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Impeachment de Dilma Rousseff

(Redirecionado de Impeachment da Dilma)
Verdade.
Verdade.
Este artigo contém...

VERDADES!

(pelo menos foi o que a Veja disse)

Material verídico: Use com moderação.


Cquote1.png NÃO VAI TER GOLPE! Cquote2.png
Torcedores de Anderson Silva sobre a luta contra Chris Weidman, 1m16s antes do fim da luta
Cquote1.png Pelo "OH LORD, ATHU LAIQUE TE NÓU A XIS LÁU", eu voto sim! Cquote2.png
Irmão Lázaro sobre Impichiman
Cquote1.png Senhor filho da p..., digo, senhor presidente da câmara... Cquote2.png
Deputados petistas e pecedobeístas sobre Eduardo Cunha
Cquote1.png O número mágico é: THIS... IS... SPAAAAAAARTAAAAAAAAAAAAAA + a resposta para a vida, o universo e tudo mais Cquote2.png
Walter Mercado sobre Impeachment na câmara dos dePUTAdos
Cquote1.png PITUFFFFFT! Cquote2.png
Jean Wyllys sobre seu piti contra Jair Bolsonaro
Cquote1.png #TeamCaptain X #TeamStark Cquote2.png
Marvel Comics sobre Impeachment de Dilma

Dilma bolada... quer dizer, bolada não pra não rolar processo da concorrência... puta com toda a panelinha da maioria que quer tirar ela do poder.

O processo de impeachment de Dilma Rousseff é um golpe tentativa de terceiro turno um processo aberto contra a presidente presidenta, seu machista conservador de merda, Dilmãe Roubeff, presidenta do Brasil. O processo apurou crimes que a presidente cometeu por mal tratos contra a família de mais de 300 deputados federais visto que todos eles justificavam seus votos clamando o nome de suas famílias.

O processo começou a 2 de dezembro de 2015 por um traidor do PT, Hélio Bicão e mais uns dois seres que não lembro o nome, mandarem o mesmo para a câmara dos deputados, onde o Dudu Cunhão só deu início ao processo porque ficou putinho após tomar um friendzone da Dilma. Assim, já rolou na câmara a comissão especial do Impeach... ô nome chato do caralho, coisa de americanizado... que decidiu como favorável pela continuidade pelo processo, e por fim, pelo placar de 171*2, mais uns acréscimos aí que não valeram porra nenhuma mesmo, o processo seguiu para o senado federal (sendo assim, esse artigo ainda vai demorar pra acabar... ou não).

Os motivos teoricamente alegados seriam o de improbidade administrativa após Dilma esquecer que com dinheiro público não se brinca igual ela faz aos arredores de Brasília com sua Caloi que ela pediu pro seu pai antes da Ditadura Militar, além de suspeitas de que ela não soube usar direito a mangueira no lava jato que ela trabalhou entre 2003-2010, e chefiou de 2011 pra cá. Alguns juristas entretanto acham tudo isso uma bobagem, já que lembrando que seu pai também, querido leitor, não sabe limpar o próprio carro, deixando tudo fedendo à inhaca de porco.

Índice

Antecedentes que precederam tudo isso anteriormenteEditar

 
Dilma dando uma pedalada fiscal.
  • Dilma e sua trupe brincando de circo com mangueira de posto com petróleo;
  • Caminhadas usando bicicletas superfaturadas no Plano Safra (e usando dinheiro não do banco Safra e sim do Banco do Brasil);
  • Surgimento da República de Curitiba e declaração de guerra à Brasília;
  • Prisão de um monte de gente, como o Quasímodo da Petrobras e o ex-bem-amado do PT;
  • Guerra civil das militâncias coxinhas e pelegos em diversos estados;
  • A famosa proposta da estocagem de vento, que demonstrou o mau uso do dinheiro público em obras faraônicas sem sentido nenhum MESMO;
  • O fracasso geral da copinha do mundo 2014;
  • A descoberta do uso de recursos advindos da Rua Augusta para pagamento de campanha política da chapa petista para o João Santana e sua mulher sorridente;
  • Milena Santos, a miss bumbum, bela, nada recatada e bem avantajada, mostrando o cu no gabinete do marido, o ministro do turismo Alessandro Golombiewski Teixeira Ah não, isso foi depois, e mesmo que tivesse sido antes, acho que teria sido algo muito agradável e não motivo de impicha.

Apresentação e aceitação do pedidoEditar

Uma adevogada aí chamada Janaína Paschoal (mas advogados não era pra defender?) e um ex-petista revoltadinho chamado Hélio Bicudo, já de saco cheio das frescurebas de Dilma e de suas pedaladas, decidiram apresentar um pedido conjunto de impinchi pra Dilmãe. Àquela altura o presida da câmara dos dePUTAdos da época, o Dudu CUnha, também conhecido como Cunhão, tinha engavetado pelo menos uns quarenta e dez pedidos iguais, mas estava guardando esse pro caso do PT decidir deixar ele tomar no cu sozinho no caso lá das contas fantasmas que ele tinha na casa do caralho. Como chegou um momento em que os petistas decidiram tirar o cu deles da reta nesse caso, Cunha decidiu dar uma de Roberto Jefferson e soltou os cachorros pra cima da presidAnta e assim acatou aquele pedido, que logo foi jogado pra comissão especial apreciar a b-e-l-e-zura.

Decisão final do STF sobre o ritoEditar

Essa seção é inútil porque o rito foi exatamente igualzinho ao do carinha com aquilo roxo, ou o do Entulho Vargas ou o do Língua Presa: Primeiro votar na câmara dos dePUTAdos, depois no Senado, depois afastar a retardada e por fim o Juízo Final com o presida do STF Ricardinho Levando-o-Whisky sendo o meritíssimo. Se em qualquer das etapas desse negativo, o processo seria arquivado e blábláblá...

Essa seção merecia um {{ER}}, mas deixa essa porra ae mesmo, fazer o que...

Comissão especial na Câmara dos DeputadosEditar

Essa comissão aí foi uma baita bobagem, já que o Dudu Cunhão ficava trocando os integrantes o tempo todo até que enfim deu positivo você vai ser papai! e o processo foi lá pra votação dias depois. Nesse meio tempo teve um monte de pedidos de defesa, inclusive do José Eduardo Cardozo, que era da Advocacia Geral da União, o órgão mais desviado de função do universo, já que defende a pessoa física invés de realmente defender a União (pessoa jurídica). Nessa defesa o José foi capaz até mesmo de citar o maior jurista de autos do Brasil, Thomas Turbano Bustamante...

Votação na Câmara dos DeputadosEditar

 
Por razões desconhecidas o placar da votação de impeachment após a votação ficou quebrado. Entretanto, muitos acreditam que fantasmas de deputados conduziram a votação madrugada adentro.

  Pela minha mãe, minha tia, minha sogra, meu cachorro, meu papagaio. Eu voto SIM!  
Deputado federal sobre motivo de seu voto

Pela primeira vez, depois de mais de 20 anos de história do Brasil democrático, a população brasileira pela primeira vez pode acompanhar a vergonha alheia que são todos seus representantes na câmara. O povo brasileiro então descobriu que praticamente todos deputados federais do Brasil poderiam enganar perfeitamente qualquer um caso desejassem se passar por pedreiros que acabaram de descer do andaime, dado o nível baixíssimo de retórica, argumentação e explanação de motivos.

 
ex-deputado Wladimir Costa após a comemoração de mais um gol, digo, votação pró-impeachment.

Acostumados a acompanhar apenas futebol pela Globo aos domingos, o povo brasileiro foi às ruas as 16h horas da tarde (horário de Brasília), do dia 17 de abril de 2016, para assistir um novo tipo de esporte, a votação na Câmara dos Deputados. Ao invés de se portarem como qualquer pessoa decente, que numa situação como aquela debateriam ou exporiam suas ideias, os brasileiros só foram única e exclusivamente para torcer, claro, para qualquer placar favorável, não importando se com erro de arbitragem ou com vitória limpa, o importante era vencer e para isso torceram como sempre fizeram com seus times de futebol prediletos.

Foi naquela tarde fúnebre a nação brasileira que os deputados decidiram em meio a uma euforia característica do setor da geral do falecido maracanã, dar início a inquisição da agora ex-presidenta da república, motivados apenas pelo senso comum de que políticos são todos ladrões, que excepcionalmente naquele dia era direcionado apenas a ex-chefe de governo e isso com o aval do representados. Em suma, foi um verdadeiro FlaxFlu ou Grey x aNal transmitido pela Globo em horário normalmente usado para as transmissões do Campeonato Brasileiro, só que naquele dia em questão, a animosidade era apenas por política. E aqueles brasileiros que nunca deram a mínima para política, depois daquele dia se tornaram, de uma hora pra outra, "grandes cientistas políticos", com diploma no curso de ciência política pela GloboNews com especialização obtida por meio de memes criados por páginas de Facebook e áudios do Zapizap.

Com isso o resultado não poderia ser outro, obviamente. O jogo terminou com um placar abertamente favorável ao impeachment da ex-presidente e depois disso os encoxados e simpatizantes aproveitaram o restante do dia para comemorar um resultado pela primeira vez desde o Mineiraço e fazer uma pequena micareta em verde-amarela. Dias depois esqueceram da existência dessa votação e muitos sequer lembravam mais quem era O Malvado Favorito deles, alegando Mal de Alzheimer.

Aquele foi marcado como sendo o último dia que o povo reclamou alguma coisa sobre algum político federal, seja deputado, senador ou até mesmo sobre o presidente. O dia 17 de abril foi marcado como o Dia Nacional do Fim da Corrupção na banânia.

A Anulação e a Anulação da Anulação da VotaçãoEditar

  Ié ié! Pegadinha do Mallandro  
Waldir Maranhão sobre anulação do impeachment da Dilma

Este quase não aconteceu (ou não). Tudo porque alguém resolveu suspender o protagonista da animação da Pixar Meu Malvado Favorito, o excelentíssimo ladrão de estimação dos coxinhas, Eduardo Cunha, da presidência da Câmara dos Deputados. Quem assumiu interinamente a presidência da casa foi um deputado desconhecido qualquer apelidado carinhosamente de Seu Barriga na câmara e que desejou trazer para si todos os holofotes quando ele decidiu anular a votação anterior da Câmara, faltando dois dias para a votação no Senado, causando confusão e escândalo. A medida foi observada de perto pela CBF, que gostou tanto da ideia que na ocasião pediu ajuda ao deputado, sob a consultoria de Mário Bittencourt para anular o jogo do Brasil contra a Alemanha na copa do mundo realizada no país.

Na noite do mesmo dia, todavia, ao ver a burrada que estava fazendo e como ele podia morrer peitando gente perigosa, Waldir se superou e conseguiu autorrevogar e anular a própria anulação. Depois disso, Waldir Maranhão conseguiu a façanha que apenas poucos em toda a história da república conseguiram, ser odiado tanto pela família petralha, quanto pelos encoxados em conserva.

Comissão de Impeachment no Senado, ou Enterrando a Presidenta II – Missão CalheirosEditar

O início da votação do impeachment no senado começou às 9h da manhã de uma quarta-feira, 11 de maio de 2016 e foi presidida por ninguém mais ninguém menos que um foragido e quase cassado por duas vezes, o então presidente do senado, Renan Calheiros.

A sessão ficou marcada pela volta por cima da justiça de Renanzito, quando o senador ordenou a sessão com muita maestria e de forma ordeira, diferentemente de seu colega de facção, Eduardo da Cunha. A sessão varou a madrugada daquela quinta-feira e só foi acabar justamente no início do Bom Dia Brasil, no por volta das 8h, quando os senadores votaram e o presidente do senado passou a transmissão para o comando da Ana Paula Araújo e Chico Pinheiro.

  [...] e declaro encerrada essa sessão. Vai daí Chico!
Renan Calheiros sobre ao fim da votação que decidiu o placar do jogo de ida do impeachment no senado

180 dias de suspensãoEditar

Após o Senado aprovar o afastamento, a presidanta recebeu uma férias forçadas de 180 dias, para que todos tivessem 6 meses para articular propinas, benefícios e boquinhas em Ministério para que o STF e Senado decidam posteriormente de uma vez por todas o afastamento definitivo ou não da Dilma. Enquanto isso Michel Temer assumiu a presidência, tirou todas cotas para negros e mulheres dos ministérios e extinguiu o Ministério da Cultura que só servia para artista fazer propaganda para o PT e tornou-se o primeiro presidente do Brasil a saber falar o português corretamente, além de trazer uma primeira-dama gostosa para o acompanhar.

O derradeiro fimEditar

Depois daquela celeuma, eis que no dia 31 de agosto, faltando exatamente uma semana para o dia 7 de setembro, o Senado Federal em sessão mediada pelo árbitro Robert Lewandowski, finalmente aprova a situação de impedimento da agora ex-presidenta da república, Dilma Rousseff. A aprovação se deu propositalmente nesta data justamente para dar um ar patriótico aos tradicionais festejos da comemoração de 194 anos da proclamação da independência do Brasil de Portugal e a subserviência do país ao restante do mundo.

 
E no fim disso tudo o brasileiro vai pagar o PATO!

Ver tambémEditar