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Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo

(Redirecionado de Instituto de Relações Internacionais)

Cquote1.png Você quis dizer: Comércio Exterior Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: Relações Públicas Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: O prédio invisível do Toblerone Cquote2.png
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Cquote1.png O Rodoanel fica pronto antes do Prédio do IRI. Cquote2.png
Geraldo Alckmin fazendo promessa óbvia
Cquote1.png Fica pronto antes do Itaquerão. Cquote2.png
Maria Herminia sobre sobre prédio do IRI
Cquote1.png Aham, senta lá Cláudia. Cquote2.png
Xuxa, sobre afirmação acima.
Cquote1.png Faço RI na USP! Cquote2.png
Você se achando um mito por estudar na USP
Cquote1.png Ah é? Que chique! Cquote2.png
Sua avó decepcionada por você não ter estudado Direito, Medicina ou um curso do qual ela possa se orgulhar
Cquote1.png E o que você vai fazer com isso? Cquote2.png
Seu sogro vendo a cagada que a filha dele fez
Cquote1.png Faço RI para poder estudar na FFLCH sem passar vergonha de dizer isso. Cquote2.png
Aluno de RI sobre IRI
Cquote1.png Só tem viado. Cquote2.png
Aluno da Poli sobre curso de RI
Cquote1.png Não é o que acha sua irmã. Cquote2.png
Aluno de Relações Internacionais sobre frase acima
Cquote1.png Devia ter feito FFLCH. Cquote2.png
Membro do CA sobre curso de RI da USP
Cquote1.png Devia ter feito FEA. Cquote2.png
Membro da Empresa Junior sobre curso de RI da USP
Cquote1.png Devia ter feito POLI. Cquote2.png
Membro da Atlética, com inveja dos esportes politrecos
Cquote1.png Estou no lugar certo! Cquote2.png
Membro do Clube de Simulações, achando que vai virar diplomata
Cquote1.png Nunca serão! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre sobre afirmação acima
Cquote1.png O curso de RI segue a regra do terço: um terço de homem, um terço de mulher, e um terço de bicha. Cquote2.png
Qualquer um sobre curso de RI da USP
Cquote1.png Bombei a matéria do Joca! Cquote2.png
Pinóquio sobre Regimes e OIs
Cquote1.png É o curso do futuro! Cquote2.png
Wannabe sobre curso de RI
Cquote1.png Puta que pariu, que futuro demorado... Cquote2.png
Aluno do último ano sobre frase acima
Cquote1.png Me formei em 4 anos sem fazer requerimento! Cquote2.png
Chuck Norris sobre JúpiterWeb
Cquote1.png Só faço FEA porque não consegui passar em RI. Cquote2.png
FEAno sobre Fuvest
Cquote1.png É um imbecil... Cquote2.png
Qualquer um sobre FEAno
Cquote1.png Só tem bigoduda na USP. Cquote2.png
PUCânus sobre mulheres da USP
Cquote1.png E mesmo assim vocês não conseguem pegar... Cquote2.png
USPiana sobre frase acima
Cquote1.png O Itamara é meu lugar Cquote2.png
Bruno sobre seu futuro
Cquote1.png Não esquece de pagar minha faculdade em dia... Cquote2.png
Aluno da USP lembrando PUCano de suas obrigações com o fisco.

O Instituto de Relações Internacionais, também conhecido como IRI, é uma unidade imaginária da USP. Diz a lenda que ele se mudará para um barracão, que supostamente estaria sendo reformado. Atualmente, o IRI (não) funciona na FEA, usufruindo de seus protetores de assento, salas de computadores e impressoras sem tonner. É um dos cursos mais concorridos da Fuvest por ter um nome chique. Apesar disso, 98,586% dos formandos trabalham como aspones em bancos só para não morrerem de fome, 1,413% faz pesquisa e morre de fome e 0,001% finge que passou no consurso do Instituto Rio Branco pra não pegar mal e vai esmolar em Brasília.

Prédio do Instituto de Relações Internacionais. Só os inteligentes conseguem ver.

Índice

OrigensEditar

Em busca de um curso com nome bonito, professores paladinos de vários cantos da USP se juntaram. Em 2001, após guerras de ego sangrentas, os vitoriosos fundaram o curso de Relações Internacionais mais incompleto da América Latina. A primeira turma de cobaias ingressou na USP em 2002, e desde então anualmente grupos com 60 cobaias são enganados pela Fuvest. As experiências variam desde inventar histórias sobre um prédio imaginário até dizer que o IRI é um dos mais bem conceituados do país.

O curso de RI, sensível, coitado, sentiu um arrepio e um mal-estar muito grande ao ver as salas de aula da FFLCH, as lousas de giz, as carteiras tão antigas... E no mural de empregos só havia folhetos oferecendo aulas de dança de salão e/ou francês instrumental. Horrorizados, os idealizadores do curso garantiram seu lugar na FEA, onde todas as salas estão equipadas com projetores e assentos acolchoados. Apesar disso, a FEA constantemente procura expulsar os graduandos de RI de suas instalações, pois não há espaço no complexo de 5 prédios para emprestar 3 salas, que serão utilizadas nas 5 horas de aulas obrigatórias que os graduandos devem assitir por semana.

O Instituto de Relações Internacionais foi oficialmente criado às pressas e nas coxas em 2004 para livrar o curso do fatídico destino de ser enviado para a temível USP Leste. Foi isso que garantiu ao IRI o título de sem-terra honorário da USP, dependente da boa vontade até da FFLCH.

 
Vista aérea da pRIvate, a balada mais tradicional de RI.

RIanosEditar

As vítimas dos experimentos podem ser identificadas geralmente por uma camiseta preta escrita "Relações Internacionais USP" na frente, referências a Guimarães Rosa (escritor brasileiro muito louco) nas costas e um semblante lacônico a partir do momento que se dão conta que deveriam ter feito Direito, Ciências Sociais, História, Moda, Gestão do Luxo, Ciências da Padaria ou qualquer outra merda que os impediria de morrer de fome. Traços típicos da personalidade RIana são a arrogância, falta de pragmatismo e tendência a conversas longas, completamente inúteis e sem sentido.

Os estudantes do IRI, ao contrário do que se possa imaginar, não dão a mínima para as Relações Internacionais. São divididos em alguns grupos facilmente identificáveis pelo outro curso que deveriam ou gostariam de fazer. Uma grande parte gostaria de ter cursado Economia, mas se cansaram da matemática no cursinho. Outros pensam diariamente em pedir transferência para Direito, que não prestaram só porque queriam viajar pra caramba e trabalhar na ONU - estes passam os dias a organizar Clubes de Simulação para afogar as mágoas. Uma parcela significativa são os que queriam ter prestado Ciências Sociais ou História, mas a família não deixou ou ficaram com medo do desemprego e das acusações de serem hippies, comunistas ou vagabundos (geralmente os três ao mesmo tempo). Há ainda os que queriam ter prestado Admnistração, mas se achavam inteligentes demais para isso, então entraram para a Empresa Jr.

Grande parte dos graduandos de Relações Internacionais depende de investimentos da Fundação Família para não precisar se submeter a trabalhos depreciativos. Apesar disso, há estudantes que firmam carreiras promissoras no PUTUSP.

Sempre no segundo semestre há a tradicionalíssima pRIvate, que em 2008 estará na sua sexta edição! É uma das baladas mais gays da USP, que realmente faz jus à fama do curso! Realmente um arraaaaaso!

RIannaEditar

Comissão de Graduação Gozação (CG)Editar

Um dos entes mais queridos pelos alunos do IRI é a excelentíssima Comissão de Graduação Gozação (CG), responsável por coordenar o Bacharelado em Relações Internacionais. Sempre preocupada com foder os alunos de todas as maneiras o bem-estar dos alunos e a excelência acadêmica do curso, a CG é um ponto fora da curva na desorganização do IRI. Por exemplo, temendo que os alunos apressados e de saco cheio daquela merda de curso se formassem em 2 anos e meio, proibiu que os alunos cursassem mais de 24 créditos por semestre, mesmo que conseguissem as vagas. Além disso, fez as regras mais toscas, idiotas e filhas da puta sensatas sobre estágios, intercâmbios etc.

DocentesEditar

O corpo docente do curso é formado por um monte de gente de todos os lugares da USP. Na verdade, o curso não possui professores, apenas umas pessoas legais que se deslocam de seus departamentos para dar aulas em um curso porque ele tem nome chique. A luta de egos ainda está fortemente presente, motivo pelo qual os mestres uspianos não se importam em fazer caridade para ajudar o IRI. Apesar disso, a sombra da zica espreita o curso, e não ter professor nem mesmo para ministrar uma disciplina obrigatória, ainda que inútil, pode acontecer.

 
Cena da I Guerra Smurfética Mundial, intensamente estudada por inúmeros RIanos.

CursoEditar

O curso de Relações Internacionais é o mais mal e porcamente estruturado da USP. Apesar de ter sido criado em 2001, há dois anos do curso nos quais não há disciplinas, o que implica uma corrida desesperada pra se conseguir matrícula em qualquer aula fulera apenas para se completar o número de créditos necessários para se formar. Logo, não é raro RIanos com um currículo que inclui História dos Smurfs I, Filosofia Intergalática III, Cerâmica II ou Meio ambiente para não ativistas.

AlunosEditar

O IRI tem vários tipos de alunos, com destaque para:

  1. Pseudo-revolucionários-marxistas-vermelhos-intelectuais: acham que mudarão o mundo indo nas sempre cheias reuniões do CA, com 23 pessoas, e fazendo cartas de repúdio ao reitor, à diretora, à Fuvest e ao Obama. Reclamam de tudo e de todos, do porteiro do P3 à coordenação. Apoiam tudo que a FFLCH faz, mas morrem de medo do curso ser enviado para o submundo da USP, e de perderem o ar condicionado e o banheiro limpo da FEA pra dar aquela cagada. Realmente acreditam que um Centro Acadêmico do tamanho da vila dos Smurfs é capaz de ter voz ativa no movimento estudantil. As palavras-chaves são "contra", "moção", "horizontal", "movimento", "ata" e "RG".
  2. Atletas: gladiadores do terceiro milênio! Apanham de TODOS os times de TODOS os cursos da USP, incluindo FOFITO, Química e Biologia, mas sempre estão com um sorriso no rosto, acreditando que o futuro reserva um empate com a Geologia. Há casos em que um jogo parelho já é o suficiente para gerar um churrasco comemorando tal feito histórico. Levam a máxima "o importante é competir" a sério, visto que já ficam contentes quando conseguem jogar - é comum os times perderem de WO por não contarem com o número mínimo de atletas. Jogavam o JOPRI, mas o nível da competição era tão baixo que conseguiam vencer constantemente; trocaram pelo BIFE, em que voltaram a lutar pela honrosa 9ª posição, entre 10 participantes.
  3. Burgueses-fascistas-da-direita-radical: têm um objetivo: derrubar o Partido Hegemônico de Relações Internacionais do poder. Estão de saco cheio da USP, e sem nada pra fazer, a não ser reclamar da gestão atual do CA. Como Cérebro, sempre estão "tentando dominar o mundo" internacionalista - no caso, o CA. Acham que o Rodas é um velhinho simpático. Acreditam que podem fazer as reuniões terem média de 38 pessoas, recorde absoluto do curso! Utilizam-se de longos textos para se fazerem entender, sempre colocando um nome francês no argumento, porque daí parece que estão com a razão - coloque um deles na redação da Fuvest, você vai ter muito sucesso também!
  4. Gays: grupo vasto dentro do curso. Sabem de todas as fofocas - tarefa não muito difícil, pelo quantidade de pessoas do curso - e tendências. Tem um vocabulário bem particular: o uso de "todas" e um verbo na terceira pessoa do singular é comum, bem como interjeições como "aloka". São discretos, mas na pRIvate, se soltam. Muitos não são descobertos de primeira, mas em algum do 4 anos se mostram. Se você tem um amigo que faz RI, e diz que ninguém na turma dele joga no outro time, desconfie DELE.
  5. Gostosas: sobrou 1/2 dúzia; o resto foi extinto pela Fuvest, ou está fazendo intercâmbio.
  6. Intercambistas: quando eles voltarem, nós descobrimos como são...
  7. Pseudo-empreendedores: iludidos! Amontoam-se na Empresa Júnior ou em estágios espalhados pela universidade, acreditando que dali sairão prontos para assumirem cargos de diretoria na Petrobras. Discutem temas como a cor do cartaz de divulgação do evento, o slide de apresentação de uma proposta e a vírgula depois do "e" num texto como se fossem uma negociação de fusão entre a Microsoft e a Apple. Estão pouco se lixando para o curso, só lembrando dele quando lamentam o fato de não haver matérias de Administração, Contabilidade ou mesmo Engenharia nele. Querem pegar o diploma, virar trainees e falar e mandar um "FODA-SE" para tudo. Na verdade, chegarão, no máximo, no cargo de analista senior.
  8. Futuros-diplomatas: raça em extinção! Estudam muito nos 4 - ou mais - anos de curso. Talvez sejam os únicos que realmente se engajam nas disciplinas específicas de RI, caçando matérias que agreguem de fato conhecimento - como Políticas Públicas de Springfield, História das Greves III e Sociedade e Política da Moldávia. Entram no Clube de Simulações e ali fingem que estão na ONU, na OMC ou na Puta que pariu, representando países como a Micronésia, e discutindo assuntos inúteis que não têm solução. Quando se formam, e o sonho parece fácil de alcançar, vem a realidade: é necessário fazer um novo "vestibular" pra entrar no Instituto Rio Branco. Amigo, se você achou a Fuvest difícil, essa provinha é umas 27 vezes pior...Acabam virando professores de política, dando aulas para mais idiotas que acham que se tornarão embaixadores um dia; alguns desistem e se tornam cabelereiros de mullets na Argentina.

JOPRIEditar

O JOPRI (Jogos Paulistas de Relações Internacionais) são um dos menores jogos universitários conhecidos contando com aproximadamente 1000 a 1200 alunos. Atualmente participam dos jogos 8 entidades sendo Anhembi, Rio Branco, FAAP, FMU, FASM, FACAMP, PUC e USP com previsão de mais entidades entrarem nos jogos.

RI nada mais é que aquele curso feito para aquele almofadinha que adora falar mau do proprio país e vive na ilusão de morar em londres ou nos states possuindo apenas ingles no nivel intermediario, tem 17 anos e cutuca as pessoas nos facebruqis.