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Jarinu

Gnome-searchtool blue.png Jarinu é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Judas perdeu as botas aqui.

Sciences de la terre.svg.png

Cquote1.png Você quis dizer: Já ri nu Cquote2.png
Google sobre Jarinu
Cquote1.png É logo ali ó! Cquote2.png
Jarinuense sobre qualquer lugar da cidade
Cquote1.png Segue reto sô! Cquote2.png
Frentista de posto sobre qualquer lugar da cidade
Cquote1.png Em Jarinu a estátua do cristo pega você! Cquote2.png
União Sovietica sobre qualquer lugar da cidade
Cquote1.png Sem dúvida uma cidade de primeira! Se engatar segunda, passará por ela direto. Cquote2.png
Chacareiro arrependido sobre aquisição de casa em Jarinu
Cquote1.png Aqui nós conhece de tudo! Cquote2.png
Lima Duarte sobre Jarinu ou a Century
Cquote1.png U cão foi quem boto pra nois bebê... Cquote2.png
Jeremias sobre Jarinu depois de tomar algumas no cactus

Jarinu A Bolívia Paulista e Princesa da Cocaína
150px
Bandeira
A roça e Todos tomam aqui
Hino Se eu soubese o quanto é triste
Viver nas asas de um urubu

Se esse lugar ainda existe,
Só pode ser Jarinu.

Local Interior de São Paulo
Idioma Caipira, caipira-mineiro, nordestino, paranaense
Geografia
Clima Insuportável
Locais de referência Casas de Tiro (Cocaínodromo), Spas
Economia Tráfico de Drogas e Lavagem de dinheiro
Produtos exportados Fofoca, mentiras
Política
Governo
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PMDB
Atual prefeito
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Zé Roberto Mazzaropi PMDB
Vice-prefeito
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Zé Lelé PV
Mídia
Cidadãos ilustres
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Eliana, Roberto Justus
Esporte símbolo Bocha
Santo local Santo Expedito

Jarinu é uma roça cidade do interior paulista, que faz divisa com as outras localizações caipira-maloqueiras também nada ortodoxas conhecidas como Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Jundiaí e Atibaia, tendo se tornado assim uma digna curva de rio: só para lixo.

Conhecida basicamente por suas festas típicas sempre nomeadas com a fruta da estação, e pela sua praça em estado de putrefação, Jarinu caracteriza-se como um dos palcos prediletos para os desocupados, indivíduos sem horizontes, e cabeças-fracas que acreditam que o local seja dotado do 2º melhor clima do mundo.

Índice

Os Bairros ConsagradosEditar

  • Centro
 
Típico colonizador jarinuense.
 
Moradores da trieste exibindo seus sentimentos pelos rivais maracanãenses.

Cidade de interior e colonização italiana que é Jarinu, tudo começou com uma igreja, e jesuítas liderados por Hebe que tratavam de espancar índios e expandir fronteiras. Como tal, o centro da cidade é o ponto focal de Jarinu, abrigando a Igreja Rococó e a pracinha cafona onde os manos confraternizam. Os idosos moradores deste bairro habitam os 1º andares de casas construídas nos anos 1940, para fazerem o comércio improvisado de tralhas contrabandeadas no térreo de suas moradias.

  • Esplanada do Carmo

Parte alta da cidade, oferece moradia como um jardim de paraíso para políticos corruptos de localidades vizinhas, altos traficantes do crime organizado, emergentes e pessoas que curtem arriscar terem suas casas assaltadas pelas gangs dos bairros vizinhos: todos pensando que encontraram a última palavra em tranquilidade do interior paulista. Por isso, os habitantes desse bairro gastam todas suas economias, aposentadoria e seguro-desemprego em suas casas, o que torna a Esplanada o bairro "menos pobre" de Jarinu, ainda que o mal gosto inerente a estas pessoas torne todas as construções extremamente cafonas.

  • Vila Primavera

Inicialmente era a morada da galera do tráfico e de putas sujas e mal pagas, mas hoje se vê todo tipo de pessoa andando por essa quebrada. As crianças catarrentas lindas desse lugar se não derrubam velhinhos quando descem do ônibus e catam calcinha do varal dos vizinhos, roubam balinhas do bar do Seu Zé, iniciando prematuramente a vida criminosa. Cerca de 60% das pixações nos ônibus são feitas pelos maconheiros manos da Vila Primavera, os outros 40% são feitos pelos triestinos sujos, bêbados e mal acabados. É um bairro constituído por uma imensidão de morros com valetas fundas onde cabem Fat Family e Faustão dentro. Se alguém por ventura cair dentro de uma nunca mais sai. Só há uma rua asfaltada por lá onde rolam altos bailes funks e os manos disputam qual Monza roubado tem o som mais potente. Os arrasta bosta manos da Vila Primavera são perigosos e adoram matar a população cu mole do local e depois as jogam no meio do mato ou as enfiam dentro de pneus e tacam fogo, aí já aproveitam matando o primeiro cachorro ou gato que passa na rua, botam um sonzão no Monza e fazem uma churrascada comemorando com tiros de 38 para o alto.


  • Trieste

Recebeu esse nome devido à "tristeza" que caracteriza ter de morar em tal local. Sendo que isso gera grande revolta, a Trieste se torna um dos grandes polos maloqueiros da cidade. Rivais fervorosos de todos os moradores do bairro Maracanã, e movimentam também 22% do mercado negro de carros roubados do interior paulista. Saem de suas lajes somente para trabalharem em obras de Jundiaí, e para arrumarem tretas grossas com os maracanaenses em alguma festa de fruta ou mero duelo de som na praça da cidade.

  • Maracanã

Vértice da cidade que consegue ser tão peculiar quanto os outros bairros. Isso se dá pois mesmo sendo miserável, após um sequestro relâmpago aplicado no prefeito Varderlei Carla Perêz, conseguiu a proeza de dispor de 2 ruas alfaltadas (contra 5 ruas na esplanada, 4 ruas no centro, e zero nos outros bairros). O nome deste bairro foi proposto após o então prefeito "Duchas Lorenzetti" notar que a massa populacional da localidade se assemelhava muito à torcida do Corinthians no estádio do Maracanã lotado. Berço do tráfico que abastece todas as cidades vizinhas, os maracanaenses têm por lazer atirar nos moradores da Trieste, quando se cruzam nos duelos de som e show de proezas em CGs 125 no badalado sábado à noite do centro. Durante a semana, cuidam das chácaras de seus patrões para que estes não percebam quem são os verdadeiros moradores de suas casas que imitam rancho, mas não possuem animais (além dos caseiros).

  • Tijuco Preto

Um bairro tipicamente caipira na parte mais longínqua da cidade. Batizada carinhosamente quando um renomado escravo agitador, Tijuco "O Preto", largou seu então quilombo aproximadamente em 1942 (quando sua avó ainda era virgem) e resolveu instaurar os costumes caipiras numa parte ainda inalcançável de Jarinu. Foi quando criou a primeira charrete "tunada" da história para alcançar matos nunca antes desbravados da cidade, e construiu a primeira mansão de pau-a-pique em 1944. Desde então, após procriar numa velocidade exponencial, Tijuco deixou seus descendentes neste bairro onde a água encanada, luz elétrica e papel higiênico jamais chegaram, apesar das festas juninas serem sempre as mais animadas, atraindo todos os manos dos bairros vizinhos que possuam um Monza ou Opala para adentrar o local. Atualmente é o bairro com a maior concentração de fofoqueiros e cuidadores de vida alheia da cidade. Tudo, absolutamente tudo que acontece pela redondeza você fica sabendo primeiro no tijuco. Para ter uma noção esse bairro é o Tv Fama da vida real, mas a galera deixa o Nelson Rubens no chinelo. O incrível de tudo é que depois de fazer fofoca e falar mal dos vizinhos, parentes e afins o pessoal corre na igreja rezar, se fazer de santo e puxar o saco do padre.

LazerEditar

 
Retrato de mais uma noite pacata no Bar "Bem Bolado".
 
Exemplo de veículos utilizados como ferramenta de sedução na praça jarinuense.

Como típica cidade do interior, os pontos de lazer são extremamente limitados. As pessoas que mais sofrem com o impacto de não terem nada pra fazer no tempo livre da roça são os turistas ou chacareiros de fim de semana, que vêm para cá muitas vezes com a falsa ilusão de que terão um fim-de-semana paradisíaco cercados de Mojitos e índias semi-nuas.

Todos os habitantes efetivos da cidade também reclamam da monotonia que corre as ruas, mesmo que não troquem por nada o bilhar no "Bar do Zé" mais próximo de suas casas. Tão tosca quanto essa diversão, seguem aqui mais algumas manjadas por Jarinu:

  • Praça (De novo??)

Similarmente como descrito no seu item como ponto turístico, a praça de Jarinu também é apontada como um lugar de fervor nos fim-de-semanas jarinuenses. Patricinhas desavisadas tentam a sorte em tal local quando vêm da cidade para visitar seus sítios, e se deparam com uma quantidade incontável de motos ano 92 empinando e fazendo acrobacias, Tempras de porta-malas abertos e tocando funk em volume máximo para atrair as "cocotas", e inúmeros Monzas chegando abarrotados de Manos. Todo esse quadro se intensifica quando a praça é usada para promover algum show brega de duplas sertanejas ainda não conhecidas, ou é usada para alguma festa com nome de fruta.

  • Danceteria "do Mercado"

Localizada perto de um dos únicos mercados da cidade, a danceteria ganhou carinhosamente este apelido dos habitantes dos arredores, pois nunca criou raiz com nenhum nome, já que a casa noturna já foi de posse nas mãos de diferentes traficantes. Mesmo que algumas vezes fique fechada por alguns meses, sempre parece ressurgir das cinzas com um novo e puramente fictício nome, para fornecer ao povo jarinuense as festas mais bêbadas e drogadas possíveis. Lá dentro, o grau de o quão uma mulher é sexy se dá o quanto mais sua jaqueta dos Racionais estiver folgada.

  • Bar "Bem Bolado"

Símbolo máximo do uso irrefreado de itorpecentes, este lugar é praticamente o paraíso na terra dos maloqueiros sem chance de recuperação. Seu nome não remete a uma casa noturna "Bem planejada", e sim a cigarrinhos do capeta sempre confeccionados com excelência. Usando de desculpas como shows tremendamente horríveis a nível de Toninho do Diabo, e dispondo de um terreno exclusivo para os cheiradores estacionarem seus bólidos, o Bar disponibiliza tudo que o seu corpo a um passo de morrer por overdose puder ingerir, injetar, fumar ou sentar. Corre o boato de que EMOs são levados por policiais lá para dentro, onde são executados em rituais festivos pelos traficantes do local.

  • Restaurante Parque D'anappe

Toda minoria precisa se refugiar, e em Jarinu não é diferente. Notado o fato de que na cidade quem não é dos guetos pertence à classe idosa de carpidores aposentados, este restaurante faz-se presente como santuário de lazer para os jogadores de bingo desocupados e que querem fugir do caos da praça do centro da cidade. Seus shows históricos trouxeram para a cidade personalidades ilustres no calibre de Agnaldo Rayol, Moacyr Franco, Lima Duarte e Claudete Troiano. Conta com área de lazer dotada de playground para os netinhos chatos, e duas pistas de Botcha oficiais.

EducaçãoEditar

 
Bordão de marketing do Colégio Jerônimo, expressado no muro da escola.

Dotada das escolas mais peculiares do interior paulista, Jarinu apresenta um leque de opções para o capiau recém chegado que quer logo ver os 13 filhos estudando, já que não quer que eles acabem no crime que movimenta a economia da cidade. Já que existem muitas casas de pau-a-pique com uma lousa dentro e algumas cadeiras, apenas serão listadas as "escolas" já consagradas no meio jarinuense.

  • Jerônimo de Camargoo

Fundado pelo irmão mais velho de Jeremias, o colégio Jerônimo é o lar dos maloqueiros, rappers e reggeiros da cidade. Os alunos adquirem sua formação treinando o ataque ao corpo docente, pichações na parede e vandalismos do gênero. Seu pico de atuação acontece durante a noite, quando o cheiramento de gatinhos, tráfico e o sexo a céu aberto tornam-se coadjuvantes do cénario desta escola nada família.

  • Objetivo Jarinu

Mesmo que ainda a cidade não seja dotada de um Mc Donald's, já possui uma filial de uma das redes mais mauricinhas de cátedra estudantil, a rede integrada Objetivo. Esta por via de regra já se tornou o recanto dos filhinhos de papai da cidade, bem como dos playboys que durante o dia jogam bola e de noite fumam maconha em algum dos bailes funks da cidade. Mesmo que clame ser a melhor escola da cidade, possui salas com infiltração muito mal cuidadas, a coordenação se abriga em uma antiga senzala e quadras poliesportivas não são pintadas há anos.

  • Pilar Bonás

A escola foi criada pela Eliane q só se importa em viajar, ou seja sua mensalidade será bem vinda para pagar a passagem de avião, isso quando ela não gasta com suas inúmeras plásticas para parecer o esqueleto do He-Man.

Fatos imbecis curiosos sobre JarinuEditar

 
Jeremias após um bom jogo de bilhar, na época em que era cidadão jarinuense.
  • A cidade é tomada de farmácias, contabilizando 127 no inicio de 2019 e 51 em construção.
  • A cidade não possui um único semáforo.
  • 67% do seu tráfego é composto por veículos de tração animal.
  • Jeremias já foi um cidadão desta gloriosa cidade.
  • A cidade abriga a 1ª linha férra do Brasil, usada por Lima Duarte nos primórdios da colonização quando veio se apossar das primeiras terras decobertas, hoje ela é lar de maconheiros e mendigos locais que procuram um abrigo durante a temporada de enchentes em Jarinu, durante esse período os Jarinuánus ficam presos em suas humildes casas de barro esperando que jeová lhe melhore a vida dando um sol quente e insuportável que faz com que os jarinuánus sejam uma nação singular devido a carga genética.
  • A imensa quantidade de mato na cidade para os capiais e manos procriarem faz com que Jarinu não possua absolutamente nenhum motel, devido à baixa demanda, porém tem seus famosos mateis.
  • Após uma pesquisa popular, descobriu-se que os tiroteios oriundos da rivalidade Maracanã X Trieste correspondem à 67% dos momentos fora de marasmo na vida jarinuense.

Ver tambémEditar