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Foster The People

Indiemo.jpg Let's see any iranian film?

Este é um artigo INDIE!

Qualquer alusão à The Libertines não é mera coincidência.

Undersk.jpg
EUA Falencia.jpg In Trump We Tru$t!

Este artigo é gringo! Ele usa eletrônicos da Apple, tem um Chrysler poluidor, não joga futebol e acha que é privilegiado..

Foster The People
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Foster The Bichas
Origem Califórnia
País EUA
Período 2009 - atualmente
Gênero(s) indie, gay
Gravadora(s) Gravadora Cometa
Integrante(s) Marcos Kendra Foster e mais dois
Ex-integrante(s) Jacó Fink
Site oficial Desciclopédia


Cquote1.png Foster The People? É ração de cachorro? Cquote2.png
qualquer um sobre Foster The People
Cquote1.png Você quis dizer: MGMT? Cquote2.png
Google sobre Foster The People
Cquote1.png É melhor você correr mais rápido que a minha bala! Cquote2.png
Mark Foster ameaçando quem não pagou as dívidas para com o tráfico
Cquote1.png Ai que delííííciaaa, cara! Cquote2.png
Jaílson Mendes sobre Foster The People
Cquote1.png Eu não tenho nada contra, só não tenho nada a favor também Cquote2.png
Maísa sobre Foster The People
Cquote1.png Que merda isso ter feito sucesso, cara Cquote2.png
Hipster sobre Foster The People
Cquote1.png É, meio colorido, né, mas passa Cquote2.png
João Gordo sobre Foster The People

Foster The People é uma banda/projeto do cantor e tocador de punheta vários projetos oriundas da Califórnia. Na verdade, a banda é uma quase quadrilha de refugiados vinda de vários locais.

HistóriaEditar

Tudo começou quando Marcos, conhecido como Marquinho Foster pela mãe e amigos, nasceu na Favela da Rocinha, na cidade do Rio de Janeiro. Cresceu entre valas e tiroteios, e com apenas 12 anos começou a trabalhar no tráfico porque sua mãe era uma viciada em crack e não lhe dava muita atenção, e viu que levava jeito para marketing narcótico: começou a compor jingles do tráfico — se Proerd tem música, por que o tráfico não teria?

Tornou-se importante na inteligência do tráfico, aí Foster fugiu para o Panamá após se negar a continuar naquela vida. Precisava voltar a estudar, mas tudo que sabia de espanhol eram duas músicas da Shakira e ele precisava melhorar. Numa periferia (e o que não é periferia no Panamá!) conheceu Cu Fink, ou Jacó, que era filho do dono da boca da região e simpatizou com Marcos. Começou a ensinar espanhol a ele, até que houve um tiroteio e o dono da boca mudou. Fink foi jurado de morte, e os dois fugiram para o México.

Na América do Norte, finalmente os dois voltaram a estudar, mas ambos sofreram bullying por terem vindo duma favela panamenha, e acabou que Marquinhos arranjou uma arma e matou o colégio todo, cheio de raiva daqueles riquinhos, e assim nasceu a canção Pumped up Kicks. O problema é que um dos rapazes sobreviveu à saraivada de balas, e esse garoto ameaçou contar pra polícia que Foster quem tinha matado todas as crianças. E o nome desse rapaz era Marcos Pintos, mas Foster conseguiu dar um jeito na situação: disse que, se Pintos calasse a boca, deixava ele ser baterista de sua banda. Mas Foster nem banda tinha, nem instrumento nem nada, mas convenceu o outro rapaz, daí tiveram que montar a tal banda.

O sucessoEditar

 
Foster provando que, afinal, não é uma mulher

Para iniciar o projeto, inicialmente chamado de "Foster Los Guapos", tiveram que sair do México por conta do incidente na escola — por isso Foster The People é uma banda em que nenhum dos integrantes têm formação acadêmica. Foram para os Estados Unidos, lançaram o primeiro single com instrumentos roubados pelos próprios integrantes, e conseguiram fazer muito sucesso com uma música só. Seus green cards logo foram arranjados depois do sucesso de pumped up kicks, porque só americano paga imposto de renda. Ganharam bastante grana e assim conseguiram até lançar um disco e conseguirem uma gravadora que sugou a grana toda que apoiou o projeto, mas já com o nome americanizado, tornando a banda Foster The People.

Mas o sucesso vem apenas desse disco, chamado Torchas, e depois de um disco, Gisele Bündchen, que só deu certo porque tem uns desenhos muito fodas que viraram capinha de celular, almofadas, entre outros. Aí, os integrantes da banda começaram a contar uma história e diziam até ter famílias nos Estados Unidos, porque com dois discos lançados, perder tudo seria realmente horroroso.

Formação atualEditar

 
Senhora??

A banda de Marquinho — que já conseguiu se desligar das origens brasileiras — atualmente conta com 6 pessoas, os dois da formação original (O baixista Cubo dos Link saiu porque achava que sua mulher tava o chifrando demais), mais três pra fazer barulho a mais. Os dois integrantes da "banda de apoio" são totalmente anti-Donald Trump, já que o presidente é contra imigrantes e eles têm um cagaço do cacete de serem deportados, tanto que o disco deles de 2017, o Clube dos corações solitários do Sargento Pimenta tem uma crítica ao governo do pato Donald — e não me pergunte onde, já que aquele disco parece com todos os discos da banda: muito barulho gay com letras estranhas.