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Fronteira dos Vales

Pao-de-Queijo-1.jpg Minas Gerais... quem te viu, não te esquece jamais...

Uai, sô! Este artigo foi inscrito pur um minerim! Se ele inda num tá completo é por causo de que o disgramado deve tá comeno um pão de quêjo, um paster de milho ou a vaca atolada da tua mãe purque minêro come quéto!

Índice

Localização GeográficaEditar

Essa vila, ou espécie de cidade, bairro rural (ou simplesmente uma vila que ninguém se importa) é mais um desses lugarzinhos de Minas difícil de se achar, difícil de chegar e difícil até de acreditar que existe devido a sua insignificância.

Sua localização é por muitos desconhecida, porém muitos historiadores e nerds experts concordam que sua possível localização se encontra perto do Acre. Mas outros especialistas dizem que ela, em tese deveria estar no topo de alguma montanha perdida em Minas Gerais. Porém como sequer aparece nos GPSs ou em algum mapa, a primeira opção seria a mais válida.

 
Habitante de Fronteira dos Vales quando decide visitar a cidade

HistóriaEditar

Após uma revolução na cidade de Joaíma, os derrotados fugiram para terras desconhecidas ainda de posse dos índios Machakali, que logo seriam afugentados da região com a introdução da enxada como forma de vida, o vilarejo levou o nome do rio que o banhava a força. Os novo habitantes de Pampã viviam dos frutos silvestres, tais como mangas, bananas e animais mortos, já que caçar dava muito trabalho. Em 1934 um regimento militar proveniente do município de Águas Formosas tomou posse da localidade, criando um posto avançado para suas ambições imperialistas em dominar o então debilitado município de Joaíma, que já vinha a quase um século de guerras contra o miserável município de Jequitinhonha. Em 1956 Águas Formosas concedeu ao povo de Pampã a sua emancipação, seguiu-se um período de fome e escassez devido a longa distância dos pés de manga da vila. No ano de 1994 construiu-se uma praça com mão de obra vinda de outras cidades.

 
Diferença entre uma placa normal (esquerda) e uma placa da Fronteira dos Vales (nazista direita)

EconomiaEditar

Famílias indo a Lambari receber o bolsa família,bolsa gás, bolsa escola, bolsa miséria, principal fonte de renda local, fora também a produção intensa de pães de queijo (a única coisa que presta em Minas). Após a inconfidência mineira a cidade simplesmente quebrou, teve mais da metade de suas casas destruídas e as demais foram vendidas pois ninguém queria morar naquele fim de mundo. Ainda há alguns estabelecimentos para comércio, como os quilombos, as vendinhas, os tropeiros, o escambo (uma espécie de troca troca entre os moradores) e principalmente as lojas de pão de queijo.

PopulaçãoEditar

Sua população é basicamente constituída por caipiras semi analfabetos (assim como todo estado de Minas Gerais) que vivem por ai domando touros, roubando goiabas e nadando pelados em uma grande lagoa (usada também para fazer várias surubas).

ReligiãoEditar

A principal religião dessa cidade é o Pão de queijarismo, uma religião que cultua o deus pão de queijo criador de todos os seres humanos e principal inimigo do Bolo de Presunto, um ser que semeia o caos e a destruição por onde passa e rapidamente conquista fiéis servos.

 
Habitante local ganhando a vida

Todo ano a cidade realiza um culto em homenagem ao Deus Pão de Queijo, nessa homenagem eles sacrificam animais e crianças, colocando seu sangue nos pães e comendo dez dias depois para acalmar seu deus, essa cerimônia é realizada para evitar que seu deus transforme todos em sua cidade em pães de queijo fresquinhos.

BairrosEditar

Seu único bairro decente dessa vila se chama "Bairro Novo". Os habitantes desse bairro são basicamente os mesmos do resto de Minas Gerais, ou seja, é simplesmente só mais uma cidade em meio a milhares de outras.

Habitantes ilustresEditar

Entre outras seres habitam essa vila.