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Economia do Butão

Economia do Butão é predominantemente miserável agropecuária e portanto de décimo-terceiro mundo. A partir da capital, o maior shopping center do país, se estende um enorme estacionamento para iaques ao longo das encostas das mais de 500.000 montanhas existentes no território do país.

Na tentativa de disfarçar o pífio PIB do país, em 1972 um visionário, monge e golpista chamado Jigme Singye Wangchuck criou o conceito de "FIB" (Felicidade Interna Bruta) onde após numa entrevista ameaçar e coagir o miserável povo de seu país que morre de um tédio mortal nas montanhas, afirma categoricamente que o Butão é o país mais feliz do mundo.

Em 2007 aderiu ao SAFTA, um bloco comercial onde Butão, Nepal e Bangladesh se comprometem a serem escravos explorados pela economia da Índia.

Índice

AgriculturaEditar

A agricultura de subexistência e pecuária pastoril de iaques formam basicamente 85% de toda economia butanesa. Embora exista também uma invejável riqueza de recursos minerais, como rochas, pedras, rochas e pedras, e em algumas áreas do país até neve e gelo. O Butão é ainda o único país do mundo tabaco é ilegal, e como sua produção é reprimida isso reflete diretamente na economia do país que possui como alternativa para o seu solo pobre apenas alfafa, trigo e feno para plantar.

Um grande destaque desse enorme vilarejo chamado Butão são suas dezenas de usinas hidrelétricas nas geleiras, cuja eletricidade gerada é toda vendida para a Índia pelo preço de 11 mangas por watt, uma vez que no Butão ainda é usada a tecnologia da vela.

IndústriaEditar

 
Uma linha de produção de botões butaneses.

Para um país que sequer tem televisores ou secadores de cabelo, mantendo o estilo de vida do século V, a possibilidade da existência de qualquer indústria é nula, exceto os enormes galpões de produção têxteis, onde velhotas butanesas são tratadas como semi-escravas passam mais da metade do dia fabricando botões e ponchos a partir de couro de iaque.

ServiçosEditar

Com um setor precário, é comum a contratação de xerpas do Nepal para auxiliar turistas na única coisa que eles vem fazer no Butão, que é escalar montanhas. Os butaneses sempre acharam essa prática forasteira muito peculiar, de subir montanhas pra nada, mas como eles até pagam para realizar esse esforço, eles deixam e gostam.

ImportaçõesEditar

O Butão é um país feliz e contentado com a pouca coisa que já tem, sendo portanto as únicas importações: Insultos (55,5%), e esgoto indiano (55,5%).

ExportaçõesEditar

Batatas (25%), ativo secreto do Campari (17%), seda (17%), gadgets de Dragonball (15%), frutas exóticas (1%) e cubos de gelo (0,5%).

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