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Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo

(Redirecionado de FEA)

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Kassab sobre FEAno
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feano sobre usp
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aluno do interior sobre FEA
Cquote1.png Chupa FEA!!!! Cquote2.png
aluno de qualquer outra unidade da USP sobre o desempenho atlético de qualquer esporte da AAAVC

FEA-USP é a sigla da Faculdade de Estética, Agiotismo e Contabilidade da USP.


Índice

HistóriaEditar

 
Típico aluno da faculdade.

Foi fundada em 1946 pela alta sociedade paulistana nouveau riche emergente que frequentava o Clube Pinheiros e o Jóquei clube, a FEA-USP foi construída originalmente para os filhos da elite, criados a base de leite A e Toddynho, não se sentirem tão longe do shopping center enquanto estudam, ou atualizam seus créditos no CEPEUSP, para assumir os negócios da empresa do papai quando se formarem. Devido à proximidade geográfica, a FEA foi anexada pela POLI, com status de estado associado (aka Porto Rico), onde os feanos frustrados e arrependidos podem conseguir ganhar algum dinheiro servindo café para os politécnicos. Contudo, para conseguir tal "status", o Feano já deve ter concluído algumas matérias do seu ciclo básico como EAE-CAFÉ 1, EAE-CAFÉ 2, EAD-XEROX 1, EAD-XEROX 2 e EAC-GRAMPEIAPAPEL. A FEA também é lugar para alunos politécnicos (que não querem ser virgens até a morte), que não conseguiram aguentar o ritmo da POLI (ou talvez, a possível falta de mulher), e então decidiram se tornar os futuros secretários dos seus antigos colegas e pegar as futuras secretárias gostosas. Por essas e outras, a FEA também é conhecida como "Faculdade dos Engenheiros Arrependidos".

CursosEditar

Economia

Delfim Netto, ou Jabba the Hutt, divide os economistas em nove tribos:

A nação dos macroeconomistas divide-se em muitas tribos. Um etnologista distinguiria pelo menos nove delas, com diferentes culturas. Sete tribos têm um comportamento mais pacífico e aceitam a organização social em que vivemos. Dividem-se, ainda, em dois subgrupos. O primeiro inclui: 1) a ortodoxa monetarista; 2) a neoclássica; 3) a dos ciclos reais; 4) a austríaca, todas predispostas a um certo "cientificismo", e que é hoje dominante. Por conveniência podemos chamá-lo de "neoliberais". Por neoliberal entenda, homem que quer liberar tudo! "A economia deve ser livre, meu bem!". Neoliberais precisam ignorar a plebe (rude) a sua volta para implantar seu projeto de dominação do mundo.

O segundo subgrupo abrange: 5) a keynesiana; 6) a neokeynesiana e 7) a pós-keynesiana, com a predisposição de dar à economia o caráter de uma ciência moral, mas cujo avanço empírico continua deficiente. Perdeu prestígio acadêmico em meados dos anos 70, mas está em ressurreição pela necessidade de aumentar a relevância da teoria econômica. Podemos chamá-lo de "keynesianos". Há, ainda, duas tribos que não aceitam a atual estrutura social porque acham ela feia, boba e malvada e passam suas vidas tentando inutilmente mudá-la por dois caminhos (a revolução ou a greve estudantil eterna): 8) a marxista; 9) a neomarxista, que podemos chamar de "marxistas" ou "aqueles caras mal-cheirosos vestidos de vermelho".

Na FEA encontramos representantes de todos os tipos acima, com predominância do gênero neoliberal, entretanto encontramos alguns espécimes do gênero marxista entre alunos e professores, provavelmente efeito da Maresia vinda da FFLCH.

Administração

O famoso curso em que ninguém sabe onde vai dar, mas sabe que no final não dá em nada. Eles estudam de tudo um pouco (ou tudo de nada) e acreditam que podem ser pessoas importantes no futuro.

Os alunos são divididos em três grupos: os podres de ricos, os muito ricos, e em sua minoria, os de classe média (chamados também de pobres). Os podres de ricos provavelmente vão trabalhar na empresa dos seus pais ou trabalhar no governo junto de seus parentes que tiram dinheiro dos mais pobres. Os muito ricos fazem a faculdade apenas para falar que fizeram alguma faculdade. Os pobres entram para tentar ser ricos no futuro trabalhando desde secretários até operadores de telemarketing.

Ciências Atuariais

o Curso "Atua o que?" é o mais excluído e desconhecido curso de toda FEA, é quase uma embaixada do IME no Shopping Center da cidade universitária. Todos os professores, que lecionam tal curso obrigatoriamente pertencem a algum país do leste europeu e também desconhecem o seguimento dessa graduação.

Seus alunos são basicamente os "frustrados", pessoas que tentaram entrar em ADM ou Economia mas acabaram entrando em sua ultima opção.

Cursos DisponiveisEditar

InstalaçõesEditar

A FEA é famosa mundialmente pelas suas instalações. Seus corredores e salas de aula são decorados com colunas gregas em mármore italiano e placas de patrocínio, seus banheiros são abastecidos com água mineral francesa, os vasos sanitários são de porcelana inglesa vitoriana e são limpos pela mão invisível do mercado. O ar-condicionado central, os projetores multimídia em todas as salas de aula, as cadeiras estofadas com pluma de ganso real da Patagônia foram patrocinados pelo dinheiro das Fundações. Todas essas informações são diariamente repassadas por um outdoor eletrônico interno, controlado por uma empresa tercerizada de exploração de escravos bolivianos, que atualizam o ambiente neoclássico do prédio todos os dias durante as madrugadas, voltando para o porão sombrio onde vivem comendo os restos de fast-food deixados nos corredores pelos alunos. Em sua praça de alimentação a FEA conta com dois Mc Donalds, um Burger King, Bobs, Giraffas e o recém inaugurado Outback

Centro acadêmicoEditar

O centro acadêmico da Fea, chamado de CAvocê (Casa de abrigo ao vagabundo cabulador) ou formalmente para esconder as verdadeiras intenções do diretor, Centro Acadêmico Visconde de Cairu, conseguiu recentemente inaugurar sua vivência recreativa no galpão. A vivência conta com pebolim, sinuca, truco, um videogame que só tem um jogo , 300 violões quebrados e uma televisão que passa as 10 temporadas de Friends, o programa do Amaury Jr e os jogos do Santos porque o tio da vivência é clubista .

A FEA recentemente contou também com a inauguração de dois outros centros acadêmicos paralelos, o CACELF (Casa na Árvore dos Cidadãos Enlouquecidos e Fumadores), fundado pelo famoso FEA Xamã após tentativa de internação por dependência de cheiramento de gatinhos (ordenada pelo Sr. Fischmann, magnânimo diretor da FEA e 100% popular entre os alunos) na intenção da construção de casas em arvores públicas, e o CA da FEA do Norte, criado para confrontar pós-modernamente o recém-inaugurado CACELF.