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Jenny von Westphalen

Hammer and sickle.png Este artigo foi aprovado pelo Conselho de Proteção à Moral da Família Soviética como sendo livre de conteúdo subversivo.
Papel-ricos2.jpg Que saudades da Champs-Elysées...

Este artigo é rico e seu autor só compra coisa chic. Seus advogados estão de olho em você, então não vandalize! Pobre? Tenho nojo de pobre, tudo o que tem é feito de prástico...

Vamos, meu bem, preciso desinfetar minha mão.


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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Jenny von Westphalen.
Jenny com cara de quem pergunta "Marx, porra, vai arranjar um emprego, filho duma puta!"

Cquote1.png Você quis dizer: A otária que sustentava Karl Marx Cquote2.png
Google sobre Jenny von Westphalen
Cquote1.png Esse estorvo ai que nunca entendeu minha santa missão! Cquote2.png
Karl Marx sobre sua querida esposa
Cquote1.png Èu me pergunto as vezes porque Marx nunca matou a puta da esposa dele. Eu teria matado em menos de 2 anos e ainda fazia ela desaparecer. Cquote2.png
Stalin sobre Jenny von Westphalen

Jenny von Westphalen, ou Johanna Bertha Julie Jenny von Westphalen (Sal de Edel, 12 de fevereiro de 1814 — London London, 2 de dezembro de 1881) foi a pobre coitada que fazia parte da "sagrada família" do livro homônimo de Karl Marx, ainda que na verdade ela soubesse que de sagrada essa porra não tinha nada. Embora seu maridinho filho da puta (e nisso nem é xingamento, já que Marx dizia pior da pobre mulher que teve o azar de o pôr no mundo) apregoasse a igualdade comunista geral de todo mundo, inclusive entre homem e mulher, ele seguia como poucos o lema de Jair Bolsonaro: "Mulheres no fogão, homens de plantão". Além disso, basicamente, juntamente com o pai do Marx e com o Friedrich Engels, foram as fontes de renda do cosplay de Papai Noel a vida toda, já que a pobre tola era filha do Johann Ludwig, Barão von Westphalen. Sendo assim, o casamento com ela não passava de uma forma de Marx conseguir muita fonte de renda para passar a vida a coçar o saco enquanto escrevia um monte de bosta com seu amiguinho de blog, Engels.

Vida pessoalEditar

 
A "Sagrada Família": Engels e Marx (em pé), o verdadeiro casal da relação, e suas filhas, Caroline, Eleanor e Laura. As duas últimas se matariam pouco depois, quando descobriram que na verdade eram filhas de um casamento gay.

Jenny era de uma família austríaca muito da fuderosa, e mesmo tendo entre parentes duques, barões e gente dos mais diversos países cheias de dinheiro até o fundo do cu, desde pequena ficou encantada com seu amiguinho de classe, Karl Marx. Nessa época, ele já era comunista, pois vivia contestando o poder dos seus professores jogando bolinha de papel neles em todas as aulas. Isso, sabra dios como, atraiu a moça babaca, que queria ver um pouco mais de ação do que as caçadas que sua família costumava fazer atrás de ratazanas ou pescando piabas nos lagos da Áustria. Apesar de já terem um namoro infantilóide, só assumiram mesmo um romance de vez em 1836, quando Marx percebeu que poderia dar um belo golpe do baú e ficar usufruindo da riqueza dos outros sem fazer porra nenhuma em nome da revolução comunista, "usando os meios da burguesia contra ela mesma".

Em 1943, pouco antes de Marx e Engels escreverem seu primeiro livro de piadas chamado "O Manifesto Comunista" (com prefácio do Costinha e tudo mais), Marx e Jenny juntaram os trapinhos, para a alegria do já velho barbudo. E começaram a fábrica de muleques bem cedo: Jenny Caroline (1844-1883); Jenny Laura (que se matou junto com o marido anos depois ao perceber que estavam fazendo bosta a vida toda) (1846-1911); Edgar (1847-1855); Henry Edward Guy ("Guido"; 1849-1850); Jenny Eveline Frances ("Franziska"; 1851-1852); Jenny Julia Eleanor (que TENTOU namorar um comunista, Hippolyte Lissagaray, mas o pai não quis, porque de vadio e explorador já bastava ele e outros genros dele) (1855-1898); e um mais que morreu antes de receber nome, na época Marx já tinha começado a dar porradas na mulher (julho 1857).

Depois de 1948, Jenny virou a escraviária de Marx, o ajudando a traduzir escritos e também escrever seus livros inúteis enquanto ele ditava tudo, já que comunista de verdade não deve trabalhar e sim deixar pra esposa os serviços pesados. Daí pra frente saíram de Paris e se exilaram em Londres, para continuarem com a missão absurda dos dois: ele de pensar merda e defecar pela boca, ela de transcrever isso pro papel. E ai dela se não fizesse: ia rolar porrada na hora. Agora imagina ae escrever aquela porra de O Capital todinho, é mais grosso que as Crônicas de Nárnia e o Hobbit juntos, puta que o pariu. Após sofrer pra caralho escrevendo tanta merda, além de ser obrigada a sustentar a casa como lavadeira e diarista, se fodendo 24 horas por dia, além de fabricar filho pra caralho, Jenny desenvolveu câncer nas mãos, morrendo em 1881, só que deixando Marx sem saber onde escondia sua grana. Por isso Marx morreu dois anos depois de fome, e seus filhos, que só tiveram como herança dívidas, se mataram pouco depois.

  Credo, tu é o azar em pessoa!

Este artigo traz relatos de uma criatura azarenta que só se estrepa no dia-a-dia.

Faça bobagem neste artigo e mandaremos 13 lindos gatinhos pretos pra você cuidar.