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Desciclopédia β

Glória Perez

Loituma.gif Este artigo é sobre algo ou alguém que enche o saco e é muito irritante. Se você vandalizar, ele será seu tormento pro resto da vida!
Casal-banguela.jpg Este artigo é sobre algo ou alguém com falta de beleza!

Não nos responsabilizaremos por qualquer dano em sua visão ou vontade de continuar a viver.
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Infernoacre.jpg ESTE ARTIGO NON EXISTE

Este artigo veio do Acre, portanto trata de uma dimensão que ainda não foi encontrada, aonde vivem dinossauros, não há corrupção e foi comprada muito caro da Bolívia.

Se vandalizar, corre o risco de parar em outra dimensão.

Bandeira do Acre.png

Senhoras e senhores. Estava eu, singelo autor desse artigo, estava o escrevendo, quando de repente dou de cara com tal aparição:

Excl.jpg

Esta página foi protegida contra edição e re-criação por sua mãe.
Requira a reabertura deste artigo lá onde o vento faz curva.

Fiquei tentando entender porque diabos bloquearam meu querido artigo e me impediram de escrever sobre a minha querida Glória Perez. Daí, na minha insistência em escrever e escrever e redigir, e digitar, e dactilografar, enfim, no meu afã de fazer um artigo bem ao nível de uma extensa e bela novela da mesma, acabei ganhando algo um tanto quanto constrangedor, na minha residência...


Agora estou até com medo de escrever o artigo. Mas ainda assim, pela liberdade de expressão deixa eu falar filho da puta e sem medo de criar mais uma controvérsia inútil nesse site, deixarei com vocês aqui abaixo todo o texto que eu tinha escrito antes do processo chegar em minha residência. Boa sorte aos leitores desse artigo, pois o mais singelo olhar para o mesmo você já corre sérios riscos de receber em sua casa dois adevogados musculosos, mas bem cruéis, mandando você apagar a porra toda, senão...

Cquote1.png CADEIA JÁ! Cquote2.png
Alborghetti sobre você
Cquote1.png Na União Soviética a Glória Perez é processada por VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal russa sobre Glória Perez

OBS: A parte de cima do artigo deve ser ignorada, provavelmente ela não está nem um pouco engraçada e deveria ser jogada no lixo em alguma página de testes do site ou algo do tipo. Perdoem-me pelo desabafo desnecessário, eu sou idiota mesmo.

Índice

BiografiaEditar

 
Glória Perez após a leitura atenciosa desse artigo. Já sabe que pela cara dela, vai rolar processo.

Glória Maria Rebelo Ferrante de Quem Fala Mal Dela Perez (Rio Branco, 25 de setembro de 1948) é uma escritora de contos eróticos pertubados e bizarros do Brasil. Como uma rara acriana (sim, ela procede do lugar que não existe), ela começou desde cedo a escrever poesias que possuíam correlação com o universo o qual ela nascera, ou seja, misturando alhos com bugalhos, jesuses com genésios e cus com as calças. Como ninguém entendia nada do que ela escrevia, a mandaram pra faculdade fazer curso de história, pra ver se melhorava, mas como todos sabem, o contato com o curso de história (e mais especificamente com os que lá já estão) normalmente não faz bem pro cérebro e piorou ainda mais a mente insana e psicótica de Glória.

Em 1968, após a repressão do AI-5 sobre as dorgas, Glória, sob influência da matadora de personagens Janete Clair, decidiu virar autora de novelas. Mas só começou mesmo em 1983, pois acabou casando em 1969 e teve 3 pirralhos: Daniela, Rodrigo e Rafael. Após se cansar enfim de ser dona-de-casa e topar junto com Janete Clair fazer uma novelinha, o maridão a deixou.

CarreiraEditar

Glória começou a carreira de autora na novela em 1983 com "Eu Prometo" (mas não cumpro), onde ela ainda não usava sua técnica clássica de se utilizar de misturebas sem sentido, já que ela ainda era a escraviária da Janete Clair, só conseguindo enfim assumir as pontas com a morte da sua chefa, quando ela foi ajudada por ninguém mais que Dias Gomes (outro autor de novelas que costumava fumar drogas).

No ano seguinte, veio o Partido Alto, junto com Aguinaldo Silva. Pela primeira vez dos dois eles foram os chefões, dividiram essa tarefa entre eles, o que gerou uma novela típica: trairagem e ricos contra pobres. Em 1984 ela escreveu "Barriga de Aluguel", a primeira novela dela com temática completamente absurda e doidona, tão doidona que a Globo mandou ela pastar e ela acabou indo pra Manchete, onde escreveu uma novela chamada "Carmem", uma homenagem a uma paixão antiga do diretor da novela, José Wilker, que costumava a usar com frequência.

Como a novela foi muito pesada pra ela (rolava diversas aparições REAIS de uma pombajira no enredo, saravá meu pai!), mesmo com todo o sucesso guiado pelos sacrifícios de mil criancinhas bodes e vacas, ela voltou pra Globo, que ficou chocada com o sucesso da novela dela, completamente bizarra, e a colocou pra fazer uma minissérie, chamada Desejo, que foi mais uma enorme aula de história do que uma minissérie mesmo. Como conseguia até ter um pouco de sucesso ante às mulheres peladonas de Pantanal, garantiu para a autora cheque em branco para começar as suas doideras, enfim.

E assim surgiu enfim a "Barriga de Aluguel", que não, não é uma história sobre a mãe do Inri Cristo. Mesmo com um tema totalmente maluco, tendo demorado mais de anos para conseguir enfim ser exibida, a novela fez um sucesso absurdo, fazendo o Boni engolir seco sua implicância com a realidade pela qual nasceu seu inútil filho Boninho. Barriga de Aluguel se tornaria uma das mais longas novelas do universo, com 243 capítulos, pra endoidar a mente dos maridos que não aguentavam mais as mulheres queimando o jantar pra ver isso.

Em 1992 foi a vez de "De Corpo e Alma", só que essa novela acabou fazendo sucesso não pela sua trama confusa que misturava go-go boys e doações de órgãos, e sim por causa da morte da filha Daniella. Não devia nem mencionar isso aqui, pois corro sérios riscos de processo.

Em 1995, depois de 3 anos sem fazer nada, por nem forças possuir pra fazer algo, chega na TV "Explode Coração". E o elemento que faltava nas novelas da mesma enfim aparece: a mania estúpida de colocar povos de outras nações como se fossem neandertais retardados e atrasados que fazem de suas mulheres gato e sapato. Nesse caso, foram os ciganos, além de falar de algo que na época todo mundo achava que nem daria certo: a internet. A autora chegou até mesmo a criar um programa que seria o protótipo do Skype. Espero que ela nunca faça uma novela sobre O Fim do Mundo, senão estamos fodidos...

Em 1998 foi a vez da minissérie pornográfica Hilda Furacão, em que pela primeira vez muitos homens realmente ligaram a TV na Globo para acompanharem com muito prazer a atuação da Ana Paula Arósio. Deu até uma ajudinha na série Mulher, falando de uma modalidade de sexo ainda pouco comum na época: o car jerking. Ainda fez uma nova versão de "Pecado Capital" no mesmo ano, mas foda-se.

 
Glória já aguardando o quanto de dinheiro vai receber do processo contra esse artigo.

Em 2001, enfim, O MAIOR SUCESSO DE TODOS: "O Clone". Sem dúvidas, a novela onde por fim todos os esteriótipos de novelas da Glória se completaram: uma boa (boa?) mistura de um povo desconhecido do mundo ocidental em geral retratado mal pra caralho, em que seus países são mostrados como obras de arte, mas os seus costumes são mais primitivos que os de um neandertal (pobres marroquinos). Some a isso a capacidade impressionante em que todos falam português perfeitamente em quaisquer partes do planeta, protagonistas femininas que acham-se sempre injustiçadas pra cacete e que sempre querem romper com a porra toda (Jade, que era mais ativa do que o otário do namorado-amante), protagonistas masculinos burros pra burro (e muitas vezes interpretados pelo Burrico Inexpressivício, como nesse caso - e o pior, em triplo!), temas bizarros, polêmicos e com nenhum contexto com o resto da história da novela (se bem que nesse caso um dos temas - clonagem - é o título da novela, mas e o que tem a ver drogas e o bar da Dona Jura?) e personagens de subúrbio mais legais que o resto da novela toda (NÉ BRINQUEDO NÃO!).

Daí pra frente, tirando aquele programete chamado A Diarista (que ela nem dirigiu, apenas fez o episódio piloto) e a minissérie da Amazônia, as outras novelas todas seguiram O MESMÍSSIMO PADRÃO: América, Caminho das Índias e Salve Jorge. Até aquela minissérie do tal Canto da Sereia, embora não tivesse exatamente o mesmo esqueleto "criativo" (só que de criativo nada tem isso), vinha com a velha premissa dela de temática polêmica (nesse caso, uma cantora lésbica, macumbeira, e que pede pra ser morta por vontade própria: você mataria? Vai te danar...). Enfim, ela viraria o mais do mesmo dela mesma, o tempo todo, e sempre tentando enganar todo mundo na ideia de que fazia um trabalho criativo e totalmente "novo". Rárárá...

ProcessoEditar

Glória é especialista em processar e xingar muito no Twitter qualquer um que a critica. Desde 1993 ela age dessa maneira, sendo que originalmente isso se devia unicamente porque ela era a única que não acreditava no óbvio: que a culpada pela morte de sua filha era a própria filha, pois ela conseguiu cometer suicídio após ser sequestrada voluntariamente, tomar um murro do Guilherme de Pádua e ser asfixiada por pedido próprio, e por fim manipular por telepatia o Guilherme e sua então esposa a enfiar punhaladas ou tesouradas (essa parte ninguém ainda sabe ao certo até hoje) contra o próprio corpo. Tá certo, eu admito, quem foi o idiota que acreditou nessa historinha? Bom, enfim, depois Glória passou a considerar que só em mencionar o nome do assassino, você já poderia ser processado (fudeu pra mim então).

Só que a partir de 2012 a autora literalmente tresloucou, após tomar críticas pesadas de crentes da Igreja Universal que sua novela Salve Jorge não passava de uma porra de uma macumba do satã imitação de Caminho das Índias, que por sua vez era um clone de O Clone e assim sucessivamente. Emputecida, começou a xingar todo mundo, chamar todos de crentes mentecaptos e que ela não estaria se autoplagiando, mas apenas fazendo reciclagem de ideias já utilizadas anteriormente. Bem, como sua mãe e também a minha acreditaram nessa merda, então é issaê né...

Ver tambémEditar