Abrir menu principal

Desciclopédia β

Google Classroom

O próprio.

O Google Classrumroom é um simulador de sala de aula sistema de gerenciamento de fezes, ou seja, a plataforma de "estudo" mais deplorável da história da humanidade. Não serve pra porra nenhuma, pois o usuário não aprende nada de interessante (igualmente a escola), só coisas extremamente inutilizáveis para a vida do sujeito. Na verdade não aprende nada mesmo, porque o Classroom só facilita a forma em que os professores passam as atividades, ou seja, dificulta a vida do aluno. Foi cagado desenvolvido pela Google e é um recurso da Google Apps, uma plataforma semi-ótima, e "semi" é só por causa do Classroom.

O Googol Google Classroom combina o Google Drive, sistema de armazenamento de arquivos contendo vídeos pornográficos, para criação e distribuição de tarefas, podendo ser Google Docs, Sheets e Slides para gravação, GayMail para comunicação e Google Calendar para agendamento. Os alunos podem ser convidados a participar de uma aula por meio de um código privado ou importados automaticamente de um domínio escolar, o que é uma total perda de tempo. Cada turma cria uma pasta separada no respectivo Drive do usuário, onde o escravo aluno pode enviar o trabalho para ser avaliado pelo cagador professor. Aplicativos móveis, disponíveis para iOS e Android, permite que os usuários tirem fotos nus e se conectem a atribuições, compartilhem arquivos de outros aplicativos e acessem informações pessoais offline.

Índice

HistóriaEditar

Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Google Classroom.

DesenvolvimentoEditar

O Google Classroom foi anunciado em 6 de maio de 2014 por um filho da puta funcionário da Google com más intenções para o futuro das crianças. A Google, por ser uma empresa diabólica, o-publicou analmente oficialmente em 12 de agosto de 2014. Em 2015, o Google anunciou uma API DO Classroom e um botão de compartilhamento para outros sites, e esses sites são, geralmente, XVideos e Abcdefghijklmnopqrstuvwxyzabcdefghijklmnopqrstuvwxyzabcdefghijk.com. Essa função permite que os administradores e desenvolvedores de escolas se envolvessem ainda mais sexualmente. Em 2017, a Google abriu o Classrom, assim tornando-se possível para qualquer usuário pessoal do Google criar e dar o cu uma aula. Em 2018, o Google anunciou uma atualização do Classroom, adicionando uma seção de trabalhos de aula, piorando a satisfação dos usuários com a plataforma. Em 2019, o Google introduziu 78 novos cocôzões ilustrados e a opção de arrastar e soltar tópicos e tarefas na seção de aula.

Influência na quarentena de 2020Editar

Em 2020, os chineses cagaram tudo e alastraram uma gripe sexualmente transmissível por todo o mundo, o BITCH-19. Por causa disso, as pessoas tiveram que ficar em casa se masturbando. Por causa disso, os diretores escolares desocupados utilizaram esse website para encher a linguiça dos alunos coitados. Nisso vários estudantes descobriram que os seus professores, que aparentavam ter o nome mais normal do mundo, na verdade se chamavam Maurício Osdesvaldo Pinto dos Santos.

RecursosEditar

 
Aqui temos um belo exemplo de como o sistema do Classroom é perfeito.

O Google Classroom une Google Drive e Gmail sexualmente para ajudar as instituições anti-educacionais a usar um sistema sem papel higiênico. Os alunos podem ser convidados para as salas de aula através do banco de sentar dados da instituição, através de um código privado que pode liberar mísseis na Coreia da Morte ser adicionado à interface do usuário do aluno ou importado automaticamente do Paraguai de um domínio escolar. Cada turma criada com o Google Classroom cria uma pasta separada no respectivo Google Drive do usuário, onde o aluno pode enviar vídeos pornográficos para serem avaliados por um professor de educação sexual.

AtribuiçõesEditar

As atribuições são armazenadas e classificadas no conjunto de aplicativos de (des)produtividade do Google que permitem a colaboração entre o professor e o aluno ou aluno para aluno de aluno pro aluno do aluno. Em vez de compartilhar documentos confidenciais que residem no Google Drive do aluno escravizado com o professor, os arquivos são hospedados no cu Drive do aluno e enviados para cagação avaliação.

ClassificaçãoEditar

O Google Classroom suporta muitos esquemas de classificação diferentes (só o aluno que não suporta tanta desinformação). Os professores têm a opção de anexar arquivos à tarefa que os alunos podem visualizar, editar ou obter uma cópia do Minecraft. Os professores têm a opção de monitorar o progresso de cada aluno, tanto na tarefa quanto nos momentos satisfatórios. As tarefas entregues podem ser classificadas pelo professor e retornadas com comentários para permitir que o aluno revise a tarefa e retorne ao trabalho escravizado.

ComunicaçãoEditar

O sistema de comunicação do Google Classroom é uma merda. Os anúncios são postados pelos professores no fluxo da turma, e daí os alunos ficam postando putaria, permitindo uma comunicação bidirecional (nem sei que porra é essa) entre o professor e os alunos. Os alunos também podem postar no fluxo da turma, mas não terão uma prioridade tão alta quanto um anúncio de um professor, porque eles são só jovens dinâmicos sem poder nenhum. Vários tipos de mídia de produtos do Google, como vídeos do RedTube YouTube, podem ser anexados a anúncios e postagens para compartilhar conteúdo, o que é completamente inútil, pois dá pra obter as respostas facinho no Brainly. O Gmail, por algum motivo desconhecido, também oferece opções de e-mail para os professores enviarem para um ou mais alunos na interface do Google Classroom.

Relatório de originalidadeEditar

O relatório de desoriginalidade foi introduzido em janeiro de 2020, antes mesmo de todo mundo já ficar ciente do Coronel Milos. Ele permite que educadores e alunos vejam as partes íntimas e seções do trabalho enviado que contêm a formulação exata ou semelhante à de outra fonte fiável. Para os alunos idiotas, esse recurso destaca os materiais de origem e sinaliza a citação em falta para ajudar o aluno a melhorar sua redação. Os professores também podem visualizar o relatório de originalidade (como sempre), permitindo verificar a integridade acadêmica do trabalho enviado pelo aluno.

RecepçãoEditar

 
Note o entusiasmo do jovem ao receber a notícia de que vai ter aula online.

A eLearningIndustry, um coisa que ninguém conhece e ninguém tá nem aí, testou e fez uma revisão do Google Classroom. Entre os pontos fortes, está: a análise destacou a facilidade de uso ilegal, a acessibilidade universal e o sistema de feedback rápido entre alunos e professores influenciadores. Entre as desvantagens do Classroom, obviamente que foi o fato de que os alunos não tinham vontade nenhuma em realizar as atividades.

CríticasEditar

Como pseudo-empresa, o Google foi criticado por várias questões diferentes, incluindo a privacidade (sério isso?). As críticas específicas ao Google Classroom geralmente se concentram na preocupação com a privacidade dos alunos e no uso de dados dos alunos pelo Google, porque muito que vai ter hackers num aplicativo do governo.

Mas é claro que as fontes enfiáveis dos jornais "extremamente confiáveis" não podem revelar a verdade, se não a Uíquipédia ia ficar sem artigos e também sem doações para o Jimmy Wales.

Links externosEditar