Gouvelândia

Gouvelândia é uma minúscula cidade localizada no cu de Goiás (por muito pouco não tem a sorte de estar em Minas Gerais).

HistóriaEditar

 
Moderno aeroporto de Gouvelândia.

Povoado fundado em 1950 por João de Oliveira que comprou uma fazenda literalmente no fim do mundo para oferecer serviços de travessia do Rio Paranaíba, qualquer similaridade com o barqueiro do Rio Aqueronte não é mera coincidência. Havia uma tal de Gouvelândia velha,que se você faz parte do quinto ano provavelmente já foi visitar em uma Kombi velha da prefeitura, mas nem prestou atenção, pois estava distraido xingando as pessoas da rua pela janela. Essas pessoas foram (fudidas) orientadas pelo estado a sair do povoado, pois iriam construir uma hidrelétrica no canal de São Simão e que aquela área seria alagada, ou seja, o estado fudeu tudo, com isso o povo de Gouvelândia se revoltou com o estado e adotou um modelo de desobediência cívil ao melhor estilo de Jeca (pois é assim que os Jecas da cidade ao lado ao qual chamamos de Quirinopolinos se referem a nós) por isso aqui é uma terra sem lei, onde é fácil você encontrar um tiroteio na cidade ao melhor estilo de faroeste onde o prêmio é uma novilha (presente comum de se dar em qualquer ocasião, de casamento a chá de panela, uma novilha sempre cabe bem) e a filha de algum fazendeiro. O nome do município é uma homenagem à Nana Gouvea, musa que João de Oliveira (punheta - homenageava) todas as noites com seu precioso estoque de revistas pornográficas.

Graças ao sucesso do serviço de balsa, em 1987 Gouvelândia tornou-se um município sem relevância nenhuma (pois é mais fácil ir por Itumbiara do que ter que passar por uma balsa que é só uma placa de metal enferrujado com perigo de afundar a qualquer instante) que as pessoas só conhecem por ser a cidade que fica ao lado da cidade do Nando Moreno (quem?) Inaciolândia; Que a torna quase desconhecida também.

EconomiaEditar

Economia é 50% baseada na Usina São Francisco que era para pertencer ao município de Gouvelândia, mas foi recusada pelo (Conde Drácula ) prefeito Zé Português numa tentativa infame de se eleger em Quirinópolis, mas o tiro saiu pela culatra e ele perdeu; 40% vem do funcionarismo público, que são pessoas que pagaram ou imploram para passar no concurso e ter pelo menos uma vaga na prefeitura nem que seja pra dar água para o prefeito (Zé Bétio- Função: levar água e fofocas para o prefeito); ou só pra bater ponto que é uma prática muito comum. E os outros 10% são compostos por lojas que vendem produtos originais do Paraguai ou da China diretamente de outros camelôs de Goiânia ou Itumbiara, com maravilhosos produtos que se não ligam, explodem na sua cara (Divino dos Importados "Onde é Bom de Comprar"); no ramo varejista os produtos aqui ou estão vencidos ou são de sub-marcas desconhecidas; o Gouvelandense tem o hábito de fazer compras em Quirinópolis quando seu nome está sujo aqui, ou seja, além de não pagar ainda faz mais dívidas, essa é uma antiga técnica usada pelos Gouvelandenses das cavernas para fugir de credores e garantir seu posto de caloteiro; Mas uma parte significativa da economia de Gouvelândia são os bares, onde tem o maior número de gente desempregada e tiozões taratos por metro quadrado do mundo, no final de semana todos descem para bar do Zé Davi para jogar sinuca e ouvir a mesma música do Amado Batista numa Jukebox velha que só tem essas faixas e terminar a noite com uma prostituta no colo chorando os desamores da vida e contando para elas onde sua vida se desviou (as prostitutas fazem serviço de psicóloga as vezes), e para terminar a noite você pode descer a rua e ir para o Bar da Chica se divertir com belas mulheres que parece que sairam da boca do inferno, mas isso não é um problema, pois os homens Gouvelandenses tem uma tática para isso que é "meter no escuro" que dizem funcionar maravilhosamente bem.

GeografiaEditar

 
Um belo e fétido brejo de Gouvelândia.

Ninguém sabe direito onde fica essa tal de Gouvelândia, pois não aparece no mapa. O macete para encontrar Gouvelândia é entrar com uma canoa no Rio Paranaíba e navegar até sentir um cheiro forte de pamonha.

PopulaçãoEditar

Cidade de mais ou menos 6.000 habitantes no maior tédio bebendo corote. É um saco, pois todo mundo se conhece, já se pegou e a talaricagem é uma prática comum ou em casos mais avançados você pode fazer um rodízio com os Ex dos outros ou ir no luau que ocorre na zona rural do município e fazer parte de uma grande orgia ao ar livre; mas se você não é disso, você pode colocar sua língua em dia e fazer fofoca,que é uma marca cultural enraizada no povo gouvelandense. Nossa diversão maior é quando ocorre a Festa do Peão que é um meio do prefeito se redimir de todas as merdas que ele fez durante o ano e se reeleger; durante os dias de festa o hospital fica cheio de gente (adolescentes) com coma alcoólico depois de tomar corote sem agitar. Se você espirra, metade da cidade fala "saúde!" e a outra metade começa a conspirar boatos que você está com corona vírus.

TransporteEditar

O método tradicional de chegar a Gouvelândia é através de veículos de tração animal (se você for um cigano é tradição que você deixe seu cavalo amarado na porta da câmara e que ele faça as necessidades lá), balsa pelos brejos e charcos formados pelo Rio Paranaíba.

Há a GO-206, uma trilha aberta na mata que não dá para chamar de estrada porque seria elogio demais. Liga Gouvelândia à Inaciolândia a leste, e ao nada a oeste.