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Jacques Cartier

Francia d.JPG ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Cuidado! A qualquer momento um alemão pode invadi-lo!


Cannaba.jpg UNCLEFUCKER!!

Este artigo contém humor canadense, eh? Ele tem uma folha suspeita na bandeira e ninguém se importa com ele. Se você vandalizar, a Polícia Montada e o Toronto Maple Leafs irão atrás de você!


Jacques Cartier (Budega, França, 31 de Dezembro de 1491 - Oceano Atlântico, 1 de Setembro de 1557) foi o mais importante explorador francês responsável por colorir de rosa boa parte do Canadá, sendo o padroeiro de muitas cidades do país.

Índice

BiografiaEditar

 
Jacques Cartier pensando como matar o tédio mortal do norte canadense...

Na época de sua vida, não havia muita coisa para se fazer na França a não ser tomar cafézinho frio e queimar a rosca para os ingleses, logo Jacques Cartier decidiu ir procurar ouro no Novo Mundo já que o solo europeu já estava mais que infértil e erodido. Em suas explorações encontrou de tudo, menos ouro. Cartier foi o grande responsável pela descoberta de porcarias geladas sem importância que ninguém sabe o nome no norte do Canadá como a Ilha do Príncipe Eduardo, a Ilha Anticosti, e o Rio São Lourenço.

A Primeira Viajem e a Ameaça FantasmaEditar

A sua primeira "viagem" ainda foi muito jovem nos becos de sua cidade natal, Jacques Cartier cheirou, fumou e injetou ópio e acordou no Brasil, com um sombrero da seleção e tentando enfiar uma blusa como se fosse uma calça. Drogado, decidiu gastar toda sua fortuna para alugar um barco viking e ir explorar a Islândia. Infelizmente errou o caminho e foi parar no Canadá.

A Segunda Viagem e o Império Contra-atacaEditar

Conversando com o Rei da Inglaterra, no currículo de Cartier havia viagens a Terra Nova e ao Brasil. O rei se espantou com a viagem ao Brasil, apenas suicidas iriam para aquela Terra dos Canibais como chamavam o Brasil na época, e assim a corte decidiu bancar as viajens daquele doido para procurar ouro na Puta que Pariu do Norte.

É claro que chegando ao norte do Canadá, Cartier não encontrou nada além de neve e esquimós, e para não perder a viagem, ele raptou os filhos do chefe esquimó Donnacona para apresentá-los em circos em Paris e faturar um troco.

A Terceira Viagem e as Guerras ClônicasEditar

 
Chegada de Jacques Cartier ao norte do Canadá.

Com o seu circo decaindo, Cartier voltou para o Canadá e sequestrou o chefe esquimó, mas ao chegar à França o pobre indígena morreu de gripe em 0,67 segundos.

A Quarta e Última ViagemEditar

Entediado na França, viajou outra vez para o Canadá aonde fundou cidades para combater o exército esquimó, entre elas a capital da boiolagem do Novo Mundo, a cidade de Quebec.

Os esquimós se irritaram e iniciaram uma sangrenta batalha usando focas amestradas, ossos de baleia e varas de pescar contra os europeus. A população nativa estava levando a melhor sobre aquele povo fresquinho dos franceses, que só venceram a batalha quando descobriram o vilarejo viking de L'Anse aux Meadows, e após um acordo com os noruegueses, acertaram que a França os iriam aceitar na União Européia em troca do extermínio dos esquimós.

A Quinta Viagem: O Retorno de Jacques CartierEditar

Depois de ser morto por uma peixeira de um esquimó, Cartier assombra no Holandês Voador o Estreito de Jacques Cartier. A boa notícia é que esse estreito fica no norte da Groelândia e ninguém nunca precisa (e faz tudo pra não precisar) navegar por ali.

CuriosidadesEditar

  • Como não poderia faltar, Jacques Cartier tem um apelido francês meigo, "Petite Hermine".


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