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Gioacchino Rossini

Chinchilo Rossini, minutos antes de se encontrar com Oscar Wilde para um passeio

Cquote1.png Você quis dizer: Giacomo Puccini Cquote2.png
Google sobre Gioacchino Rossini
Cquote1.png Prefiro morder a maçã Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Guilherme Tell

Gioachino Barbére Pavarotti de Piu-Mosso Figarro Rossini foi uma grande pecador que durante sua vida produziu diversas obras animadas, juntou muito dinheiro e degustou o melhor das cozinhas internacionais. Foi durante muitos anos perseguido pela Igreja dos Santos dos Últimos Dias por considerá-lo "banal demais". Não seja por isso, Rossini de fato se destacou pela sua habilidade de criar novelas que encantavam a massa pobre de seu país, tornando-se por isso um grande pioneiro na arte do pão e circo além de freelancer prestigioso da Rede Globo.

Índice

BiografiaEditar

Rossini nasceu no berço de uma família humilde e carismática, em algum canto bacana da então decadente Itália fascista. Seu pai era um bom funcionário público e trabalhava como fiscal de trigo neozelandês importado pela Sicília. Como nem sempre se dava bem com as autoridades locais, entre eles mafiosos e camponeses, tentava ao máximo resolver suas complicadas relações com um pequeno (porém lucrativo) escambo de propinas entre a ilha e o restante da Europa. Entre uma negociação e outra, um dia o pai de Rossini recebeu um objeto importado do Egito, de formato triangular e reluzente, que logo deu de presente para o filho. Rossini então se encantou com o presente, pois logo começou a tirar notas do então "instrumento" musical. Percebendo a grande habilidade de Rossini para com objetos barulhentos, o pai logo o admitiu em sua banda de jazz que varava os bares locais, juntamente com sua esposa filha de padeiro, cantora humilde e discreta. Assim, Rossini iniciou sua lucrativa carreira musical.

InfânciaEditar

De algum jeito desconhecido, a banda do pai de Rossini deu certo, e nisso eles viajaram o país inteiro divulgando a nobre arte da música. Enquanto a Revolução Francesa empenhava-se em combater as tropas fascistas italianas, Rossini andava de cidade em cidade adquirindo mais conhecimento, até que um dia a caravana familiar entrou num túnel errado e deram de cara com a França. Sendo agora imigrantes ilegais, rapidamente Rossini pode entrar no mundo do crime, onde se refugiou junto a um traficante de Veuve Clicquot que estranhamente dominava uma técnica de aromatização do cravo, que permitiu a Rossini a desenvolver seus primeiros ornamentos anos mais tarde. Certo dia, ao demonstrar uma escala cromática-harmônica, o mentor traficante de Rossini entrou em coma alcoólico e por hora deixou o pupilo puto da vida. Por outro lado, enquanto seu professor não despertasse para a vida, Rossini poderia livremente trabalhar no depósito e trabalhar ainda mais em seu próprio temperamento.

Agora com certa influência no mundo underground do crime, Rossini começa a estudar em todos os conservatórios locais para aumentar sua rede de contrabando (afinal de contas, não existe raça mais manguaçada do que a dos músicos). Porém um dia acaba sendo descoberto por um padre falido, que o induz a desistir de sua vida bandida para se dedicar unicamente a música sacra e receber a bênção de Deus. Os termos de troca eram simples, mas como Rossini não queria perder sua virgindade com 14 anos desistiu abertamente dos termos da ideia, e deixou o padre na mão. Invocando poderes misteriosos e que não vale a pena mencionar a origem, o padre bombardeia Rossini com uma chuva de contrapontos, que o faz metodicamente perambular por uma balança amaldiçoada entre a vocação e a digestão, selando Rossini com uma praga que o atormentaria pelo resto da vida.

Cansado de tudo e de todos, Rossini abandona os estudos na França e abandona seu lucrativo negócio de bebidas para se tornar pesquisador eufórico das obras de Mozart. Como fora amaldiçoado por uma praga contrapontística, Rossini teve que pesquisar ao máximo linhas melódicas que pudessem quebrar o verticalismo harmônico (aposto que você não entendeu nada) e logo se converteu para o parnasianismo, a fim de procurar paraísos maiores para a sua música.

CarreiraEditar

 
Rossini de ressaca na missa de Domingo

Depois de um tempo, Rossini deixa de estudar para arranjar algum emprego de verdade, e eis que um dia estava tendo um mega show no teatro municipal da sua cidade. Chegando lá, se ajeitou em um lugar qualquer e esperou o grande Chico Buarque dos Países Baixos entrar no palco e apresentar o espetáculo. Depois de uma noite regada a MPB e a muito falatório, Rossini se encantou com a enrolação do músico e o perseguiu para trocarem alguma ideia. Depois de conversarem, Rossini embarcou com Chico até Amsterdã para tocarem uma Rita. Passaram a noite juntos em companhia de Jah e logo depois surgiu a ideia de compor alguma besteira. A obra desenvolvida se chamou a Ópera do Malandro, e estreou com grande sucesso devido às putarias inclusas. Depois disso, Rossini se tornou uma celebridade, viajou por toda a Europa, conheceu de vez a Noruega e até fez um curso de sushiman. Ganhava tanto dinheiro que cada vez mais escrevia menos música, mais ou menos. Tanto sucesso começou a despertar a ira de outros músicos já sem muito talento, e Rossini sofreu durante vida três ataques terroristas: um perto do Vaticano, outro perto da casa da Tua Mãe e outro ali atrás, com o maldito pastel do China e suas azeitonas esfarelantes. Mesmo assim, Rossini conseguiu sobreviver intacto, e passou o resto de sua vida em estado vegetativo comendo hot dogs e dando cantadas nas velhinhas da praia.

Fim da LinhaEditar

Rossini estava de bem com a vida, e para isso constantemente exortava os políticos locais a desviarem verbas para o seu fundo de caridade. Passou exatos 87 anos e meio aproveitando o bem bom que o dinheiro pudesse proporcionar. Se casou com uma soprano, nem bonita nem feia (naturalmente, com uns 30 Kg a mais que Rossini) e compra seu primeiro cartel de traficagem de quindins. Porém uma volta do destino fez com que Rossini largasse a boa vida e viajasse para a Áustria, logo depois que descobriram que Rossini devia anos do Serviço Militar que não cumprira na juventude. Rossini ainda procurou se justificar, após ler a carta de convocação, mas foi em vão... Fora chamado para combater as tropas fundamentalistas mórmons que se casavam com milhares de mulheres na região da Alta Bielo-Rússia. Sua missão era salvar as últimas irmãs do reino (Letônia, Estônia e Lituânia) a continuarem virgens e solteiras. A escassez de mulheres na região proliferaram as culturas emos, o que não é de forma alguma bom para ninguém. Com sua poderosa AK-47, Rossini invade os territórios do Norte e morre de caibra pós-digestão, após empantufar-se de Ruffles antes de entrar no front. Por esta nobre missão, Rossini foi condecorado com o Nó de Platina e sepultado ás margens do Mar Mediterrâneo, onde flutua até hoje.

ObrasEditar

As mais conhecidas apenas, ou as que resistiram à umidade

ÓperasEditar

Uma das mais conhecidas novelas de Rossini, conta passo-a-passo a história de um jovem padeiro apaixonado pela arte de fazer panetones e recheá-los com supostas pequenas ervilhas cristalizadas. Hoje em dia é distribuída em DVDs personalizados juntamente com eletrônicos, tais como o George Foreman Grill
Baseada em fábulas antigas, conta a história de um certo Senor que após diversas jogadas falidas em Bancos Imobiliários resolve criar, de vez, sua própria companhia agrícola. Participação especial de Walt Disney
Talk Show de grande sucesso na Idade Média, conta a história de um pai alcoólatra que gostava de passatempos estranhos como palavras cruzadas e suicídio no melhor estilo Jackass. Aqui é narrada a lenda de quando trabalhava nos pomares do Cennoura Tolla.


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