Esporte eletrônico

Virtualgame.jpg Esporte eletrônico é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, o Leon esta comprando uma Chicago Typewriter do Merchant.


Cquote1.svg Você quis dizer: E-merda? Cquote1.svg
Google sobre Esporte eletrônico
Cquote1.svg Você quis dizer: E-bosta? Cquote1.svg
Google sobre Esporte eletrônico
Cquote1.svg Você quis dizer: E-LoL? Cquote1.svg
Google sobre Esporte eletrônico
Cquote1.svg Que merda é essa? Cquote2.svg
Noob sobre Esporte eletrônico
Cquote1.svg Vou participar disso Cquote2.svg
Nerd sobre Esporte eletrônico
Cquote1.svg Esses nerds da pesada vão entrar em várias aventuras de videogame pra salvar a sua tarde Cquote2.svg
Narrador da Sessão da Tarde sobre Esporte eletrônico
Cquote1.svg Sou muito bom no Clash Royale! Cquote2.svg
Seu primo gordo de 12 anos sobre e-sports

Típico jogador de esporte eletrônico.

Esporte eletrônico (ou E-sports) é o esporte preferido dos nerds e gamers viciados em jogos, sejam ruins ou bons, esses caras são tão viciados que não saem do computador ou videogame (só que não).

É um esporte (com aspas) que finge ser um esporte, porém não é reconhecido como um por mais da metade das pessoas que pelo menos possuem alguma vida.

HistóriaEditar

 
League of Legends ou Overwatch são e-sports modinha-Nutella, nerd raiz é aquele que acompanhou o Campeonato Mundial de Space Invaders de 1980.

Rumores surgiram que o E-sports surgiu em 1972 600 a.C., quando o faraó Jahrkemuth e Dercy Gonçalves disputaram uma partida de CS:GO, Dercy ganhou a partida, mais em 1823, Hebe Camargo e uma escrava chamada Maria Maria disputaram uma partida de Overwatch, e Hebe venceu. Vários cientistas viajaram no tempo e descobriram relíquias dessas partidas. Vários nerds viram isso e montaram uma partida de Spacewar!, desde então esses nerds viraram do avesso e montaram várias competições e o esporte cresceu.

Em 1900 e guaraná com rolha, surgiram os primeiros torneios oficiais de esportes eletrônicos raízes, que absolutamente ninguém conhece por serem divulgados pelos países de terceiro mundo apenas no século XXI (se é que forem) e só vieram a ficar famosos pelos primeiros que foram realizados em convenções nerds, já que se cansavam apenas de nerds gostosas em cosplays e observação de jogos e quadrinhos, tais como BGS em países de primeiro mundo.

Há muito tempo, começou com um domínio entre os Estados Unidos e a Europa em paz e harmonia, até essa putaria toda se espalhar pela Ásia inteira, que começou a dominar mais da metade dos jogos, principalmente com China, Coreia do Sul e Japão, o que tornou uma rivalidade grande entre os EUA, a Europa e o tríplice asiática em jogos usando times, RPGs e jogos de luta.

E-sports no BrasilEditar

O Brasil, assim como a maioria dos esportes olímpicos, só veio a estrear mais tarde nos e-sports e os brasileiros apenas jogavam para zoar o jogo, ficar comentando besteira nos chats e depois levar marretadas (sendo que isso acontece até hoje), o que levou ao ódio internacional pelos brasileiros gamers e uma decadência dos jogadores do país, ao serem comparados com os trogloditas, mas pelo menos não consegue ficar pior que fim de mundos sem internet, como os pequenos da Oceania, a África e as ilhas secundárias da América Central.

O e-sport, que era apenas para brasileiros ricos que jogavam em outros países ou para brasileiros naturalizados, que faziam quase 0,0001% das pessoas antigamente, foi expandido até para qualquer um que ficasse jogando 24 horas em uma Lan House via a maldita inclusão digital e por ver alguns times brasileiros ganhando algo, chamou a atenção de alguns canais de televisão, que faziam poucas matérias até serem tratados como um pseudo-esporte e serem transmitidos alguns jogos em canais de esportes de verdade, o que causou a raiva dos futebolistas, basquetebolistas e qualquer -ista, mas acabou mesmo assim transmitido por esses canais, tais como ESPN, SporTV e For Man.

SaláriosEditar

Como um salário antigamente de um jogador de e-sports era menor que três salários mínimos e a maioria desistia para estudar ou fazer algo realmente interessante na vida, resolveram pedir dinheiro do governo (só os países de primeiro mundo mesmo, já que o Brasil está cagando e andando para isso) para investir nesses joguinhos e pelo menos conseguiram alguma coisa, principalmente com campeonatos com dinheiro vindo de empresas ou do público ou com os cânceres dos streamers, visto na seção abaixo.

StreamingsEditar

 
Até os furries invadiram o e-sports.

Como ninguém tinha saco para ir em um evento apenas para ver vários nerds tetudos e gordos comilões com bracinhos de tiranossauro, além do CensuraTube que sentava um strike nos gamers com seu sistema de direitos autorais totalmente quebrado, ficou popularizado o streaming, feito por sites como Twitch, que ficou famoso tanto por gamers profissionais e semi-profissionais quanto por vagabundas que ficavam famosas, mesmo sequer saber três personagens de determinado jogo e palhaços que apenas servem para criar bordões para disfarçar suas grandes capacidades de jogo.

Depois foram criados os sites de streaming de determinados países para aproveitar a modinha, tais como sites chineses, taiwaneses, e pelo raio que o parta. Atualmente quase todo gamer famoso é um streamer câncer.

InclusõesEditar

Como qualquer coisa que estrague um game ou uma comunidade, ou simplesmente qualquer coisa, o esporte eletrônico, ou e-sports também foram (e muito) afetado pelos inclusionistas e sofreram nas mãos, já que várias pessoas estavam reclamando que só tinham nerds tetudos e gordos comilões com bracinhos de tiranossauro nos times, o que acabou resultando na criação de vários campeonatos para times com magros, mulheres, negros, acreanos, amarelos, furries (sério), ETs e vários outros grupos, o que acabou resultando nos jogos mudarem vários personagens ou criarem mais personagens para atrair esses seres carentes de atenção.


v d e h