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Desciclopédia β

Eleições gerais no Brasil em 2010

(Redirecionado de Eleição presidencial brasileira de 2010)
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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Eleições gerais no Brasil em 2010.

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Tiririca, botecofilósofo e deputado federal eleito do Brasil

Urna eletrônica preparada para receber o voto do eleitor com segurança.

Eleições gerais foram realizadas no Brasil em 3 de outubro de 2010 como parte do programa assistencialista do (des)Governo Federal intitulado Bolsa Família II - Pão e Circo. Subcelebridades como Mulher Melão e pseudo-humoristas como Tiririca foram convidados para animar a festa. Até mesmo a Desciclopédia deu o ar da sua graça esse ano.[1]

Índice

O pleitoEditar

Nessas eleições gerais serão escolhidos os representantes do Polvo. Já foram escolhidos os palhaços para deputado estadual ou distrital, deputado federal e senador, além de realizados os primeiros turnos para governador dos estados e do Distrito Federal e presidente. Em dezenove estados, um dos candidatos a governador atingiram seus objetivos (conquistar maioria absoluta dos votos dos eleitores, com duas cestas básicas cada). Nos demais estados (e Distrito Federal) haverá a nega[2] em uma disputa de pedra, papel e ataque aéreo. O mesmo vale para a eleição presidencial, que será decidida em Segundo Turno.[3]

PresidenteEditar

 
Segundo turno. O paulista contra a mineira, a velha Política do Café-com-Leite (e pão-de-queijo, claro), inalgurada por Café Filho.
 
Estratégia de Serra para o segundo turno.

Em 3 de outubro os eleitores aptos e inéptos a votar foram aos caixas eletrônicos às urnas depositar seu salário voto de (des)confiança no sussessor ou sussessora de Lula Molusco. A escolha dos candidatos ficou por conta de Boninho, que usou a mesma equipe de olheiros que seleciona os participantes do Big Brother Brasil. Os candidatos selecionados foram (em ordem democraticamente alfabética):

  • Conde Vlad José Montgomery Serra Burns III (PSDB) — Escolhido para suprir a demanda por um vampirão nessas eleições, José Serra é o preferido dentre os fãs da saga Prepúcio Crepúsculo. Com larga experiência política, jura não ter responsabilidade nenhuma no escândalo dos sanguessugas, lamentando muito, aliás, não ter feito uma boquinha naquela ocasião. Se eleito promete ampliar o programa social do governo, lançando o Bolsa de Sangue Família, onde a doação de sangue será revertida em assistência para famílias vampirescas de baixa renda. Para bancar o ecologista, escolheu um indio da tribo Larangerê Paraquedeçu como vice. Serra definiu o resultado do primeiro turno, quando ficou decidido que nada estava decicido, como   Excelente...  
  • Marina Silva (PV) — Jura ser natural do Acre, o que por si só demonstra seu tino para a política. Outra incoerência é o fato de se dizer ecologista e ao mesmo tempo queria acabar com os tucanos. Teve o apoio de Caetano Veloso, que se comprometeu a votar nela, se não der uma leseira na hora de ir votar. Outra prova de incoerência das propostas de Marina é a "Onda Verde" que promoveu no Twitter.[4] Como todos sabem, a "Onda Verde" é uma aglomeração de micro-algas resultante de desequilíbrio do ecossistema marinho. Ainda assim, diversos moradores de Onda Verde (São Paulo) declararam votar nela. Seu vice era Guilherme Leal, o dono da Natura, que aproveitou a oportunidade para fazer um merchan verde de seus produtos. Como os votos do Acre não foram (nem poderiam ser) computados, teve que se contentar com algo em torno de 20% dos votos. O que já é o dobro do que recebe seu pastor. Agora todos querem o apoio de Marina no segundo turno, visando uma fatia dos 20% do eleitorado.

  Ei, sabe aquilo que falei de você no debate? Então, era só brinks!  
Dilma e Serra

Nos EstadosEditar

Ao contrário do que se poderia imaginar a primeira vista, a pasmaceira e a falta de graça, com coisas completamente idiotas, tipicamente a cara do Bozo, também tiveram parte no resto do Brasil, como se pode provar no grandioso tour realizado pelos pesquisadores da Desciclopédia pelos estados a seguir na seguinte lista.

Estado Honorifício do AcreEditar

No que diz respeito ao estado honorifício do Acre, que como todos sabem é um orifício no meio do cu do mundo que não ecziste, houve, em sua eleição virtual, na qual se definiu quem seria o representante dessa terra, onde nada existe, até por não existir mesmo, até que se prove o contrário (ou não).

A primeira coisa que chamou a atenção foi a disputa entre dois macacos de nome Tião, sendo um de nome Tião Viana como candidato pelo PTroll e o outro de nome Tião Bocalom, também conhecido por Tião Bocaloca, representando o Cu Tucano.

A disputa foi acirrada como nunca se viu em meio ao mundo imaginário formado por um 0 de eleitores, no qual o Tião do PT levou a melhor por estar no governo, tendo a eleição praticamente empatado em 50% para cada lado.

Não houve segundo turno pelo fato de a inexistência do Acre não ensejar um segundo turno em tal estado imaginário, sendo tudo decidido no primeiro turno mesmo, até para evitar maiores desperdícios de recursos que poderiam ser destinados a corrupção ou ao enriquecimento ilícito por exemplo.

No que tange aos representantes do estado honorifício dessa verdadeira Terra do Nunca no Senado, foram eleitos Jorge Vianna, irmão do Tião petista e um tal de Petecão, que ficou conhecido por dar para todos lá pelas bandas do estado imaginário que existe naqueles confins da Amazônia (ou não).

República Depauperada das AlagoasEditar

Na república depauperada pelo despautério chamada de Alagoas, não teve colher de chá para gente como Collor e Heloísa Helena, representantes nobres pela corrupção de tal república que ao fim acabaram por nadar, nadar, nadar, nadando muito para morrer na praia, sendo que o primeiro, que já passou para a história como Ditador do Brasil ficou no quase ir para o segundo turno na eleição para governador do estado, enquanto que a outra, já candidata ao mesmo cargo em 2006, acabou por ficar no quase também na disputa pela sua volta para o senado.

Ao final, Renan Calheiros, graças a sua farta engorda de gado, mais uma vez garante a sua cadeira para o senado enquanto que o ilustre desconhecido Benedito de Lira é eleito, sendo mais uma revelação do partido que revelou ao cenário político nacional muita gente boa, como Paulo Maluf, Celso Russomano e Severino Cavalcanti por exemplo.

A disputa para o governo do estado, graças a forte votação de Collor acaba ensejando o segundo turno entre Teotônio Vilela e Ronaldo Lessa, sendo o primeiro do Cu Tucano e o segundo do partido do Brizolão sendo que Teotônio, filho de Teotônio pai, já falecido governador das Alagoas também, acaba por levar a melhor nessa eleição tradicionalista, cheia de coronéis e onde o que manda é para sempre como sempre foi o mais do mesmo da política pequena.

Conclave do AmapáEditar

Já no Conclave amazônico do Amapá, que ama pau no rego por sempre eleger José Sarney como senador perpétuo pelo estado, se tem mais uma eleição apertada, onde os 3 primeiros colocados para o governo do conclave conseguiram apenas pouco mais de 28% dos votos válidos, ensejando um segundo turno.

A divisão se deu de forma praticamente igual entre Lucas Silva e Silva proveniente do famoso programa infantil Mundo da Lua, Camilo Capiberibe, parente de um governador que foi cassado por compra de votos lá por aquelas bandas e José Amanajás, outro desconhecido proveniente deste conclave que representava o cu tucano em meio a este ponto perdido no mundo e que infelizmente foi o menos pontuado dos três por ser o mais próximo do vampirão chupador.

Ao fim não deu para Lucas Silva e Silva, sendo que Capiberibe, fortemente apoiado pelos parentes, acabou por levar a melhor na disputa do governo do conclave.

O detalhe mais bizarro de tudo é que o então governador, conhecido pelo nome de Pedro Paulo Dias e representante do partido do Malufão foi preso em uma operação com o nome de Pau de Arara, armada pela Polícia Federal para fazer alguma graça em meio ao período eleitoral, como um corre do presidente Lula, que como sempre, afirmou não saber de nada, defendendo a inocência do pelego que não é ligado e é um mero serviçal alvo das refregas da base do partidão, que não viam a hora de ver o mesmo desmoralizado para poder chutar, com mais paz e tranquilidade, este verdadeiro cachorro-morto.

Para o Senado, os representantes eleitos foram definidos de forma menos apertada com Randolfe do PSOL levando uma vaga e o tradicional Gilvam Borges levando a segunda vaga, mantendo a mesma representação do mais do mesmo no que se refere ao conclave, ainda que alguns digam que tenha se fortalecido a tendência esquerdista por aquelas bandas (ou não).

Amadores da Zona das AmazonasEditar

Já entre os amadores da zona das Amazonas, o que já era um rio caudaloso no encontro de Rio Negro e Solimões se tornou um verdadeiro mar, cheio de água inundando para todos os lados, sendo que só isso seria capaz de explicar o resultado do pleito pelas distantes bandas daquelas terras nunca vistas pelos brasileiros que sejam nativos de regiões mais ao sul do país.

O fato responsável por tamanho desastre ecológico, que segundo alguns seria uma forte consequência do Aquecimento Global foi a eleição de O mar para o governo do estado com mais de 60% dos votos já no primeiro turno.

No senado, a disputa pelas vagas teve o prazer de tirar o grande falsificador português de nome Arthur Virgílio do páreo eleitoral, colocando nas vagas disputadas os nomes de Eduardo Braga e Vanessa Graziottin, sendo o primeiro do Partido Maracutaieiro da Demagogia Barata e a segunda, aparentemente proveniente da máfia dado o sobrenome, na representação do Pau no Cu do Brasil, sendo os dois perfeitos pelegos, ainda que a segunda seja mais afeita ao capachismo, para representar os cães de guarda a serviço da professora de demagogia conhecida pelo nome de CuDilma.

Coronelato da BahiaEditar

No coronelato da Bahia, não teve para ninguém, sendo que Jaques Wagner graças ao sucesso de sua propaganda, onde todos os baianos gostariam de morar, acabou por ganhar mais um mandato a favor dos serviçais do coroné maior.

Não houve grandes novidades, ainda que Paulo Souto (também conhecido como pausolto) e Geddel Vieira Lima tenham, sem sucesso tentado tirar a barriga da miséria, no entanto, sem conseguir o seu principal intento, que seria o de retirar a cadeira de coronel maior de Jaques, que em uma só tacada meteu um blackjack nos pelegos.

Para o senado foram escolhidos Walter Mercado do Pinheiros e Lidice, perfeitamente coligados para representar os interesses do coroné menor Wagner e talvez dos coronéis maiores ligados ao petistado.

República Circense do CearáEditar

Na república circense do Ceará, responsável por parir figuras humorísticas tais como Tiririca e Didi Mocó, conhecidos portavozes dos "cabeça-chatas" e também de onde provém a maioria das mensagens sem graça de cell scamming, provenientes provavelmente de presídios onde tem idiotas que não tem nada de melhor para fazer para iludir o povo, também não se teve grandes novidades.

Cid Gomes, irmão de Ciro Gomes, eterno preposto a Ditador do Brasil que mais uma vez ficou fora do páreo, se sentou na cadeira de governador com cerca de 60% dos votos, não deixando espaço para que escândalos e outras malversações que foram noticiadas na mídia pequena acabassem por comprometer sua candidatura, ainda que Lúcio Alcântara e Marcos Cals tenham tentado marcar o seu espaço em meio aos poucos que ainda se animavam a querer mudar alguma coisa no governo (ou não).

Para o senado, são eleitos Eunício e Pimentel, sendo o primeiro pelo PMDB chapa-branca e o segundo pelo PT, deixando Tasso Jereissati fora do páreo para tentar outra vez, isso se não for pego por conta da Ficha de PaTrulha.

Estado de FuderEditar

No Estado de Fuder, também conhecido pelo nome de Destrato Funeral ou de Brás Ilha, mais uma vez se mandou ver os grupos mais fisiológicos, que ao fim são o que dominam a região, até pelo fato de lá ser o maior agregador de malandros por metro quadrado do país, ainda que em outros estados se diga o contrário (ou não).

O fato é que esta campanha foi marcada pelo fato de ser ainda mais suja que a média do restante do país, só sendo comparável a presidencial em tais termos de escatologia barata e destrutiva, sendo que logo no quadro pré-eleição já se garantiu o quadro que faria a alegria dos amiguinhos do coroné.

Pelos idos do distante final do ano de 2009, o então governador José Roberto Arruda do Demo, em fita feita por um lobbista que se vendeu ao lado PaTrulheiro da força, é gravado em mais um (Que novidade!) cenário de corrupção como geralmente ocorre no país, onde as relações do poder político são na base do toma lá, dá cá, como não é novidade para qualquer um que tenha um QI maior que o da Luciana Gimenes.

Não custa se lembrar que isso atiçou a ira da mídia manipuladora e fisiológica que vive de publicar merdas a ponto de se fazer um enorme proselitismo em torno do demagógico projeto do Ficha Limpa, que na verdade tem tanto valor quanto um rolo de papel higiênico, ainda que se diga que não é bem assim, mesmo sendo.

Com a queda de Arruda, anteriormente envolvido em sujeiras como a do painel do senado, onde o mesmo estava a serviço do painho em sujeiras, mais uma vez acaba no pede prá sair, mas antes passando uma temporada na cadeia por conta de alguma operação de nome escroto por parte da Polícia Federal, igualmente patrulheira e aparelhada pela politicagem.

No transcorrer da balburdia, logo depois de seu vice, empreiteiro também envolvido em altas maracutaias e que foi o grande caixa dois da campanha, acaba se tendo em unissono a viabilidade da volta iminente de Joaquim Roriz, também conhecido por T. Roriz por parte dos mais intimos.

No entanto, o grupo do coroné fisiológico Lula, não contente com tal perspectiva nefasta para o reino local de BrasIlha, que aparentemente não permitiria no médio prazo o aparelhamento com miguxos provenientes do sindicalismo pelego, começa a dar birra por meio de meios fisiológicos de segunda linha no campo da comunicação, tais como o Patrulha em Foco, que faz enorme sucesso, a ponto de inclusive ser patrocinado depois de algum tempo pelo grande conglomerado de alienação digital conhecido pelo nome de UOL.

Em meio a isso, é feito, no populista projeto do Ficha d'Esgoto um artigo especialmente dirigido a gente como Roriz, justo no intento de enfraquecer ao máximo a campanha dele, coisa que pela sua natureza obviamente fisiológica, fazia a alegria da mídia marrom brasileira, mundialmente conhecida pelas suas trollagens destinadas a garantir as mamatas em meio ao círculo do poder e a, é claro, ganhar uns trocos em cima do poder do grande polvo.

O fato é que os políticos, populistas cheios de fazer pose, aprovaram o projeto com alguma ou outra medida para tornar o mesmo, claramente inconstitucional, mais palatável, sendo que o Judiciário, tão populista quanto os políticos e claramente serviçal do sinhôzinho, posicionou na tentativa de manter o projeto de merda em pé.

Todavia, em meio a toda essa viadagem, não se esperava que Tio Roriz fosse esperto o suficiente para jogar o maior articulador da manutenção do esboço de lei inconstitucional em suspeição, conseguindo um empate de 5 dedos na mão direita e 5 dedos na mão esquerda no que diz respeito aos votos para manter a sua candidatura de pé, coisa que seria algo comparável ao bom e velho W.O., coisa que apesar de não ser uma vitória, também não foi uma derrota.

Quando o mesmo conseguiu tal condição que não era garantia de nada, Roriz, já depauperado pelos trolls da alta mídia, resolve renunciar e tornar a sua mulher uma espécie de sock puppet de sua candidatura, coisa que a legislação eleitoral permitiria, até por não ver nada de errado nisso (ou não).

Ao final, graças a forte votação que o candidato do PSOL garantiu no primeiro turno em meio a tantas patifarias baratas e sem noção, o candidato do sinhozinho não ganhou no primeiro turno e a sock puppet foi no lugar de Roriz para o segundo turno, tornando tal decisão incômoda uma referência na briga entre o velho e o novo modelo de corrupção em meio a terra brazilis em especial no que diz respeito a BrasIlha da Fantasia.

Governo do Padre NossoEditar

Renato Casagrande, parente de Walter Casagrande, conhecido comentarista da Rede Globo, recebe mais de 80% dos votos, sendo também reeleito no primeiro turno por aclamação futebolística, em especial por não deixar mesmo muito espaço para adversários políticos poderem meter o bico de bicuda no jogo.

Luiz Paulo pelo cu tucano e Brice Bragatto não foram suficientes para marcar espaço no meio de campo contra este craque das eleições, que marcou de goleada, se consagrando com uma reeleição fácil, conseguida praticamente por W.O.

Pelo estado, que pede enormes rezas, é eleito Ricardo Ferraço e reeleito Magno Malta, que mais uma vez ganha um espaço de oito anos para fazer seu enorme trabalho em favor da propagação da pedofilia pelo Brasil, coisa que já há muito foi aprovada por gente como Michael Jackson e Pedo Bear por exemplo, deixando por fim a Rita Camata com a mata de fora.

Caipironato dos goianos goiazesEditar

Apesar de todas as denúncias contra o tucano promovidas pela revista Veja (O RLY?), não foi dessa vez que conseguiram tirar Marconi Perillo do páreo, sendo que o mesmo, como era previsível depois de conseguir quase 50% dos votos no primeiro turno e ficar a mais de 10% do seu adversário direto.

Seu adversário na contenda do segundo turno foi Íris Resende, velha raposa caquética que tentava mais uma vez marcar seu espaço no campo político, sendo os votos que ensejaram a realização da segunda fase do pleito trazidos por Vanderney, que se candidatou pelo partido da Sauna Gay, na tentativa de provar que os Cowboys caipiras de Goiás também são viados, conseguindo com isso uma grande aprovação popular, em especial por parte daqueles que o assistiam no Casseta e Planeta.

Para o senado, são reeleitos Demóstenes Torres e Lúcia Vânia, tudo para continuar na base do mais do mesmo como já foi dantes.

República Sarneyzista do MaranhãoEditar

Na república Sarneyzista do Maranhão, como não poderia deixar de ser, mais uma vez foi ao poder a representante do clã Sarney no estado, que atende pelo nome de Roseana Sarney, que conseguiu sua vaga de forma duvidosa, na base do tapetão político do judiciário, onde o domínio do clã é tão grande a ponto de conseguir o feito de censurar merdas que porventura possam estar publicadas em diários jornalisticos da imprensa marrom, como O Estado de São Paulo por exemplo.

O que não dá para censurar é que a vitória de Roseana no primeiro turno foi apertada, faltando pouco para não se ensejar a disputa para o segundo turno, onde Lula, para apoiar o seu miguxo no Pau no Cu do Brasil, poderia utilizar de sua popularidade por aquelas bandas, onde o que domina é o atraso, para detonar a preposta, que ganhou, na base da mutreta, o cargo de governadora do Maranhão.

Quanto ao Senado, foi eleita a raposa velha pelo nome de Nelson Lobão, além de ser eleita a figura de nome João Alberto, revelada como mais uma figura do adesismo PMDBista no estado pobremente atrasado e cheio de mídia falaciosa, que vende a filha do clã dos Sarneys como a oitava maravilha do mundo.

Estado do Mato Grosso na BucetaEditar

Estado do Mato Fino da Virilha RapadaEditar

Bombastério Nebuloso do Pão de QueijoEditar

Calypsonato do ParáEditar

República Negacionista da ParaíbaEditar

Com base no clima de negação negativa dessas eleições, tivemos uma negação bem negativa no que diz respeito a República Negacionista da Paraíba, onde nenhum dos candidatos conseguiu chegar aos 50% dos votos no primeiro turno, sendo que os dois principais candidatos acabaram tecnicamente empatados com 49,...% quando de tal pleito.

Os tais tinham o nome de Zé Maranhão, também conhecido pelo nome de Viadão, pelo fato de sempre queimar a rosca nas horas vagas e que conseguiu, graças a uma peripécia fisiológica dos cumpanheiros de Brasília a vaga de governador do estado, em lance tão nebuloso quanto o que levou Roseana Sarney ao poder no Maranhão, com base nas relações mui amigas com os prepostos do alto do poder.

Conta-se a lenda que o viado teria dado calote em seus companheiros de campanha, em especial para poupar um pouco para o caixa dois e para gastar no segundo turno inesperado, até pelo fato de que ladrão que é ladrão também não é de ferro.

Como concorrente principal, se apresentou a candidatura de Ricardo Coutinho, vulgarmente chamado por Coitinho Maconheiro, por ser um grande defensor do uso da erva, a ponto de ter enfeitado o seu site de campanha sob efeito de muitas dorgas alucinógenas, mas ainda assim conseguiu se mostrar mais palatável do que a porra do viado queima rosca que é candidato a "reeleição", sem sequer ter sido eleito de forma honesta, conseguindo o cargo na base do tapetão.

Além disso, teve tapetonato para definir o futuro do banido (MWAHAHAHAHAHA!) Cássio Cunha Lima no que diz respeito a tentativa de uma vaga para o senado penado, coisa que foi negada e abrogada até o final dos tempos, devido ao fato de o nível de maracutaia não ser suficiente para beneficiar um tucano, obviamente distante do grupo reinante sob as mãos do coroné Lula.

Sem contar os pequenos candidatos, que ao fim garantiram o segundo turno nessa eleição disputada a tapa, que promete ter relação com o fim dos tempos.

Requionato das Araucárias do ParanáEditar

Estado Sádico do PernambucoEditar

Em Pernambuco os socialistas deram um golpe de estado e colocaram no poder Eduardo Campos de volta, pagando o Ibope e outros meios de pesquisa para divulgarem um falso resultado de eleição dizendo que Dudu Precatório teria ganho com 99,999999999999999999999999999...% dos votos válidos em cima do ex-governador Jarbas (Jarbas?) Vasconcelos ("Vá tomar no c*!"). A manipulação foi tão bem sucedida que até hoje os pernambucanos tolos ainda acreditam que Dudu realmente ganhou a eleição, quando nem eleição teve aqui.

Ah, ao contrário de São Paulo, que elegeu Tiririca, e do Rio de Janeiro, que elegeu Romário, Reginaldo Rossi NÃO conseguiu ser eleito. Em compensação à sua derrota infeliz, ele foi empossado como vice-governador do Dudu Campos, já que ninguém faz a menor ideia de quem seja o outro vice (João Lyra quem?).

Perdidostério do PiauíEditar

Máfia Cabralista de Rio e MorroEditar

República Areieira do Rio Pequeno do NorteEditar

República Rio-Grandense da ViadagemEditar

Nunca antes na história do Rio Grande do Sul, o estado teve uma eleição tão tranquila. No primeiro turno, apresentaram-se nove candidatos, mas apenas três deles tinham algum fundamento para se considerarem efetivamente parte da disputa pelo governo, porque os outros seis representavam aqueles partidecos pouco representados, que mal um síndico de condomínio conseguem eleger.

Yoda Crusis era candidata a reeleição, sabe-se lá porquê. Nunca passou dos 20% nas pesquisas, mas mantinha-se firme, ou não, mesmo parecendo um boneco de cera em muitas de suas aparições. Tentava convencer ao eleitorado de que havia feito algo importante, mas ninguém conseguia pensar em outra coisa senão na tal casa de R$ 750 mil que ela teria comprado.

José Fogaça não passou de uma fumacinha. Sua candidatura era fortemente marcada pela baianice que demonstrou na prefeitura de Porto Alegre. Sua principal realização política é a elaboração de músicas que tem a ver com o Rio Grande do Sul. A participação do candidato ao Senado, Germano Risotto, certamente não ajudou muita coisa.

O vitorioso, Tarso Genro, enfim vai mostrar que tem alguma coisa a oferecer, e, assim, deixar de ser conhecido apenas como o pai da Luciana Genro. Foi ministro de 92834 pastas diferentes do governo Lula, e ocupou a presidência do PT, depois de uns probleminhas ocorridos com o partido. Não se sabe se ele vai seguir o exemplo do último governador petista, Olívio Dutra, mas pelo menos também tem um bigodão estiloso.

O andamento da campanha foi muito calmo, até demais... Os debates tiveram graça nenhuma muito pouco atrito, e uma ou outra acusaçãozinha, bem fraquinha. A disputa pelo Senado seguiu a mesma batida. Abigail Pereira entrou e saiu desconhecida, Rigotto fez fiasco para as visitas, Ana Amélia Lemos usou do seu sucesso como jornalista nada tendenciosa e sem o apoio dos ruralistas para ser eleita e Paulo Paim falou muito nos aposentados... e deu certo.

Para deputado, Manuela D'Ávila, a mais gostosa representativa deputada no Brasil, manteve o seu mandato, com mais de oito mil quase quinhentos mil votos. Outros deputados foram eleitos, mas não vem ao caso. Até o Danrlei foi eleito... Na Assembleia Legislativa, nenhuma surpresa. Ao fim e ao cabo, o PT voltou a imperar no Rio Grande do Sul. Ford, tremei!

Conclave Perdido de RondôniaEditar

Miniconclave Minoritário de RoraimaEditar

Estado Furacocionista de Santa CatarinaEditar

República Joseliptica de Spam Pá UOLEditar

Na República Joseliptica de Spam Pá UOL, conhecida vulgarmente pelo nome de Estado de São Paulo, em especial por conta dos ensinamentos passados por São Paulo de Tarso, mais uma vez o povo mostrou que não sabe brincar e dadas as cartas, que tinham gosto de esgoto, mostrou o seu lado joselito e troll, do tipo que não sabe brincar, a ponto de fazer uma merda escatológica onde já se tenha feito merda.

Um dos grandes destaques foi a turma do cu tucano conseguir mais uma vez a eleição de um preposto do partido para o governo do estado, dessa vez, a exemplo de 2002, novamente representado pelo reconhecidamente insosso e inconvincente político chamado Geraldo Alckmin, que mais uma vez garante mais uma eleição fácil, praticamente por W.O. para o cargo em disputa.

O principal adversário do mesmo foi Capacho Capachante, que depois de literalmente queimar o filme bonito em 2006 depois de chupar a pica do presidente Lula Molusco, moatrou de forma arquievidente e irrefutável que como petista que é, ele não desiste de burro, perdendo mais uma vez uma vaga praticamente garantida no senado por conta de ser uma inteligência pouco desenvolvida.

Além disso, teve de fundo de cena gente como Celso Cu Tomando, proveniente de merdas como o infame Aqui Agora que tentou sem muito sucesso vaga para o governo do estado, sem no entanto conseguir resultados, em especial por estar maculado como partidário de Paulo Maluf, coisa que atrapalha em muito em uma campanha majoritária, como a para o governo do estado.

Isso para não falar de Paulo Skaf, o insossamente chato representante sindicalista do Sindicato dos Empresários do Estado de São Paulo e de outros representantes de tamanho menor que só serviam para marcar número em meio ao jogo de cartas marcadas do pleito eleitoral. sendo que três destes candidatos conseguiram o feito de contabilizar 0 votos em meio a "totalização" do pleito.

Mais disputada foi a eleição para deputados, onde os candidatos mais votados foram Tiririca, Gabriel Chalita e Paulo Maluf, provando que paulista não sabe votar, no entanto, a diversão maior foi a troca de cadeiras no senado federal, onde Quércia desiste da disputa por estar doente e quase que a caminho da cova, passando de repente a apoiar o ilustre nada de nome Aloísio Nunes, que conseguiu para sua rede de apoios gente do alto clero do tucanato, incluindo até FHC (O RLY?) em sua roda de patrocinadores.

Outro que foi vítima do bolão pé-na-cova foi o senador Romeu Tuma, que ao contrário de Quércia, não desistiu da disputa, mas sobre o tal saíram notícias escabrosas sobre o estado de saúde do mesmo, sendo anunciado inclusive o boato durante a campanha de que o mesmo teria morrido pela Folha de São Paulo, conhecida pela sua qualidade jornalística de mídia marrom.

No entanto, Tuma morreu um mês depois da notícia publicada, o que deu a Folha uma imagem de Mãe Dinah do mundo jornalistico, como se pode ver nesta notícia fatidica, que segundo alguns, já era há muito tempo motivo de apostas no cocadaboa.

Ao fim houve uma mera troca de cadeiras no que diz respeito as eleições no estado, com Marta Suplicy, ganhando em disputa acirrada com Netinho espancador para ver quem substituiria Capachante e por outro lado Aloísio Nunes substituindo o Romeu Tuma, que já a esta altura estava a caminho de sentar no colo do capeta. (MWAHAHAHAHAHA!)

União dos Dedados de SergipeEditar

Araguaionato Cerrado de TocantinsEditar

MidíaEditar

As Eleições gerais no Brasil em 2010 foi um dos assuntos mais citados em toda midia nacional nos últimos meses, em diversas emissoras, revistas e site s, a revista de circulação nacional que leva a alcunha de Veja, tentou inutilmente derrubar o PT, com matérias sobre o que o partido sabe fazer de melhor: Corrupção, até então essas matérias foram inúteis já que devemos ressaltar que 108% dos eleitores do PT são analfabetos.

Diante de tanta ignorância a Rede Record decidiu convocar alguns dos indivíduos de mais baixo intelecto do Brasil e confinar em uma fazenda, para que o mesmos não façam merda na hora de votar dia 3 de outubro de 2010, entre eles estão... bom pra não piorar o artigo é melhor não citar os nomes dessas pessoas

Referências

  1. Desciclopédia é fonte fiável para a campanha de Roseana Sarney (em português) Mais uma pegadinha maranhense
  2. O termo politicamente correto é afrodescendente do sexo feminino.
  3. Fontes fiáveis garantem que, como Dilma Rousseff não venceu em primeiro turno, poderá usar o Aerolula no ataque aéreo. Nesse caso ficaria caracterizado o uso literal da máquina do estado na campanha.
  4. Exemplo de tuite da #OndaVerde (em inglês)
  5. O apelo de Crepúsculo foi grande mesmo.