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História do Brunei

Um habitante de Brunei no show do milhão, algo totalmente histórico para o país.

A história de Brunei é uma história na qual ninguém nunca ouviu falar. Brunei tem umas das histórias mais complexas e indefinidas de todos os tempos, o que significa que 90% de toda a sua história antiga é apenas uma grande falação de abobrinhas enunciadas pelos historiadores dessa região.

Índice

AntiguidadeEditar

 
Saltos da antiguidade bruneana.

A única coisa que se sabe ou pelo menos o que disseram, é que Brunei é um dos reinos mais antigos de que se tem relatos e até mesmo existia antes do período dos famosos homens das cavernas, mas isso é o que a maioria dos estudiosos que estudam a Terra dizem.

Por volta de 1000 d.c, indonésios que na época não se chamavam indonésios se instalaram na ilha de Bordel e lá eles ficaram por trocentos anos até que outras pessoas encontraram esse lugar. Foi só no século XIX que as coisas começaram a ficar mais interessantes, foi quando um barco pirata de árabes bêbados naufragou no litoral da atual localização de Brunei. O capitão que se chamava Mohamed Atta se declarou o rei do lugar e por lá ele ficou.

Durante o reinado de Mohamed, ele fez bosta nenhuma, só escravizou um pessoalzinho ali e aqui para para construírem palácios e lhe trazerem comida. Seu filho Muhammad Ali, se tornou o então Sultão (apenas um outro nome para rei) e fez então daquele mísero lugar ser o império de Ali, mais tarde se tornando o Império de Brunei em 1368.

Sultanato de BruneiEditar

 
A bandeira criativa do Império de Brunei.

Império ou Sultanato de Brunei corresponde ao período dos primeiros vestígios de civilização na ilha de Borneo. Muhammad Alá, irmão de Muhammad Ali virou o sultão do império em 1374, logo após o irmão morrer ele governou o império por 100 anos e apenas fez cagadas monstruosas, o povo de Brunei chamou essa era de Idade das Trevas Bruneana.

Idade das Trevas BruneanaEditar

 
Muhammad Alá feliz em viver as custas de seu povo.

Assim que Muhammad Alá subiu ao poder, ele declarou guerra aos diversos povos indonésios que restavam em Borneo, chamada de Guerra dos Cipós (1375-1399), tinha esse nome devido a imensa floresta de cipós que existia na ilha, foi uma batalha que aconteceu apenas nos cipós, pois paleontólogos descobriram que aqueles que morriam não caiam na chão, eles ficavam entrelaçados nos cipós. De primeira, a guerra expulsou os indonésios da ilha de Borneo e expandiu o império de Brunei por toda a ilha. Já na recém formada capital de Brunei, Bandar Seri Begawan o rei se fingia de doente para não comparecer a guerra e mandar em todo o povo.

 
Navio na qual entregava pastel de frango a Brunei, perdido desde 1447.

Assim que a guerra acabou, Brunei teve um momento de paz e harmonia, pelo menos com outros reinos, pois nessa época Brunei parecia o império dos horrores para o seu próprio povo. Foi então que sem nada para fazer Muhammad Alá decidiu partir guerra contra China, após o país se recusar de entregar a sua encomenda anual de pastel de flango. A gerra então chamada de Pastel de Flango Bruneano (1447-1469) contou com os índios bruneanos na qual lutaram na primeira fase da guerra enquanto o rei novamente passava por uma gripe. A segunda fase da guerra acontece quando a Malásia decide entrar e invadir metade do território de Brunei, a justificativa dada foi que Brunei não havia pagado a conta de luz vela na região nos últimos um milhão de anos. Além de ter que pagar a indenização a Malásia pelas velas, ao se render pela guerra do pastel de frango, novamente teve que pagar 2/3 de toda a fortuna do país, acontecendo uma grande crise.

 
Mesa de sinuca Bruneana, produzida no inicio do reinado de Muhammad Aqui.

Cinco anos após a guerra do Pastel de Flango e ainda sob uma imensa crise, o rei, Muhammad Alá se suicidou de pica dura. Mesmo o rei tendo bilhões de esposas, nenhum de seus filhos foram sultões, devido todas as suas esposas serem da favela de Brunei. Em seu lugar entrou o seu sobrinho de 3º grau, Muhammad Aqui de apenas 5 anos de idade, por incrível que pareça o pequeno sultão conseguiu parar a crise e instalar a paz no império.

Império da PazEditar

 
O Império da Paz também era conhecido pela sua bela e vasta fartura.

De 1500 a 1850, Brunei passou pelo período chamado Período Monótomo, os imperadores desse período eram amiguinhos dos imperados do Japão, na qual ambos os países procuravam manter uma boa imagem para o mundo afora, mas também buscavam por diversões ilegais por parte da elite desses impérios.

Contudo, Brunei praticamente parou no tempo, pois enquanto via nações ao seu lado serem invadidos, terem escândalos, evoluírem e serem reconhecidos no mundo todo, Brunei cada vez mais caia no esquecimento de grandes nações. E esse foi Império da paz, um império onde não acontece absolutamente nada.

ColonizaçãoEditar

 
Singela carta do sultão a rainha.

No século XIX, Brunei vivendo mais um dia comum onde não acontece nada de mais, do outro lado do globo está o Reino Unido pensando em qual novo lugar eles irão invadir, em uma jogatina de tiro ao alvo, Brunei é a nação premiada com a visita britânica. Assim como todos os países que a Inglaterra invadiu, Brunei não foi diferente, foi apenas uma nação trabalhadora que gerava alguma grana a mais para a nação-mãe Inglaterra.

Enquanto a Inglaterra dizia proteger Brunei, o próprio pais dizia ser explorado e abusado, mas mesmo assim isso não impediu que sultões ascendessem o trono, mas ficavam submissos das decisões internacionais, até que o sultão de Brunei decidiu mandar uma carta a rainha da Inglaterra para os concederem a sua total independência, e assim foi feito.

ContemporaneidadeEditar

Desde sua independência (1984), Brunei continua num limbo de insignificância para o mundo. Estudiosos dizem que Brunei perdeu muito tempo tentando encontrar a paz, e finalmente quando encontraram, perderam muito tempo tentando manter a paz no país. Hoje em dia Brunei vive de uma economia baseada de 1% de baiacu e 99% de petróleo vendido a preço de banana.

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