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História da Marinha

Caravelas.jpg Este artigo é da Marinha!

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Este artigo é relacionado à história.

Ele conta o que aconteceu desde a pré-história até os tempos quase atuais.

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O primeiro barco de guerra (sim, esta coisa já foi um barco)

A história da Marinha começou na Pré-História, mas a Marinha de Guerra começou no ano 3000, mais ou menos, segundo escavações de garimpeiros da Serra Pelada. Antes disto, a marinha era usada apenas em pescas e competições de corridas de barcos. Os primeiros barcos de guerra eram suicidas. Eles eram jogados em direção a outros barcos, que se acidentavam e voava madeira para todos os lados. Nesta época ocorreram os primeiros acidentes do trânsito marinho.

Primórdios das conquistas marinhasEditar

Durante muito tempo, as várias marinhas do mundo ficaram fazendo batalhas navais. Várias marinhas tiveram suas ascensões e quedas, algumas caíram definitivamente e nunca mais levantaram emergiram. O objetivo de todas as briguinhas era a conquista do mar.

Primeiros conquistadoresEditar

Teriam sido os fenícios os primeiros marinheiros da história humana. Eles surpreendiam seus inimigos com barcos equipados com lançadores de pedras e lanças. Como usar barco como arma naquela época ainda era uma novidade, os fenícios eram imbatíveis no mar, por isto eram conhecidos como Os Reis do Oceano, apesar de nunca terem feito batalhas navais, além de serem absolutamente ruins em batalhas terrestres.

E o poderoso navio de Ulisses

Os primeiros adversários dos fenícios foram surgindo aos poucos. Os gregos iniciaram a construção de barcos flecheiros, para disputar com os fenícios o controle marítimo. Quando o Tsunami do ano 2781 atingiu a Feniciolândia (também conhecida como Canaã, aquela mesma da Bíblia), todos os barcos de guerra fenícios foram destruídos e os gregos dominaram facilmente os oceanos.

Domínio gregoEditar

O poderoso navio dos Argonautas

Com o fim da dominação fenícia dos mares, os gregos monopolizaram os oceanos. Foram os argonautas os primeiros grandes fuzileiros navais da história da Marinha. Os gregos tinham a ajuda dos monstros marinhos, sereias, Caribde, Cila e das artimanhas de Poseidon.

Por milhares de anos, os gregos não tinham nenhum adversário a altura, pois os deuses do Olimpo estavam trapaceando para a Marinha Grega. Assim, durante todos estes anos, os gregos poderiam se gabar de serem os reis do mar. Mas este domínio estava para acabar, pois os egípcios se aproximavam.

Domínio egípcioEditar

Moderno navio de guerra egípcio

Os gregos não contavam com o surgimento da Marinha Egípcia, que também tinha alguns deuses ajudando. O ataque surpresa egípcio acabou com os barcos gregos. Era o fim do domínio grego dos mares. Os decadentes deuses gregos nada puderam fazer contra os ataques molhados de Atum, o deus egípcio da pesca com cabeça de atum. Tendo a marinha super poderosa, ninguém pôde fazer nada e os egípcios dominaram todo o Oriente.

Domínio persaEditar

Como já haviam dominado todos os pingos de água do planeta Terra, os egípcios achavam que não precisariam mais investir na marinha, pois ninguém se atreveria a atacar seus barcos. Ledo engano. Enquanto os egípcios comemoravam todas as vitórias sobre os gregos, os persas preparavam sua guerra relâmpago - A Persizkrieg.

Usando componentes de metal em suas canoas, os persas, em pouco tempo, já haviam construído milhares de canoas metalizadas, armadas com estilingues e batatas. Aproveitando a bebedeira dos egípcios, os persas meteram milhares de canoas para cima da Marinha Egípcia. Como nenhum marinheiro egípcio estava disponível, foi bem fácil para os persas conquistarem o domínio do mar. Mas isto não durou muito tempo.

Domínio grego parte 2Editar

Depois que deixaram a filosofia de lado, os gregos repeliram os persas

Abalados com a primeira derrota, os gregos filosofaram bastante e se prepararam mais uma vez para a conquista do mar.

Cquote1.png Mas qual é a graça em conquistar um pedaço gigante de água? Ah, já sei, a graça de conquistar um pedaço gigante de água é mostrar aos outros povos que a gente pode conquistar um grande pedaço de água Cquote2.png
Filósofo grego sobre conquistas marítimas

Os gregos não tiveram mais a ajuda dos deuses do Olimpo, pois nesta época eles já não acreditavam mais na existência de Poseidon e outros deuses, mas eles tiveram a ajuda de Leônidas e de ESPARTAAAAAA!!!!! Enquanto tentavam dominar as cidades-estados da Grécia, os fuzileiros navais persas tiveram uma desagradável surpresa e entraram em conflito com os gregos. Os persas, liderados pelo almirante Xerxes, com milhares de canoas, perderam a batalha para os gregos, com pouco mais de 299 barcos (300 barcos, para ser mais exato). A última frase que os marinheiros persas ouviram foi This is SPARTAAAAA, mas em grego, claro.

Aproveitando o sucesso das conquistas marinhas, Alexandre, o Grande partiu para mais conquistas navais. Grande parte da África, Ásia e Europa foi conquistada, e Alexandre tornou-se o maior conquistador da história, mas morreu no mar mesmo, quando escorregou no quiabo em plena tempestade. Graças a esta derrota individual, os gregos ficaram novamente vulneráveis. Seria o fim das conquistas gregas. Depois disso, os gregos seriam reduzidos a um paiseco sem nenhuma moral no mundo, servindo apenas como registro em livros de História.

Domínio cartaginêsEditar

A marinha de Aníbal cruzando o mar

Com a turma do A (Aníbal, Asdrúbal e Amílcar), os cartagineses derrotaram facilmente os emotivos gregos. Com uma marinha meia-boca, mas com uma tropa viril e guerreira, os cartagineses passaram a ser os reis dos 6 mares (naquela época o sétimo mar ainda não havia sido descoberto). No entanto, a marinha cartaginesa era fraca mesmo, e só ganharam dos gregos porque estes estavam chorando a morte de Alexandre, o Grande. Logo a família Barca seria derrotada pelos romanos, que eram piores ainda na marinha.

Pequeno domínio romanoEditar

Os marujos romanos aproveitaram as derrotas cartaginesas nas Guerras Púnicas e dominaram o mar. Este domínio durou 3 horas e 46 minutos. Logo eles seriam engolidos pelos chineses.

Domínio chinêsEditar

Aproveitando a fraqueza dos romanos, os chineses, com seus bilhões de barcos falsificados, dominaram todo o Oriente e pedaços do Mar Mediterrâneo. O almirante Bruce Lee foi o responsável pela grande invasão chinesa nos mares. Aproveitaram o sucesso da marinha chinesa, com seus zilhões de juncos, para vender pastéis nas feiras e brinquedos de plásticos aos camelôs. Mas o interesse em dominar o mercado de quinquilharias era tão grande que esqueceram de falsificar outros barcos. Acabaram perdendo o posto de maior marinha da Terra, mas conseguiram o tão sonhado prêmio de maior camelódromo da Terra.

Domínio bárbaroEditar

Os bárbaros não derrotaram os chineses, pois nunca houve uma batalha entre a China e os bárbaros. Os chineses estavam mais preocupados em falsificar aquele nova bota da Nike (os tênis ainda não existiam mas a Nike já era líder de mercado) e aquele novo pergaminho de canções da cantora hispânica Shakira I (a atual é a de número 8000) do que fortalecer a marinha. Assim, como não havia nenhuma outra marinha disponível no mundo (todas haviam sido derrotadas ou aposentadas), os bárbaros (godos e vândalos) conquistaram também o poder naval. No fim da Era Antiga da Humanidade, a dupla sertaneja Alarico & Genserico conquistou pedaços que antes pertenciam ao Império Romano, tal como Espanha e Portugal. A força naval bárbara estava indo de vento em popa, mas eles tiveram o mesmo destino dos egípcios, e foram derrotados pela manguaça.

Grande salto da marinhaEditar

As invasões vikings que assolaram o mundo

A batalha pela conquista do mar se espalhou por todo o mundo quando os povos descobriram que usar a marinha para atacar outras marinhas poderia ser divertido como uma competição na batalha naval. Assim, cada região tinha uma marinha dominante.

Os VikingsEditar

Os grandes heróis do mar, com a Marinha mais poderosa de toda a Europa, conhecidos como vikings (Vi = mar, em noruegues arcaico, Kings = reis; Vikings = Reis do mar), não estavam interessados em conquistar a Europa. Usando frotas de Drakkars e chalupas, os vikings partiram para o extremo norte, lá onde o Sol não bate, gelado, para dominar o gelo. Para os vikings, bebedores oficiais de uísque, era mais interessante conquistar o gelo para o Uísque do que conquistar pedaço de terra que não tinha tanto valor assim. Erik, o Vermelho, com seu barco Hgyllkresger, com seus marinheiros vikings armados com lanças, arcos e flechas, alcançavam e alvejavam alvos (Aliteração viking) bem distantes. Por isso foi tão fácil conquistar a Groenlândia, já que o exército urso polar não contava com a astúcia do Erik, o Vermelhinho. Seu filho Leif era do bem e não usava armas. Foi o primeiro homem europeu a pisar em terreno americano.

Os MongóisEditar

As frotas mongois foram destruídas pelos ventos kamikazes e pelos samurais voadores

Típicos conquistadores de terra, os mongóis possuiam, até então, a marinha mais forte de toda a Ásia. Porém não foi suficiente para derrotar os tsunamis e kamikazes japoneses. Kublai Khan, o responsável em tentar dominar o Japão, tomou 2 paus e teve que pedir pra sair.

Conquistadores na ÁfricaEditar

Os árabes tinham um jeito notório de navegar

Os conquistadores da África foram os árabes, que cercaram todo o norte do continente. Por isso, hoje em dia, toda esta região fala árabe. Nesta época, a África não conhecia o poder da marinha.

Conquistadores na EuropaEditar

Os conquistadores da Europa também foram os árabes. Se aproveitaram da bebedeira dos dominadores da época, os bárbaros, e conquistaram facilmente o continente europeu. A marinha árabe não era tão poderosa, mas era o suficiente para meter bala nos godos e vândalos alcoolizados.

Conquistadores na ÁsiaEditar

Por incrível que pareça, não foram os árabes. Eles estavam tão ocupados dominando outros continentes que esqueceram de dominar o próprio continente. Ficou fácil para os chineses (novamente), japoneses e indianos conquistarem os demais. Enquanto os chineses e japoneses ficavam se matando, os indianos puderam conquistar pedaços das regiões facilmente. Os indianos, em busca de mais especiarias, estavam procurando o caminho mais rápido para chegar às Índias, quando lembraram que já moravam nas Índias; esta falta de percepção fez com que outros países procurassem especiarias também, principalmente os europeus, o que motivou a incrível era das Grandes Navegações.

As Grandes NavegaçõesEditar

Caravela portuguesa (esquerda), Caravela britânica (direita)

Motivados em descobrir outros continentes, cortar o planeta, provar que a Terra era redonda e buscar especiarias, os europeus lançaram-se ao mar. Mas este assunto não cabe aqui, porque não havia guerrinhas de barquinhos. Para saber mais sobre isto, leia Cristovão Colombo, Diogo Cão, Fernão de Magalhães, Vice da Gama, Henrique, o Navegador, Pedro Álvares Cabral, entre outros.

Marinha InglesaEditar

Foi nesta época das grandes navegações que a poderosa Marinha Real Inglesa desabrocha e se torna a maior força marítima dos 7 mares (agora sim o sétimo mar havia sido descoberto). A frota inglesa contava com milhares de canoas motorizadas, centenas de caravelas bombardeadoras, dezenas de caravelas voadoras e 1 porta-aviões, que não servia para muita coisa já que os aviões ainda não haviam sido inventados por Alberto Santos-Dumont. Durante muito tempo, conquistou diversos territórios, venceu diversas batalhas e pescou muito peixe. Ela existe ainda hoje, mas não é mais a número 1 dos mares.

Marinha EspanholaEditar

Nesta época surgiu também a poderosa Marinha Real Espanhola, que conquistou, entre outras coisas, 90% da América Latina. Não era tão poderosa quanto a Marinha Real Inglesa, mas dava um certo trabalho aos ingleses. Sua frota era formada exclusivamente por caravelas, pilotadas por portugueses. A Marinha Real Portuguesa era um Navy Puppet da Marinha Real Espanhola e todas as caravelas portuguesas, que causavam queimaduras nos inimigos, eram pertence à Marinha da Espanha.

Marinha JaponesaEditar

Estes estranhos navios coreanos impediram a invasão japonesa, só pelo fator intimidatório destas carrancas

A Marinha Imperial Japonesa, a marinha mais forte da Ásia, já havia dominado grandes pedaços do Sudeste Asiático e do Pacífico. Com frotas de navios kamikazes e bombardeiros de sushis e tofu, os japoneses rapidamente conquistaram os paisecos asiáticos, porém levou um pau dos navios blindados coreanos do almirante Yi Sun Shin.

Marinha BolivianaEditar

Considerada pelos especialistas a mais poderosa armada da atualidade, a invencível armada, como é mais conhecida, é insuperável e desde a época dos antigos Maias (ou Incas ou aztecas) controla o importante lago Titikaka, rota marítima lagoânica encravada nas estratosféricas altitudes andinas, muito utilizado para escoamento da soja e carne-de-sol produzidos no Brasil em direção aos mercados Asiáticos.

Esse fato confira um ato do imperialismo bolivariano, deixando o país Tupiniquim nas mãos do poderoso Evo. O lago Titicaca é local de pesca de uma importante iguaria muito apreciada na Europa, a lagosta gigante, que possui esse tamanho devido a menor influência da pressão atmosférica e gravitacional proporcionados pela altitude elevada.

PiratariaEditar

A pirataria estava começando a encher o saco

A Marinha Pirata Mundial também tinha barcos poderosos. Ela tocou o terror pelo mundo todo durante 300 anos. Nem as marinhas da Inglaterra e Espanha juntas conseguiu impedir o avanço das frotas piratas. No início do século XIX, os piratas abandonaram a carreira de navegadores e se aliaram aos chineses na produção de produtos genéricos.

Batalhas navais na América LatrinaEditar

A Guerra do ParaguaiEditar

Ironicamente, as batalhas mais importantes da Guerra do Paraguai foram batalhas navais. Talvez achem irônico, já que Paraguai não tem saída para o mar. Porém foram nos rios Paraná, Uruguai e Paraguai onde aconteceu o choque das marinhas (na verdade o certo seria riorinhas).

A batalha de Riachuelo foi fundamental para o fim da guerra, onde o Duque de Caxias conseguiu comprar três camisas e duas calças numa sensacional promoção por apenas 500 mil réis.

A Guerra do PacíficoEditar

A Guerra do Pacífico foi a mais covarde batalha naval de todos os tempos, por ter acontecido entre um país com mar, o Chile, e um país sem mar, a Bolívia. Obviamente percebe-se quem foi o ganhador.

Marinha ContemporâneaEditar

Na metade do século XIX, os barcos de madeira e papel foram substituídos pelos poderosos navios de aço, com armas de pólvora. Vários conflitos aconteceram, e vários barcos foram afundados.

Batalha Japão X RússiaEditar

Para os demais países, a batalha naval Russo-Japonesa foi apenas a briga de um urso contra uma gueixa

A primeira grande batalha naval do século XX mostrou que a marinha russa era realmente um excelente saco de pancadas. Até então desconhecida do mundo, a Marinha Czarista Russa mostrou que deveria ter continuado desconhecida. Quando entraram na guerra contra a Marinha Imperial Japonesa, liderada pelo Almirante Togo, os russos achavam que enfrentaria barcos do tamanho do bilau japonês, mas caíram do cavalo, ou melhor, do navio. Com a mesma tecnologia usada pelos digivices, os navios japoneses afundaram todos os navios movidos a vodca da marinha da Rússia. Por causa desta derrota, os russos ficaram vermelhos de raiva e viraram comunistas.

Primeira Guerra MundialEditar

A grande batalha entre a veterana Marinha Real da Inglaterra contra a recente Marinha Germânica do recente estado da Alemanha. Enquanto as duas marinhas ficavam se matando, os repórteres preferiam anunciar o sorteio da Tele Sena. Um monte de navios foram afundados, mas ninguém estava dando importância. Resolveram cessar a guerra e deixaram para resolver isto na prorrogação, conhecida como Segunda Guerra Mundial.

Segunda Guerra MundialEditar

Como a Marinha faz seus exercícios de guerra

Alemães e ingleses voltaram a se atacar, mas desta vez eles eram coadjuvantes (mas na Primeira Guerra Mundial eles também não era grandes coisas). A verdadeira batalha naval ficou por conta da Marinha Imperial Japonesa e da Marinha dos Estados Unidos da América. A guerra teve início quando os kamikazes atacaram Pearl Harbor deles. Os Estados Unidos entraram na guerra e meteram chumbinho nos japoneses. Foi uma derrota desanimadora para os japoneses, que resolveram virar otakus. Já os americanos, pensaram que dominariam o mundo mas perderam para os Chineses. Os japoneses desistiram de investir na marinha já que não ganhavam mais nem batalha de banheira, entao pegaram as sucatas dos navios para fazer tamagochis e bonecos de Dragon Ball, Jaspion e Jiraiya.

Guerra das MalvinasEditar

Na verdade, isto não foi uma guerra. Foi uma brincadeira de criança para os ingleses, afinal, eles iriam enfrentar a ..... Argentina. Na batalha, os encouraçados, destróiers, cruzadores, porta-aviões e tudo mais que a Inglaterra tinha enfrentou a poderosa frota de barcos de papel da Argentina. A resultado foi surpreendente. A Argentina resistiu mais de 1 hora de batalha. Mais detalhes da batalha no artigo Guerra das Malvinas.

AtualidadeEditar

Atualmente, a marinha só serve de enfeite para alguns países. Alguns países tentam até levar a sério, como o Brasil, mas não adianta muito levar a sério se não pode construir.

Índice

Ver tambémEditar