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História da África do Sul

História da África do Sul é uma saga de tentativa de superação e fracassos. Os milênios de fracassos desde o primeiro australopithecus africanus provam isso.

Índice

AustralopithecusEditar

 
Adão e Eva eram sul-africanos.

Cavucando os sítios com fósseis de hominídeos de Sterkfontein, Swartkrans, Kromdraai e arredores procurando diamantes, pesquisadores acidentalmente encontraram fósseis de um australopithecus africanus e um australopithecus sediba de 10.000.000 de anos de idade cada, o que teoricamente colocaria em dúvidas toda a veracidade da Bíblia. O que esses homens realmente faziam você descobre só lendo os quadrinhos do Piteco, mas há diversas teses do que aqueles seres estava fazendo ali há tantos milhões de anos atrás. Tal descoberta serviu apenas para reforçar todo estereótipo que pessoas preconceituosas já tinham acerca da África, uma vez que tais australopithecus eram mais similares aos macacos do que a um alemão ariano, então os cientistas biólogos/antropólogos não sabiam se poderiam chamar um sul-africano de descendente de macaco sem serem presos pelo regime pós-Apartheid, o que explica porque as pesquisas na área nunca foram adiante. Numa cruzada incessante na busca por tentar refutar a Bíblia, todo osso que encontram enterrado na África do Sul os biólogos já querem afirmar que descobriram o elo perdido e que o mundo nunca mais será o mesmo, quando na verdade todo mundo está pouco se fodendo pra isso, sabendo que não passam dos antepassados dos chimpanzés.

Mas como a busca por diamante é incessante na África do Sul, aquele é de longe o país que mais se descobre fósseis no mundo, tanto que em 2015 uma nova descoberta chacoalhou os alicerces do conhecimento científico, quando foi anunciada a descoberta do homo naledi, o mais novo ancestral do ser humano. Embora a cartilagem não fossilize e não sabemos como era a orelha e o nariz desse ser, embora os olhos não fossilizem e não sabemos como seriam os olhos desse ser, embora a pele não fossilize e não sabemos como seriam a pele desse ser, embora cabelos e pelos não fossilizem e não sabemos como eram os cabelos e pelos desse ser, todos os renomados e brilhantes cientistas do mundo foram categóricos em afirmar que aquele macaquinho, cujos ossos são muito mais similares aos de um macaco-prego, poderia facilmente erguer-se de pé e tinha o rosto muito parecido ao do Seu Madruga. Grandes empresas, incluindo a Planeta deAgostini, aprovaram a ideia de como uns pedaços velhos de ossos poderiam resultar numa action figure de homem das cavernas com nanismo.

San e KhoikhoiEditar

Os primeiros povos humanos da África do Sul foram os povos San e Khoikhoi, e pessoas sensatas não permitem que os chamemos de macacos ou descendentes de macacos sob pena de prisão por injúria racial. Então esqueça o australopithecus africanus e vamos nos atentar aos fatos concretos nos quais já sabemos que Adão e Eva ali viveram, numa época onde consumir substância psicotrópicas era legalizada e as pessoas conversavam com cobras, e claro que num mundo desses fazer orgia era a única diversão, logo veio os filhos desse casal primordial e dos seus filhos, um deu origem ao povo San e o outro origem ao povo Khoikhoi. Os San eram nômades caçadores e coletores e foram os responsáveis pela extinção das cobras falantes, o que explica porque não vemos mais nenhuma hoje em dia, enquanto o povo Khoikhoi era mais agricultor e pastoral, sendo responsáveis pelo cultivo das toras que posteriormente Noé viria a desmatar para fabricar sua nau numa tentativa frustrada de fugir para Nova Canaã na Bahia. Essas tribos viveram em harmonia por um longo período de prosperidade, muito porque eles nunca souberam o que realmente era riqueza, então tudo parecia próspero só de não estar morrendo de sede, como os aborígenes australianos. O último Khoikhoi só seria morto em 1677, após um ataque biológico realizado pelos neerlandeses na época, que fizeram todos habitantes locais morrerem de varíola.

Expansão BantuEditar

Por volta do século I a.C. o sul da África é dominado pelos bantus, seres hoje reconhecidos como sendo os ascendentes de Kid Bengala. Os bantus aparentemente estavam procurando pela sede do Brasileirinhas, que hoje sabemos se localiza no Projac (Projeto Acre) e não possuindo eles a expertise na manufatura de naus capazes de cruzar o oceano em busca de seu sonho, eles preferiram pegar carona nos navios portugueses, mas esses ainda demorariam muito a chegar. Conformados em ficarem pela África mesmo, os bantus fundam o Reino de Mapungubwe (atual Zimbabwe) recusando-se todos a fazerem filmes pornôs por um longo tempo.

Como ao invés de construírem embarcações, grandes fortalezas, imensas catedrais, diques, investirem em bibliotecas, enfim, infra-estrutura no geral e armamento pesado baseado no uso de pólvora os bantus preferiam ficar dançando em volta de fogueiras, construírem umas casa de palha aqui e outras acolá, eles praticamente pediam para serem dominados todos por uma civilização tecnologicamente superior, e alguns anos depois anda teriam a pachorra de reclamar na ONU que foram subjugados por uma raça cujo tamanho médio do pênis é inferior ao deles.

Chegada europeiaEditar

Apesar de ninguém saber, o primeiro europeu a chegar na África do Sul foi o navegador português Bartolomeu Dias, só que o mesmo não soube do fato, pensara que tinha chegado nas Índias mesmo, mas estranhou muito não ter avistado nenhum encantador de serpente ou que se esperava da Índia, apenas um monte de negão e o Paulo Zulu, um modelo decadente que vazou seus nudes numa tentativa desesperada de recuperar fama, e que alguns antropólogos insistem em dizer ser uma etnia sul-africana.

Bartolmeu Dias desejava superar as peripécias de seu antecessor, o navegador Diogo Cão, um explorador português que navegou até João Pessoa onde encontrou Jeremias e serviu uma jeropiga (51 dos portuga) para o cidadão ganhando o apelido de "o cão que botou ele pra bebê". Sabendo que Diogo Cão era muito famoso, Bartolomeu Dias precisava estar com sua mente focada almejando algo grandioso para que fosse assim recordado pela história (no final das contas não deu tão certo, quem sabe dizer quem foi Bartolomeu Dias? Ninguém né) então decidiu que ele seria o primeiro explorador do mundo a mapear o Acre, um plano ousado e intrépido. Infelizmente Bartolomeu não descobriu o Acre, seria o primeiro de muitos a fracassar nesse intento, na sua viagem de caravela foi atrapalhado por Adamastor, que apesar do nome não é nenhum porteiro ou zelador, mas sim um gigante que aparentemente comeu muito salmão estragado e não consegue parar de ficar assoprando. Bartolomeu circunavegou a África do Sul apenas, sem nem saber disso, pois estava uma neblina. No final das contas sua tripulação conseguiu retornar para Lisboa com um lindo mapa inédito do Cabo das Tormentas (bem mal feito, deveras, estava uma neblina e uma tempestade danada, aquele mapinha e nada são a mesma coisa). O rei João II de Portugal, aliás, não gostou muito desse nome para o cabo e após assistir a narração de Luiz Roberto sobre a descoberta da África do Sul onde ele diz com água na boca a memorável frase "Esses negros maravilhosos!", o nome do cabo do preto foi trocado para Cabo da Boa Fodelança. Infelizmente Dias morreu tragicamente sem que pudesse retornar para casa, depois de ir tomar banho nos calmos mares da África do Sul recheados de tubarões brancos e pedras escarpadas. Tal aventura posteriormente seria imortalizada no poema épico de Luís de Camões, Os Lusíadas.

Quanto aos zulus, estes não foram consultados se consentiam ou não com a presença dos portugas na área, na verdade até hoje não foram perguntados sobre isso, continuam sendo invadidos, só ver a balbúrdia em que o país esteve em 2010 na Copa do Mundo.

Colonização neerlandesaEditar

O século XVII viu os principais países da Europa iniciar um popular jogo da época (atualmente substituído por War, Batalha Naval, Uno e Zombicide) chamado hoje de Grandes Navegações. Venceria o jogo o país europeu que mais ferisse direitos humanos, que mais dizimasse nações nativas inteiras de continentes do hemisfério sul e que mais pilhasse, agredisse e avacalhasse com o país dos outros. Portugal e Espanha começaram ganhando esse jogo, mas logo Reino Unido e Países Baixos também entraram na disputa. No lado dos Países Baixos, o rei Verstappen I pensou consigo a célebre frase que anotou em seu diário "ao invés de tentar pegar Recife para nós, por que não invadir um local onde tenha ninguém? Eu nem gosto de frevo mesmo" e assim em 1652 enviou uns marujos holandeses para o Cabo da Bosa Esperança, onde até então tinha droga nenhuma, os europeus achavam que só tinham tubarões e tempestades ali (e estavam certos). Foi o navegador e jogador de rugby holandês Jan van Riebeeck quem chegou ali naquele cabo incumbido de começar uma cidade holandesa naquele fim de mundo, como era mais esperto que os portugueses tratou de ficar longe do mar e fundou a Cidade do Cabo (apesar de esperto ele não era criativo para nomes de cidades). Fincou bem borda do cabo uma bandeira com um símbolo muito indecente (a bandeira da Companhia Holandesa das Índias Orientais, que tem um pinto desenhado no meio) e reclamou o território sul-africano para si.

Como nem Portugal, nem Espanha e nem Reino Unido nunca quiseram colonizar a região, por razões óbvias de insalubridade, até a Austrália parecia mais atraente e com um rugby de melhor qualidade para colonizar, ficou muito difícil para o governo neerlandês convencer seus cidadãos de ir morar nas proximidades da Puta que o Pariu, sob o risco de serem estuprados por um negão, por conta própria. Então os primeiros colonizadores da África do Sul foram caipiras analfabetos, ex-presidiários e escória em sentido geral retirada das sarjetas de Amsterdan e expelidos para o sul da África. Esses cidadãos nada agradáveis ficariam sendo chamados de "vrijburgers" que no dialeto neerlandês significa algo como "virgem de educação". Como eram caipiras desobedientes, parte desses primeiros colonizadores rapidamente abandonariam a Cidade do Cabo assim que ali chegassem a vissem como a cidade era ruim, e logo sumiriam no interior do país com suas carroças, tornando-se um grupo nômade independente que passaria a ser chamado de bôeres.

Colonização britânicaEditar

 
O time de futebol neerlandês posa para a foto do vice-campeonato.

Em 1795 é marcado um amistoso de rugby entre a seleção da França (liderada pelo técnico Napoleão Bonaparte) e a Holanda, como consequência Jan van Riebeeck é convocado e é obrigado a deixar a África do Sul para defender o seu país. Simultaneamente a isso alguns ingleses viram a comissão técnica de Jan van Riebeeck indo embora e falaram "Perdeu playboy! All your South Africa are belong to us!", e ocuparam o país inteiro em menos de 1 ano. Porém, depois que o time de Napoleão perdeu o jogo e consequentemente o título mundial, os neerlandeses retornaram para a África do Sul, mas como ao chegarem na cidade de Durban e não encontrarem seus prostíbulos e lojinhas, só cabines telefônicas vermelhas e lojas de chá e pubs, acharam ter errado o caminho e foram para a Indonésia, onde posteriormente cagariam tudo também, mas isso é tema para outro artigo, agora a África do Sul estava mais dividida do que nunca.

O século XIX seria de muitos conflitos, desunião e desordem na África do Sul, muitas facções surgiram e cada uma com seu interesse próprio. Em um lado estavam os nativos liderados por Shaka Zulu um renomado ex-ator pornô que agora procurava desesperadamente redimir sua honra, mas foi assassinado por inveja e sucedido por Cetshwayo kaMpande, um gordo que aparentemente nunca pegou numa enxada na vida mas reclamava de ser oprimido, sendo o precursor do coitadismo na Guerra Anglo-Zulu, e muito embora tenham lutado valentemente, valentia serve para nada contra uma metralhadora de repetição britânica. Outra etnia existente eram os bôeres, caipiras versão redneck africano que criariam no interior do país o Estado Livre de Orange, lutavam só de birra mesmo, porque a riqueza dos territórios que disputavam era quase que nula. Enquanto isso a coroa holandesa passava de caravela no Cabo da Boa Esperança fingindo que nada estava acontecendo no interior do país. Outra facção eram dos jogadores de rugby, que criariam a Soberania do Rio Orange, também por motivo nenhum, só de birra. E por fim anda haviam os ingleses leais à coroa que estavam na Cidade do Cabo tentando ensinar os pobres sul-africanos a falar inglês, o que se provou impossível, visto que até hoje a língua oficial no país é o imbromation, vide Joel Santana falando o dialeto local e sendo perfeitamente compreendido.

Em 1867 ainda é descoberto diamante e ouro em abundância no solo do país. Quem dera isso fosse ajudar, na verdade afundou de vez o país na espiral de pobreza, guerra e corrupção.

Primeira Guerra dos BôeresEditar

Há muito tempo atrás o Feyenoord já foi um grande time e em 1880 chegou a sua primeira e única final de Mundial Interclubes (Copa Toyota para os íntimos) e a torcida viajou em peso ao Japão para assistir a peleja. Porém, quando retornaram os holandeses viram aquele bando de ingleses comendo as suas esposas em sua ausência e falaram "WTF?". Começa a Primeira Guerra dos Bôeres (1880–1881), também conhecida como "Guerra pela Transilvânia" visto que o cerne do conflito consistiu nos bôeres resistindo aos britânicos que desejavam anexar a Transilvânia ao Estado de Natal (note a ignorância dos ingleses que nem sabiam que Natal é na verdade a capital do estado de Rio Grande do Norte, mas tanto faz agora).

Uma força expedicionária britânica liderada por Sir George Pomeroy Colley, el Bigodon avançou através do rio Pineapple, atual Gauteng. Eles conseguiram irritar os nervos da população bôeres local ao explicar as regras originais do críquete e tentar impor isso a eles. Percebendo que sua linha de suprimentos era escassa e que ele deveria por fim no conflito o mais rápido possível, George Pomeroy decide escalar as hostilidades e chega a dar a entender que acha futebol americano um esporte mais digno que o rugby, causando uma porradaria generalizada e todo o tipo de agressão a direitos humanos imagináveis. Inicialmente as tropas bôeres mal organizadas caíram e quase foram todas dizimadas, mas suas linhas se mantiveram e os bôeres responderam as agressões britânicas contando-lhes centenas de histórias chatíssimas da vida no interior da África do Sul, e sempre muito corteses, os britânicos não tiveram coragem de interromper o falatórios dos bôeres que continuaram contando histórias sobre como já viram um crocodilo comer uma zebra e utras coisas sonolentas. Os ingleses em pânico decidiram regressar para a Cidade do Cabo enquanto os bôeres poderiam retornar à sua rotina de limpeza étnica na Transilvânia e no Estado Livre de Pineapple, as duas primeiras nações bôeres independentes.

Segunda Guerra dos BôeresEditar

Os ingleses, claro, pediram revanche em 1899, dando início à Segunda Guerra dos Bôeres... perderam outra vez. A Holanda tem síndrome de vice. Foi uma guerra sangrenta e desumana na qual os britânicos não distinguiram mulheres, velhos, crianças ou caipiras, massacraram todos pela ganância de recuperar o controle e soberania sobre o rebelde Estado Livre de Pineapple. A derradeira Batalha de Wembley de 1966 selou a vitória britânica e deu o título mundial aos ingleses após validação de gol ilegítem na prorrogação.

A carnificina desse conflito foi tanta cuja escala industrial do massacre foi responsável pela queda no preço dos embutidos de carne de porco em todo mundo nos próximos 6 meses devido ao excesso de matéria-prima para a fabricação de salsichas produzida no conflito. Para que os últimos bôeres não consumissem essa salsicha barata, estes foram enclausurados em Bloemfontein, onde foram mantidos em cárcere sem alimento durante três meses e forçados a comer a população nativa. Este tratamento inumano de civis sul-africanos fez com que muitos na Grã-Bretanha vissem o imperialismo como uma grande diversão, popularizando-se assim a ideia de criação de campos de concentração, um hábito que encontraria popularidade renovada no Grande Reich Alemão trinta anos depois.

E então, depois de ganhar os dois últimos jogos de críquete, rugby e futebol os ingleses falaram "E agora? O que a gente faz com essa merda de país?". Alguém teve a ideia de unificar todas as mais de 8000 províncias do sul africano, sem perguntar se os zulus queriam aquilo (aparentemente perguntaram só para o pessoal de Lesoto, que pelo visto recusaram), e assim estava sendo criada a União da África do Sul (assim como os holandeses, os ingleses também não são criativos) colocando como idioma oficial o imbormation e mandando os negros para a PQP.

Independência e ApartheidEditar

 Ver artigo principal: Apartheid

O custo das guerras bôeres em dinheiro, destruição e desmoralização foi gigantesco, e muitos na Grã-Bretanha começaram a acreditar que estava ficando muito dispendioso manter o império, que foi então dissolvido. Após um século XIX inteiro de massacre sem sentido, todas aquelas mortes e carnificina ficaram ainda mais sem sentido com a independência sul-africana em 1910. A União da África do Sul se torna independente da Inglaterra e adivinhem, forma um novo país chamado República da África do Sul, isso não é demasiadamente criativo?

Nessa época negra (desculpe o trocadilho) a África do Sul fica famosa pelo Apartheid, um algoritmo de classificação de propósito geral muito eficiente projetado para que qualquer outro algoritmo adote uma vantagem de processamento multi-simétrico, um mecanismo cientificamente embasado inventado por estudiosos de renome mundial e nobre garbo que baseia-se nos princípios da exclusão genética mútua para colocar os seres humanos em seu lugar de merecimento unicamente baseando-se no tamanho de seus respectivos pênis, de modo que a população de pênis pequeno pudesse desfrutar de mais vantagens que a população de pênis mais dotados não pudessem, valendo o mesmo para as mulheres baseando-se no tamanho de seus clítoris.

Na prática o Apartheid resultou na exclusão dos sith black metallers da sociedade, pelos white metallers e até 1994 a África do Sul foi governada por ex-britânicos e ex-holandeses que realmente achavam ser possível criar um país europeu na África, os mesmos que criaram a escravidão (história verdadeira); então eles se aborreceram de arruinar um terço do mundo, deixaram alguns fanáticos fascistas piromaníacos conhecidos como Apartists por trás, sendo ironicamente o primeiro país a denunciar seus pontos de vista. Eles não tinham respeito pelos direitos humanos - mas, de forma mais flagrante, não tinham sentido da moda, preferindo usar sapatos cinza e ternos de safari. Para estes e outros crimes (como penteados ruins), eles foram derrubados em 1994.

Antes disso, em 1990, Nelson Mandela já havia escapado do cativeiro e passava a se fazer de bom moço, até ascender à presidência em 1994 tornando-se o primeiro presidente sul-africano ex-presidiário, como piada de mau gosto sobre estereótipos negros. Infelizmente, os restos da "Velha" África do Sul continuam hoje, com os "Apartists" dispersando e formando comunidades menores em todo o país, sonhando em quem sabe um dia recriarem um Estado Livre de Pineapple novo. Eles levantam seus jovens atrás de cercas eletrificadas de dez pés e pacotes de Dobermans em um grampo de carne carbonizada e permanecem fiel aos seus antigos ensinamentos equivocados. Enquanto isso eleger brancos para presidência tonou-se proibido no país, e o executivo foi tomado por corruptos oportunistas.

Governo Nelson MandelaEditar

 
Nelson Mandela após o golpe militar que instituiu o comunismo na África do Sul.

Depois de pressões de George W. Bush a África do Sul determina o fim do Apartheid, Nelson Mandela é eleito presidente em 1994 no segundo turno, mesmo sendo o único candidato, e após alguns anos devido a vários escândalos foi acusado de trair o movimento punk, véio! Nessa época a África do Sul ganha a Copa do Mundo de Rugby graças ao reforço de Matt Damon, quando o presidente já era o Morgan Freeman, título que realmente importa para eles, já que estão pouco se lixando para futebol ou Joel Santana.

A morte do primeiro responsável por um golpe militar na África do Sul comoveu o mundo, em 2013 Nelson Mandela falecia dando fim ao seu reinado. Dalai Lama armou uma cilada para assassinar Mandela colocando Pimenta Tabasco no açude que abastece a África do Sul causando câncer de próstata em milhões de sul-africanos, entre eles Mandela que morreu com o cu pegando fogo. "Tata Madiba lutou por nós, agora chegou a sua vez de descansar", declarou um fã emo de Mandela.

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