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Hannya

0,,14479677,00.jpg Atenção! Este artigo seca!

Cuidado ao ler, pois ele pode lhe passar uma uruca filha da mãe! Ééé... Porque tem gente que bota OLHO GORDO.

Hiroshima, hein? Eu sempre quis morar numa cidade assim...

Hannya é uma máscara muito convidativa...

Apesar de ser classificado como um youkai, Hannya não é exatamente mais um daqueles demônios que aparecem de noite para levar a sua alma. Na realidade, que não é tão realidade assim, Hannya é apenas uma máscara. Mas como é uma máscara que seca, os nipônicos a consideram como um demônio de verdade... na verdade Hannya só é considerada um youkai porque ninguém sabia como classificar essa porra, então por falta de opções, deixaram como um youkai mesmo.

MitoEditar

Como Hannya não é uma pessoa física, estando mais próxima de ser uma pessoa jurídica, pois tal como uma firma consegue foder com a vida de um monte de gente, Hannya não possui apenas um mito associado a ela, e sim um monte. Diferente da maioria dos demais youkais figurantes na mitologia japonesa, os quais ninguém liga a mínima ou sequer ouviu falar, Hannya é bem conhecida, e essa máscara feia com cara de capeta com câncer no cu é até comercializada em lojas de chineses como bugiganga pra arrancar dinheiro de turista.

As lendas acerca deste artefato são inúmeras e variadas, porém a mais aceita pelos nipônicos, até por fazer menos sentido, é a de que Hannya foi criada no Período Paleolítico, por um cro-magnon denominado Mica Jegue, exímio caçador de dinossauros e macho virgem, que angariou fama por seu azar sobrenatural. Todo mundo que se associava com este ser, acabava tendo uma zika inexplicável, fodendo-se repetidas vezes em situações nas quais deveriam se dar bem. Jegue criou esta máscara para usar como disfarce, pois ninguém queria andar com ele, um pé-frio do cacete.

CriaçãoEditar

 
Hannya, depois de ser readaptada para uma versão mais moderna

Para construir a máscara, Mica Jegue começou a coletar os materiais mais valiosos que existiam, que eram a pedra e a madeira. Após coletar esses materiais, Mica Jegue coletou vários bambus, para ele fazer a uma espécie de elástico e dar sustentação.

Após terminar de montar sua máscara, que tinha uma verdadeira cara de demônio, Mica Jegue fez o principal, que era passar uma boa dose de sua zica para a máscara. Após terminada a "transfusão de zica", a máscara se tornou o que hoje é conhecido como Hannya.

Depois de criadaEditar

Depois da máscara ter sido criada, ela tinha tanto azar, mas tanto azar, que era capaz de derrotar todo o exército dos 300 de Esparta e mais os 9237948739 soldados da Pérsia apenas com um olhar. Como essa máscara era muito poderosa, Mica Jegue resolveu escondê-la da humanidade, pois assim ela não traria riscos para ninguém. Ele estava enganado.

A máscara permaneceu escondida por anos, dentro das instalações de um templo dedicado à Fuda. Porém, em um certo dia, enquanto uma seguidora de Fuda andava pelas instalações, ela encontrou a fatídica máscara. Após observar bem a máscara, a mulher resolveu que iria pegar a máscara, afinal, como ela era seguidora de Fuda, foda-se.

Então, a mulher colocou a máscara no bolso, e foi para casa. Porém, quando ela chegou, ela teve uma briga com o seu marido, e, juntando que ela estava de TPM, toda a sua raiva e ódio acabaram sendo passados para a máscara, que ficou sendo considerada "A máscara que azara e que representa toda a dor, ciúme e raiva das mulheres".