Mudanças entre as edições de "Impeachment de Fernando Collor"

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A [[CPI do PC]] foi criada no dia 1º de junho pra fazer a investigação sobre essas movimentações suspeitas e, graças ao motorista Eriberto (uma espécie de [[Fabrício Queiroz]] que teve colhões pra entregar o presida) e uma ex-secretária do presidente acabaram vazando os [[cheque]]s suspeitos que acabaram por encrencar de vez o presida alagoano.
 
A checagem também percebeu que (adivinha! Não adivinhou não? Má é burrinho... tenta adivinhar ae poxa... vai... eu acredito em você! Ah, foda-se, você não dá nem pro cheiro!) as contas de Collor e de PC foram as únicas no país inteiro que a [[Zélia Cardoso de Mello]] não confiscou em 1990, olha só [[sarcasmo|que surpresa]]!
{{Construção}}
Daí foi quando o povo decidiu pistolar de vez. Uma pá de gente tinha recebido uma instrução do presida vagaba "minha geeeenti, essas acusações infames de pessoas ineptas que tentam saquear de vocês o direito inalienável de escolha por um governante genuinamente constituído pela inequívoca e onipotente vontade popular! Não deixem seu direito lhes ser alienado, vamos para as ruas, vistam-se com a bandeira do Brasil, com nossas cores, verde e amarelo, azul e branco e... nossa, acho que não tô achando mais palavras difíceis aqui no [[dicionário]] pra usar... se eu pegar o [[Descionário]] o povo vai ficar me zoando, melhor deixar assim mesmo, enfim, todo mundo protestar pra impedir que esses sacripantas (olha aí, achei uma!) tentem nos saquear novamente!" (resumindo tudo na vez que [[Impeachment de Dilma Rousseff|pediram a cabeça de uma presidanta]] anos depois, "NÃO VAI TER GOLPI!"). Bem, o resultado foi um pouco diferente do que ele imaginava: geral foi vestindo até as roupas do filhinho [[metaleiro]] pras ruas, tudo de preto, e com a cara pintada de verde e amarelo, pedindo a cabeça da quadrilha de [[Alagoas]] inteira (assim nasciam os [[caras-pintadas]], tropa que não muito tempo depois iriam tudo virar puxa-saco de [[Lula]] e [[Dilma]], tipo [[Lindberg Farias]]...), tudo pedindo "[[Fora Collor]]", no momento de "[[golpe branco]]" mais foda da história do país.
 
== Votação na câmara dos deputados ==
 
Diferente do que ocorreria anos depois com a presidanta petista, o processo de [[impeachment|impincha]] do Collor foi bem menos espetaculoso, o que não diminuiu entretanto a expressividade como o presida seria humilhado. Por pouco não foderam tudo no meio do caminho, já que algum deputado, acessando o site da [[revista Playboy]] acabou clicando num [[vírus de computador]] e quase destruiu o computador com o relatório todo da [[CPI]], mas por sorte o senador [[Amir Lando]], dando uma chegada lá pra ver o resultado das paradas, percebeu a putaria e conseguiu consertar a tempo. Assim, no dia 25 de agosto o Collor tenta dizer numa TV lá dos [[Argentina|hermanos]] que tava tudo às mil maravilhas no Brasil, mas aí uns fdp do jornal [[Zero Hora]] de [[Porto Alegre]] que estavam por lá filmaram os bastidores da entrevista, [https://www.youtube.com/watch?v=NYIdwurkyZs provando que o presida andava cheirando] [[pó de Jerusalém]].
 
Em setembro complicaram pra sua então esposa e [[primeira-dama]] [[Rosane Collor]], que comandava uma tal de [[Legião Brasileira de Assistência]], pra concorrer com a [[Legião da Boa Vontade|Legião da Boa Vantagem]], mas acabaram descobrindo que a ONG da alagoana tava fazendo o mesmo que a Casa da Dinda: desviando [[dinheiro público]] pra caralho. Enfim, o pedido de Impincha foi definitivamente entregue por [[Barbosa Lima Sobrinho]] e pela [[OAB]], e no dia [[29 de setembro]] a votação na câmara dos deputados comandada por [[Ibsen Pinheiro]] (que depois iria se foder no ano seguinte com os [[Anões do Orçamento]]) destroçou o presidente, com 441 votos a favor e míseros 33 contra. Entre os teimosos que votaram contra, só o chefinho, [[Roberto Jefferson]], conseguiria se reeleger mais vezes, o resto tudo foi expulso da política forever (não que sirva de consolo por Betinho, já que tempos depois [[CPI dos Correios|a sua hora]] [[Mensalão|iria chegar]]...).
 
== Senado e a morte do Colleguinha (desculpa esse trocadilho infame, [[Simone e Simaria]]) ==
 
Ao chegar no Senado no dia [[1 de outubro]], rapidamente (tipo um dia depois só) já haviam confirmado o afastamento do bilola roxa, e colocando seu vice no lugar, [[Itamar Franco]], até que o processo fosse concluído. O presidente chegou desesperadamente a mandar um vídeo pros seus seguidores tentando explicar tudo, mas com a fala enrolada do sujeito nem formado em [[filologia]] entendeu porra nenhuma e também não deu em nada.
 
Quase três meses depois, dia 29 de dezembro, finalmente começa a votação, só que o marotinho do presidente, visando tentar burlar a [[cassação]] de seus direitos políticos, apresentou uma carta [[renúncia]], onde o processo poderia ter morrido ali, não fossem os senadores darem um foda-se pra carta e continuar a votação, que terminou com a cassação do piroca roxa no dia [[30 de dezembro]] e assim dando fim a era Collor em definitivo no Brasil (mas não em Alagoas, como muitos sabem até hoje...). E assim o povo poderia enfim comemorar o [[réveillon]] feliz que o larápio tinha sido banido (claro, não fosse o fato que a maioria nem lembrava mais do processo e estivesse ainda procurando saber quem matou [[Daniela Perez|aquela atriz]] que se eu disser o nome aqui [[Glória Perez|eu quem posso tomar processo...]]).
 
== Julgamento no Supremo Tribunal da Fuleragem ==
 
Em 1993 Collor tentou collar no [[STF]] um pedido de anulação da cassação, pra reaver seus [[direitos políticos]], mas deu em merda, pois mantiveram ele cassado, APESAR DELE TER SIDO ABSOLVIDO pelo STF em 1994. Sim, ele, PC Farias e geral acabaram tendo o processo contra eles de [[corrupção passiva|corrupção gay]], [[corrupção ativa|corrupção macho]] e a porra toda arquivado por "falta de provas corretas". Alegando uma tal de "[[doutrina dos frutos da árvore envenenada]]", disseram que várias provas estavam viciadas porque pegaram sem direito e blá blá blá e assim todo mundo foi absolvido e foram curtir férias ou no [[Taiti]] ou em [[Maceió]] mesmo - nesse último caso, o [[PC Farias|beneficiado]] não iria viver muito tempo pra contar histórias de férias divertidas como "minha namorada 30 anos mais nova faz uma [[boquete|chupetinha]] delicinha...". Em 1998 Collor até [[Eleição presidencial no Brasil em 1998|tentou ser candidato a presidente]], mas deu errado e ele teve que se conformar em esperar até 2002 pra tentar ser candidato a alguma coisa de novo (e graças a Deus não foi mais pra presidente, não que tenha melhorado muita coisa, já que virou senador e até hoje fica na tribuna da casa choramingando que foi "injustiçado"...).
 
== Ver também ==
 
*[[Política do Brasil]]
*[[História do Brasil]]
*<s>Des</s>[[Governo Collor]]
 
{{Historia/Novarepublica}}