Guajará-Mirim

Cquote1.svg Você sabia que Guajará fica em Rondônia?? Cquote2.svg
Morador perguntando ao Governador do estado de RO sobre Guajará-Mirim
Cquote1.svg Bom Dia! Cquote2.svg
Atendente civilizado de outra cidade em Guajará-Mirim

Guajará-Mirim, que em Tupi-Tailandês significa "Pinto-Pequeno", é um sítio município brasileiro do estado de Rondônia. O qual possui mais de 40 mil bolivianos habitantes. A cidade tem toda infra-estrutura digna do século V, uma verdadeira joia, uma arquitetura moderna e segura, basta olhar no centro comercial e se encantar!

HistóriaEditar

 
A opulente, famosa e tão falada estrada de ferro Mamoré-Madeira que originou essa cidade.

A cidade surgiu no início do século XX quando traficantes da região decidiram criar uma estrada de ferro interligando Bolívia à Porto Velho, visando melhor logística para o escoamento de toda muamba boliviana. Como existe gente desocupada em toda parte, aquela mistura de muambeiros e de peões que ficou nas margens do rio Mamoré acabaram decidindo por ficar e fundar essa aldeia isolada de toda a humanidade.

ClimaEditar

O clima de Guajará-Mirim, baseia-se em quente e úmido. E as estações são Águas e Seca (lama e poeira). As temperaturas mínimas podem chegar a 40°C, com as máximas nunca ultrapassando os 80 °C.

Com esse clima tão gostoso, é sempre possível adquirir um Câncer de pele bom bronzeado, contando que a cidade se disponibiliza de um belo e seguro rio para o banho.

EducaçãoEditar

Guajará-Mirim é a única cidade do Brasil em que o ano letivo escolar é burlado diminuído em uns 200 dias, pelo motivo de que a cidade está alagada declarando calamidade pública mais uma vez tem o ensino adiantado em comparação às outras aldeias do Brasil.

EconomiaEditar

 
Uma área considerada boa de Guajará-Mirim.

A economia da região é variada, já tentaram de tudo pra impulsionar esse brejo centro comercial, desde o estreitamento do comércio com o país vizinho, até a criação de uma zona franca, mas basicamente essa birosca sobrevive em torno de tráfico de drogas e bugigangas bolivianas, tal que hoje a economia se vê dividida em: 10% Serviços; 30% Turismo; 50% Sonegação de Impostos; e 10% Ninguém sabe (deve ser de roubo de veículos).

CulturaEditar

Cultura não tem pra todo mundo. Esse canal lá só assiste quem tem antena parabólica.

GastronomiaEditar

As comidas típicas do município são:

  • Tacacá - Uma mistura de fezes de pardal ervas, que dá ânsia de vômito encanta com seu delicioso sabor. O liquido é tipo uma sopa e deve ser consumido quente.
  • Massaco - Um diferente e delicioso prato, feito com banana amassada de duas semanas.
  • Guaraná Parécis - Um delicioso refrigerante da região, feito com "muito intuito sustentável", até demais, principalmente na hora de reciclar as garrafas da coca-cola.
  • Comida do Hospital Regional - Pois é, o hospital da região, que oferece deliciosas comidas aos enfermos, como o escargot da região, um saboroso prato feito com os próprios caramujos da cidade, e as cozinheiras nem tem o trabalho de coletá-los in natura, eles mesmos "saltam" para dentro das panelas.
  • Xixa ou Chicha (sei lá!) - Uma Droga bebida indígena feita com sumo do milho, da macaxeira, da coca e das substâncias encontradas no oxi, que muitas vezes (para os quebrados), substitui a lata de Crystal, ou até mesmo a garrafa de Jamel.
  • Cocrete - É um salgado da região feito com massa de mandioca, carne, bastante ignorância e com absolutamente todos os possíveis erros da língua portuguesa. Essa comida realmente é um plágio do croquete feito pelo povo "analfabético" local.

TurismoEditar

Inegavelmente, Guajará-Mirim possui a maior oferta de atrativos turísticos do estado de Roraima Rondônia, mas só não é tão visitada por fica tão longe de tudo quanto o Acre.

O principal ponto-turístico desse fim de mundo é a supostamente famosa Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (a Ferrovia do diabo), considerada a ferrovia mais isolada e mais precária do mundo, e muito famosa por isso.

Os atrativos naturais são o rio Mamoré e suas águas imundas turvas, além da mata de capim queimado devastado preservada, os balneários eróticos e os parques abandonados

Graças a fronteira com o país hermano Bolívia, onde está o grande bairro boliviano de Guayaramerín, o lado brasileiro acaba podendo contar com diversas atrações culturais, dentre elas a grande quantidade de noiados tocando algum treco nas praças, sendo possível comprar drogas e armas produtos importados do lado boliviano com eles e artesanato indígena (Nall-Kidá-oAnos) com os ribeirinhos e seringueiros.