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Esfaqueador de Olhos de Camisa Roxa

Michaelmyers.jpg Este artigo é sobre um(a) ASSASSINO!

Este(a) louco(a) sadomasoquista provavelmente esquarteja suas vítimas, sofre de problemas mentais ou foi violentado(a) pelos pais. Se vandalizar o artigo, Freddy Krueger irá lhe fazer uma visitinha de noite!


Assim como os mafagafos, ele também é um mestre dos disfarces.
Reprodução do primeiro assassinato

Esfaqueador de Olhos de Camisa Roxa (Purple-Shirted-Eye-Stabber) foi o pseudônimo dado a um assassino em série não-identificado que agiu em algum miserável bairro de Piracicaba em São Paulo na segunda metade de 1888 que inspirou diversas histórias realistas no período contemporâneo. Embora diversas teorias tenham surgido desde então, a identidade do Esfaqueador de Olhos de Camisa Roxa nunca pôde ser determinada por sua aparência intrínseca difícil de determinar(na verdade a única sobrevivente estava bêbada e não lembra).

As lendas envolvendo seus crimes medonhos tornaram-se um emaranhado complexo de verdadeiras anedotas históricas, dando combustível a teorias conspiratórias e folclores duvidosos. A identidade não confirmada do assassino fez com que vários comentaristas, historiadores, leigos e pinguços apontassem seus respectivos dedos na direção de vários suspeitos. Os jornais (cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época) deram ampla cobertura ao caso devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia de efetuar a captura do criminoso, que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.

Suas vítimas eram quaisquer pessoas que ganhavam a vida de qualquer forma. Os assassinatos típicos do Esfaqueador eram cometidos em locais públicos e semi-desertos; os olhos da vítima eram furados, e depois o cadáver largado no local mesmo. Devido à natureza dos ferimentos em algumas dessas supostas vítimas, muitas delas com os olhos removidos, especula-se que o assassino tinha algum conhecimento médico ou cirúrgico, ou que até mesmo fosse um açougueiro, embora este ponto, assim como na maioria das suposições sobre o criminoso e os fatos que o circundam, seja uma questão controversa.

VítimasEditar

 
Reprodução do terceiro assassinato. Fontes sugerem que foi morto por abusar de erros na gramática ao implorar pela vida.

O número e os nomes das vítimas do Esfaqueador são assunto de um amplo debate, mas a lista mais aceita é a chamada de "as cinco canônicas". Inclui as seguintes que viviam no East End de Piracicaba:

  • Mary Ann Nichols, nascida em 26 de agosto de 1998 e morta em 31 de agosto de 2006, uma sexta-feira. O corpo da menina foi descoberto aproximadamente às 3:40 da madrugada no terreno em frente à entrada de um galpão qualquer, que hoje virou outra sede da Igreja Universal.
  • Annie Chapman, nascida em setembro de 18977 e morta em 8 de julho de 2008, um sábado. O corpo de Chapman foi descoberto aproximadamente às 6:00 da manhã no quintal de uma casa em Piraporinha do Oeste, São Paulo.
  • Esperidião Amim, nascido na Suécia em 27 de novembro de 1943 e morto em 30 de setembro de 1998, um domingo. O corpo de Amim foi descoberto perto da 1:00 da madrugada, no chão do hall do Estância Alto da Serra, em São Bernardo do Campo - SP
  • Dercy Gonçalves, na época dançarina de cabaré com o apelido Catherine Boca de Veludo, nascida em data desconhecida e quase morta em 30 de setembro de 1888, no mesmo dia da vítima anterior, Elizabeth Stride.
  • Mary Jane Kelly, cantora de bordéis morta após desafiar o Esfaqueador em um "strip poker" e não cumprir com o prometido.