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Itapajé

Itapajé ou Itapagé é uma cidade[carece de fontes] a umas 30 léguas de Fortaleza e também de United States of Sobral.

Índice

HistóriaEditar

 
Arco de entrada da cidade que anuncia a chegada à Ilha da Rainha da Morte, onde Ikki de Fenix teve seu treinamento.

A cidade de Itapajé (ou Riacho do Fogo à época) se formou quando os Portugueses exilaram vários bandidos pelo Brasil, e como o Ceará fica próximo à Europa, grande parte desse pessoal foi parar por ali. Como esses portugueses não tinham nada para fazer e eram ociosos, muitos índios que praticavam o canibalismo na época se aproveitaram para se banquetear de "carne nova", então os portugueses se achando mais cruéis decidiram comer também os índios, aliás, as índias. E assim surgia a cidade que tem quase 50 mil habitantes.

EconomiaEditar

-O que tem para comer?
-Nada
-E beber?
-Nada.
-O que você faz aqui?
-Nada.

E com esse diálogo se resume a economia, educação e atendimento encontrado em Itapajé. Mas para não sermos injustos podemos citar também estes extraordinários fatos:

  • As atividades em Itapajé se resumem a tapar buraco na BR-222, trabalho realizado por crianças que apanham até dar todo dinheiro arrecadado para os pais e as mães gastarem com cachaça no bar mais próximo. Os outros não sabem andar ou são cegas ou lactantes.
  • 30% dos adolescentes vende jarros de barro lapidados com mijo (como a falta de água, é grande o uso de qualquer líquido, exceto mercúrio, que não seja água). Grande parte da população exerce vigilância dos céus a espera de helicópteros da ONU para ajuda humanitária.
  • Outra parte vive nas igrejas pedindo a Deus alguma comida, enquanto os padres e os pastores pedem o dízimo, o que nos leva a perceber que mendigagem é o grande motor da economia da cidade.
  • Os que não mendigam vivem da criação de bichos estranhos para comerem, como: tejo, calango, pardal, guaxinim, lagartixa, cobra, formiga de roça (a famosa tanajura), besouros, rato, raposa, carcará e os afrodisíacos barata preta e escorpião.
  • Os seres mais ricos da cidade são velhinhos que passam a melhor com um salário mínimo dada pela previdência, velhinhos os quais, como são muitos solidários, repartem com sua prole, senão é tomado à força pelos filhos de barba e de cabelos, também, grisalhos.
  • Há trabalho remunerado na cidade em três lugares distintos: Na prefeitura para aqueles que estão cansados de trabalhar no "duro" e ganhar pouco; Nas lojas da cidade onde pagam 1/5 de um salário mínimo mas que na carteira de trabalho conste um salário mínimo; Mas o mais louvável trabalho ocorre na indústria de calçados onde lá todos trabalhadores são liberados a ficarem "chapados" com a cola dos sapatos e ainda por cima ganhar um salário mínimo de verdade.

PolíticaEditar

Itapajé é conhecida na região como a cidade do pretérito-mais-que-perfeito, presente do subjuntivo e futuro do pretérito. Itapajé foi a cidade onde já teve de tudo. Hoje cogita-se ter alguma coisa, pensando em um futuro glorioso como no passado. Ainda pratica-se a política da mais valia, ou seja, só quem ganhou campanha política é quem mais "valia", ou aquele que mais prometia. As campanhas políticas da cidade são as mais caras da região e nem precisa ser candidato para ganhar ou perder, pois há muitas mesas de apostas por ali, inclusive conhece-se gente que já ganhou carros, casas e até bloco de apartamentos através dessas mesas de apostas, portanto, a cidade nem precisa do MaisCap.

PopulaçãoEditar

com 48.000 habitantes, Itapajé é a 35º cidade do Ceará com contingentes de famintos e sedentos desde sua origem. Grandes pesquisadores dizem que o motivo de Itapajé ter essa fama desagradável é puro castigo de Deus. Jesuítas andaram por essas terras catequizando os indígenas há mais de 250 anos e os índios vendo sua comida acabar pelos portugueses então decidiram amarrá-los até morrerem de fome, com isso Deus se irritou e rogou o castigo: a de todos que vierem a morar naquelas terras iriam passar fome", afirma o historiador Doutor Vidal da Penha. O problema é que Itapajé não carece só de comida, afirma outro historiador, doutor Francisco Timbó da Silva. Ele argumenta que a população sofre com a falta d'água, "Itapagé foi um navio brasileiro afundado pelos alemães na costa nordestina entre Pernambuco e Alagoas na Segunda Guerra Mundial, então devido a falta de bravura de seus marinheiros não terem conseguido chegar à costa para se livrar do afogamento, o então presidente Getúlio Vargas escolheu uma cidade do interior do Ceará para denominá-la Itapajé ou Itapagé e fazer com que seus habitantes sinta o que significaria a falta de água, que no caso para os marinheiros seriam suas salvações".

IdiomaEditar

  Estudar para que, se o futuro é a Paquetá. O importante é ser pirangueiro e piriguete.  
Provérbio local

O que se aprende nas escolas de Itapajé é o dialeto local do estado, possuindo uma grande diversidade de conjugações de verbo.

Conjugação do Verbo Ir
Eu rô
Tu rai
Ele rai
Nós ramo
Vós (não exite neste idioma)
Eles rão

ReligiãoEditar

Muitos são os que acreditam nos milagres de São Francisco de Assis, conhecidos como católicos. Outros creem somente em Deus, caso dos evangélicos. Mas a maioria gosta mesmo é de Oxum, orixá do amor e da fertilidade. A razão da existência dessas entidades por ali, se deve o fato dessa região ser um lugar de clima ameno, o que era bom para pecuária e para cultivo da cana-de-açúcar, daí a vinda de povos africanos para se trabalhar na terra. Contudo, Itapajé foi a segunda cidade do Brasil a libertar seus escravos, mesmo assim não deixou-se cai no esquecimento a cultura desses povos, assim perseverando como religião maioritária a macumba, o candomblé e o vodi, e seus ritos até hoje praticados em qualquer esquina da cidade. Qualquer habitante se quiser saber se é corno, basta levar sua mulher ao pai-de-santo mais próximo para que ele possa fazer uma análise de 24 horas nela. Se quiser ter dinheiro e prosperidade, basta dar uns trocados para Oxum, ele tem as plantas de todos os bancos do estado. Se quiser ter saúde, basta por R$ 150,00 numa garrafada da sua vizinha, diz ela que cura até câncer, então para que UNIMED? Por isso que Itapajé se destaca na região como uma cidade mística e de azarados.

LazerEditar

Um dia falou-se que Lairton dos Teclados ia "tocar" umas em Itapajé, então Faustão perguntou em seu programa imbecil "onde fica essa tribo?" a qual Laírton respondeu que era na "Amazônia". Talvez ele foi mesmo tocar em toda floresta amazônica, porque por Itapajé ele nunca apareceu para qualquer show e pense num quebra-quebra no clube.

TurismoEditar

É aconselhável ao turista visitar Itapajé no inverno, dizem que lá parece Veneza nessa época, mas vá com uma canoa! O bairro São Francisco 2 também é bem visitado por aquele que desejam conhecer um pedacinho do Rio de Janeiro em Itapajé, apenas não se deve esquecer de levar um cachimbo da paz ou um colete à prova de balas!

Um bom lugar para se passar um final de semana é na beira de um açude, só na rua Fausto Pinheiro. Um dos poucos locais no mundo que, mesmo sem saber nadar, não se morre afogado. Basta se apoiar numa ruma de bosta.

Além desses pontos, há algumas pedras com formatos estranhos:

  • Pedra da noiva. Parece com a noiva cadáver do filme.
  • Pedra da Caveira (formato de uma caveira). Parece mais com uma assombração
  • Pedra do Frade (formato de um dedão ou de um P^, menos de um frade ajoelhado, portanto não enganemos ninguém com esse blá, blá, blá de frade de pedra.
  • Pedra dos ossos, lugar de um belo churrasquinho. (se quiser saber a história dessa pedra, se vira nos 30 seg.)
  • Lajeiros (perto do orto de São Francisco. Se for por lá, cuidado para não pisar em camisinhas aidéticas)