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Governador Eugênio Barros

Governador Eugênio Barros é uma cidade roceira, localizada em algum lugar do Maranhão. É uma das cidades menos populosas do Brasil, pois possui apenas 1 habitante vivo. Infelizmente, em pouco tempo, Governador Eugênio Barros irá ficar completamente deserta, pois como esse habitante já tem mais de 100 ânus, ele já começou a jogar pôquer com a Dona Morte.

Atualmente, ninguém tem coragem de visitar Governador Eugênio Barros, nem mesmo os próprios maranhenses, pois acreditam que essa cidade é uma verdadeira porcaria, visto que ela nem tem baladas. Eles estão certos. Governador Eugênio Barros não possui sequer botecos para os turistas encherem a cara e esquecerem que chegaram no cu do mundo.

Índice

HistóriaEditar

 
Logo na entrada de Governador Eugênio Barros, o turista já pode sentir um gostinho do que lhe aguarda.

Na antiguidade, Governador Eugênio Barros era apenas um grande matagal, que servia de morada para os mosquitos da dengue.

Em 1900 e guaraná com rolha, um fugitivo da polícia conseguiu chegar em Governador Eugênio Barros, e fixou moradia por lá, pois acreditava que a polícia nunca o encontraria lá. Ele estava certo. Nem mesmo o FBI conseguiria encontrá-lo em Governador Eugênio Barros.

Após ter construído um barraquinho de madeira para morar, o fugitivo resolveu trazer para Governador Eugênio Barros algumas putas pagas de Vitória do Mearim, afinal, ele também precisava se divertir. O problema é que ele se entusiasmou demais, e acabou esquecendo de botar a camisinha que ele mesmo confeccionava com folha de bananeira. O resultado dessa lambança apareceu 9 meses depois.

Como os filhos do fugitivo com as putas pagas não tinham para onde ir, desde cedo eles começaram a trabalhar nas lavouras de Governador Eugênio Barros, mais precisamente no cultivo da mandioca.

Alguns anos mais tarde, todos esses filhos do fugitivo tomaram vergonha na cara, e abandonaram Governador Eugênio Barros para ir até um lugar melhor. Com isso, Governador Eugênio Barros ficou abandonada às moscas (bem, na verdade, não pode-se dizer que foi às moscas, pois nem mesmo as moscas querem morar nesse lugar).

EconomiaEditar

Totalmente baseada no dinheiro do Bolsa Família e de outros programas do governo para sustentar vagabundos.

EducaçãoEditar

Em evolução. Recentemente, os moradores mais inteligentes da cidade conseguiram aprender que 2 + 2 = 5.

Alguns habitantes estão tentando (sem sucesso) escrever o próprio nome. Porém, a única coisa que conseguem é reproduzir alguns hieróglifos.

TransportesEditar

A prefeitura diz que existe, mas ninguém nunca viu.