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Iati

Serjão entrevista.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Cquote1.png Você quis dizer: Iate? Cquote2.png
Google sobre Iati

Iati, a Princesinha do Agreste (atualmente mais para "urso peludo do agreste"), é uma cidade no meio de Pernambuco, pouco memorável como tantas outras, e que tem o próprio distrito-sede e uns distritos sanguessugas de Quati e Santa Rosa. A história dessa cidadezinha virá aqui, tendo como objetivo mostrar como ela é a origem de toda a delícia. Não entendeu nada? Segue o líder... não, que papo de torcedor de futebol chato esse, só me segue!

HistóriaEditar

 
Não parece boa coisa.

A região originalmente era cheia de tupiniquins, mas por volta do século XVII um monte de negro fugido da escravidão foi pros lados de lá se esconder num mocambo em forma de barco, que logo foi chamado pelos tais de Iati (por um erro de português, já que o que eles queriam de facto dizer era "iate", mas não cobre muita instrução de um iatiense).

Só em 1964 virou cidade, bem a tempo de ter nela seu mais ilustre habitante. Ainda bem...

GeografiaEditar

Localizado bem no Planalto da Borborema, só que diferente de cidades mais decentes (nem tanto, apenas cidades que são "melhor que nada") como Caruaru e Garanhuns, ninguém dá um puto por Iati, que é pior que nada, mesmo que participe do Circuito do Frio no inverno pernambucano.

No geral a vegetação é um monte de planta derrubada chamada Caatinga. Com tudo isso essa cidade poderia ser um completo nada no universo, mas a próxima seção vai dar o único motivo dessa cidade ser lembrada forever:

Celebridades ilustres da cidadeEditar

Somente uma, mas de deveras importância indelével: o mito... o mestre... o gênio nascido em 1970 na cidadezinha, mas deixou a terrinha, foi pra Rua Augusta e de lá, em 2005, pro sucesso e pra glória memística e deliciosa, que só apareceria 7 anos depois: Jailson Mendes. Sim! Inclusive os cidadãos de lá pretendem fazer uma estátua no centro da cidade em homenagem ao seu mais ilustre conterrâneo. Mas existe uma polêmica, já que provavelmente usarão em maior destaque o que ele tem de melhor: o oco.