Abrir menu principal

Desciclopédia β

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo

(Redirecionado de FAU)
Este artigo aqui tá uma porra!
Sabe o que acontece? Se não o aumentar vai ficar uma porra toda a vida!
Nuvola apps atlantik.png Coloque mais dados aqui. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo merece!

Aqui poderiam estar mais dados relevantes ao invés dessa merda.
Esclareça os fatos, melhore a redação e assim salve uma alma do purgatório.
Seja útil uma vez na vida e contribua para este artigo ou seção melhorar: edite-a


A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, também conhecida pela sigla FAU-USP é uma unidade de ensino da Universidade de São Paulo com o objetivo de formar arquitetos, designers e outros tipos de profissionais afeminados demais para cursar engenharia na POLI porém não tão afeminados para fazer um curso mais fashion na ECA.

Cquote1.png Pago a tua faculdade e vou pagar o teu salárioooo! Cquote2.png
Aluno da FAUMACK para um aluno da FAUSP
Cquote1.png Chupa Mackenzie! Cquote2.png
Aluno da FAUUSP para um aluno da Mackenzie
Cquote1.png Aqui chove concreto Cquote2.png
Aluno da FAU sobre seu cotidiano
Cquote1.png Adooorooo! Cquote2.png
Aluno da FAU sobre a FAU
Cquote1.png Você quis dizer: Ruínas Cquote2.png
Google sobre Google sobre a FAU
Cquote1.png Você quis dizer: Fuzil de Artilharia Leve Cquote2.png
Google sobre Google sobre a FAU
Cquote1.png Você quis dizer: Goteiras Cquote2.png
Google sobre Google sobre a FAU

Índice

HistóriaEditar

Poucos sabem, mas é uma filha bastarda da POLI. É habitada por seres estranhos. Assim como no IFUSP, a FAU possui as intermináveis assembleias da FFLCH (desta vez mais habitadas pelos anarco-fascistas e anarco-monarquistas, ao mesmo tempo que possui o caráter recreacional e boiolístico da ECA. É acometida quase toda sexta-feira por Happy Hours.

 
Sistemas complexos de construção que os alunos da faculdade aprendem a manipular.

FundaçãoEditar

Fundada em 1948 por arquitetos preocupados com o machismo e truculência dos seguidores de Ramos de Azevedo que estão até hoje na Escola Politécnica, as instalações da FAU foram transferidas ao bairro judeu acadêmico da época, Higienópolis. Tal decisão foi fundada também pela proximidade com a FAUMACK, onde, em comparação com os polianos, ter-se-ía mais chance de engajamento e pregação com os promissores e bons moços formados, é claro, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Mas com a Revolução dos Generais na década de 1960, e com a retomada de uma nova caça àqueles que deturpavam a liberdade de expressão da família cristã e dos bons costumes, e como não se podia infligir o holocausto aos filhos da elite intelectual e econômica, descendente dos barões de café, decide-se por se construir um novo e vanguardista prédio do movimento paulista construtivista brutalista modernista numa região longínqua e remota da cidade, a qual é, até hoje, o campus da Universidade de São Paulo no Butantã.

AlunosEditar

A FAUna é geralmente constituída por alunos que praticam cheiramento de gatinhos, sujeira esportiva, dentre outras atividades típicas de pessoas modernas e descoladas. Dentre a vasta FAUna é importante destacar alguns tipos de aluno: - Pseudo revolucionário - Pseudo arquiteto revolucionário - Patricinha Fashion - Boyzinho Fashion - Gay Fashion - Fumados - Estranhos - Anarco-socialistas - Anarco-monarquistas - Intercambistas - Perdidos

Todos os seus espécimes podem ou não ser acometidos por uma aparência com quês de saudosismo dos anos 60, geralmente de gosto duvidoso.

HinoEditar

A FAU tem seu próprio hino, que caiu nas graças dos nerds estudantes da POLI dentre outras escolas que entoam alegremente a belíssima composição, que segue abaixo:

Põe a mãozinha pra frente Põe a mãozinha pro lado Põe a mãozinha pra frente Na FAU só tem viado

Não é necessário observar que os FAUanus sentem-se sempre lisonjeados com tanto sarro reconhecimento de seus colegas universitários.

Localização e Infra EstruturaEditar

Habitada numa colina a poucas dezenas de quilômetros da margem esquerda de um dos estuários a céu aberto do sistema de esgoto da cidade (Rio Pinheiros), e nomeada carinhosamente por seus alunos de "caixa de sapato sem tampa", o edifício projetado por um de seus fundadores, Villanova Artigas, foi o primeiro dos construídos no espaço reservado aos revoltosos e marxistas que os generais da Revolução queriam isolados no meio da mata longínqua, a qual na época era um braço da floresta amazônica que alcançava a zona oeste da cidade de São Paulo.

As primeiras aulas dadas no prédio foram praticamente canceladas, pois os ofuscamentos nos estúdios e nas salas de aulas causadas pela excessiva quantidade de luz que adentrava pela fibra de vidro translúcida dos domus ocasionaram uma cegueira branca generalizada entre alunos, professores e funcionários, antevendo a anunciação do escritor português José Saramago em seu Ensaio sobre a Cegueira, quando a cidade de São Paulo, como vimos no ano de 2007, foi acometida por uma epidemia chamada branca. Assim como veio, ela se foi e desde então os domus foram propositadamente deixados sem manutenção, bem como o restante do edifício, e deixados aos sabores da intempérie e a toda sorte de organismos fétidos que os escureceram num tom marrom que faz as atividades dentro do prédio atualmente possíveis.

Porém, a história recente do prédio é sombria, acometida por abalos estruturais ocasionados por diversos eventos que ocorrem por todo o seu corpo, desde os conhecidos Equadores até a reunião dos Bons Velhinhos de Sorocaba que acontece todo ano em seu auditório, o prédio já foi notificado diversas vezes pela vigilância sanitária da cidade. O belo jogo de cachoeiras em dias de tempestade por suas rampas, as fotográficas estalactites e estalagmites por todo o seu teto e estúdios respectivamente, e até a iniciativa “gogreen” de reservar a água das goteiras através de reservatórios por seus estúdios se extinguirão. O futuro próximo da FAUUSP provavelmente vai se reduzir a pó como é predito nas profecias do bruxo francês Michel de Nostradamus no Séc. XVI, numa de suas quadras:

"(...) a casa a qual chamarão de caixa, inimaginável a nossa época como também sua tecnologia distante e desconhecida, deixará de existir a oeste do rio das entranhas de sua cidade e sucumbirá à mata inalcançável aos seus filhos mais bastardos(...)"

(LES VÉRITABLES PROPHÉTIES DU MAÎTRE MICHEL DE NOSTRADAMUS, pág. MMVXPCL).

Cursos DisponiveisEditar

  • Arquitetura e Urbanismo

InstalaçõesEditar

A FAU possui características incomuns: é prédio sem portas de entrada (e de saída), suas salas de aula não têm janela, possui áreas com nomes curiosos como Piso do Museu, Caramelo e Estúdios. Seus banheiros possuem demonstrações de arte pelas paredes, mas frequentemente não têm nem sabão nem papel-toalha.Há ainda a famosa mesinha, parte de um sistema de comprovação da natureza mesquinha humana em que se confia que a pessoa pague pelo que pega da mesa, há uma seleção de 15 tipos de brigadeiro feitos pelas mães dos alunos que querem economizar para intercâmbio, assim como variações veganas de brownies feitos com chocolate 95% açúcar e balas fini oriundas de carga roubada compradas na linha esmeralda e revendidas ao preço do cu da sua mãe de banana.

Em seu principal ponto de possível acesso (além de todos os outros possíveis principais), à SSO em 23º33´37.43"S e 46º43´49.29"O, voltado para a Rua do Lago (não por acaso esse nome), envoltos à tríade FFLCH-Oceanográfico-Matemática, como previsto em Corifeu artv..III, vers. XXVCYU, há uma depressão pontual no piso do estacionamento que se define "laguinho", a fonte de cura para todo o mal... Nos primeiros dias de anos não bissextos (e bissextos também), a concavidade é cheia d´água de forma artificial e mecânica. Lá se desenvolve anualmente o ritual de batizar com o "banho do laguinho" os calouros desavisados e aqueles que atenderam ao RSVP, com água enquanto ainda houver e posteriormente com alguma coisa parecida com chopp/tre-lê-lê/lôló. Aos vizinhos da GEO, é oferecido (ou invadido) o local para o devido desaguar das almas após o centenário "fute-lama", que é o futebol dos geólogos em seu habitat natural, a LAMA.

Em seus subterrâneos desenvolviam-se atividades de reprodução e especulação de condições naturais em ambientes controlados. Alguns autores denominam esses espaços como "laboratórios". Tais "experimentos" evoluíram de tal forma a se erigir em área pública e com dinheiro do contribuinte o edifício "ANEXO" ao principal. A forma triangular de sua planta, a orientação solar e a relação entre catetos/hipotenusa merecem destaque.

Há, na bibliografia contemporânea de nossos tempos na atualidade, referências explícitas da existência de via subterrânea (túnel) ligando o "ANEXO", "LAGUINHO" e "MACHU PICCHU" no Perú. Haveria também, derivação desse "túnel" para acesso direto à "São Tomé das Letras" em MG.

É um bom lugar pra ser um cabra macho pois a proporção mulher:homem é de 7:2. E a proporção de viadões:cabras macho tende ao infinito.

Reza a tradição que da FAU saem muitos pintores, escultores, fotógrafos, cantores, instrumentistas, atores, bailarinos - e até mesmo um arquiteto de vez em quando...