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Itabaiana (Sergipe)

Itabaiana é uma suposta cidade que apesar do nome não fica na Bahia, mas sim no interior de Sergipe, mas não tem coragem de se chama "Itasergipana" por vergonha de seu estado nativo. Fica localizado depois de um bosque relativamente pobre em fauna e flora, o Parque Nacional da Serra de Itabaiana, único pedaço de vegetação de Sergipe, porém, que não é formado por cana-de-açúcar ou plantação de tabaco.

Índice

HistóriaEditar

A história de Itabaiana já começa fracassada, pois com a criação da Capitania de Sergipe, um senhor chamado Francisco Pereira Coutinho, ou vulgarmente conhecido como Velhinho que comeu e não pagou, foi designado a explorar o interior desta capitania, porém morreu de alguma doença que era grave, talvez só uma gripe, mas como o SUS da cidade de Itabaiana é uma precariedade ele não resistiu, e a missão de continuar explorando aquelas terras foi passada para seu filho, que não era retardado igual ao pai e vendeu a capitania de volta à Portugal, já sabendo que não havia nada de interessante ali mesmo, esse fazendo um excelente negócio.

Conforme a historiagrafia, o surgimento de Itabaiana como habitação mesmo se deu no ano de 1590, quando Cristóvão de Barros se perdeu do rio Sergipe onde deveria procurar ouro, mas encontrou foi uma tribo indígena que eles mataram. Como estavam longe do Rio Sergipe, a comitiva achou que já estavam na Bahia, e Seu Mané exclamou a famosa frase "Ih! Tá baiana!", dando assim origem ao nome do vilarejo onde eles decidiram se estabelecer, depois que se convenceram que estavam perdidos.

Sabe-se que em 1641 os holandeses foram tolos o bastante para acreditar num hoax que dizia que havia ouro em Itabaiana, obviamente perderam anos de suas vidas naquele meio do nada, a única coisa que encontraram no sábado na famosa feira da cidade era muita gente feia, caminhões e peças roubas de caminhões.

No ano de 1675 passa a ser considerado vila porque Sergipe havia sido fundado como província e precisava de mais vilas, e até o século XIX era o terceiro maior município de Sergipe dentre os então 3 municípios existentes, perdendo este posto e caindo para quarto lugar depois que o bairro de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, passou a ser considerado cidade também.

GeografiaEditar

A primeira vista Itabaiana não tem nada de mais, é apenas uma cidade localizada no agreste, mas ao sul da cidade fica o Parque Nacional da Serra de Itabaiana, aquele que é considerado o parque nacional mais inútil do Brasil, pois não passa de um vasto gramado, com uns arbustos aqui e acolá, que foi transformado em parque nacional apenas por ser o último espaço sergipano que não foi transformado em plantação de cana, banana ou tabaco.

EconomiaEditar

 
A famosa feira-livre de Itabaiana. O maior aglomerado de foleiragem do interior do Sergipe.

Itabaiana, por estar localizado na rota entre o sertão e Aracaju, tornou-se uma cidade que se especializou em vender a muamba que sempre trafegou nessa rota, como produtos roubados, produtos de baixa qualidade, produtos de segunda mão ou simplesmente produtos supérfluos sem grande serventia, e assim surgiu há muitos séculos atrás a famosíssima Feira Livre de Itabaiana, que para manter a tradição pode livremente ignorar quaisquer exigências sanitárias, para que tudo ali sempre pareça do século XIX. A feira é um evento a parte que acontece todos os sábados e reúne.

TransportesEditar

Por algum motivo Itabaiana considera-se a Capital dos Caminhoneiros, embora estes nem tenham sido consultados para tal, porém a cidade tem a maior quantidade per capta de caminhões do Brasil, embora isso não seja retribuído, com uma BR-235 e SE-170 totalmente precárias.

CulturaEditar

Itabaiana é conhecida pelo sincretismo com que trata suas festividades, misturando tudo no carnaval, paganismo, macumbismo, um pouco de catolicismo e ateísmo também.

A música símbolo é o forró, e quem não gosta de forró é tratado como excluído pela cidade inteira. pois os poucos que decidem variar um pouco, precisam curtir coisas como "chegança", que consiste em se vestir de Quico e se fingir de lesado mental.

EsportesEditar

A cidade é mais ou menos conhecida no Brasil porque tem um time de futebol chamado Associação Olímpica de Itabaiana que muito de vez em quando ganha algum torneio estadual e por isso acaba jogando um torneio nacional, momento em que falam "Olha, tem esse tal de Itabaiana jogando a Série K do Brasileirão, que time baiano mais esquisito!".

A equipe manda seus jogos no Estádio Presidente Emílio Garrastazu Médici, cujo nome foi modificado por Jackson Barreto, em respeito à Dilma que foi torturada, para o nome Estádio Etelvino Mendonça.