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Guaíra (São Paulo)


Cquote1.png Você quis dizer: Gueira Cquote2.png
Google sobre Guaíra

Cquote1.png Iaí fí, bão? Cquote2.png
Típico cidadão guairense cumprimentando um amigo
Cquote1.png Bãããão! Cquote2.png
Típico amigo do cidadão guairense respondendo

Segundo o Google Maps, Ribeirão do Jardim é o bairro mais importante de Guaíra. Mais importante até que o Centro.

Guairá é uma corredeira de água um município brasileiro perdido localizado no estado de Minas Gerais São Paulo que queria muito ser Barretos, mas não conseguiu. Também conhecida como fazenda fantasma de Barretos.

Índice

HistóriaEditar

No início, Guaíra não passava de uma Corredeira, mas como o município foi crescendo, então passaram a considerar que era não era uma Corredeira qualquer e que deveria ser a Corredeira de São Sebastião. Isso para ver se homenageando um santo desconhecido, que ninguém havia até então homenageado, o santo corresponderia ao puxa-saquismo e faria aquela porra crescer ao menos um pouquinho e deixar de ser uma Corredeira. Só não avisaram à população da cidade Corredeira que o santo já havia sido homenageado pelo Rio de Janeiro.

E depois de algum tempo, a Corredeira não cresceu mais porra nenhuma. Então a população percebeu que esse nome Corredeira dava muito na cara que o município era só uma Corredeira e como esta era uma época em que o Brasil estava desenvolvendo a tecnologia de mascarar suas porcarias com nomes que não dêem tão na cara, decidiram mudar o nome da Corredeira para Guaíra, que significa águas correntes em Tupi-Guarani, ou seja, Corredeira.

Mesmo hoje, para não ficar tão na cara, os office-boys com bigodinho de cobrador de ônibus da cidade dizem que estão sempre na "correria" e não na Corredeira.

Guaíra também é conhecida pela grande limitação de seu povo: é a única cidade brasileira onde qualquer serviço deve ser feito duas vezes, senão três vezes, pois a primeira vez nunca fica bom, a segunda começa a melhorar e a terceira dá para quebrar galho. Também é a única cidade brasileira onde você pode sair a noite e contar que as 23:00h não tinha nem carrinho de lanche aberto, sem falar que os estabelecimentos noturnos na sua grande maioria não aceitam cartões Master, nem Visa, nem cheque. Sem falar na merda do ensino tanto fundamental médio e faculdade (que não existe no local) um povo um tanto quanto metido que arranca milho na roça pra gastar no barzinho chamado de copo sujo ( peça um copo e olho a higiene) , e terraço( nome dado pelo excesso de terra no lugar).

PopulaçãoEditar

A população de Guaíra é muito peculiar e diversificada. No território guairense, concentram-se várias espécies populacionais. São tidos como solidários, o que de fato, tal adjetivo cai por terra, quando nos aproximamos ou tentamos contato com alguns deles. É habito na cidade o visitante pedir um copo d'água em alguma casa e logo abaixo do copo, no lugar do papel toalha, receber um bilhete, onde lê-se: "Copo d'água. Da torneira: R$20,00, potável: R$ 50,00".

Também, Guaíra é conhecida pelo brilhante civismo que seus populares mantém apaixonados pela bela (ops!) e desenvolvida Guaíra. Civismo que cai por terra quando há cargo público em jogo. Outro ponto interessante no povo de Guaíra, é o fato de jamais conversarem com você olhando nos seus olhos, mas sim no volume de seu bolso. Vale também lembrar a boa e pacifica gente guairense: um povo de paz, igual a paz de Hitler ou a cordialidade dos aborígenes medievais.

Enfim, almeja-se num futuro próximo que estudiosos do comportamento humano descubram Guaíra e possam catalogar todas as espécies populacionais existentes no município bem como também algum bondoso padre jesuíta se disponha a vir catequizar e educar esse povo, que com certeza darão muito mais trabalho do que os índios do descobrimento.

EconomiaEditar

A economia guairense gira em torno da produção de cana-de-açúcar. Diz a lenda que na cidade "tudo que se planta dá" e um dia já produziu soja, algodão e milho, mas ninguém nessa cidade geração chegou a ver.

A influência da cana-de-açúcar vai além da economia, sendo parte das características da cidade. Ela pode ser percebida pela grande quantidade de fuligem que cai sobre a cidade todas as tardes, como resultado das queimadas das plantações, bem como na grande nuvem de terra vermelha que cobre a região, levantada das plantações pelos imponentes treminhões e que dá a coloração característica aos pés do guairense. Também é possível perceber esta influência na quantidade de alcóolatras (bêbados) transitando pelos butecos da cidades.

Em uma escala de menor importância na economia, podemos citar o comércio local, amplamente dominado por turcos e libaneses.

TransporteEditar

Guaíra tem uma peculiaridade em relação ao seus meios de tranporte, que podem ser divididos em duas categorias:

- Veículos automotores (caminhonetes de playboys e outros carros): Minoria na cidade, pois quem precisa de um carro para uma cidade deste tamanho? Ah, sim, os playboys com suas caminhonetes turbo que dão uma arrancada de 20 metros (o tamanho das ruas da cidade não permite distâncias maiores) para que todos num raio de 1 km ouçam o barulho do seu turbo.

- Veículos de tração animal (bicicletas): São a maioria absoluta na cidade, tomando todos os espaços viários possíveis, inclusive calçadas e praças.

TráfegoEditar

Se você estiver de bicicleta, não se preocupe com isso, pois é permitido andar na contra-mão, no meio da rua e até sobre a calçada.

Agora, se estiver de carro, tá ferrado. A velocidade máxima desenvolvida nas ruas da cidade é de 30 km/h, mas não é por lei, é por limitação das ruas mesmo. Como você é obrigado a parar em todos os cruzamentos para não atropelar um ciclista, não dá para acelerar mais que isso.

Mas nem tudo está perdido! Se você estiver de carro, poderá usufruir do moderno e único semáforo da cidade que fica no cruzamento mais importante no centro da cidade. Na verdade ele só serve para que os motoristas não esqueçam o que aprenderam nas aulas de auto-escola quando forem para outras cidades, mas é um grande orgulho da população local.

Organização das RuasEditar

Os fundadores de Guaíra não eram muito bons de memória, então decidiram que as ruas não teriam nomes e sim números, pois seria mais fácil de decorar (além disso, dava para contar, caso alguém se esquecesse). Ainda por esta falta de memória, fizeram com que todas as ruas fossem de mão única, pois era mais fácil andar bem no meio da rua que lembrar qual a faixa certa.

Para passarem a impressão de que a cidade era grande, resolveram chamar as vias verticais de "Ruas" e as horizontais de "Avenidas". Desta forma, a gigante megacidade de Guaíra possui mais de 40 avenidas. Mesmo um humilde habitante que more no meio da Vila Aparecida, em uma ruazinha residencial normal, pode se orgulhar quando disser para um amigo de outra cidade que a sua casa fica na Avenida 25.

Pontos turísticosEditar

 
As ruas da cidade são um excelente ponto turístico para quem gosta de viajar para desertos

O principal ponto turístico da cidade é o Lago Maracá - um lago artificial, construído pela prefeitura, para amontoar lixo e transbordar na época das chuvas. O lago possui uma "ilha" (que nada mais é que um monte de terra que é ligado à borda do lago) onde se pode levar sua namorada para dar uns pegas se estiver sem dinheiro para pagar um motel. É o principal point da cidade durante as tardes, onde as solteironas encalhadas e os velhos colocam suas roupas de ginástica e vão fazer caminhadas, para que possam comentar depois que já estão com o cooper feito. Também é possível pescar no lago, embora o consumo do peixe não seja recomendado pela Anvisa.

A Praça da Igreja Matriz, assim como todas as cidades insignificantes do Brasil, também é um dos principais pontos turísticos, com inúmeras opções de entretenimento, onde tomar um sorvete na sorveteria e voltar para casa é o maior deles.

A Praça da Vila Bom Jesus é um excelente lugar para passear, mas o turista (e qualquer outra pessoa) não é convidado a ficar, já que até os bancos foram retirados do local por isso.

O Estádio Municipal José Zuquim Nogueira é o local a uns 200 anos atrás a gloriosa Associação Atlética Guairense disputava grandes clássicos do futebol paulista contra o Linense, o Taubaté ou mesmo o temido XV de Piracicaba, sempre com a arquibancada lotada (823 lugares descobertos). Hoje em dia o estádio é utilizado eventualmente em shows de cantores sertanejos de segunda ou terceira linha.

O Museu Municipal é um espaço cultural, onde são colocadas, desde cadeiras com rodas de madeira, que giram e que dizem que foram feitas antes de Cristo 1700.

O Bosque municipal com várias raras espécies de cachorros de rua, pardais e incríveis pombas mansas que deixam você chegar perto a 5 metros de distancia sem voar.   Nunca anteƒ na hisƒtória deƒƒe paíƒ, se viu uma coisƒa deƒƒas  , disse Lula quando visitou o bosque na imaginação dos guairenses é claro. O folclore polular diz que por lá já morou um santo do futebol, de nome Grima, que ficou tão conhecido quanto a própria Associação Atlética Guairense.

A Casa da Cultura é outro espaço cultural com amplo espaço para eventos, estimando-se caber mais de 8000 milhões de formigas nas cadeiras, e nenhuma em pé, já que formiga, nunca fica de pé (ou fica?).