apenas camisa, short e chuteira são extremamente valiosas em um esporte praticado com um nível de proteção corporal similar aos cavaleiros de ouro.

O dia do DraftEditar

Finalmente, no dia D, os times se reunem em um palco montado às pressas para fazer suas escolhas. A cerimônia começa com a tradicional vaia coletiva ao comissário da NFL enquanto ele fala uma baboseira ininteligível. Na primeira rodada, cada time tem dez minutos para fazer sua escolha, contando com os relatórios de seus olheiros, com toda esta procissão sendo televisionada ao vivo para todo o universo visível a olho nu. Depois destes dez minutos (se passar disso perde a vez e o próximo time já entra no cronômetro), o time entrega um papelzinho pro comissário que anuncia:

  Com a insira número aqui escolha do draft de insira ano aqui, o insira time aqui escolhe insira nome aqui, insira posição aqui, de insira universidade aqui  
Comissário da NFL anunciando qualquer escolha

  BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!  
torcedores sobre a frase acima

Depois disso, o jogador sobe ao palco (geralmente usando uma roupa ridícula), posa para foto com a camisa do novo time, posta alguma coisa em alguma rede social, recebe o carinho da sua torcida e é enxotado do palco para que o show possa continuar.

A ladainha continua por no mínimo as próximas três horas, e isso só na primeira rodada. Ainda tem mais dois dias dessa merda.

EstatísticasEditar

Dos 32 jogadores escolhidos em cada primeira rodada (exceção feita em 2008 e 2016, quando só houve 31):

  • 10 chegam ao Pro Bowl em algum ponto de suas carreiras, mesmo que seja a vigésima sétima escolha devido ao fato de que os outros desistiram ou estão preocupados com algo mais importante.
  • 2 chegam ao Pro Bowl no primeiro ano
  • Um ganhará o prêmio de novato do ano, tendo sua contraparte ofensiva ou defensiva
  • 6 ou menos conseguirão jogar 3 Pro Bowls ou mais
  • 5 viram busts
  • 4 serão presos alguma vez na vida
  • 5 perderão a primeira temporada por lesão
  • um irá ao Hall da Fama
  • 95% dos dos jornalistas esportivos americanos erram as predições, achando que (insira universidade que foi campeã nacional recentemente aqui) vai ter uma penca de jogadores escolhidos no draft e falharão miseravelmente.
  • Sempre há escolhas de quarta, quinta, sexta ou até sétima rodada que viram estrelas.
  • Um jogador de uma universidade pequena irá se transformar numa estrela.
  • Algum time desesperado irá vender até a alma para subir no draft e pegar um quarterback que esteja disponível/projetado nas primeiras escolhas, mesmo em um ano de merda para quarterbacks.
  • Algum jogador do topo vai cometer uma merda enorme que fará com que ele caia na lista do draft como se tivesse sido jogado de um avião a dez mil metros do solo.
  • Qualquer jogador escolhido pelo Philadelphia Eagles será vaiado, independentemente de quem seja.

Busts certasEditar

Algumas condições geram jogadores que não têm como fazer sucesso de forma alguma:

v d e h