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Dragão-Serpente Branco de Crina Verde-Piscina

Frilledlizard.jpg Este artigo se trata de um réptil!

Ele pode ser um dinossauro ou uma lagartixa, adora tomar sol e foi morto para virar bolsa de perua!



Cquote1.png Experimente também: Calango Albino Cquote2.png
Sugestão do Google para Dragão-Serpente Branco de Crina Verde-Piscina

Cquote1.png Nigihayami Kohakunushi, pô! Será que ninguém consegue pronunciar isso? Cquote2.png
dragão Haku sobre as pessoas que não conseguem falar seu nome completo

Cquote1.png Ai, Haku, que crica com essa merda de nome comprido! Cquote2.png
Chihiro sobre a citação acima

Cquote1.png É o Haku Cquote2.png
Spoiler sobre Todos os nomes que dão à este filho da puta(?)

Cquote1.png Este tapete está imundo, olhem tirem o Haku daqui! Eu não preciso mais deste fio duma puta agora. Cquote2.png
Yubaba despreza Haku

O Dragão-Serpente Branco de Crina Verde-Piscina é um animal mítico concebido por Hayao Miyazaki através da técnica de Design Inteligente, e é cultuado pelos japoneses como sendo o rio encarnado. É também um dos personagens do filme A Viagem de Chihiro.

Existem três histórias sobre o Dragão:

Índice

A lendaEditar

 
Que gracinha de dragão!

A primeira história, bem inocente, é a versão oficial dos fatos de acordo com o governo japonês. É conhecida como A Lenda do Dragão Haku.

Ela diz que em um tempo longínquo, no Japão, havia um rio comum, que existia ligado a um dragão do Mundo dos Espíritos (não é o céu) chamado Kinihayami Kohakunush, que salvava as pessoas do afogamento, quando caíam dentro dele.

Quando a modernidade chegou ao Japão, o rio foi assoreado para a construção de um mega mini-shopping, e o dragão foi para o Mundo do Outro Lado da Porta, onde foi achado pela feiticeira governanta e obrigado a fazer serviços comunitários para ela. No Mundo do Outro Lado da Porta, Kinihayami Kohakunush perdeu sua identidade e suas memórias (por causa da feiticeira), passando a se chamar Haku.

Um dia, uma garota japonesa atravessou acidentalmente o portal do Mundo do Outro Lado da Porta, desafiou a feiticeira governanta e conseguiu libertar a si e a Haku daquele lugar. Cada um recuperou suas memórias e nomes reais, e voltaram para seus respectivos mundos, prometendo, um dia, se reencontrar de novo.

A fábulaEditar

A segunda história, mais legal, é a que circula através de traduções mal-feitas. Ela é conhecida como A Fábula do Dragão-Serpente Branco de Crina Verde-Piscina.

Conta que nas montanhas japonesas cobertas de belas florestas havia um pacífico dragão chamado Ha-kú, que adorava ajudar as pessoas e nunca fez mal a ninguém.

Um dia vieram na montanha um empresário, um mestre de obras, um maquinista e uma retroescavadeira, que poram abaixo todas as árvores e destruíram as nascentes dos rios, não deixando nada para Ha-kú comer ou lugares onde ele poderia dormir. Ninguém mais queria tomar banho de rio lá, porque não havia mais nada.

Ha-kú ficou fraco por causa da fome e das noites mal dormidas, morreu virgem e foi comido em um churrasco pelos funcionários da empreiteira, que encontraram uma jazida de metais preciosos onde o dragão morava.

Moral: as pessoas são prejudicadas pelos interesses egoístas dos outros (isso é uma moral?).

O contoEditar

 
Fofuxo em uma aparição pública

A terceira história é uma versão alternativa que circula somente na internet. Essa é conhecida como O Conto do Fofuxo.

Era uma vez um dragão serpente que gostava de voar. Um dia seu estoque de PP se esgotou e ele caiu e ficou entalado dentro duma chaminé. A dona da casa chamou todas as autoridades “a que tinha direiro”, e depois de muita confusão o dragão foi levado para um zoológico e apelidado de Fofuxo.

Porém, em toda sua ingenuidade, o dono do zoológico colocou Fofuxo em uma jaula sem teto, pois o dragão não tinha asas. Um dia depois Fofuxo tinha recuperado metade do seu estoque de PP e se escafedeu.

No fim do dia, Fofuxo foi descansar em cima de fios de alta tensão, que o fritaram instantaneamente. Fofuxo caiu estático e irreconhecível no meio da rua, onde foi confundido com uma estátua. Hoje ele repousa pacificamente em um boteco em Vista Linda, ES, aquele lugar onde os mineiros vão para morrerem afogados, onde foi transformado em uma máquina que põe ovos da sorte.

Veja TambémEditar