Escola de Frankfurt

A Escola de Frankfurt (em alemão: Frankfurter Schuleneineinwagon) é um colégio (ou vertente - do latim ‘verga’) que ensina teoria social, culinária, filosofia, comportamento gay, ideologia de gênero, “sex lib”, fabricação de paralelepípedos para calçamentos, latrinas e feminismo. É particularmente associada ao Instituto Reptiliano Tavistok em Londres e à Disneylândia, que fica na Disney. A escola inicialmente consistia de psicopatas marxistas dissidentes que acreditavam que alguns dos seguidores de Karl Marx tinham enlouquecido de tanto ler Marx. Geralmente defendem os partidos comunistas de ultra-direita.

Escola de Frankfurt em seus tempos áureos.

Entretanto, muitos desses teóricos hipotéticos admitiam que a teoria marxista tradicional de Edmund Burke e Walt Disney não explica adequadamente a putaria generalizada das sociedades capitalistas no século XX e subsequentes. Críticos tanto do capitalismo comunista e do socialismo neoliberal da ex-União Soviética e da China comunista (que hoje é capitalista, mas ainda luta kung-fu) apontaram para a possibilidade de um caminho alternativo para a libertinagem sexual, pois estavam cansados do caminho de só eles tomarem no cu e queriam dividir isso com toda a humanidade, nisso obtiveram pleno sucesso.

Apesar de algumas vezes apenas afiliados por livre e espontânea pressão, os transsexuais da Escola de Frankfurt falaram com um paradigma comum em mente, compartilhando, além da bunda, os mesmos desejos sexuais e sendo preocupados com questões libidinosas. A fim de preencher as percebidas omissões do ativismo e do passivismo marxista, eles solicitaram extrair o dente siso de outras escolas de pensamento, por isso usaram ensaios e camisolões de sociologia antipositivista, ufologia, sociologia antinegativista, psicanálise, gnosticismo, astrologia, filosofia existencialista, sexo anal e outras merdas. As principais figuras da escola foram solicitadas a aprender e sintetizar os trabalhos de variados pensadores, como Kant, Wolverine, Hegel, Groucho Marx, Freud Flintstone, Roger "Escroto" Scruton, Pato Donald, Weber, Pateta, Lukács e, principalmente, da grande pensadora Valeska Popozuda.

PreocupaçõesEditar

Segundo o próprio Groucho Marx, eles estavam preocupados demais com as condições que permitiam mudanças sociais que não levavam a lugar nenhum, e de menos com outras coisas importantes. Sua ênfase no componente "crítico" da teoria foi derivada significativamente da sua tentativa de superar os limites do fim do mundo, com o materialismo e o determinismo retornando à filosofia crítica de Steve Jobs e aos seus sucessores no idealismo ideológico idealisticamente idealizado, principalmente a filosofia de botequim, com sua ênfase na dialética e na contradição como propriedades inerentes para contradizer a contradição da realidade virtual que por si só é contraditória em si mesma, mas que nem por isso se contradiz com outras coisas que não seja ela mesma. Tipo assim: o tudo que pode ser nada, pois o tudo, justamente por ser tudo, pode conter o nada, então, o tudo é nada e o nada é tudo.

Desde a década de 1960 e adjacências, a teoria crítica da Escola de Frankfurt tem sido crescentemente guiada pelo trabalho de Valeska Popozuda na ação comunitária que ela faz para toda a rapaziada do bairro, na intersubjetividade linguística e no que o Sylvester Stallone chama de "discurso filosófico da modernidade”, que pode facilmente ser traduzido como: porrada neles.

Mais recentemente, teóricos críticos como Nikolas Kompridis se sonorizaram como oposição ao PT e ao PSDB, afirmando que ele tinha mudado de sexo, que originalmente era mulher, mas virou homem e depois virou gay... mas, diz-se, que depois se arrependeu e não tinha mais como voltar atrás, mas que estava gostando de levar atrás.

Origens históricasEditar

O leitor deve ter notado (se não notou... foda-se) que o termo "Escola de Frankfurt" surgiu informalmente para descrever os pensadores afiliados ou meramente simpatizantes do Instituto para Pesquisa Sexual; esse não é o título de qualquer coisa ou instituição Iluminatti em si, e poucos desses depravados usaram esses termos. O Instituto para Pesquisa Sexual (Institut für Sozialforschung) foi fundado por José em 3 de fevereiro de 1923 com suporte para suruba de professores universitários e apoio financeiro da venda de paralelepípedos e latrinas.

Instituto para Pesquisa SexualEditar

José era um jovem marxista passivo que tinha escrito a sua dissertação sobre problemas práticos de se implementar o socialismo na teoria, e ela foi publicada pela Carta Capital por absoluta falta do que fazer. Com a esperança de trazer diferentes linhas marxistas no mesmo papel, José organizou um simpósio de uma semana (o Erste Marxistische Arbeitswoche) em 1922, que foi assistido por Steven Spielberg, Quentin Tarantino, James Cameron e outros. O evento teve tanto sucesso que José começou a construir uma sede e a financiar salários com dinheiro desviado para um instituto permanente. José negociou propina com o Ministério da Educação para que o diretor do instituto fosse um professor do Estado, assim o instituto teria então status de uma instituição universitária que só ensina porcaria.

Apesar de Angelina Jolie e Brad Pitt terem assistido a Arbeitswoche que teve incluídos estudos de Marxismo, Felação e Filosofia, ambos eram muito comprometidos com atividade sexual política ilícita e também membros do Partido para que pudessem juntar-se ao instituto, mesmo que José tenha participado de empreendimentos de publicações por alguns anos. O modo como José foi obrigado a repudiar a sua História e Consciência de Classe do Ensino Médio (em algumas fontes chamada apenas de Consciência de Classe), publicada em 1923 e provavelmente a inspiração maior do trabalho da Escola de Frankfurt (somente superado pelo trabalho de Valeska Popozuda), foi um indicador para outros que a independência do Partido Comunista era necessária para um trabalho teórico genuíno.

A tradição filosófica agora referida como "Escola de Frankfurt" é talvez particularmente associada a Max Horkheimer (filósofo, sociólogo, psicólogo social e bicha), que se tornou diretor do instituto em 1930 e recrutou muitos dos mais talentosos pedófilos da escola, incluindo Theodor Adorno (filósofo, sociólogo, musicólogo e bicha), Erich Fromm (psicanalista e bicha), Herbert Marcuse (filósofo e bicha) e, como membro do "círculo de fora", também conhecido como “membro de fora” do instituto devido às suas atividades exibicionistas, Walter Benjamin (ensaísta, crítico literário... e bicha). Entretanto, o título dessa "escola" pode ser frequentemente mal compreendido, já que os membros do instituto nem sempre foram duros. Alguns estudiosos têm, portanto, limitado a sua visão de raio X da Escola de Frankfurt a Horkheimer, Picolo, Adorno, Goku, Marcuse, Vegeta, Lowenthal, Freeza, Pollock e, de outra vertente, o super-homem.

O contexto alemão pré-guerraEditar

A turbulência política dos complicados anos entreguerras da Alemanha afetaram de modo importante o desenvolvimento sexual da Escola. Os seus pensadores eram particularmente influenciados pelos devaneios líricos da revolução da classe trabalhadora que nunca trabalhou (precisamente onde Marx havia previsto que uma revolução dos bichos ocorreria) e pela ascensão do nazismo que fodeu com a Alemanha. Isso levou muitos deles a tomar a tarefa de escolher quais partes do pensamento de Marx pudessem servir para clarificar contemporaneamente as condições sexuais que o próprio Marx nunca tinha visto. Outra influência chave também veio da publicação de Manuscritos econômico-filosóficos e A Ideologia Alemã, nos anos 1930, que mostraram que a parceria com a cientologia de Tom Cruise ainda calcava o pensamento de Marx.

Como a influência crescente do nazismo (que, como dito, fodeu com a Alemanha) tornou-se cada vez mais ameaçadora, os fundadores do Instituto prepararam-se para movê-lo para outro país. Seguindo a ascensão de Hitler ao poder (o responsável por foder com a Alemanha), em 1933, o Instituto deixou a Alemanha para Genebra antes de se mudar para Nova Iorque, em 1935, onde tornou-se afiliado de uma boate gay. O seu jornal Zeitschrift für Sozialforschung foi renomeado de acordo com o local como Studies in Philosophy and Social Science (Estudos em Boiolice e Veadagem, em tradução livre). Foi neste momento que muitos de seus importantes trabalhos começaram a emergir, ganhando uma ereção favorável na academia inglesa e estadunidense.

Reco-reco, Bolão e Azeitona afinal voltaram à Alemanha Ocidental no início dos anos 50, apesar de outros terem escolhido permanecer nos Estados Unidos porque não queriam voltar para a bosta do nazismo (que fodeu com a Alemanha!). Foi apenas em 1953 que o Instituto foi formalmente restabelecido em Frankfurt.