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Hannya

0,,14479677,00.jpg Atenção! Este artigo seca!

Cuidado ao ler, pois ele pode lhe passar uma uruca filha da mãe! Ééé... Porque tem gente que bota OLHO GORDO.

A Favorita, hein??? Eu sempre quis aparecer em uma novela assim...

Hannya é uma máscara muito convidativa...

Na verdade, Hannya não é o que podemos chamar de um yōkai verdadeiro, afinal, ele não é exatamente um demônio que aparece de noite para levar a sua alma. O Hannya, na verdade, é uma máscara. Porém, o Hannya é classificado como yōkai porque é uma máscara que seeeeeeecaaaaa....


MitoEditar

Bom, como o Hannya não é uma pessoa física (ou, no caso, um yōkai), simplesmente não tem nenhum mito conhecido. Porém, uma máscara que consegue secar mais do que o Mick Jagger, com certeza, merece um artigo na nossa querida Desciclopédia.

Como não tem assunto, para escrever esse artigo, tivemos que pedir ajuda para o maior entendor de máscaras que já viveu sobre a face terrestre (ou não), que é o lendário Vendedor de máscaras. Para podermos ter alguns relatos desse magnânimo especialista em máscaras em geral, tivemos que conseguir para ele a lendária Triforce, para ele poder revender superfaturada para o Link.

Voltando ao assunto sobre o Hannya, e parando com a encheção de linguiça, vamos aos mitos inventados contados pelo Vendedor de máscaras.

Segundo o que nos foi dito pelo Vendedor de máscaras, o Hannya surgiu em uma época remota, quando o instrumento de guerra mais mortal era o tacape. Nessa época onde a carne mais apreciada era o dinossauro, nos territórios que hoje é o que chamamos de Japão, um homem louco, denominado Mica Jegue, que era conhecido pelo seu hábito de secar todo mundo, decidiu construir uma máscara para ele passar todo o seu poder de conseguir fazer até mesmo o Undertaker perder uma luta.


CriaçãoEditar

 
Hannya, depois de ser readaptada para uma versão mais moderna

Para construir a máscara, Mica Jegue começou a coletar os materiais mais valiosos que existiam, que eram a pedra e a madeira. Após coletar esses materiais, Mica Jegue coletou vários bambus, para ele fazer a uma espécie de elástico e dar sustentação.

Após terminar de montar sua máscara, que tinha uma verdadeira cara de demônio, Mica Jegue fez o principal, que era passar uma boa dose de sua zica para a máscara. Após terminada a "transfusão de zica", a máscara se tornou o que hoje é conhecido como Hannya.


Depois de criadaEditar

Depois da máscara ter sido criada, ela tinha tanto azar, mas tanto azar, que era capaz de derrotar todo o exército dos 300 de Esparta e mais os 9237948739 soldados da Pérsia apenas com um olhar. Como essa máscara era muito poderosa, Mica Jegue resolveu escondê-la da humanidade, pois assim ela não traria riscos para ninguém. Ele estava enganado.

A máscara permaneceu escondida por anos, dentro das instalações de um templo dedicado à Fuda. Porém, em um certo dia, enquanto uma seguidora de Fuda andava pelas instalações, ela encontrou a fatídica máscara. Após observar bem a máscara, a mulher resolveu que iria pegar a máscara, afinal, como ela era seguidora de Fuda, foda-se.

Então, a mulher colocou a máscara no bolso, e foi para casa. Porém, quando ela chegou, ela teve uma briga com o seu marido, e, juntando que ela estava de TPM, toda a sua raiva e ódio acabaram sendo passados para a máscara, que ficou sendo considerada "A máscara que azara e que representa toda a dor, ciúme e raiva das mulheres".