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Desciclopédia β

Geometria molecular

Relógio nerd.JPG Este artigo é relacionado à matemática.

Se ele tiver um "~" antes, ele está mentindo.

Geometria molecular da água feita por um engenheiro.

A geometria molecular é a parte da química que absorve os engenheiros que não conseguiram emprego em alguma empresa ou abrir seu próprio negócio. Ela estuda a maneira que os átomos se organizam numa molécula (assunto muito importante) e como é possível construí-las para vendê-las no mercado negro, para fazer uma maquete chata sobre 300 moléculas que o seu professor mandou ou para passar o tempo quando a internet não fonúncia.

Índice

Teoria da repulsãoEditar

Baseia-se na ideia de que pares eletrônicos da camada de valência de um átomo central, ligantes ou não, comportam-se como nuvens eletrónicas recalcadas que se repelem o mais longe possível de suas inimigas, outros pares de elétrons. Qualquer semelhança com o código de conduta das periguetes é mera coincidência. Uma nuvem eletrónica pode ser representada por uma ligação simples, dupla, tripla ou mesmo por um par de elétrons que não estão se ligando. De acordo com essa teoria, a birra gerada pelos pares de elétrons da camada de valência do átomo central criam o formato da molécula. Portanto, se houver 2 nuvens eletrônicas ao redor de um átomo central, a maior distância que elas podem assumir é 180 graus. No caso de três nuvens, 120 graus, sendo que é de extrema importância analisar se a ligação é covalente ou iônica.

Arranjo geométricoEditar

 
Exemplo daquilo que vai ser metido de molécula linear, o dióxido de carbono.

O formato gerado pela birra dos pares de elétrons da camada de va... Ah, foda-se, você sabe do que eu tô falando! Enfim, o formato é chamado de arranjo (qualquer reclamação do nome, falar no cartório) e implica na geometria. Os tipos de arranjo são:

  • Linear - 2 pares de elétrons
  • Trigonal - 3 pares de elétrons
  • Tetraédrica - 4 pares de elétrons
  • Bipiramidal trigonal - 5 pares de elétrons
  • Octaédrica - 6 pares de elétrons

Tipos de geometria molecularEditar

 
Exemplo de molécula trigonal: metanal.
 
Exemplo de molécula octaédrica, o fluoroantimonato do ácido fluoroantimônico.
  • Linear: Qualquer imbecil percebe que é a geometria de arranjo linear. Ocorre entre dois ou três átomos e o bagulho geralmente é um gás.
Exemplos: ácido clorídrico e gás do arroto.
  • Trigonal plana: Ocorre um átomo central que convida outros três para uma canjicada no sítio dos avós. O arranjo, obviamente, é 3.
Exemplo: metanal.
  • Angular: Acontece quando o átomo central tem três ou quatro nuvens eletrônicas em sua camada de valência. No caso de três, duas devem estar fazendo ligações e uma não, o que forma um ângulo de 120 graus entre os átomos da relação. Quando há quatro nuvens, duas devem fazer ligações e duas não, formando um ângulo de 104° 34' (posição pouco usada) entre os átomos.
Exemplo: água
  • Tetraédrica: Acontece quando há quatro nuvens eletrônicas na camada de valência do átomo central e todas fazem ligações químicas. O átomo central assume o centro de um tetraedro regular. Ângulo de 109º 28'. O carbono em especial adora essa posição (ver Tetravalência do carbono).
Exemplo: gás do peido
  • Piramidal: Acontece quando há quatro nuvens eletrônicas na camada de valência do átomo passivo, sendo que três fazem ligações e uma não. Os três átomos ligados ao átomo central não ficam no mesmo plano. O angulo é de 107°, segundo a calculadora.
Exemplo: amônia
  • Bipiramidal: Acontece quando há cinco nuvens eletrônicas na camada de valência do átomo central, todas fazendo ligações. O átomo central assume o centro de uma bipiramide trigonal (que merda é essa?). Os ângulos entre as ligações são 120 graus e 90 graus (ou não).
Exemplo: pentacloreto de fósforo.
  • Octaédrica: Acontece quando há seis (haja buracos!) nuvens eletrônicas na camada de valência do átomo central e todas fazem ligações, formando ângulos de 90 graus e 180 graus.
Exemplo: hexafluoreto de enxofre

Ver tambémEditar