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Franziska von Karma

{{#logotipo:http://images.uncyc.org/commons/0/09/Karmap%C3%A9dia.gif}}

Big boing boing.gif Este artigo trata de uma Hentai Girl

Ela é gostosa, mas nón ecziste. Ela participa de algum desenho, jogo ou quadrinhos e sabe a tática do Infernal Silicone.


Franziska von karma banner.jpg
Prosecutor badge.png
Franziska von Karma
Ver Predefinição
GK Franziska von Karma.jpg
Apelidos e/ou Pseudônimos Prodígio
Fran
Franny
Franza
Franzy
Frenzy (= fúria)
Senhora von Whippingberg
Égua Selvagem
Potranca
Chiquinha von Karma
Whiskas von Karma
Indiana Jones de saias
Nome em Nihongo 狩魔 冥 Karuma Mei
Nome na terra do croissant
Nome da terra do Michael Schumacher
Nome na terra de onde veio o time do Barcelona
Nome no lugar de onde veio a scuderia Ferrari
Idade 18 (JFA)
19 (T&T)
Altura 1,62 m
Cor dos olhos Azuis
Cor de cabelo Variam entre azul claro e cinza
Ano em que sua mãe botou essa criatura pra fora da barriga 1999
Profissão Promotora
Família Manfred von Karma (Pai)
Miles Edgeworthh (Irmão adotivo com TGO)
Uma irmã
Uma sobrinha
Amiguinhos etc. Adrian Andrews (Aluna e amante amiga íntima)
Associados Dick Gumshoe (Capacho)
Godot ('Colega' de profissão)
Phoenix Wright (Rival e seu futuro troféu)
Do que mais gosta Dar chicotada
Humilhar
Ficar se achando
Sacanear a defesa
Seu maninho
Adrian Andrews
Acabar com o salário do Gumshoe
Ferrar o Phoenix Wright
Ferrar com tua vida
Do que menos gosta Que alguém a questione
Que alguém lhe passe uma cantada
Que alguém a contrarie
Eu
Seu maior sonho Ser a rainha absoluta


Cquote1.png Aqueles que possuem o sangue von Karma tem apenas um destino. E este é a Perfeição. Cquote2.png
Franziska von Karma
Cquote1.png Hm... Vou querer uma tranfusão do sangue dela! ~CRACK!~ AI! Droga, agora sim vou precisar de uma transfusão... Cquote2.png
Otaku engraçadinho sobre comentário acima.
Cquote1.png Amadora... Cquote2.png
Ivy sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Amadora... Cquote2.png
Elizabeth Blanctorche sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Amadora... Cquote2.png
Whip sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Piranhas tolamente tolas cheias de uma inveja tolamente tola... Cquote2.png
Franziska von Karma sobre Comentários acima.
Cquote1.png Já deu chicotada em mais de mil... Contando com eu... Cquote2.png
Jeremias sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Você traiu o movimento sadomasoquista, véia... Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Franziska von Karma, pouco antes de tomar uma chicotada no nariz.
Cquote1.png VAGABUNDA! VAGABUNDA! VA.. ~CRACK!~ AIIIIIII! FILHA DA PUTA! Cquote2.png
Gilberto Kassab sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Na União Soviética, quem dá chicotada na Franziska é VOCÊ! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Isto non ecziste... ~CRACK!~ IAU! Non vai ser porr isto que vais eczistir! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Bate que eu gamo... Não, peraí, tava só brincando! AAAAI!!! Cquote2.png
Larry Butz sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Treze anos... A garota virou advogada aos 13 anos... Porque é que não dá pra conseguir algo assim na América? Cara, mas é muita inveja... Cquote2.png
Phoenix Wright sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png fränziskävönkärmaeoadvogädamaisgöstosaquehanonössapais. Cquote2.png
Junção alemã sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Cara, eu daria tudo pra pelo menos levar uma chicotada dela... ~CRACK!~ AAAI! É ISSO AÍ! Agora eu posso morrer feliz! Cquote2.png
Otaku masoquista sobre Franziska von Karma.
Cquote1.png Bom saber disso... Cquote2.png
Franziska von Karma sobre otaku masoquista.
Cquote1.png E aqui nesse lado, temos... Ai, Aiiiiiiiiiii! Cquote2.png
Lasier Martins sobre Franziska von Karma

Franziska von Karma é uma promotora, filha do lendário e infame promotor Manfred von Karma. É uma advogada sexy, muito gata, que tem a clássica pintinha preta no rosto (o dela fica um pouco abaixo do canto do olho esquerdo), um belo e esquisito cabelo que consegue variar entre os tons azul e cinza e que costuma usar uma roupa bem chique: Blusa de grandes ombreiras afofadas, colete com botões brilhantes, uma espécie de gravata que parece um lenço com uma bela joia encrustada nela, além de meia calça, saia curta, luvas, botas, chicote...

Aí, você pergunta: "Peraí, CHICOTE?" E eu respondo: "Sim, chicote!" Ela leva um chicote consigo! E não é de enfeite, ela o usa pra valer! Isso, combinado com a fúria perfeccionista dos von Karma, torna-se uma mistura letal pra qualquer um que estiver perto dela, até mesmo nos seus superiores. Na verdade, assim como todo bom von Karma, Franziska se acha superior a todo mundo, a rainha da cocada preta. Isso porque ela se sente no direito disso, visto que ela busca uma única coisa como seu sentido de vida, algo que, aos olhos dela, os outros não podem conseguir: Perfeição; especialmente quando se trata do seu trabalho. Ela não mede esforços pra conseguir o que quer e faz qualquer coisa pra fazer que os réus sejam condenados, sempre usando as táticas sujas do seu pai, além das próprias, não importa o que aconteça com eles depois. Porém, com o tempo, Phoenix Wright e seus amiguinhos conseguiram amansar o coração da fera, tornando ela um tiquinho mais amigável; mas só um tiquinho mesmo, pois ela ainda enfia a chicotada na cara de quase todo mundo.

Por isso, os sons de CRACK (Não tô falando da droga, ô animal) costumam ser bem constantes por onde ela passa, especialmente em ambientes judiciários. Caso você passe por ela, procure tratá-la bem (método difícil) ou então vire masoquista acostume-se (método fácil). Se não, o jeito é se esconder; isto se ela não plantar um receptor em você ou coisa do tipo. E olha que ela é capaz disso. Aliás, ela é capaz de qualquer coisa mesmo... De qualquer forma, veja essa bosta aqui a seu próprio risco.

Índice

HistóriaEditar

 
Eis aqui Franziska von Karma, a toda-poderosa dos tribunais!

Numa sinistra e chuvosa tarde na Alemanha, uma pobre e azarada mulher estava para dar a luz. Enquanto ela estava lá, o marido dela estava no corredor de espera e, diferentemente de qualquer outro pai numa situação dessas, permanecia sentado e calado apertando seu próprio braço. Este homem era ninguém menos que o famoso e infame promotor alemão Manfred von Karma (por isso, eu disse que a mulher era azarada). Então, finalmente, o choro do neném ecoou na maternidade; era uma menininha. A mãe dela aproveitou que o pai não tava por perto e deu o nome pra ela antes que ele desse um nome escabroso. Tal nome era Franziska.

Um tempo depois, Manfred, ao ver a cara dela, teve uma sensação estranha, mas interessante. Então ele, agindo como se fosse um Beethoven drogado, apontou o dedo bem na ponta do nariz da pobre coitadinha e grunhiu...

  É essa aqui... Essa vai ser o orgulho do papai... Hehehehe...  
Manfred von Karma sobre Franziska von Karma.

 
Olha aí a linda pestinha aos 13 anos.

A partir daí, o destino dela estava traçado. Desde então, ela foi tratada e treinada pra se tornar a promotora 'perfeita': Passou por tortura psicológica, chantagem emocional, várias privações e foi obrigada a estudar até pirar. E ainda teve que, depois de alguns anos, dividir a casa com um outro pirralho, que o pai dela adotou depois de sumir por 6 meses por causa de um rolo feio lá na América; não seria nada demais, não fosse o fato dele ser acometido pelas tenebrosas Tendências Gays Ocultas; o nome do pequeno condenado era Miles Edgeworth. Só que, estranhamente, Franziska não se sentia tão mal, nem odiava o pai por tudo isso, pois ela também era acometida de uma anomalia abominável: As Tendências Sadomasoquistas; tanto que ela aceitou o garoto como irmãzinho e tomou gosto por ele, mas como ele gostava de cuidar mais da vida dele, parecia que a coisa não era recíproca, o que deixava a garota injuriada. Voltando ao assunto, o tratamento desumano até que funcionou bem, pois na escolinha onde estudava, ela só tirava notas monstruosas, mas, sendo fria como a Execução Aurora, era vista como uma aberração por seus coleguinhas.

Numa bela noite, Franziska, acorda, ouve um ruído estranho e, curiosa, levanta da sua cama e vai ver o que era. Chegando na sala, ela então viu algo que mudaria a sua vida para sempre: A sua TV mostrando um filme de sadomasoquismo. Ela ficou parada vendo aquele troço por um tempinho, sem entender direito do que se tratava. Então, o pai dela, que tava na poltrona curtindo o filme, percebeu que Franziska tava olhando e quase teve um treco.

 
Manfred von Karma, o pai da dita cuja. Velhinho sinistro, não?

Ele imediatamente desligou a TV e tentou se explicar na base da bronca, mas não dizia coisa com coisa. Só que, apesar do que houve, Franziska só ficou olhando pra ele como se nada demais tivesse acontecido. O velho estranhou a reação da garota, mas ele ficou surpreso mesmo quando ela disse que aquilo "parecia legal". Então, ele parou um instante, respirou fundo e relaxou e gozou.

Foi aí que ele teve uma ideia e resolveu tomar vantagem da situação: Primeiro, ele começou a explicar sobre certas coisas de adulto; isso pra depois explicar (de forma 'mastigadinha', claro; ela ainda era uma pirralhinha) como funciona (em parte) a 'brincadeira' que ela viu na TV. A intenção do velho era torná-la uma promotora mais incisiva, mais dominadora, pois sendo ela uma garota, era previsível que alguns idiotas desdenhassem dela. Vendo a animação dela, Manfred prometeu dar um presente pra ela de manhã, caso ela não conte nada do que viu pra ninguém.

De manhã, o pai da Franziska, diferentemente dos deputados brasileiros, cumpriu o que prometeu: Deu de presente a ela um chicote de montaria. A garota ficou muito feliz com o presente e o velho prometeu que daria um maior quando ela ficar mais crescida. Ela ficou ainda mais contente e prometeu ao pai que não o deduraria. Bom, alegria da Franziska, terror para os seus coleguinhas de escola: Ela virou uma espécie de valentona e todo mundo ficava obrigado a se submeter a ela, contando com os professores e até mesmo o diretor. E eles eram obrigados a aceitar, até porque ninguém queria se meter a besta com o lendário Manfred von Karma.

Chegando aos 13 anos, Franziska virou uma gracinha de menina, mas, como era de se esperar, estava ainda mais implacável do que antes. Tão implacável que Manfred decidiu que já era hora de botá-la no ramo pra valer. Então, finalmente, enquanto o seu irmãozinho mais velho com Tendências Gays Ocultas tava estreando nos States e tentando dar um esculacho na voluptuosa futura mentora de um certo babaca de cabelo espetado, Franziska foi também estrelar a sua promotoria, mas num tribunal do seu próprio país. A garota deu um passeio, pra alegria do papai. Ela tomou gosto pela coisa e, desde então, não parou mais.

Finalmente, 18 anos. Franziska agora era uma advogada linda, sexy, mas geniosa como sempre. E, finalmente, ganhou um chicote maior de presente, daquele parecido com o do Indiana Jones, como o seu pai lhe prometera e, claro, a garota ficou feliz pra caramba. Desde então, ela passou a acertar advogados de defesa e até os juizes em sessões do tribunal, tornando-a ainda mais temida do que nunca, sem contar que ela não perdeu sequer um caso desde que começou a cerreira. Segundo os padrões da Franziska, ela tinha tudo pra ser a garota mais feliz do mundo...

Um tempo depois, a garota soube que o seu irmãozinho andou tomando uns belos sacodes no tribunal. E pior: Ele ainda foi posto a julgamento sob a acusação de assassinato e o próprio pai dela foi acusá-lo perante o tribunal. Ela não entendia o que estava acontecendo. Só que a coisa deu uma reviravolta (Claro, o que não falta em Ace Attorney é reviravolta): Edgeworth foi inocentado dessa acusação e de uma outra, a de ter matado o próprio pai e ainda por cima, descobriram que quem matou ele foi o próprio Manfred, porque o pai de Edgeworth fez um risquinho, um mísero risquinho no recorde perfeito dele. Acabou que o Manfred foi condenado à morte e, mesmo inocentado, Edgeworth caiu em desgraça, vindo a pedir arrego da carreira e tomar chá de sumiço logo em seguida. Ao saber disso tudo, Franziska, começou a se preparar pra ir pros States, muito fula da vida pelo que houve com o seu maninho e, mais, com o nome da família, que corria o risco de ser desdenhado a partir de então. Então, quase 1 ano depois, Franziska estava pronta pra viajar e botar na vala o zé roela que desencadeou tudo isso: O advogado de defesa e 'sósia' do Sonic, Phoenix Wright...

PersonalidadeEditar

Franziska tem uma personalidade complexa, como qualquer indivíduo perturbado. Como visto aí em cima, Fran foi submetida a uma educação muito rigorosa pelo próprio pai. Isso, entre outras coisas, fez com que a garota desenvolvesse uma série de manias e distúrbios, os quais serão listados abaixo.

ManiasEditar

Arquivo:FvK Cries.gif

A maioria das manias que ela tem foram todas copiadas pelas atuações do pai, as quais Franziska viu no tribunal. Vendo que os outros ficavam meios assustados com essas manias, Franziska, quase que inconscientemente, absorveu-as e passou a apresentar algumas das manias que os seu pai apresentava durante o julgamento.

  • Mania de apertar o braço: Uma mania bem evidente, igualzinho a seu pai. Agora, o porquê que o pai dela fazia isso não é totalmente conhecido, sendo provavelmente um tique nervoso causado pelo ansieo de querer detonar a defesa e acabar logo com o julgamento.
  • Mania de balançar o dedo: Franziska não executa essa mania da mesma forma que o seu pai, mas ela faz isso de uma forma mais provocante (em qualquer sentido que você imaginar). Essa mania é até fácil de entender: Imitação ao Sonic. Sendo ele um bicho que usa a arte do correr pra [email protected]%@&$#, teoricamente, ele vive em primeiro lugar, isto é, é um vencedor. Tal mania serve de mantra, que faz Franziska se sentir mais poderosa, o que no fim das contas não garantiu porcaria nenhuma.
  • Redundância: Manfred von Karma costumava chamava os outros de tolos. Desde pequena Franziska reparava nisso. Só que, estranhamente, ela absorveu isso de forma tão intensa que ela dificilmente encontrava outros adjetivos execráveis para os outros. Isso ficou cada vez mais intríseco no compormento dela que, até o fim da adolescência, ela, quando elevava seu ki nível de estresse, ela repetia diversas vezes a palavra 'tolo(a)' e suas variações numa única frase, embora possa muito bem dizer outros insultos. Exemplo:

  Usuário tolamente tolo que possui uma vida tolamente tola e perde o seu tempo criando este artigo tolamente tolo merece ter um fim tolamente tolo...  
Franziska von Karma sobre eu.
  Viu? Foi o que eu disse.  
Eu sobre comentário acima.
  Ei, eu estava falando de você, seu tolo!  
Franziska von Karma sobre eu.

  • Mania de chamar pelo nome completo: Essa é uma mania que ela desenvolveu por si mesma. Um belo dia, reparando o quanto as pessoas reagiam assustadas ao serem chamadas pelo nome inteiro, ela resolveu fazer a mesma coisa com os outros. Desde então, ela só chama os outros dessa maneira, com poucas exceções, como o próprio pai, o qual ela prefere chamar de 'papa' e o Juiz, cujo nome nem ela sabe.

DistúrbiosEditar

 
O que ela não faz pra ganhar um caso...

Embora mais implícitos que as manias, os distúrbios são muito mais perigosos e prejudiciais, mais pro resto do mundo do que pra ela mesma. Eles foram desencadeados pelas várias adversidades de vida que Franziska passou e a própria passou a desenvolvê-los com o passar dos anos. Ela procura mantê-los escondidos para si, obviamente, mas, como diria Edgeworth, "a verdade sempre dá um jeito de aparecer".

  • Tendências Sadomasoquistas: Essas são praticamente de nascença, (até porque, Von Karmas tem predisposição a isso). Em sua busca frenética por perfeição, Franziska faz os outros passarem por momentos terríveis, mas, em contrapartida, a faz quebrar a própria cara. Vale ressaltar que ela possui essas tendências num nível muito mais crítico, fato evidenciado pelo bom manejo do chicote e do fato de estar com ele sempre à mão; coisa que foi acarretada por aquela situação em que ela pegou o pai vendo filme pornô, a qual foi já foi descrita aqui.
  • Tendências Gays Ocultas: Por conviver com Edgeworth, ela teve o azar de contrair essa anomalia por contágio. Felizmente, não chega a ser do mesmo nível que o do próprio, antes, sendo mais branda do que a dele. Mas foi o bastante pra ela tomar gosto pela gostosona da Adrian Andrews. Porém, como é branda, não é o bastante pra rejeitar todos os homens. Tanto que ela começou a aceitar melhor Phoenix Wright por perto. Claro, ele ainda ganha as suas chicotadas, mas, oras, Roma também não foi feita em um dia...
  • Fúria Perfeccionista: Nem é necessária muita explicação. Franziska sempre desejou fazer as coisas exatamente do seu jeito e ela foi estimulada a isso desde pequena. Quando a coisa não sai do jeito que ela quer, ela habitualmente tenta resolver as coisas na base da chicotada e desconta até em quem não tem nada a ver com o assunto em questão.
  • Lado Crianção: Franziska pode ser muito durona às vezes, mas no fundo, beeeeem no fundo, é um coração-de-manteiga. Eventualmente, ela tende a mostrar algumas atitudes meio infantis, mas, havendo uma pressão emocional mais acentuada, ela acaba liberando totalmente o seu lado infantil, que foi reprimido pelo seu exaustivo treinamento. Quando isso acontece, ela chora, faz birra, fica de mal etc. Tem vezes que, mesmo não sendo bem mostrado, outros conseguem ver esse lado da personalidade dela, o que explicaria o fato de acharem ela uma gracinha mesmo queando está zangada. Geralmente, ela perde as estribeiras a partir daí.

CasosEditar

  ALERTA DE SPOILER GAMÍSTICO!

Este artigo gamístico pode conter spoilers que revoltam os nerds, como o fato de que:
Sonic derrota Chaos e destrói o Egg Carrier, mas Chaos ainda sobrevive!

Portanto, leia com cuidado.


Reunião, e ReversãoEditar

 
Franziska aproveita os nevoeiros pra treinar com o seu chicote pra acertar lazarentos mesmo sem vê-los. (Como se precisasse disso pra acertar os outros sem ver...)
Você: Ah, fala verdade, você só botou essa foto porque ela tá pagando calcinha!
Eu: Ora, eu sou um descíclope; eu tenho que ser cínico!

É nesse caso que ela dá as caras pela primeira vez na série Ace Attorney. Apesar de sedenta de vingança e de ser a primeira vez que ela age como promotora na América, Franziska estava tranquila, afinal estava praticamente certa de que iria ganhar. A missão dela era provar a culpa da assistente tantã da sua 'vítima' pessoal, Maya Fey, pela morte de um médico na vila Kurain, que é onde ficam os cafofos da família Fey. Maya tava fazendo um ritual de incorporação de um espírito a pedido do doutor, mas ele morreu à base de chumbo grosso da arma que ele mesmo estava carregando, sem contar que foi esfaqueado antes disso. Como o ritual foi feito num salão a portas fechadas, a probabilidade de ter sido Maya que fez isso era praticamente total, ou seja, o caso tava mamão com açúcar pra Franziska.

 
Franziska tomando o seu troféu.

E lá estava ela na corte, preparada, só esperando a sua 'vítima' aparecer. E finalmente, ele aparece: O picolé de mamona da Capcom, Phoenix Wright. Ao ver a cara de desgastado do indivíduo, ela estranhou e pensou consigo mesma: "Foi pra esse molenga que o Miles Edgeworth perdeu?! Não acredito! Meu irmãozinho caiu mesmo de nível!" Então, ela se encheu ainda mais de confiança e já tava quase rindo de tão ridículo que achava que seria esse julgamento. Iniciada a sessão, ela armou o seu circo: Manipulou testemunhas (Especialmente a Black Power da série), escondeu evidências importantes e, claro, desceu o chicote nas ventas de todo mundo. E isso tudo sem levar uma penalização sequer...

Phoenix Wright parecia sempre acuado, fazendo a domadora advogada achar que o caso já tava na mão. Mas foi aí que ela começou a saber quem é Phoenix Wright: Quando ela menos esperava, o cara de cabelo espetado detonou toda a argumentação dela e o caso da Franziska começou a perder seu crédito. Ela ainda tentou o que podia e usou os poucos truques sujos que ainda guardava na manga pra tentar reverter a situação. Não adiantou nada: Phoenix conseguiu pôr o caso em xeque e ganhou mais tempo pra solucioná-lo. E Franziska, coitada, quase arrebenta o chicote na força bruta de tão zangada que tava. Porém, ela se acalmou e foi atrás de mais informações.

No dia seguinte, ela chamou mais duas testemunhas do caso, a tia broaca da Maya e uma ruiva miolo-mole que tava dando um rolé pela vila das Fey. Já no tribunal, Phoenix teve que encarar a broaca primeiro. Ele sabia que ela tava envolvida na morte do doutor, mas segundo a sua defunta mentora, a qual foi incorporada pela filha da bruaca, a velha cabeça de cogumelo era uma raposa, difícil de dobrar. E ela era só o 'aquecimento' da Franziska, pois o chumbo grosso mesmo era a ruiva cabeça-de-vento que clamou ter visto a irmã incorporada na Maya passeando pelo cafofo. É, Franziska no estilo "pode vir quente que eu estou fervendo". Mas Phoenix deu mesmo um 'banho de água fria' na Fran: Não só ele detonou com o depoimento da tal ruiva, como ainda provou que foi ela quem matou o doutor. Ela se escondeu dentro do salão disfarçada de Maya (tudo com a ajuda da velhaca), pôs a garota pra dormir, matou o doutor, manchou Maya e a si mesma com o sangue dele e ficou fingindo que era Maya pra incriminá-la.

Franziska, suando frio e mesmo sem saída, tentou continuar firme, mas a ruiva, vendo que não tinha mais jeito, confessou o crime. Franziska quase estourou a rebinboca da parafuseta nessa hora... O caso, que tava na mão dela, escapou pelos dedos como um sabonete molhado; o recorde perfeito dela foi parar na conta do Papa; tudo culpa de um zé roela com terno azul furreca, uma cara mal acabada e um infame cabelo espetado... Louca de ódio, ela deu tanta chicotada nele, mas tanta chicotada nele, que o cara foi a nocaute. Depois disso, foi embora pro seu quarto de hotel, quase comendo o chicote, prometendo revanche.

Reversão do CircoEditar

 
Não se engane. Ela quer evidências, não você.

De novo, Franziska volta pra acabar de vez com Phoenix Wright; dizendo que aquele julgamento anterior não valeu (Pois é, Franziska tem trauma de infância mal vivida e, consequentemente, um lado crianção). Dessa vez a missão dela nesse caso extremamente estúpido, era provar a culpa de um mágico baitola metrossexual pelo assassinato do dono de um circo famoso que tava fazendo uma temporada na cidade.

Franziska, como de praxe, tava se sentindo a toda poderosa, achando que estava muito óbvio a culpa do tal mágico. Mas exsite um ditado que diz: "Quando a esmola é muita, o santo desconfia". Vejam só o por quê: A munição dela consistia no chapéu de seda pessoal dele que foi largado na cena do crime (Ele teria que ser muito burro pra fazer isso), as testemunhas, que eram os 'colegas' de picadeiro dele e que o odiavam por ele vivia de nariz pra cima (testemunhas com propensão prévia contra o réu não são testemunhas válidas), e o fato de não haver pegadas, implicando que ele possa ter literalmente 'saído voado', coisa pela qual ele era famoso (mas exige uma longa preparação, o que não levaram em conta, pois o motivo alegado surgiu em sequer uma hora antes do crime).

Mas a louca não tava nem aí; queria porque queria dar um fim na carreira de Phoenix Wright. E acabou pagando caro por isso, pois o próprio virou a argumentação dela de ponta cabeça de novo. Assim, o julgamento acabou sendo suspenso para que a acusação e a defesa procurem por mais informações. Franziska foi prontamente. No meio da investigação, ela, que tava na cola do frouxo do Gumshoe, dá de cara com Wright e revela o porquê de toda aquela raiva: O seu irmãozinho salta-pocinhas. Queria vingar o fato do cabelo espetado tê-lo feito desistir da carreira (Ou pelo menos era isso o que ela pensava) e, quando o encontrasse de novo, botá-lo na linha novamente. Claro, isso tudo com uma boa dose de chibatadas pra todos no recinto.

 
Pobre Gumshoe, sempre sendo feito de gato e sapato pela domadora de tribunal...

Depois disso, ela continuou suas investigações, mas ela tava achando que não estava fazendo um progresso tão grande. Ela então resolveu ficar na cola de Wright, pra ver se conseguia descobrir mais alguma coisa. E conseguiu: Ele havia conseguido uma evidência decisiva contra um ex-trapezista cadeirante, chamado Acro, que também clamou ter visto o suspeito saído voado e antes que ele pudesse guardá-la, a filha da mãe aparece e toma na maior mão grande. Mas ainda não estava satisfeita, aí o capachão insinuou (a mando do maninho dela, que tava a par de tudo) em fazer uma devassa surpresa no quarto do ex-trapezista inválido (E ela ficou fula por não ter tido a ideia antes do capachão). Ela captou a mensagem (e ainda tomou a ideia como dela mesmo): Fez a busca, mas não encontrou nada. Já sem paciência, foi embora pra se preparar pra sessão do dia seguinte.

E, como já era de se esperar, Franziska tinha chamado Acro pra depor no tribunal. Levando em conta que Acro era uma cara gente fina, de bem com a vida e, ainda por cima, era um pobre inválido, ninguém iria questionar o testemunho dele. Mas Wright, sendo o sorvete de chuchu que é, não quis nem saber: Detonou o depoimento dele e, melhor, provou que foi ele que matou o dono do circo ao jogar pela janela do quarto dele, que ficava no 3º andar de um pequeno prédio, uma pesada estátua de bronze na cabeça do infeliz. Na verdade, ele queria acertar a filha dele, por causa de uma treta do irmão dele com o leão de estimação dela, mas acabou que o pai dela foi pro buraco por essa vingança.

Só que Acro não se deu por vencido e perguntou: 'Cadê a arma do crime?' E Franziska ainda lembrou que ela não achou a tal arma do crime durante a sua busca. Claro que ela não achou, porque a estátua tava escondida na cadeira de rodas de Acro. Ele foi obrigado a colocar lá quando Franziska fez a devassa no quarto dele pra achá-la. Quando ela ouviu Phoenix contar essa, Fran quase teve um pilipaque e ficou se amaldiçoando pela burrice que fez. De tão irritada que ficou consigo mesma, ela nem pensou em chicotear mais ninguém naquele momento (mas, no mínimo, pensou em se enforcar com o próprio chicote). Depois do caso, ela foi embora bastante frustrada, mas, sendo teimosa feito uma mula, logo voltou a desejar vingança de novo...

Adeus, Minha ReversãoEditar

 
E aqui está Franzis... Peraí! Essa não é a Franziska, é a Elisabeth Blanctorche! Quem diria, ela gosta de fazer cosplay (ou não).
 
Sabendo que Gumshoe era um linguarudo, Franziska vivia desconfiando dele. Não era sem razão: Se ela descobrisse que ele vivia de armação com o maninho dela...

A nossa bela domadora de gente tava se preparando pra encarar outro julgamento pra tentar mais uma vez acabar com Phoenix Wright (Isso tá ficando parecido com Dick Vigarista tentando pegar o pombo). Ela foi para um hotel investigar a morte de um ator de seriado de TV pra fedelhos, um caipirão. O suspeito era outro ator ator de seriado de TV para fedelhos, um meio emo cuca fresca. Os dois tinham uma rixa feia e quando o caipirão foi revelar os podres do quase emo, o cabra virou chinelo.

Por algumas vezes, Fran se encontrou com Wright, mas isso foi quando ela rastreava pelo seu detetive capachão e, claro, sobrava chicotada pra todo mundo, pois o bobão do Gumshoe vivia passando informações pro Sonic de terno. E, num desses encontros, logo depois dela ter posto Gumshoe a nocaute, o pessoal teve uma tremenda surpresa: Miles Edgeworth. Feliz por encontrá-lo, ela até ficou, mas ela tava mesmo era com raiva, por ele ter ralado peito, mas ele não tava ligando muito pra ela (sem contar que ele botou o dedo na ferida na garota, deixando ela ainda mais zangada). Ela, não querendo mais se estressar com aquilo por agora, se mandou, deixando o maninho e Wright discutindo a relação trocando ideias quanto ao caso.

Ela então, voltou pro hotel onde ocorreu o crime, onde conheceu a garota que seria a sua mais nova paixão amiguinha: Adrian Andrews, uma loiraça que tratava os outros no esculacho. Ela viria a ser uma testemunha, visto que ela era gerente do suspeito. A princípio, seria só uma conversa típica entre uma von Karma e uma reles testemunha, mas acabou que as duas começaram a reparar uma na outra, ver coisas em comum, trocar ideias e aí rolou... Er... Bem, terminaram fazendo um trato: Franziska sabia que ela poderia sair incriminada, então resolveu dar uma ajudinha e deu uma pequena aula de direito pra que ela pudesse se virar no tribunal quando for chamada. Caso ela se saísse bem, Fran prometeu que lhe ensinaria também a arte do sadomasoquismo chicote. Adrian concordou. E quando a advogada foi sair, ela encontra Wright e, temendo deixar transparecer alguma coisa, fingiu ser dura com Adrian e deu o fora, deixando o de cabelo espetado tentar dar conta dela.

Chegando o dia do julgamento, lá foi ela toda esperançosa, achando, da mesma forma que nos julgamentos anteriores, que dessa vez, ela acabaria com Wright...

Quando ela se preparava pra ir ao fórum, ela tomou um tiro no ombro (No mesmo lugar que o pai dela também levou bala; isso é que coincidência)! E ela, mesmo ferida, queria ir ao tribunal de qualquer jeito pra enfrentar o Sonic de terno, mas Edgeworth não quis nem saber de birra e levou ela a força pro hospital (E voltou rapidinho pra encarar Wright no lugar dela). Lá no infame hospital Hotti, ela passou por mais bocados nas mãos do diretor:

 
Franziska não larga do chicote nem mesmo na hora de um banho de mar.

Ele esqueceu de botar a anestesia e tirou a bala quase que na marra. Felizmente, ela ficou bem, mas ainda tava irada por perder a chance de acabar com Wright. Este foi visitá-la, depois do julgamento, e ainda levou flores, pois, apesar de tudo, queria vê-la bem (Ou talvez tava começando a sentir falta das suas chicotadas). Lá, ele, seguido por Edgeworth, encontra o doutor, que logo em seguida é posto a nocaute pela Franziska só de vingança. Phoenix começou a repreendê-la pelo que Adrian passou por causa daquele trato e ela, não querendo transparecer nada de suspeito em relação a ela, fingiu não ligar, mas ele insistiu tanto que chegou uma hora que, não podendo se segurar mais, teve que calá-lo com o chicote (Mas isso não tirou a pulga atrás da orelha dele). Depois disso, ela foi embora, ressentida. Tanto que ela pagou uma visitinha pra Adrian pra confortá-la e aproveitou pra ensinar o básico da arte do sadomasoquismo chicote pra ela, como havia prometido (O que deixou o guarda com uma cara de alguém que viu um fantasma). Já de cabeça fria, Fran se despediu e seguiu o seu rumo.

 
Franziska e Edgeworth, quando ainda eram pirralhos. Como o moleque vivia viajando na maionese por causa das Tendências Gays Ocultas dos traumas de infância, a menina vivia se perdendo por aí. Pra achar ele depois, era sempre um martírio.

Quando ela achava que ficaria sossegada de vez, Edgeworth a chama pelo telefone e pede desesperadamente que vá atrás do detetive capachão usando o seu receptor, antes que a polícia tomasse dele as evidências decisiva do caso. Ele tava em direção ao fórum de carro a toda velocidade, mas fez barbeiragem e bateu em cheio num poste e caiu duro. Ela a princípio relutou mas, não querendo se sentir pior do que já estava, ela obedeceu: Foi feito uma louca atrás dele e conseguiu pegar as evidências a tempo. Mas ela teve de deixar o capachão pra trás pra correr até o fórum e apresentar as evidências à corte. Ela conseguiu de novo e graças a uma delas, o suspeito, que tinha feito poucas e boas com Wright e cia., foi finalmente condenado. Logo depois, Franziska se encarregou de fazê-lo pagar caro por toda a zorra que aquele lazarento causou.

Depois do julgamento, Franziska foi atrás do Sonic de terno pra zoar por ele ter perdido. Mas ele não tava nem aí pra isso, afinal, ele se livrou do lazarendo do meio emo e recuperou a sua assistente tantã do assassino que ele contratou. Franziska ficou muito indignada com isso. Ela não conseguia entender; o cara perdeu e continuava feliz! Aí, Edgeworth explicou o que houve com ele quando sumiu, Wright falou como se sentiu... Então, Franziska perdeu de vez a paciência com essa viadagem lenga-lenga. Então ela se decidiu: Cansada disso tudo, jogou o receptor e até seu querido chicote no chão; ela então foi arrumar as malas e ir embora pra Alemanha de uma vez. Ao fazer isso, ela começou a sentir uma nostalgia de matar, pois ela estava com o casaco fedorento do capachão, o qual ela usou pra carregar as evidências. Ela resolveu guardar na mala de recordação.

Antes de ir embora, ela aproveitou pra passar no hotel onde ocorreu o crime. Ela soube que Wright e cia. tavam dando uma festa de comemoração. Ao ver a cena, sentiu inveja daquilo tudo, mas por outro lado, ficou frustrada de novo. Foi então que Edgeworth percebeu pelo receptor que ela tava por perto, pois foi no casaco do capachão que ela tinha plantado o transmissor. Franziska percebeu e se mandou rapidinho; Edgeworth foi logo atrás. Chegando no aeroporto, os dois tiveram uma discussão de família e foi aí que ela revelou que queria se vingar do Edgeworth também: Ele vivia ignorando a garota quando eram mais novos. Ela bancou a durona como sempre, mas no fim das contas não aguentou mais: A indomável Franziska von Karma caiu no choro. Terminada a porcaria toda, ela pegou o avião e partiu. Lá, ela pegou uma evidência extra que Edgeworth disse que estava no casaco do capachão e que não foi apresentada no tribunal. Era um card do assassino que pegou Maya e que a própria fez um desenho em cima do desenho original da carta: Era a cara do nosso picolé de mamona, o Wright. Ao invés de ficar com raiva de novo, ela ficou mesmo é admirando o desenho por um tempo e prometeu a si mesma que devolveria pro Wright um dia desses quando tivesse uma boa chance...

Ponte para a ReversãoEditar

 
Sem o chicote, Fran não faz muita coisa. Tanto que Phoenix aproveitou a situação pra zoar, bancando o gostosão pra dela (E ela mal se aguentou de tesão vergonha). Claro que, quando ela recuperou o chicote, Phoenix teve que dar uma passadinha no hospital pra fazer uma pequena plástica...

Franziska ficou de boresta lá na Alemanha durante cerca um ano. Um belo dia, recebeu uma ligação urgente da promotoria de Los Angeles, dizendo pra ela pra lá assumir a promotoria de um caso importante. Ela não entendeu porcaria nenhuma e não deu muita bola pra explicação do caso, até que disseram quem seria advogado de defesa que ela iria encarar: Ele, o pudim de maxixe, Phoenix Wright. Aí, ela pensou: "Já é! Agora sim acabo com ele!" Então ela topou. (No fundo mesmo, ela só queria vê-lo de novo. E na pressa, esqueceu de pegar aquele cartãozinho com o desenho dele que ficou no casaco fedorendo do capachão.)

 
Fran foi ensinar a arte do sadomasoquismo chicote pra uma loira (A foto tá em preto e branco, eu sei, mas essa de óculos é loira sim). E, claro, tinha que dar em merda.

Mas ao chegar no tribunal, quem ela vê na bancada da defesa: Ele, o vinho tinto azedo da Capcom, Miles Edgeworth. Ela ficou bastante surpresa mas pensou: "Já é! Agora sim acabo com ele!" O negócio agora era provar a culpa de uma espécie de freira pela morte brutal de uma escritora pra lá de esquisita. Só encarar Edgeworth era ainda pior do que encarar Wright. Mas isso não era nada, porque ela teve que aturar uma criatura sinistra na bancada da testemunha: Ele, o LSD personificado, Larry Butz, um amiguinho de infância do Wright. A partir daí, virou uma bagunça: O cara fez a cabeça de todo mundo no local fervilhar por causa das suas bisonhices. No fim, Edgeworth saiu ganhando e Franzsika ficou muito, mas muito estressada, tanto que açoitou Butz até apagar. Mas, mesmo depois disso, o filho da p#%@ não largava do pé dela de jeito ou maneira.

 
Eu sei que é tentador, ela é muito gostosa. Mas eu já disse isso: Ela quer evidências, não você. E se insistir, tá ferrado.

Franziska, só de curiosidade, se dirigiu até o Templo Hazakura onde toda a confusão começou pra ver Edgeworth e cia. e ver o que tava pegando. Mas o mala sem alça do Larry ainda tava atrás dela e ela já tava de saco cheio de aturar o cara; é quando o nosso sorvete de chuchu, Phoenix Wright, aparece e com a cara quase tão verde quanto um verdadeiro chuchu, por estar gripado. Ele e Franziska finalmente conseguem fazer o cara se mandar e ficarem a sós... Não, não rolou nada demais. Só uma feliz conversinha de reencontro (com algumas chicotadas, claro). Ela, pra não deixar transparecer nada de 'suspeito' em relação a ele, bancou a durona, mas ele ficava de risadinha ao vê-la, o que obrigava a meter-lhe mais chicotada pra se manter firme. Phoenix viria a cair fora pra pegar mais informações, mas Franziska, não querendo perder outra oportunidade de ficar perto dele, o encontrou de novo. Foi aí que ela se decidiu: Se juntou a ele nas investigações. Aí, passaram a perambular por aí curtindo o momento revirando tudo o que podiam. Claro, seria tudo perfeito se não fosse as idiotices do capachão, a bronca da prima pirralha da Maya, a cara de pau com visor de Ciclope do Godot etc.

 
Eis uma forma em interessante de bancar o filho da p#%@ usar a fúria perfeccionista da Franziska a seu favor.

Mesmo assim, ela aproveitou o quanto podia. Até chegar uma hora em que Phoenix se deparou com a entrada de uma caverna que tava mais pra um geladeira de pedra. Ele já tinha ido lá antes pra procurar pela sua assistente lelé-da-cuca e tinha visto uma tranca esquisita, mas quando voltou lá, apareceram mais 4 daquelas trancas do nada. Franziska até pensou antes em quebrar aquelas trancas, mas Godot havia alertado sobre as atividades sísmicas do local; pra você, noob, isso significa terremoto. Como ninguém sabia como destrancar aquelas tranqueiras (Porque as trancas não tinham entrada pra chave) e Phoenix precisava continuar a investigação, Franziska resolveu ficar por lá pra tentar descobrir os segredos das trancas. E assim aconteceu. O negócio tava mesmo difícil, pois cada tranca tinha um segredo diferente, o que obrigou a garota a ficar lá por mais de um dia tentando destrancar aquelas porcarias. Ela quase pirou nisso: Teve crise depressiva, se perguntava por que fazia aquilo e teve que apelar tanto pro café pra ficar acordada que, por alguns momentos, ela achou que virou o Godot.

Depois de muito esforço e quase desmaiar de exaustão, ela conseguiu. E encontrou quem? A ré do caso, Iris. Fran tomou um susto e não entendeu nada, pois ela tinha-a visto sair com Edgeworth e cia. de lá da caverna. Mas aquela não era Iris de fato: Era a irmã dela, a ex-namorada endiabrada do Wright, Dahlia Hawthorne, que havia recebido pena de morte e agora tava no corpo da Maya e, naquele instante, estava no tribunal se passando por Iris. Mas, àquela altura, Dahlia tava tomando um super esculacho da Mia e, totalmente sem moral alguma pra revidar, voltou pro Inferno chorar no colinho do capeta. Enfim, Franziska foi correndo pro tribunal apresentar a Iris verdadeira. Ao chegar lá, ela botou a ré no gabinete do réu e foi procurar um canto lá mesmo pra pregar o olho por um tempinho.

Ela acordou a tempo de ver Phoenix dando a última paulada em Godot, provando que foi ele quem matou a escritora estranha que, estando possessa por Dahlia, tentou matar Maya. Finalmente terminado esse martírio, todo mundo se juntou pra comemorar e dessa vez Franziska teve a oportunidade de ir junto. Eles foram prum restaurante francês todo cuti-cuti que era administrado por um GGG (Grande Gordo Gay). Felizmente, ninguém teve que aturar esse e tiveram paciência o bastante pra aturar Larry também.

Antes de voltar pra Alemanha, Franziska foi levar um lero com a sua querida amiga Adrian Andrews, que tava administrando uma amostra de tesouros da família Fey num museu. Fran aproveitou pra dar uma aula mais completa sobre a arte do sadomasoquismo chicote pra ela e pediu pra que ela mostrasse o que aprendeu pro Wright como uma lembrancinha final.

Fatos sobre Franziska von KarmaEditar

  1. Se alguém a questiona sobre alguma coisa qualquer, está questionando a perfeição dela; leva chicotada.
  2. Se alguém a chama pelo nome, está desviando a sua atenção; leva chicotada.
  3. Se alguém a chama pelo sobrenome, está tomando o nome von Karma em vão; leva chicotada.
  4. Se alguém a chama pelo nome completo, está tentando perturbá-la. E consegue; por isso, leva chicotada.
  5. Se alguém tenta imitá-la, está tentando copiar a perfeição, objetivo inatingível para meros mortais; leva chicotada.
  6. Se alguém a elogia, na verdade quer obter alguma vantagem; leva chicotada.
  7. Se alguém a chama de gostosa, comete difamação; leva chicotada.
  8. Se alguém repara nas suas belas pernas, está usando-a em seus pensamentos lascivos; leva chicotada.
  9. Se alguém a chama pra sair seja lá pra quê ou pra onde, está tentando fazê-la perder o seu precioso tempo; leva chicotada.
  10. Se alguém oferece algum doce a ela, está tentando arruinar a sua perfeita forma física; leva chicotada.
  11. Se alguém dá um estojo de maquiagem de presente pra ela, está implicitamente dizendo que pode-se melhorar a perfeição; leva chicotada.
  12. Se alguém a olha nos olhos, está dando a entender que está desafiando-a. Ela aceita o desafio; por isso, leva chicotada.
  13. Se alguém sorri pra ela, está zombando de sua superioridade; leva chicotada.
  14. Se alguém se oferece pra fazer algo para ela, está pondo em dúvida a sua capacidade; leva chicotada.
  15. Se alguém pede rendição para ela, está mostrando a sua inferioridade; como punição, leva chicotada.
  16. Se alguém tenta corrigi-la, está dizendo que ela não é perfeita. Comete blasfêmia; leva chicotada.
  17. Se alguém a ignora, está desdenhando da sua ilustre presença; leva chicotada.
  18. Se alguém canta uma música pra ela, está tentando distraí-la de suas obrigações; leva chicotada.
  19. Se alguém tenta paquerá-la, está intentando em tomar para si uma honra que definitiamente não lhe é devida; leva chicotada.
  20. Se alguém da dinheiro a ela, está implicitamente dizendo que ela é uma pobretona; leva chicotada.
  21. Se alguém pede ajuda a ela pra fazer algo, está evidenciando a sua incapacidade de fazer as coisas por si mesmo; leva chicotada.
  22. Se alguém oferece flores a ela, está com segundas intenções; flores nada mais são do que as partes reprodutoras das plantas; leva chicotada.
  23. Se alguém peida perto dela, está cometendo um atentado terrorista contra a sua perfeição; leva chicotada.
  24. Se alguém oferece bebida alcoolica a ela, está tentando se aproveitar da nobreza dela (dentre outras coisas); leva chicotada.
  25. Se alguém oferece um bichinho de brinquedo pra ela, está insinuando que ela é uma criançona; leva chicotada.
  26. Se alguém a acorda, está perturbando o seu sono perfeito; leva chicotada.
  27. Se alguém oferece a ela cerveja durante o Oktoberfest... Ela toma, ué! Alemão que se preze não perde essa!
  28. Se alguém a pede pra fazer algo a mando do Chuck Norris... Ela obedece. Ela é poderosa, mas não dá nem pro cheiro quando se trata do Chuck. Agora, se for mentira do lazarento, claro, leva chicotada.
  29. Se alguém a pede para lhe dar chicotada... Ora, foi ele que pediu! Leva chicotada!
  30. Se você procurar fotos dela nua, está praticamente cometendo um crime contra a beleza dela, leva chicotada!

Todo alemão que se preze gosta de beber um bocadinho. Com Franziska não é muito diferente. Os resultados das suas bebedeiras, assim como de vários pinguços, costumam ser curiosos. Veja só o que acontece quando ela fica de mangüaça ou não.


Achou isso bizarro? Você ainda nem viu a pior parte... Se quer mesmo ver, clique no link abaixo ao seu próprio risco.

Franziska no auge da insanidade.

Lista de pessoas que tomam chicotada da FranziskaEditar

 
Aqui está uma evidência da imunidade a penalidades judiciárias da Franziska.

Lista de pessoas que não tomam chicotada da FranziskaEditar

  • Manfred von Karma (Ela prefere não se meter a besta com o próprio pai)
  • Godot (Bater em cego é sacanagem, embora ele mereça)
  • Mia Fey (Em batalha de mulher gostosa, o chicote não conta muito)
  • Pearl Fey (Porque nada é mais intimidador do que uma pirralha de 8 anos)
  • Morgan Fey (É uma pobre senhora...)
  • Mafagafo (O chicote não é amarelo. Nem a dona dele)
  • Gaara (Preciso mesmo explicar?)

Comentários sobre Franziska von KarmaEditar

  • Phoenix Wright: "Comentar o quê? Qualquer coisa que eu diga pra ela é motivo de levar chicotada!" ~CARCK!~ "AI! Não falei?!"
  • Miles Edgeworth: "..." ~CRACK!~ "AI! Mas eu não disse nada!"
  • Maya Fey: "Se ela, que tem a minha idade, já é forte desse jeito, eu também posso ser!" ~CRACK!~ "BUÁÁÁÁÁÁ, MAMÃÃÃÃEEE!!!"
  • Mia Fey: "Hmph... Vadia..."
  • Pearl Fey: "Você é uma moça muito má! Peça desculpas agora!"
  • Dick Gumshoe: "Ela não está aqui... Ela não está aqui..." ~CRACK! "AI! Chuif... Ela tá aqui..."
  • Larry Butz: "Oh, Frannyyyyy! Seja minha modelo, vai! Posa pra mim!" ~CRACK!~ "AI! Tá bom, parei..."
  • Marvin Grossberg: "Só de ver aquele chicote... Ai, minha hemorróidas..."
  • Lotta Hart: "Uma furo sobre essa guria retardada deve valer o maior cascalho, meu!" ~CRACK!~ "AI! Tá bom, mina, esquece que eu disse..."
  • Maggey Bride: "Dá pena... Tão azarada quanto eu..." ~CRACK!~ "Ai! Tá bom, eu sou mais azarada..."
  • Winston Payne: "Glup... Er... Insana... ~CRACK!~ "Ai! Não, quis dizer, gostosa! ~CRACK!~ AI!"
  • Manfred von Karma: "Hehehehe... Essa é a minha garotinha..."
  • Godot: "Aê, potranca! Esse café aqui é por você! Hehehehehe!" *Toma um gole de café*
  • Juiz: "S-S-Senhorita von Karma? Oh, sim, ela é a melhor promotora que existe! É sim... *Tremendo de medo*
  • Adrian Andrews: "Onde vai ser a próxima aula, Srtª von Karma? No seu quarto ou no meu?"
  • Você: "Ela é tão..." ~CRACK!~ "Ai! Deixa eu terminar de falar cacete!"

Agora, que mais eu coloco aqui? Ah... O-Oi, Franziska, não sabia que você estava aquIAAAAAAAAAAARGH...

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