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Gunther Schweitzer

Kajuru-pergunta.jpg Atenção! Este artigo informa sobre um jornalista!

Gunther Schweitzer é mais um(a) mala sem alça que corre atrás de tragédia onde quer que esteja.

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Cquote1.png Se as pessoas soubessem o que aconteceu na concepção deste artigo, ficariam enojadas. Cquote2.png
Gunther Schweitzer sobre este artigo

Gunther Schweitzer é um jornalista teuto-brasileiro, especializado na divulgação de escândalos que todo mundo suspeitava, especialmente no âmbito futebolístico.

Índice

O começo de uma saga absolutamente enojanteEditar

Embora os fanfarrões da ESPN Brasil jurem de pés juntos que Gunther Schweitzer é apenas um maluco de Mogi das Cruzes que já foi estagiário da Volkswagen e hoje atua como instrutor de vôlei, nunca nem passando perto de algum veículo de comunicação, isso não passa de uma grande mentira.

Os frequentadores da Desciclopédia podem ficar chocados e tristes com a revelação que será feita. Não deveriam. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que foi investigada por rádios e jornais de todo o mundo, mais especificamente o Wall Street Journal of Americas e o Gazzetta dello Sport, e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.

Fato comprovado: as abobrinhas divulgadas pela ESPN Brasil não passam de um álibi, inventado pelo próprio Gunther Schweitzer para se proteger contra as ameaças feitas à sua pessoa após anos de dedicação ao seu trabalho jornalístico-investigativo-esportivo. A verdade é que Schweitzer nasceu em algum beco imundo na fronteira entre as duas Alemanhas, em 1972, filho de uma espiã da Stasi e um jornalista da Deutsche Welle, e foi enviado para Berlim Ocidental ainda bebê pela mãe para escapar dos ataques que espiões russos estavam planejando contra sua família. Criado por pais membros do infame Grupo Baader-Meinhof e alternando brincadeiras inocentes infantis com sequestro de capitalistas, tiroteios e doutrinação comunista, aos 10 anos de idade, Gunther Schweitzer descobriu toda a verdade sobre sua origem, e ficou enojado. Ao observar a agilidade com que Ulrike Meinhof, uma das cabeças do grupo e ex-jornalista (tipo o Paulo Henrique Amorim, tirando que ele nunca pegou num rifle ou se filiou ainda ao PCB), escrevia os panfletos de doutrinação que eram entregues aos cidadãos de bem pelas ruas berlinenses, Schweitzer ficou inspirado a tornar-se jornalista também.

Decidido a realizar seu sonho, Schweitzer fugiu de casa, mas, sendo menor de idade, não foi aceito na Deutsche Welle. Revoltado e sem lar, ele andou a pé até Munique, e ficou morando numa das pilastras do estádio do Bayern. Encantado com o futebol - esporte que o pequeno Gunther nem sabia que existia, afinal o Grupo Baader-Meinhof estava mais preocupado em transformar a Alemanha Ocidental na Faixa de Gaza - , Schweitzer ficou por ali até completar a maioridade, quando foi outra vez aporrinhar os chefões da Deutsche Welle. Após encantar a todos com seu conhecimento futebolístico, ele foi imediatamente contratado para pôr em prática os planos dos alemães de convencerem o resto do planeta que o futebol deles era o melhor do mundo.

O plano infalível alemão e a humilhação de um nobre homemEditar

 
Gunther (o velhote) ao lado do namorado.

Contudo, ainda não era a hora. Após um amistoso contra o Brasil onde os alemães levaram chumbo, Schweitzer foi escalado pelos chefões para tentar amenizar a cagada. Foi aí que a estrela do jovem jornalista brilhou. Ao colocar a culpa da derrota alemã num escândalo de mala preta envolvendo a FIFA e implorar que a mensagem fosse repassada ao maior número possível de pessoas, ele conseguiu manter a confiança de seu país natal na Seleção, e ainda criou raiva o suficiente para os chucrutes começarem a pensar em uma vingança espetacularmente humilhante.

Mas, a Alemanha Oriental, que buscava desmoralizar sua irmãzinha porca capitalista com a derrota, não gostou nada das ações de nosso herói, e, por meio de técnicas sofisticadas de coerção, fez o possível para removê-lo de seu caminho.

Mesmo assim, Gunther Schweitzer se recusou a aceitar o acordo. Isso obrigou a Stasi a ameaçar vendê-lo definitivamente para o tráfico de pessoas, como forma de represália. Temendo por sua vida, o jornalista aceitou a proposta dos comunistas.

Fato comprovado: Gunther Schweitzer TROCOU sua carreira na Alemanha pela integridade de sua dignidade. O jornalista foi avisado às 13h do dia 26 de novembro, em uma reunião envolvendo o Sr. Hans Chucrute, chefe de redação, o Sr. Hans Grossenfiber, presidente da Deutsche Welle, e o Sr. os arquivos contendo o nome do infeliz foram destruídos em um incêndio muito suspeito, agente secreto da Stasi. O jornalista permaneceu em isolamento, em um hotel da cidade de Berlim.

A aceitação veio através do pagamento total da propina: R$ 250.000,00 para cada membro da redação, mais um bônus de R$ 50.000,00 para cada matéria achincalhando a seleção alemã ocidental, num total de mais de R$ 2.800.000,00 (dois milhões e oitocentos mil reais) por meio do Departamento de Rádio, que também faturou uma parte da bolada. Em troca, Schweitzer foi mandado para o local onde um alemão menos gostaria de ir naquele momento: o próprio Brasil.

Chegando no Brasil e encarando a sujeira que ronda a CBFEditar

Ao chegar no Brasil, Gunther Schweitzer foi disputado à tapas por diversos grupos de comunicação, dado seu prestígio no âmbito do jornalismo esportivo. Após muita babação de ovo, porém, a Rede Globo saiu vencedora e imediatamente colocou o alemão para trabalhar no Globo Esporte. Combinou-se que Schweitzer criaria a quantidade de matérias necessárias para garantir o monopólio da Vênus Platinada sobre o futebol brasileiro, mas a apatia e confusão que se abateu sobre o jornalista fez com que o trabalho na Globo acabasse se tornando difícil, pois ele não estava disposto a entregar os pontos e a CBF não parava de pedir grana.

A princípio muito contrariado, o jornalista se recusou a concordar com este grande esquema de corrupção. Porém, após uma molhada de mão e a promessa de que, se fizesse o trabalho direitinho, ele ganharia um escritório só pra ele e se veria livre do mala do Galvão Bueno, que não calava a boca quando o via nas redondezas, Schweitzer relevou. O Sr. Roberto Marinho aplaudiu a colaboração do jornalista, que apesar de continuar com suas denúncias contundentes, seguiu a agenda da Globo à risca. Garantiu também ao Sr. Schweitzer que ele seria naturalizado brasileiro e poderia ficar tranquilo quanto à perseguição pelos comunistas, devido seu sigilo e colaboração.

Grandes escândalos denunciados por Gunther SchweitzerEditar

Entre outras coisas que se as pessoas soubessem o que aconteceu, ficariam enojadas.