Espigão d'Oeste

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Espigão d'Oeste é só um pequeno povoado totalmente desconhecido pela humanidade, que embora seja considerado município na prática atua como se fosse um distrito de Pimenta Bueno, localizado em algum lugar indefinido de Rondônia distante de todos principais centros possíveis. Para se ter ideia do tamanho diminuto de Espigão d'Oeste, tanto em termos físicos como em termos psicológicos, os habitantes desta cidade acham a porcariazinha de Cacoal uma capital imensa e cheia de opções. Espigão do Oeste é mais uma das cidades que têm vergonha da sua capital, Porto Velho.

HistóriaEditar

 
Vista aérea do curral.

Em 1956, haviam em Andradina-SP um grupo de roceiros que estavam devendo até as calças que vestiam, estes tiveram que fugir para o Acre, mas obviamente não o encontraram, assim chegando apenas em Pimenta Bueno. Essa família percebeu na cagada em que estavam se metendo quando metade de sua comitiva de 50 homens estavam com febre-amarela e a outra metade com diarreias e cólera, decidiram então voltar e fundar Nova Andradina no Mato Grosso do Sul, mas deixaram um papiro com informações preciosas sobre o que encontraram na então ainda inexplorada Rondânia.

As histórias sobre a existência do Acre sempre foram muito fortes em Rondônia, o estado aliás diz fazer fronteira com o Acre, por isso, em 1967, aventureiros de Pimenta Bueno, utilizando-se daquele antigo papiro da família de Andradina, decidiram se aventurar e procurar pelo Acre como fez Marechal Rondon. Após andarem 30 Km nas desumanas rodovias rondonienses, desistiram de sua aventura, mas também agora era tarde demais para voltar, então criaram uma cidade no alto de um morro qualquer e deram o nome de Espigão. Tal nome ridículo foi escolhido porque o novo vilarejo desejava entrar na Liga de Municípios Rondonienses de Nomes Imbecis de Duplo Sentido, ao lado de Rolim de Moura, e como toda cidade rondoniense também deve ser frisada como sendo do oeste, oficializaram o nome de Espigão d'Oeste.

Em 1970 torna-se uma vila, e a primeira missa não é realizada por ausência de vinho, pois na cidade sempre só houve cachaça, o único produto alcoólico conhecido na região.

Em 1975 um episódio sangrento marcou a história da cidade. Como o local não passava de um amontoado de barracos construídos de qualquer jeito, com peões agricultores piromaníacos queimando a floresta de qualquer jeito, e um povo mal educado cagando no rio todo dia sem pensar em qualquer consequência, o Incra deu um ultimato para tentar organizar aquele bacanal sem limites que estava Espigão d'Oeste. Revoltados, os habitantes locais se armaram com suas facas de cozinha e serraram a única ponte que dava acesso à cidade, isolando-se do mundo mas impedindo a chegada do Incra, do Ibama e do governo. A Funai então foi chamada e recebeu carta branca para tratar os habitantes dali como se índios fossem, e portanto assassinou metade da população e sequestrou a outra metade para viver numa reserva indígena diminuta qualquer.

Este é o único lugar do mundo onde se encontram alemães, índios e negros juntos. Como só sobrou ali gente mal educada, em 1981 passa a ser município ao ser expulso dos domínios de Pimenta Bueno.

EconomiaEditar

Por muito tempo esta humilde cidade sobreviveu do desmatamento desenfreado da floresta amazônica para a venda de madeira ilegal, mas como isso agora não existe mais. Atualmente nem mesmo puteiros, os alicerces da maioria das cidades brasileiras, podem sustentar a economia dessa cidade, pois a cidade é repleta de caloteiros e não existe puta que se sustente ali. Espigão do Oeste cresce mais que pimenta através de caloteiros, especialmente por cheques chamados "borrachudos", pois sempre voltam do banco, enquanto em Pimenta Bueno quem cresce são os políticos. OBS: Pimenta Bueno também não é um grande produtor de pimenta.

Apesar de o nome ser Espigão do Oeste, as espigas de milho são de tamanho normal. A economia da cidade sequer baseia-se no cultivo de milho, exceto para a criação da cachaça indígena "chicha" que é feita mascando-o e cuspindo de volta para fermentar e dar aquela diarreia que deixa até tonto. A ANVISA aprova.

A madeira é o carro chefe da economia da cidade, ou melhor dizendo, o desmatamento ilegal desta, que corresponde ao índice de 99999,99%+1 da renda da cidade, principalmente nas áreas indígenas onde uma árvore de 500 anos de idade é derrubada a troco de 50 reais para o índio ir ao mercado comprar peixe e cachaça, sua principal atividade econômica. Este índice cai para 1% quando a polícia federal está na cidade fazendo investigação achando que ninguém sabe que os "tira" estão por ali, enquanto os chamados "batedores" avisam para os madeireiros que a barra sujou, estes que já abandonam seus caminhões pegando fogo. Tudo isso graças a uma política brilhante onde o governo dá terras para que as pessoas pudessem desmatar e povoar. Isto já resume parte da origem da idade. A mineração de diamante por sua vez ocupa o 1% do restante da renda da cidade, pois quem compra é gringo e quem fica rico sai da cidade. Os diamantes são tantos que pode-se vendê-los em baldes. As galinhas cagam diamantes.

Outras atividades ilícitas representam os demais 0,0000001% da economia da cidade pois as drogas vindas da Colômbia e Bolívia passam direto, deixando uma renda depressível na cidade. Legalize!

SegurançaEditar

Espigão d'Oeste é mais uma cidade rondoniense onde a lei não existe, ou pelo menos não a lei criada pela civilização, restando apenas a lei do mais forte e do mais malandro. Todo dia há algum assassinato chocante o qual serve para nutrir os noticiários locais que sobrevivem de tragédias. Pesquisar "Espigão d'Oeste" no Google é pior do que assistir o vídeo 2 Girls 1 Cup, é cabeça explodida, corpo dilacerado, órgãos mutilados, e tudo isso parece plenamente normal.

Tudo isso tem mudado por leis que tem proibido festas como Latino americano, cavalgadas na exposições, etc. Isto acabou com o resto da renda que Espigão d'Oeste poderia ter, levando-o a beira da falência.

CulináriaEditar

Na cidade se come macaloba e chicha, as únicas comidas típicas, o restante é copiado, e ao contrário do imaginado, ninguém come espiga de milho a todo momento. Não podemos esquecer das grandes linguiças oferecidas em praticamente toda refeição. Além do delicioso "brot", um pão duro e sem sabor comido com banha de porco ou doce de banana, vindo direto dos descendentes fugitivos da segunda guerra mundial.

LazerEditar

Parece que a única opção é o Bobódramo, um local localizado em torno da praça municipal (centro) onde as pessoas ficam rodando. Não se sabe porquê.