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Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22

Virtualgame.jpg Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Bomberman monta em um Louie.


Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22
DBZ Ultimate.jpg
Informações
Desenvolvedor Tose
Publicador Bandai
Ano Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe
Gênero Slow-motion
Plataformas PlayStation
Avaliação 100%, pois Robertão ganhou todas as partidas, tudo o que ele precisou fazer foi prender o inimigo no canto e socá-lo até a morte
Idade para jogar Tendo dedos e um PlayStation, qualquer um pode jogar

Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 é um jogo produzido pela Bandai, apesar da empresa negar isso. O japa que teve a ideia de criar Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 desapareceu misteriosamente 1 semana após o lançamento do jogo, e nunca mais apareceu. Para garantir que ele vai continuar desaparecido, a Bandai colocou alguns rottweilers na porta da sede da empresa, que cheiraram a cueca do tal japa e estão treinados para atacá-lo, caso ele se aproxime do local.

Índice

ProduçãoEditar

 
Não, esse não é o Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22, mas é tão ruim quanto.

  Alguém liberou o refém em uma caixa de cd e transformou isso em Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22  
EGM [1] e a sua teoria para a criação de Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22

Apesar de parecer verídica, a teoria da EGM não está correta. A verdade é que Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 surgiu após muita bebedeira e uso de drogas pesadas nos estúdios da Bandai, quando dois japas fãs de Dragon Ball resolveram aproveitar o sucesso dessa série para criar mais um jogo baseado em animes, coisa que estava na moda na época. Como eles provavelmente esqueceriam dessa ideia "brilhante" no outro dia, os japas resolveram criar toda a programação do jogo naquela hora mesmo, apesar do cérebro deles já estar quase chegando em Marte, de tão altos que estavam. Enfim, após cerca de 25 minutos de muito suor, essa dupla do barulho finalmente terminou a programação de Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22, e apresentou-a para o seu chefe. Como o velho estava comendo a secretária no banheiro, e não queria ser incomodado, ele nem olhou o projeto e aceitou financiá-lo. E aí deu no que deu...

HistóriaEditar

Não tem história, o jogador deve apenas escolher um lutador entre os 22 disponíveis inicialmente e ficar lutando até criar bolhas nos dedões, coisa que dificilmente vai acontecer, já que 99% das pessoas enjoam depois da 1° luta.

JogabilidadeEditar

Pense num jogo lerdo, no qual os personagens se movem como se estivessem com reumatismo. Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 diz, esse jogo sou eu! Pode parecer improvável que os personagens de Dragon Ball, famosos por conseguirem destruir um planeta inteiro em menos de 5 minutos, sejam considerados lerdos, mas essa é a triste realidade.

Além da lerdeza inigualável, os poderes dos personagens parecem ter sido criados em Power Point, pois são tão pixelados que não dá para distinguir um Kamehameha de um especial de porrada. Mas isso não importa muito, pois assim como em 99% dos jogos de luta, é impossível soltar um especial sem ser na cagada.

Para criar os cenários, os japas usaram a tecnologia inigualável do Paint. Primeiramente, eles puxaram algumas imagens aleatórias do Google Imagens, e, para incrementar, eles usaram o pincel para desenhar umas montanhas e uns rios.

Apesar de tudo, os n00bs adoram esse jogo, pois para fechá-lo, basta jogar o inimigo no canto e ficar socando-o até a morte.

SonoplastiaEditar

Além das musiquinhas de piano que nos levam de volta para os tempos de Atari, ouve-se alguns gritos, quando os carinhas apanham. Se prestar muita atenção, o jogador também poderá notar um ligeiro "fzzz" quando algum personagem solta as famosas bolinhas de ki.

ConclusãoEditar

Compre Ronaldinho Soccer.