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Johann Strauss II

Strauss brilhando como mestre da valsa de ouro com seu violino sem cordas

Johann Imperatus de Sonnhos-Vallases Strauss II foi um gerente de projeto da Música Erudita e vice-presidente da Nestlé dos Países Baixos. Durante sua vida desenvolveu a valsa e o choro (um predecessor do outro, respectivamente) e utilizou suas músicas para criar o conceito de merchandising (muito utilizado por Vivaldi no que se diz respeito a sabonetes). Nas horas vagas trabalhava como agiota do Banco do Brasil, e sua habilidade fenomenal de oferecer empréstimos desnecessários lhe conferiu o título de Imperador em 1875 e fora responsável pela criação do primeiro circo transamazônico de entretenimento (com o real intuito de derrubar seu principal concorrente, o Ferrero Rocher).

Índice

Infância (Pré-Adolescência)Editar

Strauss II foi filho de Strauss I e de alguma camponesa. Seu pai queria desde o início que ele fosse um porco capitalista assistente de caixa, e desde cedo matriculou o filho em um curso de Administração do Senac. Strauss sempre teve um espírito arrojado e nunca se sentiu a vontade em uma sala de aula fechada, sem ar-condicionado e aprendendo matemática financeira. Sempre que podia Strauss cabulava aula com o seu amiguinho Grieg e ia beber com o pessoal tr00 hell in flames que fazia a alegria da destilaria local. Certo dia, convidaram Strauss para assistir um ritual satânico onde a atração especial seria um surubão regado a raspadinha de morango. A música seria ao vivo e iriam conseguir isso utilizando Wicca avançada para ressuscitar ninguém menos que Paganini. Após o culto, Paganini renasce das cinzas e dos coturnos e começa a tocar um de seu Caprices (primeiramente em Molto Presto Vivace, para aquecer). Strauss observava tudo aquilo com uma forte emoção e começa a idolatrar Paganini tal como um funkeiro idolatra seu pênis postiço. Como o pai muito prudente sabia que estas coisas de violino eram obras do capeta, proibiu veementemente Strauss II de aprender a tocar o instrumento. Mesmo assim, Strauss subornou o primeiro-violinista da orquestra do pai com um prato de comida e este (molto vivace) tratou de lhe ensinar todos os segredos de como se toca instrumentos.

JuventudeEditar

 
Bailarinas preparando o espetáculo

Depois de ter dominado a arte sonífera do violino, Strauss II começava a compor suas primeiras obras. Eram relativamente simples, do tipo três acordes e uma batida. Com o auxílio e a cesta básica que ganhava do banco, Strauss pôde ensaiar todas as suas valsas com uma recém-criada orquestra de músicos falidos (mas que dominavam algo que chamavam de Jazz). Assim, Strauss batia de frente com seu pai (agora, seu concorrente) e que desesperadamente buscava inspiração para deter a fama do filho. Nem precisa dizer que foi tudo inútil; Strauss II ganhava mais e mais fama e popularidade chegando a receber diversos convites para assistir a entrega do Nobel e do Oscar (que pouco tempo depois deixara de ganhar, pois infelizmente não conseguia largar seu maior vicio: as malditas balas Soft, do qual falaremos mais tarde). Fazia apresentações quase que diárias em Viena e nunca perdia a chance de reprisar a obra em Bis intermináveis que acabavam, por definição, fazer a plateia dançar.

MaturidadeEditar

Em meados de 1850 o pai de Strauss II, Strauss I (vale a pena relembrar...) morre por meios legais e com isso Strauss II pôde juntar a orquestra do pai com a sua, formando uma multidão que obrigou-o a voltar a ser assistente de caixa para sustentar os músicos. Em 1876 funda a Nestlé, empresa com fins lucrativos destinada a transformação de soja (muito abundante na Áustria) em produtos comestíveis. O seu infalível tino para negócios fez com que Strauss se tornasse um megalomaníaco das Artes e que compusesse milhões de valsas para todo o tipo de ocasião, em especial para aqueles bailes da terceira idade e festinhas de 15 anos. Perto do final da vida Strauss II compõe operetas de sucesso e cria a linha de bombons Sonho de Valsa para patrocinar seus espetáculos.

Fim da linhaEditar

 
Danúbio Azul em sua forma mais pura

Strauss II vendeu o Grupo Nestlé dos Países Baixos para o Google por um Danúbio Azul. Como Strauss tinha dinheiro de sobra, nem lhe era interessante negociar fazendo escambo de papeis. O Danúbio Azul impressionava pelo seu Azul e inspirou Strauss a escrever sua mais famosa valsa. Tendo feito um Curso por Correspondência de Invocação Sobrenatural, Strauss convocou novamente Paganini para abençoar sua joia bacana e toda a magia caiu perfeitamente como notas sobre as folhas de pentagrama que hoje são as partituras do Danúbio Azul. Chegando perto do Reino de Deus, Strauss compôs uma requiem em sua homenagem, hoje chamado de Valsa do Imperador. Logo após terminar o Danúbio, Strauss tomou umas e outras com outro figurinha da Música Erudita, alter-ego de Bach, chamado Sir. Offenbach. Compôs por fim a sonatina O Morcego baseado nas taças de Sangue de Boi que tomava junto com Vivaldi, acompanhado de (claro) Rachmaninoff, sempre nas suas famosas EQMs. Morreu em 1899 quase 1900, deixado sua orquestra de câmara para ninguém menos que Mahler (que, puta que pariu, abusou até demais dela...)

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