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Federação Catarinense de Futebol

Delfim da Picada Peixeiro. Presidente da FCF, cachaceiro e jagunço.


Índice

Delfim e a FCFEditar

Delfim e a FCF são a mesma pessoa/entidade. Portanto, para entendermos seu funcionamento e objetivos, precisamos conhecer a história de Delfim e de como ele fundou a Federação Catarinense de Falcatruas.

HistóriaEditar

 
Foto antiga de Delfim.

Delfim da Picada Peixeiro Filho, como o próprio nome diz, é um filho de pescadores nascido em Itajaí no período colonial, enquanto apenas a perte litorânea de Santa Catarina era habitada. Como seu pai era muito pobre, vendeu Delfim para desbravadores italianos ligados à mafia, que resolveram adentrar o interior do estado para colonizar regiões longínquas e habitadas apenas por tribos indígenas. Porém, em uma dessas missões pelo Velho Oeste do estado, Delfim conseguiu fugir e se escondeu em uma fazenda em Lebon Régis, onde aprendeu a ser pistoleiro e a apreciar uma bela cachaça e fumar charutos. Em pouco tempo, Delfim se tornou jagunço e assumiu o controle da região, tomando controle sobre várias fazendas do interior catarinense.

Usando sua influência carismática e com a ajuda de seus capangas, Delfim conseguiu se tornar deputado estadual. Então, Delfim passou a morar em uma de suas fazendas, em uma grande mansão, cheia de capangas e criados. Até que um dia, alguns filhos de seus criados estavam jogando futebol no quintal, quando a bola acidentalmente acertou a janela do quarto de Delfim, que lá se encontrava tomando um litro de 51, derrubando a garrafa no chão e acabando com sua bebida. Delfim ficou tão revoltado com esse incidente que criou um ódio violento contra o futebol e resolveu usar toda sua influência política para destruir o futebol, ou pelo menos fazer com que o povo catarinense cada vez menos se interessasse por ele. E mais, Delfim resolveu não só acabar com o futebol catarinense, mas também ganhar dinheiro com isso, para compensar a garrafa de 51 perdida. Assim, Delfim fundou a FCF e nela atua como presidente vitalício, sempre com o objetivo de tornar o futebol catarinense cada vez mais insignificante, inexpressivo e menos atrativo ao público.

Estrutura da FCFEditar

 
Delfim em seu traje habitual, usado tanto no dia a dia como nas cerimônias formais da FCF: chapéu, camisa aberta mostrando o peito peludo e calça jeans.

A FCF conta com 41 funcionários, sendo Delfim seu presidente absoluto e vitalício, e mais 40 capangas que o ajudam a botar em prática suas resoluções.

Realizações da FCFEditar

A FCF e a gestão Delfim vêm sendo muito eficientes em seu objetivo de acabar com o futebol catarinense. Através da atuação da FCF, o futebol estadual chegou ao patamar atual, do qual podemos destacar as seguintes características:

  • O futebol catarinense é totalmente desconhecido fora do estado.
  • Os times catarinenses são totalmente inexpressivos no cenário nacional.
  • Os times catarinenses nunca conquistaram campeonatos importantes (excessão expressa na próxima seção)
  • A maioria dos catarinenses torce por times de fora do estado.
  • A maioria dos catarinenses não está nem aí para o campeonato catarinense e o considera uma várzea.

Outras realizações recentes da FCF:

  • Vender os direitos de transmissão exclusiva do campeonato catarinense a duas emissoras diferentes, para lucrar em dobro.
  • Conseguir que Florianópolis ficasse de fora da Copa do Mundo de 2014, perdendo para Natal-RN.
  • Permitir que times sem jogadores disputem o campeonato catarinense[1].
  • Criar e acabar com competições aleatoriamente, permitindo a presença de times recém-formados que aparecem e somem das tabelas sem explicações.
  • Criar competições fantasmas apenas para que equipes punidas no campeonato catarinense cumpram a suspenção em um torneio insignificante[2].
  • Criar regras absurdas em discordância com as regras oficiais estipuladas pela FIFA, para que o futebol catarinense seja cada vez menos futebol de verdade.

1991: A falha de DelfimEditar

O ano de 1991 foi o mais triste na vida de Delfim. Seus inimigos políticos e jagunços rivais prepararam uma emboscada e acabaram acertando alguns tiros em Delfim que teve que ficar afastado da FCF temporariamente por licença médica. Nesse período, um time catarinense, o Criciúma, conseguiu ser campeão da Copa do Brasil, fato que deixou Delfim muito irritado. No ano de 2007, novamente Delfim teve que tirar uma licença médica, dessa vez por problemas relacionados ao alcoolismo. Nisso, o Figueirense chegou à final da Copa do Brasil, e só não foi campeão porque Delfim resolveu retornar à ativa a tempo, para não permitir tal fato afrontador.