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Guiné-Abissal
Guiné-Bilau
Reino Unido da Guiné
Bandeira da Guiné-Bissau
Brasão de Armas da Guiné-Bissau
Bandeira Brasão
Lema: Unidade, Guerra Civil e Progresso
Hino nacional: Fora Salazar!!

Localização de Reino Unido da Guiné

Capital Brasília Lisboa Bissau
Cidade mais populosa Inferno
Língua Português Brasileiro
Religião oficial Infernismo
Governo Estado da Guiné
 - Governador Salazar
Heróis Nacionais Amilcar Cabral, neto pobre de Pedro Álvares Cabral
Área  
 - Total 245 857 Km2 km² 
 - Água (%) 1
Analfabetismo 200 
População 170.000.000 em ação 
PIB per Capita Números Insignificantes 
IDH Beirando Zero 
Moeda Real, balas de iogurte e pedras
Fuso horário ... Tá na hora de brincar
Clima Abissal Infernal
Website governamental Procure por Inferno no Google


Guiné-Bissau é um protetorado do Império Armamentista da Guiné e luta em prol dos planos de dominação mundial de sua metrópole. Note que até em nível colonial a Guiné (colonizada pela França) é superior a Guiné-Bissau (que foi colonizada pela porcaria de Portugal).

Índice

HistóriaEditar

Período pré-colonialEditar

Nada.

ColonizaçãoEditar

 
Pessoas no ponto do ônibus de Guiné Bissau

O território da Guiné-Bissau sempre foi de muito pouco interesse para a humanidade, tanto que quem o colonizou foram os encéfalos portugueses. Durante a partilha da África, países como Inglaterra e França ficaram com o filé, enquanto Portugal ficou os pedaços de terra inóspitos, inúteis ou hiper-problemáticos como a Guiné-Bissau e pouco fizeram por ele.

IndependênciaEditar

Quando Portugal viu que aquele território não teria futuro e a Guiné estava querendo aquele pedaço de merda para ela de qualquer jeito, foi cedido então a independência para o local que foi anexada pela Guiné.

Guiné-Bissau foi a primeira colônia portuguesa na África a conquistar a independência, graças ao Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde.

Fusão com Cabo VerdeEditar

Batizaram o local então de Guiné-Abissal e povoaram o local com homens realmente fodões que sobrevivem em qualquer lugar fudido.

A Guiné-Abissal faz uma terrível fronte contra qualquer inimigo do Império da Guiné. Para o local eram mandados o exército de Guiné para treinar em condições extremas.

Guerra CivilEditar

Após tentativa frustrada de golpe militar, os líderes da PAIGC decidiram começar uma guerra civil usando armas de paintball contra o pessoal da PRS para passar o tempo que estava um tédio tremendo, aproveitaram e disfarçaram a fome.

Fatos recentesEditar

Kumba Ialá torna-se em 2000 o único presidente não-PAISG a ser eleito e por isso é assassinado quando insistiu ficar no poder. Na falta de gente assumiu Vieira do PAISG.

Depois de décadas de ditadura de João Bernardo Nino Vieira, ele foi derrubado em 1998 e substituído por uma junta militar. Até que 7 anos mais tarde, os guineenses foram as urnas, e quem elegeram? Nino Vieira! Provando que eles são masoquistas e tem memória curta. Vamos a ganhar juízo, Guiné!

GeografiaEditar

O país tem sorte de possuir uma costa marítima, pois situa-se no meio do deserto, recebe sol 18 horas por dia, é muito quente, mais quente que o Rio Grande do Norte e Mato Grosso juntos, razão de seu nome Guiné-Abissal.

SubdivisõesEditar


PolíticaEditar

A Guiné-Abissal possui um parlamento pré-definido pelo seu mestre Esqueleto rival do He-Man. Normalmente, a escolha dos membros se dá pela via democrática, numa disputa de par ou ímpar. O presidente, por sua vez, é, impreterivelmente, o homem com maior contundência do país. Motumbo Lopes da Silva Vieira ocupa este cargo desde 1974. Já o primeiro-ministro é escolhido numa partida de truco valendo o toba, contra o presidente. Quem perder mais vezes, ganha.

O partido único do país é o PAIGC cujo nome representa toda falta de modernidade da Guiné-Abissal, já que a sigla significa "Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde", ou seja, eles acham que estão lutando pela independência junto com Cabo Verde até hoje.

Como qualquer país africano que se preze, claro, a Guiné-Abissal conta com inúmeros golpes de estado que ocorrem desde a independência em 1973. O último foi em 2012 e os militares ainda estão discutindo se vão intervir novamente


África
v d e h

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Territórios: Canárias | Ceuta | Galmudug | Mayotte | Melilla | Reunião | Saara Ocidental | Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha | Somalilândia


Conjunto dos Patetas de Língua Presa (CPLP)
v d e h

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