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Engenho de Dentro

Bandeira rj.jpg Coé, merhmão, eshte arhtchigo eh CARIOCA!

Não vandalize, senão a chapa vai ficarh quentche, cara. Agora deixa eu irh na praia pegarh um bronze nesse sol de 50 graush, comendo unsh bishcoitosh.


Cquote1.png Você quis dizer: Engenhão Cquote2.png
Google sobre Engenho de Dentro
Cquote1.png Você quis dizer: Bairro João Havelange Cquote2.png
Google sobre Engenho de Dentro
Cquote1.png Experimente também: Engenho de Fora Cquote2.png
Sugestão do Google para Engenho de Dentro
Cquote1.png De fora ficamos nós que moramos do lado do Engenhão...de fora dos shows internacionais, dos jogos decisivis, das competições olímpicas... Cquote2.png
Morador de Engenho de Dentro sobre não ter dinheiro nem para poder olhar o Vazião Engenhão

'Engenho de Dentro, mais conhecido como Inferno O bairro do Vazião / Apagão / Não Enche Não / Estádio do Botafogo é um bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro cuja população aumenta em 92762% em dias de jogos no Engenhão. Contanto que estes não sejam do Botafogo, onde a população até fica negativa - a não ser a de cachorros, e a de mijões (fã do Manequinho é o que não falta).

O bairroEditar

 
Engenhão lotado para mais um jogão do Campeonato Carioca: Nova Iguaçu vs. Friburguense.
 
Uma das diversas opções de locais requintados para comer que a população de Engenho de Dentro possui.

Todos lembram do Engenhão, mas ninguém lembra do Engenho de Dentro. Simples, o estádio é bonito e é um tremendo buraco no meio da cidade - vide, é mais um animal da espécie Elefantis Inutis Brancus solto no Rio. Aliás, Brancus e Pretus, novamente culpa do Bota-ovo. As enchentes que já não eram poucas pioraram ainda mais devido à alta concentração de lágrimas botafoguenses no local, o que gerou a revolta dos moradores da região.

O único restaurante existente é o jangadão que cobra preço de caviar em carnes que mais parecem tripas e sempre frias , fazendo os neandertais da área serem obrigados a comer hamburger em kombis vasadas na esquina.

Além das enchentes, os moradores ainda recebem o típico bom visitante, vide, o excelente comportamento que a torcida visitante do time que joga no Engenhão demonstra quando vai ao bairro, atitudes típicas de um lord inglês, como pixações nos muros com siglas amigáveis como VTNC ou fRamenguistas FDPs, que demonstra todo o afeto do Brasil para com o Rio de Janeiro. Sem contar o tradicional comportamento dos homenídeos que habitam a área, que não só em dias de jogos, como todo santo dia, deixam o bairro inteiro com cheiro de churrasquinho grego. Ou seja, mesmo as 7 da manhã, a fumaça que atrapalha a sua direção pelo bairro não é neblina, mas sim fumaça oriunda de uma churrasqueira (ou então de um montinho de tijolos que era para ser uma churrasqueira, enfim.

Sua origem é de um engenho de açúcar, mas nem por isso quem vive na área é um doce de pessoa. Tirando alguns doidos que são felizes sabe-se lá porque (provavelmente vieram da favela e acham que por não ter tiroteio todo dia no bairro estão no paraíso, ou do meio do mato e acham que estão numa metrópole só porque viram um prédio com mais de 2 andares no lugar), quase todos no bairro vivem irritados por qualquer motivo. Bom, ser brasileiro já é motivo de irritação para muitos...

Lá tem o sensacional Museu do Trem. O que é incrível que exista, pois os trens que circulam atualmente no Rio de Janeiro são tão velhos que parece impossível que exista coisa ainda mais velha. Também tem o Museu de Imagens do Inconciente, erguidos após sucessivos pedidos de maconheiros que habitam o bairro e pressionavam o governo para ter um próprio santuário.

O bairro é cortado pela Linha Amarela, o que mostra que o bairro tem hepatite ao menos uma favela Engenho de Dentro tem. Mas, para não fazer com que todos os bairros do Rio tenham favelas, o governo do estado considera tais locais como comunidades mais pobres ou então simplesmente jogam essas bostas na conta de bairros vizinhos que de tanta favela os moradores já até se acostumaram a brincar de tiro ao alvo com armas de verdade.

DesenvolvimentoEditar

No momento, vários edifícios de luxo estão sendo construídos no bairro. Segundo alguns, é porque os ricos não estão achando mais espaço em bairros da Zona Sul, ou então que pobres da Baixada Fluminense estão ganhando dinheiro demais com o tráfico, ou jogando na Loteria, mas ainda sim não suficientes para comprar uma casa em Copacabana - a não ser que você considere morar dentro da Rocinha ser igual a morar em Copacabana só porque são bairros vizinhos. O aspecto desses prédios lembra mais um favelão de luxo, ou um amontoado de playboys de classe média. A diferença para os conjuntos habitacionais do governo do estado é que pelo menos esses não fedem a esgoto.

É um bairro extraordinário, inclusive no índice de desenvolvimento humano. Na classificação geral de IDH de bairros do Rio de Janeiro, ocupa a sensacional, magníficae extraordinária 48ª posição. Um orgulho, primeiro porque por incrível que pareça, quem vive nas comunidades do bairro sabe contar até 50. Segundo, porque podia ser pior. Podia ser igual Parque Colúmbia.