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Forças intermoleculares

ESTE ARTIGO É SOBRE QUÍMICA

E provavelmente foi produzido em Berkeley, Dubna ou Darmstadt.

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Moléculas de água formando uma suruba ponte de hidrogênio, uma força intermolecular.

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Chapolin Colorado sobre forças intermoleculares.
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Dona Florinda para Chapolin.
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Chapolin sobre citação acima.

As forças intermoleculares são as forças que, segundo certos vagabundos cientistas, mantém as moléculas interagindo intimamente e que permitem os estados físicos da matéria (ou não). É uma matéria exaustivamente estudada pela Química e menosprezada pela Física, que prefere lidar com partículas menores que seu pênis um átomo e/ou maiores que uma pessoa.

Índice

Polaridade molecularEditar

 
Exemplo de molécula polar dando as mãozinhas interagindo por ligações dipolo-permanente.

Foi descoberto através dos estudos de um vagabundo químico neerlandês[1] chamado Johannes Diderik van der Waals que certas moléculas apresentavam polaridade em suas estruturas. Essa polaridade dependia dos átomos constituintes e de suas eletronegatividades. Quanto mais eletronegativo o átomo, mais ele puxava para baixo si a nuvem eletrônica e, consequentemente se tornava o egoísta pólo negativo. Assim, o átomo com menor eletronegatividade relativa, tornar-se-ia o pólo positivo[2] e, como os opostos se atraem, a merda tá feita.

As moléculas polares, ou seja, que possuem polaridades parciais podem possuir das forças de dipolo-permanenente e, em casos especiais, a famigerada ponte de hidrogênio. Para moléculas aploares a situação é mais chata complicada, pois precisa-se dizer que as moléculas, por rixas internas, criam pólos temporários, que se desfazem em períodos de tempo tão curtos quanto alegria de pobre[3]. Estas forças são chamadas dipolo-induzido, ou não. Obviamente, moléculas de átomos iguais terão de ser apolares, pois não há cabo-de-guerra distenções da nuvem eletrônica.

A polaridade molecular também é fruto da geometria molecular que o montinho de átomos a molécula apresenta. Dependendo da orientação vetorial das ligações e pólos, a molécula pode ter como força eletrônica resultante nula, ou seja, que não vale nada. O carbono, com suas quatro ligações, é um grande entusiasta dessas práticas. Podem, esporadicamente, aparecer outros compostos apresentando essas veadagens características, porém é mais raro que o Mico Azul.

Ponte de HidrogênioEditar

Você sabia que...

  Como o oxigênio cometeu suicídio? Pulando da ponte de hidrogênio!  
Professor de química sobre piadas sem graça e pontes de hidrogênio

 
Mickey Molécula de água demostrando sua orientação sexual polar e eletrônica.

Tipo de interação especial que acontece entre o átomo de hidrogênio e átomos extremamente egoístas eletronegativos, que atraem com muita sensualidade força a nuvem eletrônica para si. O hidrogênio, por geralmente ser um pólo positivo, torna-se totalmente apaixonado atraído pelo pólo negativo e formando o casamento a ligação. A diferença de eletronegatividade é o ponto chave para que essa merda reação ocorra.

Por motivos de eletronegatividade, os únicos átomos que conseguem atrair o hidrogênio a ponto de criar pontes são o flúor, o oxigênio e o nitrogênio, devido à grandississíssima interação entre os pólos das moléculas, de forma que esta interação é a mais forte de todas. No entanto, outros átomos não possuem a referida capacidade de atrair fatalmente o hidrogênio, formando então ligações dipolo-permanentes.[5]

A substância mais conhecida e consumida no mundo[6], a água, interage intima e profundamente entre suas moléculas através de pontes de hidrogênio, o que confere certas características especiais (ou não) a ela, como fato de expandir ao endurecer congelar, e a elevada tensão superficial, o que permite que Jesus Cristo e alguns animais pequenos andem sobre ela sem afundar[7] e nem se molhar.

Ligação Dipolo-permanenteEditar

 
Interação tipo dipolo-permanente entre duas moléculas bem íntimas.

Esta ligação é a mais comum entre moléculas bipolares, pois a força do deslocamento eletrônico não é forte o suficiente para criar pontes de hidrogênio e também, nas moléculas que não tem hidrogênio[8]. No entanto existe um deslocamento da nuvem eletrônica para o átomo mais másculo eletronegativo, o que acaba por criar pólos na molécula. Esses pólos, para alimentar a discórdia, brigam entre si e se atraem[9], aproximando e bagunçando moléculas, numa fanfarronice sem fim.

Este trenzinho intermolecular, onde cada molécula fica uma grudada a outra, é a fonte de explicação para o motivo de substâncias com moléculas polares podem ter diferentes estados da matéria, do contrário nada poderia juntar estas moléculas bem pertinho para que condensassem ou endurecessem solidificassem, permanecendo gases independente do trabalho que fosse feito com elas.

As forças de Keesom, que envolvem certos efeitos quânticos[10] dos dipolos e pólos, acabam por ser inseridas nas interções dipolo-permanente, provavelmente porque até agora ninguém achou uma explicação para elas. Na verdade, ninguém liga para isso, já que essas interações não explicam nada mesmo. Dentre as interações, as dipolo-permanentes são as intermediárias, sendo mais fortes que as de dipolo-induzido, mas mais fracotes fracas que as pontes de hidrogênio.

Ligação dipolo-induzidoEditar

 
Molécula polar inticando uma molécula apolar para formar um dipolo induzido.

A força de dipolo-induzido, também chamada de força de Van der Waals em homenagem ao vagabundo cientista já citado, ocorre entre moléculas polares e apolares. As primeiras, devido ao deslocamento da nuvem eletrônica, acabam por influenciar as moléculas apolares que chegam perto, fazendo com que as mesmas fiquem revoltadas criem pólos que desaparecem quase que instantaneamente. Estes pólos polarizam outras moléculas, que vão polarizando e assim vai se espalhando como uma reação em cadeia. Não há quem escape, nem fodendo.

 
Duas moléculas biploares apolares brincando através da dispersão de London.

Para as moléculas total e seguramente apolares, não existe nenhuma força eletrostática que faça com que elas aguentem umas as outras[11]. No entanto, existem substâncias apolares em outros estados da matéria que não seja peido gás. A força que faz esse trabalho é denominada força de London[12], em homenagem a um nerd cientista alemão que ninguém conhece. A força de London também se utiliza de métodos quânticos para explicar as interações desta força diabólica.

Tanto as interações de London quando as de dipolo induzido são todas clasificadas por dipolo-induzido, porque, obviamente todas precisam de algo que as induzam a acontecer, exatamente quando o etanol lhe induz a ficar com aquele cruzamento de Chewbacca com a Ana Maria Braga, depois de ter trovado sem sucesso[13] a filha gostosa do seu chefe. As interações de dipolo induzido a as de London são extremamente fracas, tanto que a própria suruba agitação molecular acaba por vencê-la no truco. HUEHUEHUEHUEHUE

Ver tambémEditar

NotasEditar

  1. Para quem não sabe, Holanda e Países Baixos é quase a mesma coisa, ou não.
  2. Também é chamado de pólo otimista.
  3. Perceba que o tempo é curtíssimo.
  4. Evitar confundir com FON, que se trata de amiguinhos de Alexandre Fruta.
  5. Nem é preciso dizer que, se a molécula não possui átomos de hidrogênio, ela não apresentará esta força intermolecular.
  6. Atualmente é seguida bem de perto pelo etanol e pela Coca cola.
  7. E você, que pensava que era um milagre Jesus andar sobre a água.
  8. Capitão Óbvio ataca novamente.
  9. Note que isso se assemelha à causa das incansáveis DRs e ainda serviu de inspiração para composição da música Entre tapas e Beijos.
  10. Eis que a Física apareceu, depois de tanto enchimento de linguiça.
  11. Muitos casamentos acabam pelo mesmo motivo.
  12. Apesar do nome sugerir, ela não foi descoberta em Londres.
  13. De fato, isso sempre acontece.