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Elaine Thompson

Elaine Thompson é uma velocista da Jamaica que não deve ser confundida com a Shelly-Ann Fraser-Pryce embora tenha a mesma cara de maconheira esfomeada da grande campeã jamaicana de corrida, Elaine Thompson é mais novata, mas foi a jamaicana que ganhou os 100 metros rasos das olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, então já pode ser considerada a mulher mais rica de sua aldeia, Banana Ground, e ela não nasceu numa ilha do Donkey Kong, mas sim no interior da Jamaica onde acredita-se que fumam bananas também.

Elaine Thompson
Elaine Thompson.png
Elaine Thompson desesperada para matar sua larica, vencendo uma prova de 100 metros.
Nascimento 28 de junho de 1992
Bandeira da Jamaica Jamaica - Banana Ground
Ocupação corredora

Elaine Thompson é especializada em corridas de curtas distâncias, possui um estilo muito peculiar de corrida que consiste em dar um passo de cada vez da maneira mais rápida possível e assim vencer corridas, mas não todas, pois corrida depende de biotipo e humor de momento. O corpo de Elaine é aquele típico das grandes corredoras jamaicanas, ligeiramente bombado na dose certa, sendo forte para aguentar um arranque mas não tão forte para ser um peso, e seu rosto e olhar um tanto quanto psicóticos são outra característica bem marcante, mas acreditam-se que o grande segredo de seu sucesso são seus dentes podres, que por serem pequenos oferecem menos resistência ao ar proporcionando uma maior aceleração e velocidade máxima.

JuventudeEditar

Nascida no vilarejo jamaicano de Banana Ground (até parece piada pronta) onde talvez viva o Donkey Kong, se não fosse o Usain Bolt que descobriu que os jamaicanos poderiam ser bons em alguma coisa, talvez Elaine fosse apenas mais uma emaconhada qualquer, mas ela começou a competir atletismo ainda na escola, e embora fumasse maconha recreativamente, isso não afetou o seu bom desempenho, mas pelo contrário, a sua constante larica a incentivou a se nutrir e assim tornar-se uma corredora de coxas bombadas.

CarreiraEditar

A estreia numa competição semi-relevante foi só em 2015, quando competiu na Jamaica International Invitational, um torneio realizado na capital da Jamaica que reúne negonas convidadas de várias partes do mundo, como Blessing Okagbare da Nigéria e Allyson Felix dos Estados Unidos. Elaine destacou-se vencendo a competição, e como não há porra nenhuma para se fazer na Jamaica, passou a integrar profissionalmente o time jamaicano de atletismo.

Chegou em alta para competir no Campeonato Mundial de Atletismo de 2015, mas foi cortada dos 100 metros por ser considerada muito igual a outras negonas do circuito e isso poderia gerar confusões. Competiu apenas nos 200 metros, onde ficou com a prata ao ser derrotada para a filha do Dolph Lundgren, a neerlandesa Dafne Schippers. O ouro veio na prova de revezamento, que aí é fácil quando se tem no mesmo time as campeãs Shelly-Ann Fraser-Pryce e Veronica Campbell-Brown, então Elaine só cumpriu tabela para ficar com este ouro fácil.

O grande resultado da Elaine Thompson veio nas olimpíadas do Rio 2016, quando foi a grande vitoriosa dos 100 metros diante de um estádio vazio, afinal ninguém se importa com essa porcaria, mas comentaristas insistem em dizer tratar-se de uma prova nobre. Elaine venceu a americana Tori Bowie e a compatriota Shelly-Ann Fraser-Pryce, formando um pódio de mulheres negras para o deleite dos arianos neo-nazistas que não admitem mas sempre digitam interracial assim que entram no Xvideo.