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Fabrício dos Santos Silva

PokeRyu.PNG Este artigo é sobre um(a) lutador(a)!
Se você ofender este fodão estragando este artigo, ele te enche de porrada!
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Fabrício dos Santos Silva, também conhecido como Fabrício Dedo do Meio da Silva é um jogador paulista que atualmente não se sabe se é um zagueiro-zagueiro, um volante truculento ou um lateral que tem que cruzar e voltar para marcar que jogou por uma porrada de clubes, mas sua passagem mais famosa pelo Internacional, hoje odiado pela maioria dos chorolados.

Índice

História na LusaEditar

Fabrício começou em clubes pequenos da base e depois foi parar na Portuguesa, quando era um clube meio relevante e lá exerceu seu papel de zagueiro-zagueiro, porém ao estar em um clube secundário jogando em competições secundárias como Série B e a Série B paulista, conseguia fazer gols em clubes irrelevantes e passou cerca de dois anos fazendo porra nenhuma na Portuguesa, levando o clube a lugar nenhum quando ainda não era bem um zagueiro-zagueiro.

No InternacionalEditar

 
Fabrício mostrando o amor que tem pelo Internacional.

Por ser um zagueiro (de futebol quase nutella) "eficiente" segundo o Internacional, o mesmo clube que contrata cerca de 2 técnicos ultrapassados por ano em média, foi parar no clube gaúcho para jogar em outra posição, a posição de volante, mas como o clube já tinha outro volante (e truculento) adorado pela torcida, além de outros laterais importantes, acabou parando na reserva e teve que esperar o mesmo sair da equipe para jogar como titular da equipe e fez porra nenhuma, além de apenas um gol.

Em 2013, Fabrício finalmente conseguiu ser um zagueiro-zagueiro, e às vezes um volante truculento improvisado, sendo amarelado mais de 8000 vezes e quase metade dos jogos expulsos por faltas duras que a defesa colorada era ineficiente e pelo fato de ser um jogador agressivo que não seja o Guiñazu que apenas dava passes errados, virou alvo da torcida (já que os mesmos queriam que o jogador apenas encoxasse ou vice-versa os adversários), mas depois foi aliviado, já que um de seus feitos foi tentar descer a porrada nos gremistas durante um Grenal aleatório, em vez de ficar na turma do deixa disso.

No ano seguinte, passou toda a temporada se passando como um volante truculento, dobrando sua meta de faltas e expulsões, porém conseguia por milagre fazer alguns gols, além de deixar a defesa livre para tomar outros. Fabrício ficou famoso por ter marcado o primeiro gol no Bergamotão (além dos colorados insistirem que foi o D'Alessandro que fez), além dos seus gols de rebotes e chutes cruzados, o que ajudou a dar a classificação para o clube na Libertadores, futuramente tudo isso para dançar com o Bonde do Tigrão. Uma de suas partidas memoráveis foi xingar o juiz por dar cartões para cada choro que o D'Alessandro fizesse em campo (leia-se: cartão por reclamação) e seguir um jogador palmeirense até o vestiário para ajudar na briga.

O tal "dedo do meio"Editar

 
Fabrício com cara de típico aluno do fundamental quando não quer ir a aula.

Em 2015, Fabrício não conseguiu dobrar sua meta de expulsões e se tornar o volante/lateral mais truculento do Brasileirão, mas acabou dobrando sua meta de passes errados que davam contrataques para os adversários (sorte dele que era apenas o Gauchão e suas péssimas equipes de péssimos atacantes), onde novamente virou alvo da torcida e era vaiado a cada toque na bola que fazia, com medo que viesse um atacante Usain Bolt da vida e fizesse um gol de contrataque, até em que um jogo contra o Ypiranga, Fabrício atingiu seu status de meme (menos que o Marinho) e em uma cobrança de lateral, acabou tendo uma de suas crises de emisse e começou a jogar o dedo do meio para a torcida colorada, além de tirar a camisa e jogar no chão, o que acabou lhe rendendo mais uma de suas inúmeras expulsões, a qual a torcida comemorou como se fosse uma goleada contra o Grêmio. (algo que aconteceu, mas só que o contrário)

No Cruzeiro e outras equipesEditar

Depois desse acontecimento, Fabrício acabou sendo chutado da equipe e teve que procurar uma equipe trouxa o suficiente que o quisesse, indo parar no Marias FC, já que a equipe não era a mesma de 2013 e 2014 e precisava de algum volante truculento, mas Fabrício acabou comendo um pão de queijo com calmante e resolveu não fazer muitas faltas (assim como quase porra nenhuma nos jogos), além de míseros 2 gols, a torcida, irritada com suas péssimas atuações, o que lhe rendeu um medo do próprio Cruzeiro de passar a mesma vergonha que o Internacional e o vendeu de graça para o Palmeiras, mas não fez nada também e foi vendido de graça para o Cruzeiro, que vendeu de graça para o Atlético-PR, que vendeu de graça para o Vasco, onde atualmente está passando como esquentador de bancos.

Ver tambémEditar