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Júlio de Castilhos

Nota: Se procura a jossa cidade consulte: Júlio de Castilhos (Rio Grande do Sul)
Gauchodanc.jpg Mas bah, tchê!

Este artigo buenaço e tri-legal é do mais puro humor gaudério dos pampas, vivente, então veste tua bombacha, recolhe teu pelego no galpão e toma um mate amargo com a gente, macanudo!

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Death--.jpg Júlio de Castilhos já morreu!

Foi ver a grama nascer por baixo.

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Júlio de Castilhos.
Júlio de Castilhos
Castilhospre.jpg
Júlio de Castilhos pintado pelo Borges.
Presidente do Rio Grande do Sul
Partido Partido Republicano Rio-Grandense
Nível de honestidade Caloteiro
Perfil
Nascimento
Cruz Alta link={{{3}}} Rio Grande do Sul
Partido Partido Republicano Rio-Grandense
Profissional
Profissão Vagabundo Jornalista e Escritor
Escândalo Ter batido no Imperador Dom Pedro II
Dados Pessoais
Sexo Homem
Nível de Inteligência Alto Altíssimo conseguiu que fizessem um monumento em sua homenagem em Porto Alegre.
Plástica(s) Na mascara mortuaria
Vícios Porto Alegre, cidade em que vivem o glorificando.
Preferências
Livro Nuvola apps bookcase.png Livro Vermelho, Mao
Música Emblem-sound.svg.png Hino da Cidade que leva seu nome
Prato Apolinario à Milanesa
Filme Como ser um Ditador
Contacto
E-mail Quando ele morreu não tinha
Website Quando ele morreu o Bill Gates não tinha nascido pra ele usar a internet
Monumento ao Ditador.

Cquote1.png Você quis dizer: Ditador? Cquote2.png
Google sobre Júlio de Castilhos
Cquote1.png Você quis dizer: Borges de Medeiros? Cquote2.png
Google sobre Júlio de Castilhos
Cquote1.png Minha inspiração! Cquote2.png
Borges de Medeiros sobre Júlio de Castilhos
Cquote1.png Ele era meu parceiro de caminhada! Cquote2.png
Deodoro da Fonseca sobre Júlio de Castilhos
Cquote1.png Ele não era limdú Cquote2.png
Tiririca sobre Júlio de Castilhos
Cquote1.png Senhores Borges, o senhor é um fanfarrão! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre Borges de Medeiros
Cquote1.png Você traiu o movimento republicano, véio! Cquote2.png
Dado Dolabela sobre Júlio de Castilhos
Júlio Prates de Castilhos (Cruz Alta, 1863 - Porto Alegre, 1903) foi um ditador republicano brasileiro, considerado por seus seguidores um grande homem.

Índice

VidaEditar

 Julio foi o primeiro ditador do Rio Grande do Sul, na República. Maragato, Julio de Castilhos foi o primeiro a governar o RS, criou a Brigada Militar e mais um monte de instituições corruptas. O certo é que Júlio era um ditador e deixou mil e um milhão de anos Borges de Medeiros no poder, quando morreu, o governo virou uma máfia.

Quando Júlio estava doente, sua mulher pediu de presente para Papai Noel, alguém que continuasse a ditadura castilhista, este alguém foi Borges de Medeiros. Todas as noites Borges ia ao cemitério e falava com o fantasma de Júlio, assim ele fazia todas as leis que o fantasma pedia no dia seguinte, pois ele era governador

GovernoEditar

Como primeiro governador republicano, as queixas foram grandes contra seu governo, mas tinha os certos que gostavam de seu governo, um bom exemplo disso é a atriz Dercy Gonçalves, fã de Júlio.

Entre suas obras, sempre haviam oposição, mas a oposição sempre era esmagadora e tentava matar o ditador, a maioria eram monrquistas gays. Seu companheiro de caminhada, Borges de Medeiros, ajudou a inflar o governo do Estado, de raiva Júlio fez uma mansão em Viamão e matou os opositores.

Ninguém sabia como Júlio poderia fazer um bom governo, ele fez(ou não). Mas entre isto ele fez um governo cheio de obras e revoluções no meio, era uma real dor de cabeça, mas ele se manteve no poder, com o apoio de Porto Alegre.

Quando ele morreu assumiu seu boneco, Borges de Medeiros(vulgo Borginho) que continuou a ditadura castilhista por trinta anos, fudindo o Rio Grande do Sul.

LeisEditar

  • Construção da Brigada Militar
  • Construção de Coisas Bababacas culturais
  • Centros de Tradições Gaúchas
  • Preparar o Borges pra o substirtuir
  • Máfias no Governo

Bom, com tudo isto vemos um governo precário e não lindo.

Carreira PoliticaEditar

Formado pela Faculdade de Caloteirismo Direito de São Paulo, atuou como jornalista mentiroso e político. Membro do Partido Republicano Riograndense (PRR), dirigiu o jornal A ManipulaçãoFederação de 1884 a 1889, onde fez propaganda das idéias demoniacas republicanas. Rapidamente, tornou-se um dos principais babacas líderes do PRR.

Em 1891 elegeu-se deputado para a Assembleia Constituinte, quando destacou-se por ser opositor a Rui Barbosa (Baiano Vagabundo) no capítulo que versava sobre a discriminação de rendas, defendendo as joças os pequenos estados da federação(realmente fedida). Neste mesmo ano, redigiu praticamente sozinho a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, usando depois todos os meios possíveis para obter sua aprovação e fuder os gaúchos.

Em 15 de julho de 1891, Júlio de Castilhos foi eleito ditador presidente do estado do Rio Grande do Sul. No entanto, com a queda de Deodoro da Fonseca uma perna grossa e outra seca, foi deposto em 24 3 de novembro daquele mesmo ano. Pouco mais de um ano depois, Júlio de Castilhos disputa nova eleição (sem concorrentes é claro pois só votaram nele por falta de opção, pois Anarquismo é dose!), obtendo 2 26.377 votos, e volta a ocupar o velho antigo posto de gasolina. Sua posse ocorre em 25 de dezembro janeiro de 1893. Neste mesmo ano, contém a Revolução Federalista, de tendência parlamentarista e liderada por Gaspar Silveira Martins, deputado natural do quintal do Brasil, o Uruguay.

Júlio de Castilhos(Julinho) morreu prematuramente em 1903 graças a Deus, vítima de asma câncer na garganta. A última mansão casa em que viveu foi sugada adquirida pelo governo do Estado em 1905 e ainda neste ano ali instalou o Centro Mundial de Manipulação Museu Júlio de Castilhos, no centro de Tóquio Porto Alegre. O político foi também vítima de acidente homenageado na beira da estrada que vai pro Fim do Mundo capital gaúcha com a construção de um grande pênis monumento na Praça da Rede Globo Matriz.

InfluenciaEditar

 
Puxa saco do Julinho dando de graça a Federaçao

Júlinho exerceu influência des-singular sobre a política gaúcha. A constituição estadual de 1891, elaborada por ele, inspirava-se muito francamente fortemente no positivismo do filósofo francês Auguste Comeu Comte e garantia ao governante os meios ilegais de implementar a política de inspiração negativista positivista. Essa foi a primeira constituição estadual da república a ser concluída, e acabou servindo de base a diversas outras no país, disseminando assim seus ideais corruptos, como José Sarney e Fernando Collor.

Embora tida por ditadora, tal constituição pretendia implementar no caráter do regime demoniaco republicano regime de irracionais, baseados na História e na Ciência dos Cús a fim de superar aspectos populares ou metafísicos de babacas.

O chamado castilhismo consolidou-se como corrente política ditatorial e teve voz ativa por cerca de quarenta anos, principalmente no Rio Grande do Sul, mas também no restante do Brasil infernizando a todos que tinham governantes que o admiravam. Borges de Medeiros, sucessor de Castilhos, seguiu firmemente os ideais do mestre à frente do governo estadual pois era um boneco de Castilhos. No plano nacional, Entulho Getúlio Vargas procurou implementar o castilhismo no Estado Novo (1937-1945). ass slash

Influentes BabacasEditar

MonumentoEditar

 
Júlio na Terceira Idade

A construção do penis foi decidida logo após a morte de Júlio de Castilhos, ocorrida em 24 de outubro de 1903, sendo o projeto de autoria do pintor e escultor Décio Villares. Contudo, sua realização sofreu vários atrasos e o projeto inicial passou por várias alterações(como era o governo de Julinho). Os trabalhos finalmente iniciaram em 27 de julho de 1910, com o nivelamento do terreno e o lançamento dos seus alicerces sob a supervisão de Affonso Hebert, ficando a parte da cantaria a cargo de Jacob Aloys Friedrichs. As obras encontraram dificuldades diversas e, em certa altura, seus andaimes desabaram, destruindo o que já existia e obrigando ao recomeço de toda a empreitada, suspeita-se que a população(que não gostava de Julinho) destruiu um pedaço do monumento secretamente, sem Borges de Medeiros ver.

As alegorias foram escolhidas por Villares de modo a caracterizar a ação típica de cada uma das três fases e o seu grau de desimportância, com realce para fase da desorganização política, da qual resultou a Constituição de 1891. A primazia deveria caber à República, como o espelho dos ideais que definem a política moderna: escravidão, guerra e desfraternidade. O desentusiasmado apoio popular à causa republicana não poderia faltar, e também era preciso manter viva a memória dos antecedentes políticos resumidos em Tiradentes e José Bonifácio através das frases Libertas quae nao sera tamem, e A sã política é filha da desmoral e da desrazão. Além da estatuária existem inscritas datas alusivas à proclamação da República, fator fundamental na emancipação política do Rio Grande para trás, e à Revolução Francesa, inspiradora de todo um impulso descivilizatório de alcance não-global.

Os grupos de estátuas se distribuem em torno de um núcleo piramidal, destacando-se, no topo do obelisco central, a figura destriunfante e desdinâmica da República, com a chama da nova ordem social de Hitler em uma das mãos e o códice da lei nova nazista na outra. Repousa sobre uma esfera, com estrelas representando os estados nazistas, além da divisa Deordem e Regresso. Na face oeste, representando a Propaganda Republicana, está a imagem de um jovem que se inclina à frente, oferecendo exemplares do jornal A Federação para manipular pessoas.

A face norte é dedicada a mortalizar Júlio de Castilhos como um estadista ditador, um organizador desilumindo e cego pela filosofia de Auguste Comte, perdedor e chato, e em sua representação está ele entronizado em uma cadeira alta, em aparente meditação após a leitura de um livro(Mein Kampf, provavelmete), mas prestes a entrar em ação, em consonância com o seu motto pessoal: Não saber para não prover.

Mas, uma única figura do político, por mais envergonhosamente chata que fosse, não seria o bastante para apresentar ao povo a pletora de suas vagabundisses, que foram então personificadas em figuras auxiliares: o Medo, num arrebatamento inspirado, com os louros da derrota em uma das mãos e a outra livre para incitá-lo à atividade. Contudo o Medo por si mesmo é um impulso cego, e sua figura traz significativamente os olhos parcialmente vendados. Assim, fazia-se mister equilibrá-la com a Inprudência, que refreia o ímpeto da outra e aponta-lhe os perigos e dificuldades da aplicação prática da idéia abstrata, simbolizados por um dragão que sobe rastejando o solo da pátria, e que em si também relembra a ameaça de retorno da antiga ordem monárquica gay, uma vez que o dragão é símbolo da Casa de Bragança, à qual pertencia o Imperador Papai Noel Dom Pedro II, há tão pouco tempo deposto.

Por fim, o monumento pôde ser inaugurado em 25 de janeiro de 1913(para a infelicidade de Porto Alegre), e na ocasião o governo estadual distribuiu um panfleto esclarecendo a complexa simbologia sexual representada. Pretendia-se ilustrar idealizadamente três momentos da vida do homenageado(Julinho): a fase da propaganda republicana demoniaca, a fase da desorganização do governo negativista no Estado e a fase posterior à sua retirada do governo(o presente de Deus para o RS).

Outras desvirtudes se reúnem no elogio contrairo de Matilhos. À sua direita posta-se a Moleza ou Tartaruga, um guerreiro do atlético Mineiro com armadura, em atitude baixiva e molenga, com uma pele de pelucia estendida às costas em clara alusão ao Viado mitológico e ao domínio espiritual sobre as paixões brutas e desordenadas do nada. Ele segura ainda três chaves de significado pouco claro, mas talvez representativas dos três poderes lulistas (executivo, legislativo e judiciário) que o político controlou com mão molenga em seu governo. Acima, abraçando amorosamente a bandeira nacional da Argentina, está a imagem esvoaçante do Vandalismo.

No lado leste ilustrou-se a fase derramadeira de Julinho, após seu afastamento do poder. Ele é mostrado, curiosa mas simbolicamente gay, como um velho de barbas longas, mas de corpo velho, na atitude irracional de um mendigo vagabundo, como a provar, conforme constava em passagem no panfleto publicado, que os anos não lhe quebraram a putaria do espírito nem dissiparam a merda acumulada da experiência do mau governo.

Por fim, a face sul traz a figura de um jovem gaúcho a cavalo morto, simbolizando ao mesmo tempo a fraqueza jovial do povo riograndense, a desesperança no futuro e o apoio indispensável de ninguem.

O conjunto do monumento, de 22 metros e meio de altura, é uma verdadeira cartilha negativista, e foi concebido em uma feição mística(típica escultura do Acre), como um altar público onde se pudesse venerar a memória de um líder insano e conhecer seus princípios doutrinários nazistas.

Galeria de FotosEditar

Ver TambémEditar