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Desciclopédia β

Estranho
Minério de estanho.jpeg
Um minério qualquer que podemos assumir ser estanho
Símbolo, número Sqn, 50
Série metais esquecíveis
Principal isótopo bronze
Propriedades atômicas
Massa atômica 118,710 u
Dureza 1,5 (acho que quer dizer mais ou menos duro)
Nível de radioatividade Nenhuma
Nível de toxicidade Nenhuma
Propriedades físicas
Comestível? em sua forma de sal
Inalável? Sim
Posso passar na pele? Recomendado
Onde encontrar estátuas de bronze
ponto de fudição 231,93ºC
ponto de rebuliço 2601,85ºC
Coisas de quadrinhos
Probabilidade de te transformar num super-herói Nula


Estanho é um metal esquecível, sendo o 50º elemento da famigerada tabelinha, o elemento essencial mais esquecido pelas pessoas (todo mundo só se lembra do ferro e do ouro) e o que mais vezes tem o nome falado errado por analfabetos, que se referem a ele como "estranho". Ele foi o elemento químico escolhido pela humanidade para simbolizar a derrota, sendo a matéria-prima da fabricação do bronze, que premia a terceira colocação, ou seja, ele não é nem o primeiro derrotado (a prata), mas o segundo, e seu nome ainda é proibido de ser mencionado (ninguém recebe "medalhas de estanho"), se bem que ninguém menciona o cobre, seu parceiro na liga, mas aí é por motivos de censura conservadora (o símbolo do cobre é Cu).

HistóriaEditar

Um dos metais mais antigos a serem dominados pelo ser humano, o estanho ajudou a dar início à Idade do Bronze, época em que os europeus, por volta de 3300 a.C., constataram que espadas de ferro eram ruins demais, pois ficavam velhas e enferrujadas em poucos anos, e com a assinatura do Convenção sobre as Armas Biológicas em 1972, também ficava impossibilitado o uso de espadas enferrujadas para contaminar inimigos com tétano, mas isso fica pra outro artigo. Foi então que alguém teve a ideia de misturar estanho com cobre e passar a fazer boas espadas de bronze imunes à corrosão, excelentes para matar pessoas sem ser com transmissão da bactéria clostridium tetani.

Atualmente, o estanho é o grande responsável pelo funcionamento de toda a tecnologia humana moderna, assumindo o mandato que era do silício por este estar magoado ao ser ultrapassado pelo grafeno. Sem o estanho e suas latas, não haveria televisão, carros, despertadores, incenso de sândalo, zepelins ou pornografia. Não haveria democracia alguma, já que todas as instituições democráticas do mundo são compostas de 15% a 40% de ligas de estanho. Fica então bem óbvio que muitos membros do Greenpeace são apenas meros conspiracionistas malucos que gostam de afirmar que o fim do mundo se dará com o fim de combustíveis fósseis, quando é óbvio que o fim do mundo só acontecerá com o fim do estanho, que deve acabar só em 2050, junto com o fim das terras aráveis e algum asteroide imaginário de uma notícia sensacionalista.

CaracterísticasEditar

O estanho é um metal branco, mas fica preto dependendo de seu humor, que normalmente é afetado pelo tempo, igual acontece com as gurias retardadas que pagam pau pra tempo frio no twitter. Em sua forma pura, é composto de 100% de estanho (é mesmo, é?), sendo altamente dúctil e resistente à corrosão, suportando soluções concentradas de seiva de sogra, principalmente em contato com outros metais. Gosta de dias chuvosos e longas caminhadas na praia, embora não negue um fim de semana agradável em casa assistindo televisão.

Mas seja gentil com ele, o seu coração já foi quebrado antes e permanece vulnerável, podendo formar o dióxido de estanho (SnO2) se você machucá-lo. Seja gentil também com suas narinas: se sua avó começar a peidar no estanho, ele pode ficar marrom ou amarelo de enjoo, dependendo do estado de oxidação, formando os sulfetos SnS ou SnS2. Neste caso ofensivo ao olfato, o estado de oxidação é influenciado pela quantidade de água oxigenada que usam pra limpar a bunda da sua avó ou pelos radicais livres que o intestino radioativo dela cria a partir da matéria orgânica acumulada.

AplicaçõesEditar

O estanho é um dos elementos químicos mais adorados por nerds e geeks, pois tem a capacidade de soldar cabos, o que lhes salva vidas privando-os de precisar esperar por novos equipamentos, garantindo-os a oportunidade de unir cabos rompidos.

Utilizado desde a antiguidade e por toda a Idade Média para fazer espadas de bronze, era muito fácil de encontrar e barato de obter. Era usado desde para produzir pratos baratos para os plebeus como fazer medalhas de honra ao mérito para competidores derrotados de esportes diversos (a atual medalha de bronze).

Como liga metálica, além do bronze, também é útil para a fabricação de latas junto com alumínio para formar latarias de carros, que devem ser leves e facilmente amassáveis, para que os acidentes automobilísticos sejam quase sempre fatais, obrigando assim os condutores homens a não escreverem mensagem no celular enquanto dirigem para garotas que não estão afim deles, de modo a evitar que o mundo seja povoado com excesso de escravocetas. Facilmente confundível com o papel alumínio devido à sua fraqueza, o papel-estanho é comumente encontrado nas embalagens de chocolate, garantindo ao doce um sabor metálico mais prolongado.

Como sal, o mais útil deste elemento é o cloreto de estanho, ideal para fixar estampas em camisetas, cheiros em sabonetes e um dedo indicador bem gordo num ânus alheio, por isso é amplamente difundido nos sex shops em diferentes tipos de perfumes. Ele também tem poderes alquimistas e pode invocar outros metais, como o mercúrio e o bismuto, com duas reações duplas envolvidas, sendo que a primeira é repetida mais de 8000 vezes mundo afora e segunda é renegada pela humanidade por ser um saco.