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Itápolis

ITÁPOLIS
Brasaoitapolis.jpeg
Brasão da "cidade"
Aproveite, antes que acabe...


Cquote1.png É rico?? Então me apresenta! Cquote2.png
Conversa tipíca de Mulheres Itapolitanas.

Cquote1.png Trinta e cinco "rear" de uma pizza?? Com isso eu compro 0,000012 alqueire de terra! Cquote2.png
Laranjeiro sovina.

Índice

HistóriaEditar

FundaçãoEditar

Fundada pelo Alferes (figura assemelhada a um P.M da época do Império) Pedro Alves de Oliveira no ano de 1862. Pedro Alves de Oliveira chegou ao local onde hoje é Itápolis nesse mesmo ano, acompanhado de Dª Eufrásia, Dr. Melucci, Vitamina e Fouad do Preço-Fixo, seus colegas de faculdade.

EtimologiaEditar

O Nome Itápolis origina-se da derivação das palavras “Ita”, que em tupi quer dizer “pedra” e “polis” do grego, que significa “cidade”,porém o significado de pedra mudou desde sua fundação,o que no passado se referia as pedras preciosas encontradas na região,hoje significa as pedras de crak vendidas na cidade.

EconomiaEditar

A “economia” local, por assim dizer, gira em torno da monocultura da laranja. Contudo o solo completamente infecundo em termos de comércio, sendo os estabelecimentos comerciais comumente chamados de “60 dias”, devido ao prazo médio de seu funcionamento. Tal fato deve-se a estas estranhas criaturas que deram o nome à cidade, quais sejam, os laranjeiros sovinas. Estes seres pitorescos, geralmente velhos, gordos, fedorentos e mal educados concentram 99% das riquezas da cidade, e empregam o dinheiro que ganham unicamente em duas finalidades: Trocar suas F-250 todo ano e comprar mais “arqueires” como dizem em sua língua nativa. Via de regra vivem em estado de semi-miserabilidade, jantando a merda que cagaram do almoço quando na verdade tem dinheiro suficiente para viver na Riviera. Seus filhos, também chamados de “Agro-Boys” ou “Expectadores de Herança”, embora mais flexíveis que os pais em termos de sovinice, também limitam seus gastos unicamente com a aquisição de GOLFs pretos e com a gasolina para impulsioná-los. Nada fazem (a não ser merda), nada produzem (exceto filhos com vadias interesseiras), nada gastam (salvo se para adquirir ou manter os supracitados GOLFs para ficar dando voltas e voltas no quarteirão da Pizzaria Spazio e as vadias). Exceto os Golfs e as F250 dos sovinas fazendeiros, o que se vê nas ruas é uma imensa quantidade de carros velhos (Cubanópolis como é conhecida regionalmente) o que leva a cidade a ter o título de "Capital Nacional do Fiat 147", além de ser a "Capital Interplanetária do Sorvete", "Capital Intergalática da Laranja" etc.


Moradores TípicosEditar

  • Velhas Fofoqueiras e Causadoras da Discórdia

O que mais se encontra pela cidade de Itápolis são senhoras que querem cuidar da vida de todos, por se tratar de uma cidade pequena, elas andam o dia todo e conversam com suas amigas (ou inimigas) em busca das últimas tragédias e assuntos envolvendo brigas de casais, separação, pessoas sendo despedidas e todo tipo de discórdia possível gerada nos arredores da cidade. Elas costumam se encontrar em bairros mais tradicionais e se reúnem pela manhã e pela noite, indo uma no portão da outra, fingindo que estão indo comprar tomate no varejão, mas na verdade só querem dar uma fuxicada e espiada na casa da vizinha e depois ir contar para a miga que a gordinha da esquina havia pintado o cabelo e estava horrível. Nível de escrotice: 6 de 10 Bairros afetados: Centro, portal das laranjeiras, jardim redenção, dentre outros locais tradicionais.


  • Velhos que passam o dia todo no bar ou jogando truco ou tomando todas

Esses senhores – ora simpáticos ou não – se encontram em massa na cidade, parece que todos os idosos aposentados (alguns não, mas que são pedreiros ou agricultores) se juntaram e fizeram um clã de jogadores de truco que se reúnem de SEGUNDA A DOMINGO em botecos, e não são poucos botecos, para que em cada região da cidade há um point para eles, os mais tradicionais são: - Bar perto da rua do Café - Bar da Florêncio Terra - Bar da Padre Tarallo (Todos esses bares não tem fachada) O detalhe mais importante é que eles parecem androides programados para jogarem truco o dia todo, visto que nunca se cansam, você passa de lá 07 da manhã e depois passa às 07 da noite e os mesmos se encontram trucando e bebendo uma 51 enquanto suas mulheres veem a canção nova ou então partem para o clã das fofoqueiras como listado acima. Nível de escrotice: 5 de 10 Bairros onde se encontram: Os mesmos das velhas fofoqueiras


  • Funkeiros (todas as idades)

A praga mortal que se espalhou pela cidade de anos pra cá, antes dos anos 2000 havia apenas uma dúzia de gato pingados que curtia uma música merda como funk ou rap, mas agora eles se proliferaram, afinal, Bolsa Família + Filhos igual coelho é uma realidade aparente, e com isso tomaram conta de Itápolis, e não são apenas em bairros como Jardim 2000 e Redenção, os mesmos se aventuram pela cidade com suas caixas de som compradas no Vadilar por 10,00 ouvindo as piores músicas possíveis no intuito de chamar atenção, todos parecem clones pois são realmente iguais, mesma roupa (comprada em brechós), o tênis da NIKE falsificado ou financiado, o boné aba reta comprado no lojão das bugigangas, além das bermudas típicas e pulseirinhas de alguma material bosta, todos com o mesmo corte de cabelo raspado dos lados, deixando apenas uma parte repicada em cima, tem o mesmo tom de voz de vidaloka falando em gírias como ‘séloko’ e tio, andam geralmente sozinhos para açoitar as pessoas ou então em grupos maiores que 5, andam sem objetivo algum, apenas até a bateria dos seus celulares moto G acabarem, se reúnem em locais como lago, praças ou até mesmo em ruas aleatórias, ainda não se sabe o objetivo dessas espécimes, mas o aumento dessa praga tende a ocasionar muitas merdas pela cidade.


  • Playboizinhos filhos de fazendeiros ou adevogados

Com um número menor em relação aos funkeiros, essas criaturas estão presentes na cidade o dia todo andando no centro com seus corolas bancados pelo papai (Mas que falam que eles próprio os compraram) ouvindo sertanejo universitário ou então algum axé da moda, em sua maior parte possuem uma namorada, as denominadas vadias pseudo patricinhas, a maioria também gosta de sertanejo ou finge gostar apenas pra agradar os ‘preiba’, só vão atrás de gurias com mais de 3 mil amigos no facebook e que sejam famosas – famosas em um raio de Itápolis, Ibitinga e Borborema, porque se pisam em Ribeirão Preto não são nada -, o amor quase não existe, apenas relação carnal, traição e sair pra beber e tretar com outras pessoas, geralmente os playboys frequentam a mesma academia, vão sempre no mesmo horário pois NUNCA vão sozinhos pra algum lugar por terem medo de não saber lidar com as coisas, a cada músculo adquirido mais um neurônio é evaporado de seus cérebros, gastam R$100,00 em cabeleireiro pra cortar o cabelo ao estilo Justin Bieber ou Gustavo Lima em seu auge, ou então aderem ao estilo mais cult ao verem os garanhões de Araraquara e cidades grande com barba de hipster e tentam imitar, falhando miseravelmente. Nível de escrotice: 9 de 10 Bairros em que se encontram: Bairros de classe média alta ou classe alta


  • Pseudopatricinhas do sertanojo

As namoradinhas dos playboys, não ficam solteiras nunca pois dependem dos ‘preibas’ pra sobreviverem na cidade com as melhores roupas e acessórios, além é claro de JAMAIS andarem a pé, tudo que elas buscam é um carro, e devido às exigências de acordo com o crescimento da cidade, querem um modelo caro e com um som bom que é pra elas colocarem o braço pra fora do vidro e se mostrarem pras ‘inimigas’, todas já passaram pelas mãos dos maiores playboys da cidade que agora devem estar casados e gordos, mas elas nunca desistem, o assunto principal da reunião entre as mesmas é festas e machos, não entra outra coisa em seu vocabulário devido à lobotomia que foram colocadas, seus hobbies são assistir malhação e programas da mtv, ir pra qualquer festa (até forró tá valendo) e frequentar spazio ou soró com seus namorados e depois os obriga a pagarem algum motel caro em Ibitinga pra 10 minutos de foda, foram quase que 98% da população da cidade de gurias de 18 a 30 anos. Nível de escrotice: 9 de 10 Bairros onde se encontram: Classe média e classe média alta, geralmente em bairros como Santo Antônio e Portal


  • Emuxos

Minoria na cidade por medo das agressões por conta dos funkeiros e playboys sertanejos, são solitários e raramente saem de casa, quando saem é em grupo pra irem no lago comprar Vodka do Fernando Lanches, não aguentam meio copo e depois se fingem de bêbados loucos e ficam gritando por aí tentando parecer ameaçadores, todos tem camisa do Asking Alexandria (camisas usadas todos os dias desbotadas e mofadas) e assistem o dia todo tutorial na internet pra como deixar o cabelo ao estilo scene emuxo, geralmente atraem guriazinhas carentes de 14 a 18 anos, as excluídas da escola que curtem um pop rock mas se acham metaleiras, eles também, o máximo que ouvem é u AC/DC mas acham que são seres das trevas por louvarem Olyver Sykes. Nível de Escrotice: 8 de 10 Bairros onde se encontram: Devido ao medo de serem encontrados, eles tentam ser discretos e quando saem, pedem pra mãe os deixarem em algum lugar que ninguém os veja


  • Capials

A maioria na cidade, pessoas de 30 à 80 anos, os típicos moradores de ITAPIS, pessoas supostamente normais que fazem as mesmas coisas todos os dias, dentre elas: - Ir até a lotérica pagar as contas - Fazer compras no Alvorada - Ver a globo 99% do tempo quando estão em casa - Comprarem churros no Rogério esperando 1 hora na fila todas as noites Mantém Itapis ao nível de ignorância por seguirem os mesmos valores e terem repúdio ao novo, repulsam pessoas que não ouvem sertanejo e que falam corretamente, que gostem de ler um bom livro de ficção e não 50 tons de cinza, vão às missas todo domingo mas fazem todo tipo de maldade a semana toda, além de terem mais de um cachorro em suas casas cujos mesmos ficam soltos pelas ruas. Nível de escrotice: 7 de 10 Bairros onde se encontram: Todos os bairros da cidade


  • Milfs carentes

Mulheres acima dos 35 anos que os maridos não dão conta mais nem de 5 minutos de foda e procuram outras alternativas ‘mais jovens’, e para isso estas levam seus filhos nos fins de tarde para ‘brincar’ no lago como desculpa para irem atrás dos malhadinhos ou qualquer um que estiver correndo por lá, param seus Peugeots e apenas observam suas presas, puxam conversa sobre o tempo e qualquer coisa aleatória pra no final descobrir e nome e terminar o trabalho pelo facebook, são geralmente bonitas e casadas com ricaços que passam os fins de dia vendo SPORTV, no Clube de Campo ou então em ‘reuniões da empresa’ com os migu nas pizzarias badaladas da cidade. Nível de escrotice: 4 de 10 (Não considero elas pessoas de nível baixo, afinal, com maridos capitals assim, casaria por dinheiro também e depois iria atrás de alguém que me satisfizesse)


  • ‘Os famosinhos’

O nível mais escroto e deprimente da cidade, pessoas que acham que por serem conhecidas por trabalharem na prefeitura ou em alguma loja de pseudo grife no centro são um tipo de Jesus Cristo capial do interior, tem mais de 4 mil amigos no facebook, perfil em todas as redes sociais imagináveis e baba ovos a cada METRO quadrado, pessoas que falaram oi uma vez só e que comentam em todas as fotos da celebridadezinha tentando também ganhar um pouco de fama em cima disso, são os mais falsos que se pode encontrar, tratam bem pessoas de aparência boa ou com grana, mas o zé povinho qualquer trata bem só perto dos amigos ou no trabalho, longe disso falam mal e desejam a morte, se encontram aglomeradas em grupos e suas vidas são uma mentira Nível de escrotice: 10 de 10 Onde se encontram: Prefeitura de Itápolis, bancos, gerentes de lanchonetes e pizzarias, personal trainers e outras pessoas donas de alguma loja de merda que não duram nem 1 ano aberta.


  • Pseudo nerds

Outro grupo restrito e bem pequeno, são aquelas pessoas estranhas de aparência peculiar que quase ninguém conhece pois passam o dia jogando Minicraft ou league of legends, não tem muitos amigos, portanto quando vão sair é com primos ou pais mesmo, geralmente são mimados e o papai compra a figure action que ele quer pra depois tentar ficar famoso na internet com os otakus e gamers espalhados pelo Brasil à fora, não se sabe muito sobre eles, mas jogadores de Pokémon go estão incluídos assim como frequentadores dos filmes cults que passam aqui no cinema (andam com camisa de rock também todas velhas e surradas). Nível de escrotice: 5 de 10 Onde se encontram: Locais desconhecidos


LocalizaçãoEditar

Situada na região denominada de Cinturão da Fome (composto por Itápolis, Ibitinga, Novo Horizonte e Taquaritinga), a região metropolitana da “Grande Itápolis” é composta por Itápolis e seus dois distritos: Nova Amérda e Tapinas com os bairros agregados Onça e Antas (homenagem a diversos políticos locais) ambos muito frequentados pela classe média-baixa itapolitana devido a sua abundância de mulheres que, ao contrário das Itapolitanas da urbe, contentam-se com veículos de modelos e ano de fabricação mais antigos.

Pontos turísticosEditar

LagoEditar

 
Pesca no lago. O propósito era entreter CRIANÇAS no dia das crianças, mas...

Constitui-se de um represamento do Rio da Bosta Córrego Boa Vista. Situado na área “nobre” da cidade. À falta de melhores, digo, quaisquer opções, é um dos points da juventude Itapolitana. Seu público varia sazonalmente entre: boys anencéfalos, maconheiros de classe média, gente normal, e manos da “redeca”. Sua maior ou única atração é uma pista de jogging usada em suma pelos paus-no-cu, ricos e pseudo-ricos moradores do Itauera, que gostam de pensar que o lugar é o equivalente local do Central Park, o que tornaria o Itauera o “Upper East Side” Itapolitano.

ParedãoEditar

As ruínas da Antiga Companhia Douradense de Eletricidade o maior ponto turístico que ninguém conhece, ninguém sabe onde fica e ninguém sabe que existe.


Salto da OnçaEditar

Uma pequena queda formada pelo Córgo da Onça, tão pequena quanto a importância da cidade no cenário regional da Região Metropolitana de Ibitinga. Muito apreciado pelos visitantes devido a sua beleza. #SQN


Cine Teatro (Fechou e para variar foi para Ibitinga)Editar

Cabiam 350 pessoas (mas nunca passava de 20 espectadores), isso devido a cultura itapolitana de preferir andar de trenzinho pela cidade (agora temos os carretões, que por onde passam disparam os alarmes dos carros de tanto barulho que fazem e deixam a velharada doida quando as janelas das casas começam a tremer) e ver cada cena da urbe e depois fofocar com os vizinhos.

MuseuEditar

Tá no cai / Não cai. Caiu o telhado e chove dentro a anos!!!

Área de LazerEditar

Embrenhada no meio do mato, é o equivalente local do “Piscinão de Ramos”. Frequentada pelos funcionários públicos de baixo calão do município, é também reduto de depravados, exibicionistas e maníacos sexuais.

Campo do OesteEditar

Considerado a “La Bombonera” do interior paulista, era a casa do Oeste Futebol Clube, clube local muito utilizado na tergiversação de verbas públicas, que no final foi vendido para Barueri. A "Arena" comporta até 15 mil pessoas, porém passa a maior parte do campeonato interditada devido a falta de estrutura de suas arquibancadas de madeira que parece o circo Garcia a céu aberto.

Cristo RedentorEditar

Em nova analogia com Nova Iorque, em termos locais seria o equivalente ao HARLEM. Point de pobre, é frequentado por: Manos, que na falta de carro tentam impressionar as minas fazendo Street Dance, com direito a rodopios no chão e tudo mais; Minas, ou barangas pançudas vestindo mini-blusas cheias de brilho, o que as faz lembrar uma Porca no Rolete embrulhada em papel alumínio; e finalmente por velhos tarados que aproveitam o baixo nível de concorrência no local para faturar umas pervas. Tem uma incrível semelhança com um leprosário. Poderia ser ainda chamado de “Fura-Bucho” devido as brigas, facadas e tiroteios que ali eventualmente ocorrem.


Pizzaria SpazzioEditar

Point do resto que não frequenta o Cristo, possui a segunda maior concentração de paus-no-cu por metro quadrado do planeta, perdendo apenas para as festas da Revista “Caras”. Seus frequentadores dividem-se em:

  1. – High Society – São aqueles que realmente mantém o lugar aberto até hoje, pois são os únicos que consomem algo, porém não passam de filhinhos de papai que querem mostrar que tem grana para os pobres do local tornando-se apenas babacas sentados olhando os outros e engordando feito porcos(nessa categoria obviamente estão insertos os laranjeiros sovinas filhos da puta e seus rebentos).
  2. – Pseudo-Ricos – São os boys de vila, geralmente de classe média-baixa, via de regra proprietários de GOLFs ou ASTRAs usados e financiados, os quais embora não possam se dar ao luxo de pagar R$ 35,00 por uma pizza todo final de semana não abrem mão de frequentar o local, ficando contudo circunscritos à calçada externa. São facilmente identificáveis pelo hábito de permanecerem encotados nos muros externos, munidos de uma mesma garrafa de long neck, a qual permanecem segurando até o final da noite, quando esta chega a estar tão quente que beira o ponto de ebulição.
  3. – Pivetes – Abrangidos nesta categoria encontram-se os fedelhos, crianças, pré-adolescentes, miguxos, emos, posers, putinhas impúberes e afins.
  4. – Manos “Social-climbers” – Facção de dissidentes dos Manos do Cristo. Os manos da Spazzio aspiram à inclusão social e sonham em ser aceitos como iguais pelos grupos anteriores. Fracassam miseravelmente e ficam geralmente confinados na esquina diametralmente oposta, fitando com olhos de rancor aqueles que por ali passam.